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| Jair Bolsonaro: ele só foi em frente com seus planos golpistas porque, felizmente, é um covarde |
quinta-feira, 12 de janeiro de 2023
"Folha" revela que Bolsonaro estava com tudo pronto para dar um golpe. E por que ele ainda não foi preso?
sexta-feira, 16 de dezembro de 2022
Caminhão de mudança à porta: até a Jovem Pan admite que está mesmo chegando a hora de Jair já ir
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| A cara de bolsonaristas na Jovem Pan Pan bolsonarista: clima de velório diante da mudança iminente |
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| Caminhão de mudança sai do Alvorada: é hora de Jair já ir. Mas já avisaram os golpistas? |
segunda-feira, 12 de dezembro de 2022
Lula é diplomado, condena golpismo, chora e estabelece o espírito que deve prevalecer em seu governo: "Precisamos de coragem"
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| Lula chora no início do discurso, durante a diplomação: desafios enormes nos próximos quatro anos |
O País acaba de assistir a um momento histórico: a diplomação, pela Justiça Eleitoral, do primeiro presidente brasileiro a conquistar o terceiro pelo voto democrático.
Ao protagonizar esse momento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a se emocionar, logo no início de seu discurso, ao lembrar que na diplomação de seu primeiro mandato ressaltou a "ousadia do povo brasileiro" em conceder a diploma a quem, como ele, não ostenta um diploma universitário.
Em poucas palavras, Lula mencionou o grande desafio de seu governo: "fazer do Brasil um país mais desenvolvido e mais justo, com a garantia de dignidade e qualidade de vida para todos os brasileiros, sobretudo para as pessoas mais necessitadas."
Em apenas três palavras, demarcou o espírito necessário para a consecução desses objetivos: "Precisamos de coragem".
Sim, de muita coragem. Inclusive para enfrentar sem tréguas, nos limites restritos das leis e da Constituição, os golpistas idiotas que se postam em frente a quartéis, defendendo escandalosamente e criminosamente um golpe contra a manifestação legítima e democrática das urnas.
Golpistas, por serem idiotas, sao incapazes de distinguir protestos democráticos, ainda que contundentes, de atos como os que pedem intervenção militar para impedir a posse do eleito.
A seguir, a íntegra do discurso de Lula.
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Antes de falar o que está escrito no meu discurso, eu queria, companheira Dilma, companheiro José Sarney, companheiros deputados, senadores, governadores, ministros, juízes, companheiros que participaram da vigília em Curitiba, companheiros dirigentes partidários, companheira Gleisi Hoffmann.
Em nome do meu partido, eu quero que vocês saibam que esse diploma que eu recebi não é um diploma do Lula presidente. É um diploma de uma parcela significativa do povo que reconquistou o direito de viver em democracia nesse país. Vocês ganharam esse diploma.
Em primeiro lugar, quero agradecer ao povo brasileiro, pela honra de presidir pela terceira vez o Brasil. Na minha primeira diplomação, em 2002, lembrei da ousadia do povo brasileiro em conceder – para alguém tantas vezes questionado por não ter diploma universitário - o diploma [se emociona].
Eu quero pedir desculpas a vocês pela emoção. Porque quem passou pelo que eu passei nesses últimos anos, estar aqui agora é a certeza que Deus existe, e de que o povo brasileiro é maior que qualquer pessoa que tentar o arbítrio neste país. Eu sei o quando custou, não apenas a mim, o quanto custou ao povo brasileiro essa espera para que a gente pudesse reconquistar a democracia nesse país.
Reafirmo hoje que farei todos os esforços para, juntamente com meu querido companheiro Geraldo Alckmin, cumprir o compromisso que assumi não apenas durante a campanha, mas ao longo de toda uma vida: fazer do Brasil um país mais desenvolvido e mais justo, com a garantia de dignidade e qualidade de vida para todos os brasileiros, sobretudo para as pessoas mais necessitadas.
Quero dizer que muito mais que a cerimônia de diplomação de um presidente eleito, esta é a celebração da verdadeira democracia.
Poucas vezes na história recente deste país a democracia esteve tão ameaçada. Poucas vezes na nossa história a vontade popular foi tão colocada à prova, e teve que vencer tantos obstáculos para enfim ser ouvida.
