“A liberdade de Imprensa é condição inegociável para a normalidade democrática. Nem as armas, nem a truculência e, muito menos, o terror conseguiram silenciar a Imprensa deste País.”segunda-feira, 27 de setembro de 2010
O que ele disse
“A liberdade de Imprensa é condição inegociável para a normalidade democrática. Nem as armas, nem a truculência e, muito menos, o terror conseguiram silenciar a Imprensa deste País.”sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Pausa
Até lá, se Deus quiser.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Novo ministro da Casa Civil respondeu a 6 processos no TCU
O ministro interino da Casa Civil, Carlos Eduardo Esteves Lima, que assumiu o cargo nesta quinta-feira (16), já foi alvo de seis processos no Tribunal de Contas da União (TCU) entre 1999 e 2003. Os processos dizem respeito a possíveis falhas na prestação de contas do Departamento Nacional de Estradas e Rodagens (DNER), da Legião Brasileira de Assistência (LBA) e do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), além de irregularidades na execução de obras e contratação de empresas pelo DNER. Carlos Eduardo foi inventariante da LBA e do DNER no governo PSDB e também trabalhou na Embratur (veja aqui a relação de processos).
Nos seis processos, o ministro Carlos Eduardo foi convidado a apresentar justificativas para os casos sob suspeita do TCU. As justificativas foram acatadas integralmente ou parcialmente pelos relatores dos processos. O mais antigo, trata da regularidade da prestação de contas da LBA relativas ao ano de 1995, quando a instituição foi extinta por medida provisória. O relatório apontou, entre outros itens, existência de convênios pendentes de prestação de contas e saldos de balancetes passíveis de regularização.
No entanto, o relator do processo, ministro Humberto Souto, entendeu que a prestação de contas referia-se ao exercício que precedeu à extinção da entidade e que, portanto, as responsabilidades quanto às pendências de prestações de contas não poderiam ser atribuídas à gestão atual. Carlos Eduardo esteve à frente da LBA entre 1995 e 1996, na condição de inventariante. A LBA já foi presidida também pela ex-primeira-dama Rosane Collor e ficou conhecida após denúncias de desvio de dinheiro da instituição para familiares de Rosane.
No caso do processo referente à prestação de contas da Embratur no ano de 1993, julgado em 1999, o ministro Carlos Eduardo foi apenas citado entre muitos outros nomes. Contudo, o ministro precisou apresentar justificativas referentes à inobservância do tribunal quanto às normas e condições de edital para contratação de empresas que forneceriam auxílio-alimentação. Ocorre que o relator do processo, ministro Humberto Souto, entendeu que o fato deveria ser considerado para o exercício de 1994, quando ocorreu a licitação, encerrando, portanto, a questão.
Outro processo em que a atuação de Carlos Eduardo esteve sob suspeita foi julgado, em 2003, pelo relator Walton Alencar Rodrigues que analisou eventual ilegalidade de contrato de prestação de serviços firmado entre o extinto DNER e o Consórcio Rodovida, em novembro de 1999. O objeto da contratação foi à prestação de serviços de controle de excesso de velocidade em rodovias, por intermédio de um sistema integrado e informatizado.
Mais aqui.
Site calcula afinidade de suas ideias com as de deputados
Trata-se de um site que calcula a afinidade política de suas ideias com as de deputados do Congresso Nacional.
Segundo o site, “o cálculo de afinidade é baseado em modelos matemáticos, sendo isento de qualquer vínculo político ou partidário.”
O banco de dados legislativos do Cebrap é parceiro do Extrato Parlamentar no projeto.Vale a pena conferir.
A opção do Santos
Então, é assim.O Santos, ou melhor, os cartolas do Santos demitiram o técnico Dorival Júnior (na foto) porque decidira estender a punição por tempo indeterminado a Neymar.
Demitido Dorival, quando é que Neymar vai assumir a presidência do Santos, hein?
Passa ou não passa?
O blog conversou ontem e hoje com três advogados.
Dois deles com trânsito no Supremo
Todos três sem quaisquer interesses partidários.
Os três foram francos.
Torcem para que o Supremo mantenha a validade da lei para as eleições de outubro.
Mas acham que isso não vai acontecer.
Aliás, têm quase certeza de que isso não vai acontecer.
Não se arvoram a cantar o placar.
Mas também apostam que será apertado.
Contra a Lei da Ficha Limpa.
Dido & Aeneas estreia no Museu do Estado
"Dido & Aeneas", de Henry Purcell, é a mais antiga ópera e uma das mais importantes obras do repertório barroco da Inglaterra. Foi apresentada pela primeira vez em 1689, numa escola em Chelsea, Londres, dirigida por Josias Priest, que era um mestre de dança.
