No AMAZÔNIA:
Definitivamente Belém não está preparada para receber grandes chuvas. Ou até mesmo as menores. Bueiros transbordam, ruas enchem d’água, casas são invadidas por entulhos e a população acaba se tornando refém do problema. Ontem, com a chuva que caiu durante a manhã e continuou por toda a tarde e noite adentro, canais transbordaram e a população precisou, literalmente, meter o pé na água, para poder se locomover.
O pedreiro Paulo da Costa Nunes não pôde sair de casa ontem de manhã.
Ele mora em frente ao canal José Leal Martins, nas proximidades da travessa Barão do Triunfo, no bairro do Marco, em Belém, e lá, o canal transbordou. A água invadiu toda a rua e chegou a meio metro de altura no pavimento de baixo da casa onde Paulo mora com a família. 'É sempre assim. Toda vez que chove não se pode sair de casa. Ou, quando é o caso, a gente mete o pé na água e sai assim mesmo', reclama o pedreiro.
Durante todo o dia de ontem, grande parte dos canais da cidade transbordaram. Na Cremação, a situação não foi diferente. Os moradores da rua dos Pariquis e transversais tiveram muita dificuldade para sair de casa ou até mesmo passar de carro pelo local, que estava cheio d’água. Maria Lúcia da Silva era uma das moradoras que tentava sair de casa, durante a manhã de chuva. 'Por onde a gente vai está alagado. Tem que meter o pé e ir mesmo', disse, com bom humor.
As áreas mais afetadas pela chuva, na capital, foram os canais das travessas Doutor Moraes, Quintino Bocaiúva, 14 de Março e da avenida Tamandaré. A maioria das ruas no entorno delas ficou congestionada pelo trânsito lento, já que os veículos e ônibus precisaram desviar, reduzir a velocidade ou até dar meia volta.
Em Ananindeua, a chuva também não deu trégua. Conjuntos residenciais foram invadidos pela lama que, com o entupimento de bueiros, encheram ruas de entulhos.
sábado, 30 de maio de 2009
Média histórica de maio já foi quebrada
No AMAZÔNIA:
Apesar dos alagamentos, a chuva que caiu anteontem não fugiu do prognóstico feito pelo Instituto de Meteorologia do Pará (Imet/PA). O período de maior intensidade se deu entre as 12h50 e as 14h20. Se considerados todos os intervalos de chuva do dia, o volume de água chegou a 46,3 milímetros, o que dá 46 litros por metro quadrado de área. O volume pluviométrico foi medido pela estação meteorológica do Imet localizada na área da Ceasa, bairro do Marco.
Conforme o relatório, voltou a chover às 12h50 e no seguido intervalo de quase duas horas foi registrado volume de 46,3 milímetros de água. A quantidade é equivalente a um estádio do Mangueirão transbordando.
Considerando ruas, passagens e vielas da cidade, a quantidade de 46 litros de chuva por metro quadrado provocou alagamentos, mas por causa da falta de saneamento.
Segundo o coordenador do 2º Distrito de Meteorologia, José Raimundo Abreu, a chuva que caiu anteontem compõe o quadro do mês de maio, com volume acima da média histórica dos últimos 30 anos. Mas foi moderada. A média histórica de maio é 304,5. Este ano, antes mesmo do final do mês, já foi registrada média mensal de 435 milímetros, ou seja, marca 30% acima da normal.
Apesar dos alagamentos, a chuva que caiu anteontem não fugiu do prognóstico feito pelo Instituto de Meteorologia do Pará (Imet/PA). O período de maior intensidade se deu entre as 12h50 e as 14h20. Se considerados todos os intervalos de chuva do dia, o volume de água chegou a 46,3 milímetros, o que dá 46 litros por metro quadrado de área. O volume pluviométrico foi medido pela estação meteorológica do Imet localizada na área da Ceasa, bairro do Marco.
Conforme o relatório, voltou a chover às 12h50 e no seguido intervalo de quase duas horas foi registrado volume de 46,3 milímetros de água. A quantidade é equivalente a um estádio do Mangueirão transbordando.
Considerando ruas, passagens e vielas da cidade, a quantidade de 46 litros de chuva por metro quadrado provocou alagamentos, mas por causa da falta de saneamento.
Segundo o coordenador do 2º Distrito de Meteorologia, José Raimundo Abreu, a chuva que caiu anteontem compõe o quadro do mês de maio, com volume acima da média histórica dos últimos 30 anos. Mas foi moderada. A média histórica de maio é 304,5. Este ano, antes mesmo do final do mês, já foi registrada média mensal de 435 milímetros, ou seja, marca 30% acima da normal.