A democracia não nasce por geração espontânea. Ela precisa ser semeada, cultivada, cuidada com muito carinho por cada um, e a cada dia, para que a colheita seja generosa para todos.
Mas além de semeada, cultivada e cuidada com muito carinho, a democracia precisa ser todos os dias defendida daqueles que tentam, a qualquer custo, sujeitá-la a seus interesses financeiros e ambições de poder.
Felizmente, não faltou quem defendesse, neste momento tão grave, a nossa democracia.
Além da sabedoria do povo brasileiro, que escolheu o amor em vez do ódio, a verdade em vez da mentira e a democracia em vez do arbítrio, quero destacar a coragem do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral, que enfrentaram toda sorte de ofensas, ameaças e agressões para fazer valer a soberania do voto popular.
Cumprimento cada ministro e cada ministra do STF e do TSE pela firmeza na defesa da democracia e da lisura do processo eleitoral nesses tempos tão difíceis.
A história há de reconhecer sua coerência e fidelidade à Constituição.
Essa não foi uma eleição entre candidatos de partidos políticos com programas distintos. Foi a disputa entre duas visões de mundo e de governo.
De um lado, o projeto de reconstrução do país, com ampla participação popular. De outro lado, um projeto de destruição do país ancorado no poder econômico e numa indústria de mentiras e calúnias jamais vista ao longo de nossa história.
Não foram poucas as tentativas de sufocar a voz do povo e a democracia.
Os inimigos da democracia lançaram dúvidas sobre as urnas eletrônicas, cuja confiabilidade é reconhecida há muito tempo em todo o mundo.
Ameaçaram as instituições. Criaram obstáculos de última hora para que eleitores fossem impedidos de chegar a seus locais de votação. Tentaram comprar o voto dos eleitores, com falsas promessas e dinheiro farto, desviado do orçamento público.
Intimidaram os mais vulneráveis com ameaças de suspensão de benefícios, e os trabalhadores com o risco de demissão sumária, caso contrariassem os interesses de seus empregadores.
Quando se esperava um debate político democrático, a nação foi envenenada com mentiras produzidas no submundo das redes sociais.
Eles semearam a mentira e o ódio, e o país colheu uma violência política que só se viu nas páginas mais tristes da nossa história.
E no entanto, a democracia venceu.
O resultado destas eleições não foi apenas a vitória de um candidato ou de um partido. Tive o privilégio de ser apoiado por uma frente de 12 partidos no primeiro turno, aos quais se somaram mais dois partidos no segundo turno.
Uma verdadeira frente ampla contra o autoritarismo, que hoje, na transição de governo, se amplia para outras legendas, e fortalece o protagonismo de trabalhadores, empresários, artistas, intelectuais, cientistas e lideranças dos mais diversos e combativos movimentos populares deste país.
Tenho consciência de que essa frente se formou em torno de um firme compromisso: a defesa da democracia, que é a origem da minha luta e o destino desse país.
Nestas semanas em que o gabinete de transição vem escrutinando a realidade atual do país, tomamos conhecimento do deliberado processo de desmonte das políticas públicas e dos instrumentos de desenvolvimento, levado a cabo por um governo de destruição nacional.
Soma-se a este legado perverso, que recai principalmente sobre a população mais necessitada, o ataque sistemático às instituições democráticas.
Mas as ameaças à democracia que enfrentamos e ainda haveremos de enfrentar não são características exclusivas de nosso país.
A democracia enfrenta um imenso desafio ao redor do planeta, talvez maior do que no período da Segunda Guerra Mundial.
Na América Latina, na Europa e nos Estados Unidos, os inimigos da democracia se organizam e se movimentam. Usam e abusam dos mecanismos de manipulações e mentiras, disponibilizados por plataformas digitais que atuam de maneira gananciosa e absolutamente irresponsável.
A máquina de ataques à democracia não tem pátria nem fronteiras.
O combate, portanto, precisa se dar nas trincheiras da governança global, por meio de tecnologias avançadas e de uma legislação internacional mais dura e mais eficiente.
Que fique bem claro: jamais renunciaremos à defesa intransigente da liberdade de expressão, mas defenderemos até o fim o livre acesso à informação de qualidade, sem mentiras e sem manipulações que levam ao ódio e à violência política.