Nesta montagem em Belém, será encenada pelo Madrigal da UEPA (direção de Milton Monte, com participação especial da contralto Gabriella Florenzano), Quarteto de Cordas da UEPA (direção de Urubatan Castro), Camerata Vocal da EMUFPA (direção de Milton Monte) e Camerata Instrumental da EMUFPA (direção de Paulo Keuffer).
A História- A comovente história de Dido e Aeneas foi adaptada da Eneida de Virgílio. Enéas era um soldado de Trojan. Quando Tróia cai, parte com seus seguidores em sete navios, e naufraga na costa de Cartago, governada pela rainha Dido.
Dido e Enéias se apaixonam profundamente, mas a bruxa, disfarçada de Mercúrio, anuncia a decisão de Zeus a Enéias de que ele tem que partir e fundar Roma, cumprindo assim o seu destino. O herói, embora profundamente abalado, está preparado para cumprir o seu dever. Dido fica desolada e sozinha. Em seu desespero, ela se suicida.
Madrigal e Cameratas - O Madrigal da UEPA realiza trabalho ímpar na divulgação do repertório de música colonial brasileira e música antiga na região Norte do Brasil. Fundado em 24 de abril de 2001 por Milton Monte, ligado à Pró-Reitoria de Extensão da UEPA, tem se apresentado nas mais importantes salas de concerto e igrejas históricas de Belém: Theatro da Paz, Igreja de Santo Alexandre, Teatro Maria Sylvia Nunes, Catedral Metropolitana de Belém, Sala Ettore Bosio, Igreja do Carmo, Museu Histórico do Estado do Pará, Igreja das Mercês, Sala de Recitais da UEPA, Hangar Centro de Convenções da Amazônia, Igreja do Rosário da Campina, Centro de Convenções da UFPA entre outras.
Outro grupo que tem feito um trabalho relevante para a divulgação do repertório da música antiga em Belém é o Núcleo de Música Antiga da Escola de Música da UFPA, fundado em 2002 por Milton Monte e Arthur Alves, que abrange a Camerata Vocal e a Camerata Instrumental da EMUFPA. Desde 2003, quando viajaram para se apresentar no Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora, o Núcleo de Música Antiga da UFPA e o Madrigal da UEPA têm se apresentado juntos.
PHILIPPE FORGET, Regente e Compositor
Nascido em 1970, o maestro francês Philippe Forget é Regente Coral e Orquestral, além de compositor de música vocal e diplomado em Fagote pela Academia Áustro-Húngara, de Budapeste.
MILTON MONTE, Cantor Lírico, Regente e Professor
Barítono paraense diplomado pela Guildhall School of Music and Drama, bacharel em Canto pela UNESP, mestrando da UFBA/UFPA, professor da Escola de Música da UFPA desde 2002.
SERVIÇO
Data: 23 e 24.09.2010
Local: Salão Transversal do Museu Histórico do Estado do Pará - Palácio Lauro Sodré, antiga sede do governo -, Praça D. Pedro II, s/n, CidadeVelha
Hora: 18 h
Ficha técnica-"Dido & Aeneas" (Henry Purcell): Quarteto da UEPA (dir. Urubatan Castro), Madrigal da UEPA (dir. Milton Monte, participação especial da contralto Gabriella Florenzano); Camerata Instrumental (dir. Paulo Keuffer) e Camerata Vocal da EMUFPA.Direção Cênica e Musical: maestro Philippe Forget; Direção Geral: Milton Monte.
Fonte: Assessoria de Imprensa
Simplicidade, eis o que falta ao Poder Judiciário
Concordo com as colocações da ministra Calmon. Até acho que não se pode fazer Justiça tão rápido como se prepara um cafezinho.
A sintetização das sentenças - e, por que não - das petições e recursos é fato relevante. Petições há que demandam 20, 30 páginas para um pedido que em duas estaria plenamente explicitado e provado. Haja tempo de leitura. Até me lembra alguns livros jurídicos (muitos, na verdade) que, de suas 300 páginas por exemplo, mais da metade trazem a reprodução de leis , facilmente acessíveis na internet, e que mascaram a falta de conteúdo dos autores, no mais das vezes.
Nisso, nossos advogados trabalhistas são mestres. Sintetizam seus pedidos em uma ou duas laudas e o resto fica para a audiência.
Lembro que, há alguns anos , participei, como testemunha, em um processo de pedido de asilo político que tramitava em uma corte americana. No Tribunal, que funcionava em um dos andares de um prédio comercial, havia tão somente um guarda na entrada, que me orientou para a sala da audiência. Na sala, somente a juíza, sem qualquer auxiliar. Ela conduziu toda a audiência, foi a advogada da parte que me chamou para o depoimento, era a juíza que colocava e trocava as fitas da gravação etc. etc.
E ao final da audiência, prolatou sua decisão em uma folha já impressa, com vários "quadrinhos" de "sim" ou "não" ou outras considerações que deveriam ser as corriqueiras naquele tipo de julgamento.