Mais de 37 mil famílias atingidas pelas cheias no Pará
No AMAZÔNIA:
As enchentes já atingiram mais de 37 mil famílias de 46 municípios do Pará e foram confirmadas as mortes de três crianças nos municípios de Curuá, Porto de Moz e Gurupá, segundo balanço divulgado pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil. Além disso, mais de duas mil famílias estão desabrigadas. O governo do Estado decretou situação de emergência em 39 municípios, outros sete estão em situação de alerta. A atualização dos números foi feito na última quarta-feira (27). A Secretaria de Estado de Integração Regional (Seir) e Defesa Civil estão supervisionando em conjunto com as instituições parceiras os municípios atingidos, para dar apoio às famílias desabrigadas.
Já foram distribuídas mais de 24 mil cestas básicas e 17 mil kits de ajuda humanitária (colchões, mosquiteiros, toalhas, cobertores e travesseiros) e foram recuperados sistemas de água em áreas afetadas pelas enchentes. As famílias desabrigadas, encontram-se em 97 abrigos, em onze municípios. No hospital campanha, localizado em Altamira, já foram realizados cerca de 820 atendimentos médicos. Os municípios que mantém abrigo são: Santarém, Marabá, Altamira, Parauapebas, Vitória do Xingu, Alenquer, Itaituba, Tucuruí, Óbidos, Monte Alegre e Almeirim.
De acordo com o monitoramento divulgado no balanço do último dia 27, o rio Tapajós subiu 9,02 m, o Xingu 7,36 m e o Tocantins 10,50 m. Os 39 municípios em situação de emergência são Água Azul do Norte, Alenquer, Almeirim, Altamira, Aveiro, Augusto Corrêa, Bragança, Belterra, Cachoeira do Arari, Curuá, Curuçá, Eldorado de Carajás, Faro, Gurupá, Itaituba, Jacundá, Jacareacanga, Juruti, Marabá, Monte Alegre, Medicilândia, Nova Esperança do Piriá, Novo Progresso, Óbidos, Oriximiná, Parauapebas, Porto de Moz, Prainha, Rondon do Pará, Rurópolis, Santa Cruz do Arari, Santarém, São Félix do Xingu, Terra Santa, Tucuruí, Trairão, Uruará, Vitória do Xingu e Xinguara.
Os sete municípios em situação de alerta são Abel Figueiredo, Dom Eliseu, Ipixuna do Pará, Santo Antonio do Tauá, Senador Jose Porfírio, São João do Araguaia e Pacajá. Os municípios mais afetados pelas enchentes são Santarém, com mais de seis mil famílias afetadas pela elevação do rio Tapajós, seguido de Altamira, com mais de duas mil famílias afetadas por enxurradas e enchentes.
As enchentes já atingiram mais de 37 mil famílias de 46 municípios do Pará e foram confirmadas as mortes de três crianças nos municípios de Curuá, Porto de Moz e Gurupá, segundo balanço divulgado pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil. Além disso, mais de duas mil famílias estão desabrigadas. O governo do Estado decretou situação de emergência em 39 municípios, outros sete estão em situação de alerta. A atualização dos números foi feito na última quarta-feira (27). A Secretaria de Estado de Integração Regional (Seir) e Defesa Civil estão supervisionando em conjunto com as instituições parceiras os municípios atingidos, para dar apoio às famílias desabrigadas.
Já foram distribuídas mais de 24 mil cestas básicas e 17 mil kits de ajuda humanitária (colchões, mosquiteiros, toalhas, cobertores e travesseiros) e foram recuperados sistemas de água em áreas afetadas pelas enchentes. As famílias desabrigadas, encontram-se em 97 abrigos, em onze municípios. No hospital campanha, localizado em Altamira, já foram realizados cerca de 820 atendimentos médicos. Os municípios que mantém abrigo são: Santarém, Marabá, Altamira, Parauapebas, Vitória do Xingu, Alenquer, Itaituba, Tucuruí, Óbidos, Monte Alegre e Almeirim.
De acordo com o monitoramento divulgado no balanço do último dia 27, o rio Tapajós subiu 9,02 m, o Xingu 7,36 m e o Tocantins 10,50 m. Os 39 municípios em situação de emergência são Água Azul do Norte, Alenquer, Almeirim, Altamira, Aveiro, Augusto Corrêa, Bragança, Belterra, Cachoeira do Arari, Curuá, Curuçá, Eldorado de Carajás, Faro, Gurupá, Itaituba, Jacundá, Jacareacanga, Juruti, Marabá, Monte Alegre, Medicilândia, Nova Esperança do Piriá, Novo Progresso, Óbidos, Oriximiná, Parauapebas, Porto de Moz, Prainha, Rondon do Pará, Rurópolis, Santa Cruz do Arari, Santarém, São Félix do Xingu, Terra Santa, Tucuruí, Trairão, Uruará, Vitória do Xingu e Xinguara.