Nossa missão é fortalecer a democracia – entre nós, no Brasil, e em nossas relações multilaterais.
A importância do Brasil neste cenário global é inegável, e foi por esta razão que os olhos do mundo se voltaram para o nosso processo eleitoral.
Precisamos de instituições fortes e representativas. Precisamos de harmonia entre os Poderes, com um eficiente sistema de pesos e contrapesos que iniba qualquer aventura eleitoral ou autoritária.
Precisamos de coragem.
É necessário tirar uma lição deste período recente em nosso país e dos abusos cometidos no processo eleitoral. Para nunca mais esquecermos. Para que nunca mais isso aconteça.
Democracia, por definição, é o governo do povo, por meio da eleição de seus representantes. Mas precisamos ir além dos dicionários. O povo quer mais do que simplesmente eleger seus representantes, o povo quer participação ativa nas decisões de governo.
É preciso entender que democracia é muito mais do que o direito de se manifestar livremente contra a fome, o desemprego, a falta de saúde, educação, segurança, moradia. Democracia é ter alimentação de qualidade, é ter emprego, saúde, educação, segurança, moradia.
Quanto maior a participação popular, maior o entendimento da necessidade de defender a democracia daqueles que se valem dela como atalho para chegar ao poder e instaurar o autoritarismo.
A democracia só tem sentido, e será defendida pelo povo, na medida em que promover, de fato, a igualdade de direitos e oportunidades para todos e todas, independentemente de classe social, crença religiosa ou orientação sexual.
É com o compromisso de construir um verdadeiro Estado democrático, garantir a normalidade institucional e lutar contra todas as formas de injustiça, que recebo pela terceira vez o diploma de presidente eleito do Brasil – em nome da liberdade, da dignidade e da felicidade do povo brasileiro.
Muito obrigado.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2022
Golpista não tem ideologia, nem raça, nem cor, nem pátria. Golpista é golpista. E merece a cadeia!
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| Pedro Castillo: de esquerda, de direita, de centro, seja lá de que ideologia for, golpista é golpista. Como tal, é um criminoso e merece a cadeia. Saibam disso os golpistas daqui. |
quinta-feira, 8 de dezembro de 2022
O que dirão os "morozetes" de Sérgio Moro, o medroso, o intimidado, o acuado?
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| Jair Bolsonaro e Sérgio Moro: dois gigantes da moralidade, da bravura e do patriotismo |
segunda-feira, 5 de dezembro de 2022
Afinal, por que chora Bolsonaro?
sexta-feira, 2 de dezembro de 2022
Compre a sua antena Haarp. E inunde de chuvas os acampamentos de bolsonaristas golpistas e idiotas.
segunda-feira, 28 de novembro de 2022
Um Bolsonaro, enfim, nos oferece exemplo comovente de patriotismo. Grande dia para a nossa Pátria mãe gentil!
quinta-feira, 24 de novembro de 2022
PF prende seis suspeitos de participação em atos golpistas no município de Novo Progresso
A Polícia Federal prendeu, na manhã desta quinta-feira (24), seis pessoas suspeitas de participar de ações criminosas que consistiram no bloqueio da Rodovia BR-163, no município de Novo Progresso, em protesto contra o resultado das eleições de 30 de outubro, que apontaram como vencedor do pleito para presidente da República o candidado do PT, Luiz Inácio Lula da Silva. Os presos, segundo informações da PF, foram encaminhados para Santarém.
As prisões efetuadas ocorrem no âmbito da Operação 163LIVRE, com a participação do Ministério Público Federal (MPF) e o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Os agentes da PF estão em diligências para cumprir 11 mandados de busca e apreensão e 10 mandados de prisão temporária expedidos pela Justiça Federal. Ainda falta, portanto, prender mais quatro investigados.
As medidas judiciais determinadas contra os investigados têm como pressuposto a provável existência de associação criminosa voltada para a prática de diversos delitos, dentre eles: constrangimento ilegal; dano qualificado; atentado contra a liberdade de trabalho; desobediência e desacato, além dos mencionados inicialmente.
O nome da operação, de acordo com a PF, faz referência à Rodovia BR163 e à atuação repressiva, visando agregar esforços para manter a via “livre” de bloqueios, ameaças ou violência contra as pessoas que nela trafegam.