As partes deram sua ciência e fomos todos embora.
Aqui, criamos os Juizados Especiais, por exemplo. Boa decisão. Entretanto, o que ocorre na maioria deles? Primeiro, há uma audiência de conciliação. Frustrada, marca-se a de julgamento, no mais das vezes para seis, oito meses à frente. Por que não fazer logo a de julgamento na sequencia da frustrada conciliação? As partes já estão lá e não é neccessária qualquer providência processual adicional. No mesmo dia, as partes já teriam seu julgado.
Bem, como estamos falando em prolixidade, peço perdão pela minha e me vou.
Quem entendeu Peluso?
Ninguém, sinceramente, entendeu Sua Excelência o presidente do Supremo, Cezar Peluso.Ninguém.
Nem o presidente nacional da OAB, o paraense Ophir Cavalcante Jr. (na foto).
Ninguém entendeu quando Peluso levantou, no julgamento de ontem, a questão da suposta inconstitucionalidade formal da Lei da Ficha Limpa.
“Foi uma intervenção completamente intempestiva”, disse ao poster, por telefone, o presidente da OAB, ontem à noite.
A questão da inconstitucionalidade da lei não está sendo discutida neste recurso de Roriz.
E mais: todos entendem que, pelo menos, Peluso deveria deixar de abordar o assunto quando chegasse a vez dele de votar, porque será obrigado a fazê-lo - e duas vezes, ressalte-se, como ministro e como presidente -, caso a parada fica empatada em 5 a 5.
De qualquer forma, dificilmente a tese de Sua Excelência vai prosperar.
Mas a manifestação de Peluso sinaliza claramente que ele é um voto certo.
Contra a Lei da Ficha Limpa, é claro.
Jader aposta que continuará candidato
Fincou os pés em Belém, durante todo o dia de ontem.
Hoje, será a mesma coisa.
Não desgrudará da frente da telinha.
Estará ligado na TV Justiça, a partir das 14h.
Vai assistir à transmissão ao vivo do julgamento em que o Supremo vai decidir se a Lei da Ficha Limpa vale ou não para as eleições deste ano.
Jader, no momento, está pendurado pelo TSE.
Paulo Rocha (PT), a mesma coisa.
O que o STF decidir sobre o caso Roriz interessará a ambos.
Pessoas próximas – muito próximas ao peemedebista – garantem que ele está tranquilo.
Aposta que a o Supremo não vai confirmar os entendimentos do TSE, de que a lei já poderia valer neste ano e que poderá retroagir para punir casos anteriores à sua vigência, como renúncia.
Jader, segundo confirmado ao blog, mostra-se tão confiante que até botou na rua, nos últimos dias, material de campanha em quantidade redobrada.
Julgamento de Roriz: de olho nos clientes
José Eduardo Alckmin, advogado dos até agora fichas sujas Jader Barbalho, Jackson Lago e Maria de Lourdes Abadia, acompanha com atenção o julgamento do processo de Joaquim Roriz.
Alckmin, ex-ministro do TSE e que também defende a coligação de José Serra, aposta que o Supremo vai liberar a candidatura de Roriz. Tem tranquilizado seus clientes nos últimos dias, em especial Jader, pelo telefone.
Agenda dos candidatos
Viaja para Abaetetuba. A programação no município começa 16h30, com carreata e caminhada.
Às 19h, Jatene encerra a programação com um comício.
CLEBER RABELO (PSTU)
Às 7h30, panfletagem em frente à Eletronorte.
ÀS 9H, Participa de debate com estudantes do curso de ciências sociais da UFPA.
Às 12h, visita canteiro de obra.
Às 16h, reúne-se com apoiadores da campanha na sede do PSTU.
FERNANDO CARNEIRO (PSOL)
Passa o dia em Breves, acompanhado pela candidata ao Senado, Marinor Brito, e pelos candidatos a deputado federal e estadual, Fabrício Gomes e Edmilson Rodrigues, respectivamente.
Pela manhã, participa de plenária com a juventude de Breves, visita moradores e faz caminhada na feira municipal.
À tarde, faz caminhada no bairro Jardim Tropical, em Breves.
À noite, retorna à Belém.
ANA JÚLIA CAREPA (Frente Acelera Pará)
Às 12h50, entrevista (ao vivo) ao programa Barra Pesada, na TV RBA.
Às 15h30, comício-relâmpago na Terra Firme.
Às 16h, comício-relâmpago no Guamá.
Às 18h, carreata e comício em Castanhal.
DOMINGOS JUVENIL (PMDB)
Concede entrevista, às 9h30h, para a Rádio Boas Novas.
Às 15h, participa de comício e carreata na cidade de Prainha. Em seguida, viaja para Alenquer, onde participa de comício e carreata.
À noite, participa de reunião e carreata em Monte Alegre.