Os sete municípios em situação de alerta são Abel Figueiredo, Dom Eliseu, Ipixuna do Pará, Santo Antonio do Tauá, Senador Jose Porfírio, São João do Araguaia e Pacajá. Os municípios mais afetados pelas enchentes são Santarém, com mais de seis mil famílias afetadas pela elevação do rio Tapajós, seguido de Altamira, com mais de duas mil famílias afetadas por enxurradas e enchentes.
Estádio remista recebe cuidados
No AMAZÔNIA:
Com a reapresentação do elenco e da nova comissão técnica do Remo marcada para segunda-feira à tarde, o Baenão passa por alguns reparos para recepcionar os novos e antigos trabalhadores do estádio. Sinomar Naves (técnico), José Jorge (preparador físico) e Afonso Ribeiro (treinador de goleiros) recepcionarão cerca de 18 jogadores. Alguns são dúvidas ainda. O volante San deve renovar com o clube, mas por enquanto está sem contrato. 'Está tudo pronto. A apresentação será às 16 horas aqui no Baenão. Os jogadores serão recebidos pelo Sinomar e a comissão técnica. É uma nova fase que vai começar e espero que bem mais feliz', disse o gerente de futebol Fernando Oliveira.
As reformas dentro do Baenão ainda seguem um ritmo lento. O primeiro alvo das obras foi a sala da comissão técnica, que ganhou equipamentos para que Sinomar e os demais possam, por exemplo, avaliar os futuros adversários - adversários que só darão as caras em 2010. 'Para mim uma boa apresentação é fundamental em qualquer meio profissional, por isso estamos fazendo algumas melhorias aqui', lembrou Oliveira.
O gerente de futebol salientou que mesmo essas pequenas reformas só estão sendo feitas devido a uma situação que há muito se cobra dentro do clube, uma união maior entre os que estão próximos ao Remo. 'A diretoria está tendo apoio de colaboradores, o que é muito bom. Para ajudar o Remo a se reerguer só com a união de todos que gostam do clube. Mas é preciso deixar claro que tem muito a ser feito e precisamos de mais ajuda.'
Mesmo assim, Oliveira sabe que há muito a ser feito. Ele dá como exemplo o gramado do Baenão, bastante castigado. Por mais que o elenco profissional esteja de férias, o campo do Evandro Almeida continua sendo utilizado pelas divisões de base. Para o gerente, o clube tem que pensar logo em providenciar um centro de treinamentos. 'O gramado do Baenão como está é sinal de falta de estrutura. Não se pode admitir que um clube com a grandeza do Remo não tenha outros campos para treinar. O nosso estádio deveria ser um local apenas para jogos. Sei que pensar num centro de treinamentos é algo para o futuro, mas o futuro tem que ser pensado desde agora.'
Com a reapresentação do elenco e da nova comissão técnica do Remo marcada para segunda-feira à tarde, o Baenão passa por alguns reparos para recepcionar os novos e antigos trabalhadores do estádio. Sinomar Naves (técnico), José Jorge (preparador físico) e Afonso Ribeiro (treinador de goleiros) recepcionarão cerca de 18 jogadores. Alguns são dúvidas ainda. O volante San deve renovar com o clube, mas por enquanto está sem contrato. 'Está tudo pronto. A apresentação será às 16 horas aqui no Baenão. Os jogadores serão recebidos pelo Sinomar e a comissão técnica. É uma nova fase que vai começar e espero que bem mais feliz', disse o gerente de futebol Fernando Oliveira.
As reformas dentro do Baenão ainda seguem um ritmo lento. O primeiro alvo das obras foi a sala da comissão técnica, que ganhou equipamentos para que Sinomar e os demais possam, por exemplo, avaliar os futuros adversários - adversários que só darão as caras em 2010. 'Para mim uma boa apresentação é fundamental em qualquer meio profissional, por isso estamos fazendo algumas melhorias aqui', lembrou Oliveira.
O gerente de futebol salientou que mesmo essas pequenas reformas só estão sendo feitas devido a uma situação que há muito se cobra dentro do clube, uma união maior entre os que estão próximos ao Remo. 'A diretoria está tendo apoio de colaboradores, o que é muito bom. Para ajudar o Remo a se reerguer só com a união de todos que gostam do clube. Mas é preciso deixar claro que tem muito a ser feito e precisamos de mais ajuda.'