As investigações tiveram início no dia 7 de novembro de 2022 para apurar a possível ocorrência dos delitos de homicídio qualificado tentado e de resistência contra policiais rodoviários federais, durante uma tentativa de cumprimento de decisões judiciais de desbloqueio da rodovia.
Conforme informado pela PRF, os policiais foram atacados por pedradas, disparos de rojões, sendo inclusive as viaturas da corporação atingidas por disparos de armas de fogo, o que impossibilitou o cumprimento da ordem judicial de desobstrução da via.
Com informações da Ascom da PF no Pará
Fotos: Ascom/PF
quarta-feira, 23 de novembro de 2022
"Pilantras" e "canalhas", diz repórter sobre bolsonaristas golpistas e desumanos
Vocês chamam esses imbecis que estão clamando por golpe em frente a quartéis de patriotas?
Eu os chamo há várias semanas, aqui no blog, de idiotas, fascistas e golpistas, não necessariamente nessa ordem.
Acho que estou até sendo um lorde em chamá-los assim.
O repórter Luiz Megale, da BandNews FM e da Band TVVocês, vai muito além do que eu: chama-os, com todas as letras, de "pilantras" e "canalhas" e "idiotas úteis". O que realmente são.
Está viralizando nas redes sociais esse vídeo acima, em que o Megale, durante passagem ao vivo, nesta terça-feira (22), diretamente do Catar, onde está para cobrir a Copa do Mundo, Megale abre o verbo contra bolsonaristas golpistas que fazem bloqueios em estradas por não aceitar o resultado das eleições.
Ele comenta, especificamente, o caso de uma senhora residente em Pimenta Bueno (RO) que, por conta dos atos golpistas, foi impedida de ver a mãe em seus últimos momentos de vida.
"O que dizer dessa gente que não permitiu que uma mulher pudesse acompanhar o último suspiro de sua mãe? Até quando a gente vai aguentar isso, fingir que isso é normal, que são protestos pacíficos, aceitáveis e democráticos? Até quando a gente vai fingir que é normal um Braga Netto aparecer num desses protestos e confabular com essa gente? Até quando a gente vai fingir que esses caras não são criminosos, golpistas, que estão sendo financiados por gente mais poderosa?", questiona Megale.
"Uma gente que não tem vergonha de colocar gente idosa, crianças na linha de frente para servir de fescudo humano. Pilantras! Canalhas! Chega dessa leniência, o lugar dessa gente é na cadeia! Que barbaridade...", emendou.
É assim!
Ah, mas tem mais uma coisa: Perdeu, mané. E não amola!
terça-feira, 22 de novembro de 2022
Um bolsonarista idiota nunca está só. E sempre imagina que todos são mais idiotas que ele.
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| Valdemar: delinquente e idiota, ele embarca em tese idiota e apresenta ao TSE relatório idiota |
Um bolsonarista idiota nunca está só.
Ele sempre se faz acompanhar de outros idiotas, que acreditam, todos juntos, na idiotice que a camarilha de idiotas elegeu como capaz de refundar o mundo.
Um bolsonarista idiota sempre imagina que todos são mais idiotas que ele. Mas essa, claro, é uma percepção claramente idiota.
Valdemar Costa Neto, o bolsonarista delinquente, também agora se notabiliza como um idiota.
Presidente do PL, e atendendo a pressões do idiota que está enclausurado, recluso e refém de si mesmo no Palácio da Alvorada desde que foi derrotado, Valdemar, o delinquente idiota, embarcou, meio a contragosto, na tese idiota de que a eleição que resultou na derrota do presidente idiota teria sido fraudada.
Nesta terça (22), a Coligação Pelo Bem do Brasil, composta pelo PL, legenda do presidente idiota e de Valdemar, o delinquente idiota, enviou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) relatório no qual alega haver “desconformidades irreparáveis no funcionamento das urnas”. O relatório tem 33 páginas e pede a anulação de votos computados em 250 mil urnas.
Os idiotas imaginam, como já dito, que todo mundo é mais idiota que eles. Mas pelo menos o presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, não é.
Ao receber a petição idiota, Moraes fixou o prazo de 24 horas para que o PL envie ao TSE o relatório completo no qual alega haver “desconformidades irreparáveis no funcionamento das urnas”.