Orar para mudar o Brasil
Conheço uma oração mais poderosa do que a bomba atômica. Em minhas experiências, realidades têm sido radicalmente mudadas quando tenho coragem de fazê-la.
A oração do Pai-Nosso contém como segunda súplica o pedido para que seja feita a vontade de Deus, tanto na Terra como no Céu. Muita gente interpreta isso de um modo absolutamente passivo. Orar pela vontade de Deus equivaleria a aceitar mazelas de toda sorte. Nesse aspecto, interpretam o ato volitivo divino como algo tão-somente permissivo.
Mas não precisamos orar para que o natural ocorra. Do mesmo modo que não oramos para que o Sol nasça todos os dias. Veja que essa oração-modelo contém verbos de ação, incluindo o verbo fazer. Assim, orar para que Deus exerça sua vontade sobre o Brasil, por exemplo, equivale clamar por justiça. E invocar o modelo celestial implica desejar que Ele utilize sobre nós os métodos de seu Reino.
A vontade de Deus no Céu garante saúde, paz e habitação. A Bíblia afirma que lá não há doença, lágrima ou gente sem moradia. Respondida esta oração, Deus precisará tirar do poder um monte de políticos ineficazes, bons de papo e péssimos de governo. E há de conduzir alguém que enxergue os milhões que passam fome e padecem nos corredores dos hospitais sucateados do SUS. Muitos escravizados pelo aluguel. O Criador só ficará feliz quando cada homem no Brasil tiver uma vida digna, tais quanto seus anjos no Céu.
Igualmente, a justiça divina não admite ficha-suja. Segundo a Bíblia, Lúcifer e todos os anjos que não quiseram obedecer à ética celestial foram lançados fora. Vivem agora um período de liberdade provisória até que sejam definitivamente julgados e condenados. Para alguns exegetas haverá até aniquilação, isto é, pena de morte espiritual. Portanto, uma nação onde a vontade divina prevalece está livre de corruptos e corruptíveis.
E o que dizer das crianças? Delas é o próprio reino celestial. Logo, quando Deus responder nossa oração, sua perfeita justiça afastará da Terra os molestadores de menores e também políticos que não os consideram. Pedir para Deus realizar sua vontade acerca deste tema no Brasil é provocar alguém capaz de dizer: melhor será amarrar uma pedra no pescoço e lançar-se no mar a embaraçar um destes meus pequeninos.
A vontade de Deus deseja exterminar a abissal desigualdade de rendas no País. Deus não fica feliz com uma nação que paga milhões a um jogador de futebol e um salário de fome a seus trabalhadores comuns. Para Ele responder nossa oração, precisará talvez trocar nossos valores, de modo que deixemos de viver no mundo da fantasia. Sua vontade é que cada pessoa receba seu justo quinhão, sem diferença de cor, sexo ou raça.
Deus se movendo para atender a oração dos brasileiros, provavelmente terá de fechar um monte de comércios disfarçados de Reino de Deus. Arrancar suas placas e queimá-las na mesma fogueira do tráfico e do contrabando. "Dinheiro sujo!", dirá, indignado e mostrando sua verdadeira vontade. E não conhecerá religião oficial ou majoritária, porque, segundo Ele, a verdadeira religião é praticar assistência social e viver livre da corrupção do mundo. Esse será o critério. Quem estiver vivendo assim, será poupado.
Em resposta à nossa oração, Deus usará de misericórdia para com os pequenos crimes. Sempre que enxergar possibilidade de ressocialização, concederá o perdão judicial a milhares de homens e mulheres que estão vivendo a indignidade das cadeias sujas e superlotadas do Brasil. Em troca, encerrará atrás das grades os senhores de colarinho branco, que matam milhares e milhares e seguem impunes saqueando os cofres públicos. Teremos um mutirão carcerário.
Quando Deus realizar sua vontade no Brasil, o controle das contas públicas estará nas mãos do povo. Cada brasileiro poderá acessar o Siafi no seu computador de casa. Haverá transparência. Todo relatório secreto existirá para ser revelado.
Políticos que apóiam o aborto e o casamento entre pessoas do mesmo sexo não terão vez, porque Deus é o criador e o mantenedor da vida. E, no princípio, Ele criou macho e fêmea. Nos dará um governante que respeite as diferenças, sem porém legalizar o que Ele não projetou.
No próximo 3 de outubro, Deus deseja responder a oração principal dos brasileiros. A oração mais poderosa do que a bomba atômica. Mas, para isso, conta com homens sérios e comprometidos com a Nação. Pessoas dispostas a ser veículos dessa transformação, que enxerguem a situação do País e não seus próprios interesses.
Agora que sabemos qual a vontade divina, podemos orar com mais confiança. Podemos votar com liberdade, de modo ético e consciente. Votar a favor do que Deus quer para o nosso povo.
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RUI RAIOL é escritor (www.ruiraiol.com.br)
O que ele disse
“Isso é dar um salto triplo carpado hermenêutico.”Carlos Ayres Britto (na foto), após defender a validade da Lei da Ficha Limpa para estas eleições, dirigindo0se a seu colega, o presidente do Supremo, Cezar Peluso, que defende a inconstitucionalidade formal da lei.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Tudo adiado
O ministro Dias Toffoli, o mais novo no Tribunal, pediu vista.
Seria o primeiro a votar.
Deverá fazê-lo em próxima sessão, não se sabe ainda quando.
E Cezar Peluso, presidente da Corte, mostrou virulentamente contrário à Ficha Limpa.
Argumentou que a lei nem deveria ser analisada no mérito, porque padeceria de “inconstitucionalidade formal”, ou seja, não foi observado o rito legislativo exigido para sua aprovação.
Com isso, Peluso quis dizer que a Ficha Limpa foi aprovada na Câmara e remetida ao Senado, que fez alterações. Portanto, deveria ter voltado à Câmara, mas não voltou.
Então, está assim.
Até agora:
Vejamos qual será o voto de Toffoli.
E vejamos quando a matéria volta à pauta.
Quando o STF terminará de julgar o caso Roriz?
Avança o julgamento do recurso de Joaquim Roriz no Supremo.
Mas quando vai terminar?
Há pouco, o ministro Ayres Brito terminou de ler seu voto.
Como era de se esperar, votou pelo improvimento, ou seja, pela rejeição do recurso. Em consequência, foi favorável à vigência da Lei da Ficha Limpa já para as eleições deste ano e também se manifestou favorável à retroatividade da lei, alcançando fatos anteriores à sua vigência.
Ayres Britto levou cerca de 1 hora para ler seu voto.
Agora, os demais ministros começarão a votar, inclusive de Celso de Mello, o decano (mais antigo) do Tribunal.
Mello é um dos mais eruditos, mas também um dos mais prolixos ministros do STF.
Se Ayres Britto levou 1 hora para ler o voto, Celso de Mello levará umas sete (rsss) para ler o dele.
Se for nessa toada, o julgamento só terminará no ano que vem.
Ah, sim.
Palpite do blog: o STF decidirá pela inaplicabilidade da Lei da Ficha Limpa para as eleições deste ano.
Placar:
A conferir.
Voto nulo, a alternativa que resta
Fui eleitor do PT e, engolindo sapo, ainda votei em Ana Júlia na eleição passada, embora já não me agradasse a aliança com aquele político que não gosto nem de escrever seu nome. Paguei, ou melhor: votei pra ver no que ia dar. E o que deu está na vista de todos.
Na minha casa há três funcionários públicos do Estado e nenhum voltará a votar em Ana Júlia, em nenhuma circunstância.
Logo, essa postura de que funcionário público quer continuidade desse governo é uma inverdade e só interessa a quem tem interesse nisso.
Não morro de amores pelo Jatene e, a bem da verdade, minha pretensão hoje é de anular o voto, por não ver nenhum candidato com proposta factível que me convença.
Maioria dos eleitores não tem candidato a deputado
Ainda que já despontem alguns nomes na disputa para a Câmara dos Deputados, como o lamentável palhaço Tiririca (candidato pelo PR) em São Paulo, o fato é que a corrida para a eleição dos 513 deputados da próxima legislatura ainda uma incógnita. Os últimos levantamentos do Instituto Datafolha nos principais Estados do país revelam que a grande maioria dos eleitores, faltando menos de duas semanas para as eleições, ainda não sabe em quem votará para deputado federal. Assim, a verdadeira definição do quadro para a Câmara em cada estado dependerá da definição dessa imensa maioria de eleitores ainda em dúvida.
Em São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Minas Gerais, Paraná, Bahia e Distrito Federal , o percentual de eleitores que diz ainda não saber em quem votará varia 61% a 71%. O percentual mais baixo é em Pernambuco, e o mais alto é no Paraná.
Em São Paulo, é o bordão de Tiririca que lidera as pesquisas. Ao dizer que “pior do que está não fica”, Tiririca contesta opinião política bem mais abalizada, a de Ulysses Guimarães, que dizia que “cada nova legislatura é sempre pior que a anterior”. De qualquer modo, Tiririca vem conquistando 3% do eleitorado paulista. Ele é seguido por Paulo Maluf (PP) e Márcio França (PSB), citados por 1%. Mas nada menos que 69% dos eleitores paulistas disseram ao Datafolha ainda não ter candidato.
No Rio de Janeiro, Anthony Garotinho (PR), citado por 2%, vem seguido dos craques futebolísticos Romário (PSB) e Deley (PSC). Mas 64% dos eleitores ainda estão indecidos.