“As urnas eletrônicas apontadas na petição inicial foram utilizadas tanto no primeiro turno, quanto no segundo turno das eleições de 2022. Assim, sob pena de indeferimento da inicial, deve a autora aditar a petição inicial para que o pedido abranja ambos os turnos das eleições, no prazo de 24 horas”, determinou o presidente do TSE.
Pronto!
Agora, vamos esperar que o PL apresente o relatório completo.
E aí o TSE vai anular todo o processo eleitoral, inclusive no primeiro turno, quando só o PL, partido do presidente idiota e de Valdemar, o delinquente idiota, elegeu 77 deputados federais.
Não é isso que vocês querem, idiotas?
Pois é.
Um bolsonarista idiota nunca está só.
segunda-feira, 21 de novembro de 2022
As "vivandeiras" golpistas continuam a "bolir com os granadeiros". É o caso de um bolsonarista de colarinho branco.
| Augusto Nardes: a carpideira do TCU que vive sonhando com o golpe. Um idiota, enfim! |
Não sei se vocês a conhecem.
Mas a frase é conhecida de muita gente, sobretudo os que já leram os cinco livros do jornalista Elio Gaspari sobre a ditadura militar.
A frase é a seguinte: "Eu os identifico a todos. E são muitos deles, os mesmos que, desde 1930, como vivandeiras alvoroçadas, vêm aos bivaques bolir com os granadeiros e provocar extravagâncias do poder militar".
Seu autor: o marechal Humberto Castello Branco, então presidente do Brasil, que a pronunciou em agosto de 1964, portanto cinco meses após o golpe, durante palestra no auditório da Escola de Comando e Estado Maior do Exército. Na ocasião, Castello reclamava dos civis que chamavam seu governo de militarista.
As vivandeiras (ou carpideiras, numa tradução livre, se quiserem) que choramingavam à porta dos quartéis pedindo que o poder militar cometesse o que Castello chamou de "extravagâncias", tipo assim um golpe militar como o que acabara de ser perpetrado, agiam iguais às de hoje.
As vivandeiras de hoje, vocês sabem, são os golpistas (todos fanáticos bolsonaristas - predominante idosos, políticos de extrema direita e gente clara e criminosamente financiada pelo agronegócio, conforme indícios já apurados pelo Supremo) concentrados em frente a quartéis.
Em outras situações, as vivandeiras não estão em frente aos quartéis, mas, de qualquer forma, estão carpindo, estão clamando por um golpe. É o caso de Excelências como o ministro do TCU Augusto Nardes, um bolsonarista de colarinho branco que já foi alvo das acusações de delator por suposto recebimento de propina.
Em áudio enviado a um grupo de amigos, e que está causando contrangimento geral entre os integrantes da Corte, Nardes fala em um “movimento nas casernas” e diz que é “questão de horas, dias, no máximo, uma semana, duas, talvez menos, para que um desenlace bastante forte na nação ocorra”.
Nardes é um idiota.
Como o são as vivandeiras que, como disse Castello, insistem em "bolir com os granadeiros e provocar extravagâncias do poder militar".
Credo!
sexta-feira, 18 de novembro de 2022
Bolsonaro vive em "mundo paralelo", diz jornalista. Mas quando foi que o derrotado saiu desse mundo?
Em Belém, jornalistas são agredidos por golpistas. Jornalistas simpáticos ao bolsonarismo poderão explicar se isso é "manifestação pacífica"?
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| Jornalista de O LIBERAL em meio a bolsonaristas gospistas: agressões fazem parte de "manifestações pacíficas"? Jornalistas simpáticos ao bolsonarismo podem nos explicar melhor. |
quarta-feira, 16 de novembro de 2022
Ambientalista paraense que vai atuar na equipe de transição defende modelo focado na geração de emprego e renda
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| Zé Carlos do PV: modelo desastroso de ocupação da Amazônia precisa ser corrigido |
Leitor do Espaço Aberto, antenado com a dinâmica política e positivamente preocupado com os destinos da Amazônia em geral e do Pará em particular, ligou pra cá, na manhã desta quarta (16), para fazer o que classificou de "um desabafo".