No Rio Grande do Sul, Manuela D’Ávila (PCdoB) lidera com 2%. A certeza de que não faltarão nomes para a pelada dos deputados nas noites de terça-feira é marcada no Rio Grande do Sul pela presença do goleiro Danrlei (PTB), com 1%. Mesmo percentual de Paulo Pimenta (PT). Mas 67% do eleitorado ainda não sabe em quem votará.
Em Pernambuco, Ana Arraes (PSB) e o ex-prefeito de Recife João Paulo (PT) têm, cada um 3% das intenções de voto. Inocêncio Oliveira (PR) tem 2%. Mas a maioria – 61% - não tem ainda candidato.
Em Minas Gerais, são lembrados com 1% Reginaldo Lopes (1%), Jaiminho Martins (PR), e Gilmar Machado (PT). Enquanto isso, 64% ainda precisam escolher seus candidatos.
No Paraná, também empatam com 1% Zeca Dirceu (PT), Odílio Balbinotti (PMDB) e Luiz Carlos Hauly. E 71% ainda não sabem em quem votarão.
Na Bahia, ACM Neto (DEM) tem 2%, e Mario Negromonte (PP) e José Rocha (PR) têm 1%. Enquanto isso, o percentual de indecisos é de 64%.
No Distrito Federal, dois nomes despontam muito claramente: Paulo Tadeu (PT) e José Antonio Reguffe (PDT), ambos com 6%. Geraldo Magela (PT) tem 3%. E 63% do eleitorado se declara ainda indeciso.
Do percentual de indecisos, 59% declarou ao Datafolha que vai decidir seu candidato mais perto da eleição. Outros 25% disseram que decidirão nos próximos dias. E 15% outra vez não sabem: não sabem em quem votarão nem sabem quando decidirão sua escolha.
A migração de votos para o PSOL e PSTU
Caro Anônimo, creio que você esqueceu de levar em consideração que uma parcela muito grande de antigos eleitores do PT não mais votaram em Ana Júlia, sendo esses votos disseminados entre PSOL e PSTU, ou até nulos.
Analise os números e compare com os dá eleição de 2006, em que povo ansiava por mudanças, mas que não vieram.
Vale lembrar os números da rejeição de Ana Júlia, aqui no Pará os próprios petistas esqueceram a questão partidária, a questão agora é pessoal, Ana Júlia conseguiu perder votos dentro da própria legenda!
Reflita!
De um Anônimo, em reposta:
Sua análise sobre transferência de votos para o PSTU e PSOL é correta. No entanto, na disputa polarizada, não há como negar que entre o improviso piegas do PT e o despotismo fascista dos tucanos, os petistas dispõem de certa vantagem, vejamos:
1- Os tucanos não dispõem de qualquer espaço de diálogo com a sociedade civil organizada. O MST é um caso emblemático. Os lamentáveis episódios ocorridos na gestão dos tucanalhas são fatos. No governo do PT, a relação foi muito melhor.
2 - Em relação aos servidores públicos não tem comparação. As perdas remuneratórias impostas pelos tucanos foram históricas. Na gestão do PT, houve um razoável avanço, confira na página da SEPOF.
3- Os poucos concursos realizados pelos tucanos não implantaram a meritocracia no Estado, pois havia a farra dos DASs, principalmente nas denominadas "secretarias especiais". O PT ofereceu muito mais vagas em concurso, é só verificar os editais.
4- A classe dominante apenas tolera o PT na sua versão domesticada, mas aposta tudo nos seus representantes naturais, atualmente organizados na aliança demo-tucanalha. O que estou afirmando é que os tucanos representam organicamente a burguesia e o latifúndio. O PT estabeleceu apenas uma aliança circunstâncial com as classes dominantes. Não por acaso ocorreram tentativas claras de golpe.
Não sou a favor da conciliação de classes proposta pela social-democracia, considero que a única alternativa à barbárie é o socialismo construido via luta de classes.
Não obstante, o capitalismo brasileiro está diminuindo sua perversidade, é preciso reconhecer.
É Cleber governador!
Viva o socialismo!
Edmilson tem potencial para ser um dos campeões de voto
E não dão a menor bola porque sabem que qualquer pesquisa dessas é imprecisa, tal a enorme quantidade de candidatos – mais de 700, apenas no Pará – e a consequente dispersão de preferências externadas pelos consultados nas aferições feitas por instituto de pesquisa.
Mas, se nisso concordam todos – inclusive e sobretudo marqueteiros -, também é verdade que há uma concordância geral: o ex-prefeito de Belém Edmilson Rodrigues, candidato a deputado estadual pelo PSOL, deve ser um dos campeões, senão o campeão de voto na disputa para a Assembleia Legislativa.
Estima-se que vai receber em torno de 100 mil votos.
Se isso acontecer, elegerá uma bancada: ele e mais dois ou três.
A conferir.
Reeleger Ana Júlia, tarefa de uma geração
Como vem ocorrendo em todos os debates, o tema Juventude foi amplamente discutido, mas sempre como um apelo retórico dos demais candidatos.
Ana Júlia foi a única que fez uma pergunta específica que, no caso do sorteio, caiu para o candidato do PSTU responder: "Cleber, você acha que é possível um projeto de desenvolvimento sem políticas públicas para a juventude?"
Isso aconteceu porque Ana Júlia considera os jovens o elo decisivo entre o Pará do "Já teve" e o Pará que cresce, se industrializa e promove justiça social, por isso investe em políticas como o Bolsa-Trabalho, reforma escolas, realiza a meia-passagem intermunicipal, garante os kits escolares, introduziu o Navegapará, e tantas outras medidas.
Como não vêem o jovem como estratégico, portanto prioridade, as demais candidaturas "choveram no molhado".
Jatene sequer abordou o assunto, até porque pouco fez pela juventude em seu governo, deixando o Pará em 9º lugar no Índice de Desenvolvimento Juvenil (IDJ-UNESCO).
PSOL e PSTU afirmaram que nada é feito para tirar o jovem da criminalidade, das ruas e que faltam investimentos em esporte, cultura e lazer, chegando ao cúmulo de afirmar que os 22 mil jovens egressos do Bolsa-Trabalho direto ao mercado de trabalho, com carteira assinada, nada representa, pois isso corresponderia a somente 0,5% da população economicamente ativa.
Não sabem do que falam.
Segundo a CAGED, 80% dos empregos gerados no Brasil (14 milhões) desde 2003, foram ocupados por jovens. Logo, dos 40 mil empregados gerados por Ana Júlia no Pará, também tiveram percentual semelhante. O Bolsa-Trabalho se propõe a qualificar sim uma parcela da juventude extremamente pobre e marginalizada, em situação de risco, com baixíssima escolaridade, e promove uma revolução de oportunidades, tirando ela da mais completa falta de perspectiva para a economia formal, com direitos trabalhistas. Exatamente por isso, o Bolsa-Trabalho ajuda a combater a entrada dos jovens no crime.
Ana Júlia transformou em lei uma reivindicação histórica da juventude, que é o direito de pagar meia-passagem em transportes terrestres e aquaviários, para ir às escolas e universidades estudar. Agora, 100 mil jovens não deixaram de se formar e concluir seus estudos básicos porque não tem como pagar passagens. Com a meia-passagem intermunicipal e os kits escolares, Ana Júlia desonerou de forma significativa a renda doméstica familiar e deu condições dignas de estudo para jovens que antes sequer podiam comprar o material básico para um bom aprendizado.
Mas desonerar a renda doméstica não é um fim em si. Fazendo isso, ela contribui para amenizar um dos problemas fundamentais da educação: o abandono da escola, por parte dos jovens, em busca de trabalho, precocemente; ou a necessidade inviável de conciliar estudo bem aproveitado com jornada de trabalho.
Com a reforma de 650 escolas, melhora o ambiente de estudo e o desempenho escolar. Não é à toa que o Pará sai de 2,3 para 3,1 no Ideb, tendo crescido o dobro do resto do país e alcançando a meta estipulada pelo MEC para o estado.
Quem vê o Navegapará, como os demais candidatos, como "lan houses", está por fora do século XXI. Isso, além de possibilitar que o jovem do interior, o de baixa renda, possa ter acesso ao entretenimento, informação e socialização virtual que só os jovens mais ricos gozavam, também pode desenvolver seu aprendizado pela educação à distância, portanto suas condições de formular seu projeto de vida e seus conhecimentos para as relações sociais e o mercado, e o mais importante: não serão analfabetos digitais, a maior tragédia que poderia acontecer para uma geração nascida no interior de uma inédita revolução tecno-informacional.
Sem contar que, na área cultural, a SECULT inovou, e selecionou editais específicos de cultura, que são voltados ao financiamento de atividades artísticas paraenses, só para jovens artistas e produtores culturais. Uma oportunidade enorme para eles fazerem o que gostam e ajudar a valorizar nossa cultura, num estado onde ela sempre foi vista como grande evento.
Mas, o melhor ainda estar por vir.
Para impedir que o jovem de baixa renda abandone a escola, o programa de governo de Ana Júlia prevê a bolsa-educação, que vai possibilitar que ele não precisa largar os estudos para trabalhar tão cedo, antes de concluir o ensino médio. Também prevê esta mesma bolsa para egressos do ProJovem e Bolsa-Trabalho, para que eles possam seguir estudando após a qualificação profissional os recolocar no mercado de trabalho.
Para estruturar o tempo livre saudável, os 13 pontos de Ana Júlia "para acelerar as oportunidades da juventude", prevê a interiorização, com referência onde tem Bolsa-Trabalho e ProJovem, das CASAs da Juventude, incluindo, agora, espaços para cultura (anfiteatros e salas de projeção), esporte (quadras/campos poliesportivos) e lazer, com cursinhos populares, bolsas-atleta e editais de cultura da juventude vinculados aos projetos desenvolvidos nesses centros, valorizando o jovem esportista e artista do município em questão. Oportunidade para a "galera" e para a cidade de modo geral mudar seus indicadores.