"Como é possível que o Pará, com todo o protagonismo que o Helder vem tendo na área ambiental, sobretudo agora, na COP27, não tem sequer um representante na equipe de transição do Lula, a não ser o Jader"?, questionava o angustiado e leitor.
Coincidência das coincidências, apenas alguns minutos após essa justa inquietação ser externada ao blog, circulou a informação de que o presidente do Partido Verde no Pará, o ex-deputado José Carlos Lima, que muitos conhecem mais como Zé Carlos do PV, foi anunciado pelo vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, para integrar a equipe de transição no grupo que vai tratar de meio ambiente. Ele foi indicado pela direção nacional da sigla, por ser um amazônida e em reconhecimento à sua vasta experiência na área.
Além de Zé Carlos, a equipe de transição também deve contar com as participações de outros paraenses - como o próprio governador Helder Barbalho, a economista Esther Bemerguy (que já atuou em administrações anteriores de Edmilson Rodrigues), o ex-presidente da Funai Márcio Meira e a pesquisadora Ima Célia Vieira, ex-diretora do Museu Paraense Emílio Goeldi.
"Acho que o meu telefone, quando falei contigo, estava grampeado", reagiu, bem-humorado, o leitor preocupado, tão logo começou a ser informado da indicação de nomes para a equipe de transição de Lula.
Modelo desastroso
Assim que teve seu nome confirmado para integrar a equipe de transição, Zé Carlos do PV disse ao Espaço Aberto que, em três décadas de atuação na área ambiental, firmou a convicção de que a União sempre olhou para a Amazônia como uma região onde deveria ser implantado um projeto de ocupação e desenvolvimento alicerçado em grandes empreendimentos, como a construção de hidrelétricas, e na exploração das commodities agrícolas e minerais.
"Esse modelo gerou um impacto ambiental muito forte e uma exclusão social muito grande. Mas é o modelo que está implantado e que precisamos concluí-lo em setores importantes, como na área logística, por exempo. Portanto, o segundo passo, agora, seria corrigir os erros do modelo, ou seja, as políticas que levaram ao desmatamento da Amazônia devem voltar-se para preservar a Floresta Amazônica e gerar emprego e renda para aqueles que foram excluídos. Essa é a visão que estou defendendo", disse o ambientalista.
Zé Carlos não recomenda que se estigmatize nenhuma atividade produtiva desenvolvida na Amazônia, nem mesmo a indústria madeireira, apontada sempre como uma das grandes vilãs da degradação ambiental. "Existe a atividade madeireira ilegal, mas também existe a atividade madeireira séria. Precisamos, então, distinguir o legal do ilegal", pondera, acrescentando que o essencial mesmo é implementar políticas ambientais corretas que não percam de vista a necessidade fundamental de gerar emprego e renda para as pessoas.
"Não adianta simplesmente falarmos em meio ambiente se não falarmos em gerar emprego e renda para as pessoas. Porque os trabalhadores, sejam os que atuam para madeireiros ou para garimpeiros, precisam sobreviver. Se a gente não conseguir trazer essas pessoas para o noso modelo de desenvolvimento, eles serão cooptados, como aconteceu recentemente com parte da comunidade dos índios kayapós, que se juntaram aos protestos contra o resultado das eleições e fecharam a BR-163, numa área com forte presença de garimpeiros", lembra Zé Carlos.
"Se não tivermos um modelo que ofereça emprego e renda para a sociedade, com a aplicação do comando e controle, para combater as ilegalidades, como o desmatamento e a grilagem de terras públicas, a gente não vai ter sucesso", complementou o ambientalista.
terça-feira, 15 de novembro de 2022
Por que o chororô com o "perdeu, mané, não amola?". Porque é isto mesmo: "Perdeu, mané golpista. E não amola".
segunda-feira, 14 de novembro de 2022
Bolsonaro, o do "antissistema", recebeu 15 vezes mais doações que Lula. Isso pode, Arnaldo?
sexta-feira, 11 de novembro de 2022
Nomes de financiadores de atos golpistas vão surgindo. Inclusive no Pará.
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| Luciano Hang, o véio golpista da Havan: se confirmada a suspeita de que está entre os financiadores de manifestações golpistas, ele deve responder por esse crime |
Enfim, o tempo passa, o tempo voa ("e a poupança Bamerindus continua numa boa" - lembram?) e, aos poucos, vão surgindo os nomes dos patriotas bolsonaristas, idiotas e golpistas que estão financiando atos de bolsonaristas, igualmente gospistas e idiotas, em vários estados do País.