Esses são os dois carros-chefes da política de juventude "acelerada" do segundo mandato, mas não pára por aí.
Para responder a uma questão urgente, conforme a "CPI da Pedofilia" verificou, o Bolsa-Trabalho terá reserva de vagas para jovens vítimas da exploração sexual, para que elas tenham uma oportunidade de fato de mudar de vida.
A Emater terá uma assessoria técnica voltada só aos jovens rurais, para seus projetos poderem acessar o crédito agrícola do Ministério do Desenvolvimento Agrário e as escolas tecnológicas terão, também, cotas para essa juventude do campo, que representa 43% da população juvenil do estado, e vai ela mesmo aprender a gerenciar e produzir para alimentar a sociedade.
No segundo mandato, teremos a introdução das cotas sócio-raciais na UEPA, para abrirmos o reconhecido curso de Medicina, por exemplo, para jovens de baixa renda e afrodescentes que, inclusive, por terem uma vida longe de ser fácil, poderão dar um novo ponto de vista para os profissionais que saem dali, sobre a questão, por exemplo, da falta de médicos do interior.
Se é verdade que o Pará tem a maior taxa de analfabetismo do Norte brasileiro, isso não passa em branco pela candidata Ana Júlia, que planeja, além de fortalecer o Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos-MOVA, enolver, a partir de um projeto de vivência, estudantes universitários para uma grande campanha de erradicação do analfabetismo, especialmente o juvenil, porque não podemos mais conceber, por justiça e pelos desafios que temos, mais uma geração de analfabetos.
Para completar o avanço, uma política estruturante que vê o jovem como motor do desenvolvimento com justiça social, à exemplo do que ocorre nacionalmente, Ana Júlia já prepara um amplo estudo, via IDESP, para o Poder Público conhecer todos os detalhes da condição socioeconômico-cultural dos jovens paraenses, para desenvolver um Plano estadual de oportunidades, válido por 10 anos, consistindo no planejamento do investimento na atual geração para fazer o Pará chegar ao século XXI.
Por fim, se no Brasil, a juventude se entusiasma com a grande fase do país, com crescimento de 5%/ano em média, Copa do Mundo, Olimpíadas, descoberta do pré-sal, passar da condição de devedor à credor do FMI, a transição de 30 milhões de pessoas da pobreza à classe média etc., no Pará, a Alpa e o Pólo do Biodiesel são dois paradigmas de que a tarefa política da atual geração neste momento é reeleger Ana Júlia governadora.
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LEOPOLDO VIEIRA é coordenador de juventude da campanha de Dilma Rousseff no Pará e autor de Juventude: Novas Bandeiras.
O Espaço Aberto coloca à disposição dos demais candidatos ao governo do Estado o espaço para divulgação de suas propostas especificamente voltadas para a juventude. Os artigos poderão ser assinados pelos próprios candidatos ou por quem eles designem para fazê-lo.
Site da campanha de esclarecimento traz gerador de cola
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Por ele, o eleitor pode digitar os números de seus candidatos e obter uma lista para utilizar no dia da eleição.
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A renovação da política além da eleição
Para mim, o eleitor é um ente genérico demais para ter debitada em sua conta a responsabilidade sobre a eleição de pessoas corruptas e incompetentes.
Nem o fato de se viver numa sociedade considerada mais "avançada", mais "politizada" garante a eleição de políticos confiáveis, imagine aqui, onde a "onda" carrega os eleitores mais facilmente...
Penso que toda crítica deve se dirigir primeiramente às elites, aquelas parcelas da sociedade que têm conteúdo intelectual suficiente para modificar as instituições e tendências na sociedade.
Pensemos por exemplo na Imprensa: depois de transformar a informação em mercadoria, agora tem sérias dificuldades para convencer as pessoas de que a corrupção nos altos escalões do governo Federal tem sua raiz na própria concepção de poder do PT. O problema não está em ter uma opção ideológica, mas sim em trabalhar com fatos de maneira a mostrá-los em sua coerência lógica.
Podemos atacar a mentalidade imperante, denunciada por Ruy Barbosa, mas oferecer uma solução moral, apelando à consciência individual, dilui a responsabilidade em relação às questões políticas. Não existe apenas o problema da escolha do candidato; parece-me haver, antes, um problema de "criatividade", em diversos níveis sociais e políticos.
Quero dizer, se o cidadão comum absorve o pensamento mesquinho e imediatista da política, por que não pode desenvolver também uma mente libertária, pensando a renovação da política em aspectos muito mais abrangentes que os de uma eleição?