A Agência Pública apurou que Luciano Hang, um dos mais fiéis aliados de Bolsonaro, e outros empresários catarinenses tiveram ativa participação nas manifestações golpistas que acontecem em Santa Catarina desde o dia 30 de outubro. Entre eles está Emílio Dalçoquio, que ficou conhecido por incentivar a greve de caminhoneiros em 2018.
Procuradores-gerais de Justiça dos Ministérios Públicos de São Paulo e Santa Catarina e outros estados também já disseram ao presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, que integrantes dos atos antidemocráticos fazem parte de "uma grande organização criminosa com funções predefinidas".
Em sua edição desta sexta (11), o Diário do Pará revela, em matéria que foi manchete de primeira página, que a Polícia Civil do Pará já identificou que um vereador e vários ex-vereadores, um ex-procurador municial, um assessor do deputado federal Éder Mauro e vários empresários sustentaram, financeiramente, o bloqueio de rodovidas e mobilizações golpistas em frente a instalações militares.
Estamos caminhando bem!
Estamos caminhando no seguinte sentido: pregações pacíficas, ainda que golpistas, são permitidas (menos as que armam tendas ou bloqueiam rodovias e atropelam o ir e vir das pessoas); financiar manifestações gopistas, ainda que em tese pacíficas, é crime. E os criminosos precisam pagar por seus crimes!
Forças Armadas usaram 500 palavras para nada dizer a idiotas. Poderiam fazê-los entender como apenas 30.
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| Bolsonaristas golpistas e idiotas em Belém (antes de terem suas tendas removidas da Avenida Almirante Barroso): eles, como outros, nunca entenderão a nota dos militares |
terça-feira, 8 de novembro de 2022
Golpistas reclamam porque foram removidos da Almirante Barroso. Reclamam porque, além de golpistas, são idiotas.
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| Agentes públicos da Prefeitura de Belém removem barracas que davam abrigo a bolsonaristas golpistas que "protestavam" na Avenida Almirante Barroso |
Guarda Municipal de Belém (GMB), Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém (Semob), Secretaria Municipal de Urbanismo (Seurb) e Secretaria Municipal de Saneamento (Sesan) deflagraram, no início da tarde desta terça-feira (08), uma operação para desobstruir calçadas da Avenida Almirante Barroso, nas imediações do 2º Batalhão de Infantaria de Selva (BIS), até então ocupadas há oito dias por bolsonaristas golpistas, idiotas e fascistas.
Golpistas, idiotas, fascitas e nazistas (não necessariamente nessa ordem), os bolsonaristas "protestavam" contra o resultado legítimo das urnas, que apontaram Lula como o novo presidente do Brasil a partir de 1º de janeiro de 2023. Para tanto, pregavam a céu aberto, escandalosamente, desavergonhadamente e criminosamente, um golpe de estado mediante a intervenção das Forças Armadas.
Felizmente, a desobstrução das calçadas da mais importante via de acesso/saída de Belém ocorreu sem incidentes. Mas é impressionante a quantidade de vídeos que circulam nas redes sociais, mostrando golpistas clamarem, imbecilmente, contra o que consideram um "ato autoritário", assim definida a remoção deles da Avenida Almirante Barroso.
Golpistas chamam a operação conjunta de "ato autoritário" porque, não nos esqueçamos, são realmente imbecis. Eles não sabem que, independentemente de qualquer ordem judicial, o Poder Público, no caso a Prefeitura de Belém, tem poder de polícia para garantir a ordem pública e franquear vias públicas à livre circulação de todos os cidadãos.
No caso dos protestos golpistas, a Almirante Barroso estava livre para a circulação de veículos, mas não de pedestres, eis que suas calçadas mantinham-se ocupadas por fascistas, que chegaram, inclusive, a intimidar alunos da Escola Estadual Pedro Amazonas Pedroso, situada às proximidades de onde ocorria as manifestações. Desobstruí-las, por isso, era uma necessidade que se impunha. E a operação de hoje à tarde foi a satisfação dessa necessidade, dentro dos meios legais.

