Mesmo assim, Oliveira sabe que há muito a ser feito. Ele dá como exemplo o gramado do Baenão, bastante castigado. Por mais que o elenco profissional esteja de férias, o campo do Evandro Almeida continua sendo utilizado pelas divisões de base. Para o gerente, o clube tem que pensar logo em providenciar um centro de treinamentos. 'O gramado do Baenão como está é sinal de falta de estrutura. Não se pode admitir que um clube com a grandeza do Remo não tenha outros campos para treinar. O nosso estádio deveria ser um local apenas para jogos. Sei que pensar num centro de treinamentos é algo para o futuro, mas o futuro tem que ser pensado desde agora.'
Bandidos invadem prédio
No AMAZÔNIA:
Portando revólveres, pelo menos dois assaltantes invadiram um prédio na avenida Alcindo Cacela, no bairro do Umarizal, ontem à tarde. Os moradores de três apartamentos foram mantidos como reféns pelos bandidos. Eles roubaram diversos objetos das vítimas, que foram amarradas e ameaçadas. Os policiais militares fizeram uma varredura no prédio, para verificar a possibilidade de ainda haver algum assaltante escondido no imóvel. Os bandidos, entretanto, já haviam fugido.
A ação criminosa foi comunicada na Seccional de São Brás. Uma moradora disse aos policiais de plantão naquela unidade (e a partir de seu relato foi confeccionado um Boletim de Ocorrência), que os bandidos invadiram o prédio Kenji, localizado entre a avenida José Malcher e a travessa João Balbi, às 12 horas.
Dessa moradora, que não será identificada, os assaltantes roubaram notebook, três celulares, três relógios e R$ 150,00. Do apartamento de uma outra vítima, eles subtraíram quatro celulares e R$ 300,00. E, de um terceiro morador, que também pediu para não ter seu nome revelado, os bandidos roubaram notebook, câmera digital, aparelho MP 4, joias, peças de roupas e R$ 800,00.
Após o roubo, os assaltantes prenderam, em seu apartamento, uma moradora do prédio. Os demais reféns foram levados para o apartamento cujo morador teve roubados R$ 800,00. E, neste último apartamento, as vítimas foram cobertas por lençois. Tão logo os bandidos fugiram, a notícia chegou ao conhecimento da Polícia Militar. Homens da 2ª Zona de Policiamento, cuja base é na Seccional Urbana de São Brás, compareceram ao endereço. E, depois de conversar com os moradores, fizeram buscas pelo prédio.
Eles também realizaram rondas em outras áreas, mas, pelo menos durante essas primeiras buscas, não encontraram os assaltantes. Um dos bandidos foi descrito pelas vítimas como moreno e gordo. O outro, que usava boné, é magro, moreno claro e tem uma cicatriz no lado esquerdo do rosto. As vítimas foram ouvidas pela escrivã Cássia. E o diretor da seccional, delegado Ivanildo Santos, já determinou que seus policiais investiguem as circunstâncias do assalto e, a partir de agora, tentem identificar e, posteriormente, prender os assaltantes.
Portando revólveres, pelo menos dois assaltantes invadiram um prédio na avenida Alcindo Cacela, no bairro do Umarizal, ontem à tarde. Os moradores de três apartamentos foram mantidos como reféns pelos bandidos. Eles roubaram diversos objetos das vítimas, que foram amarradas e ameaçadas. Os policiais militares fizeram uma varredura no prédio, para verificar a possibilidade de ainda haver algum assaltante escondido no imóvel. Os bandidos, entretanto, já haviam fugido.
A ação criminosa foi comunicada na Seccional de São Brás. Uma moradora disse aos policiais de plantão naquela unidade (e a partir de seu relato foi confeccionado um Boletim de Ocorrência), que os bandidos invadiram o prédio Kenji, localizado entre a avenida José Malcher e a travessa João Balbi, às 12 horas.
Dessa moradora, que não será identificada, os assaltantes roubaram notebook, três celulares, três relógios e R$ 150,00. Do apartamento de uma outra vítima, eles subtraíram quatro celulares e R$ 300,00. E, de um terceiro morador, que também pediu para não ter seu nome revelado, os bandidos roubaram notebook, câmera digital, aparelho MP 4, joias, peças de roupas e R$ 800,00.
Após o roubo, os assaltantes prenderam, em seu apartamento, uma moradora do prédio. Os demais reféns foram levados para o apartamento cujo morador teve roubados R$ 800,00. E, neste último apartamento, as vítimas foram cobertas por lençois. Tão logo os bandidos fugiram, a notícia chegou ao conhecimento da Polícia Militar. Homens da 2ª Zona de Policiamento, cuja base é na Seccional Urbana de São Brás, compareceram ao endereço. E, depois de conversar com os moradores, fizeram buscas pelo prédio.
Eles também realizaram rondas em outras áreas, mas, pelo menos durante essas primeiras buscas, não encontraram os assaltantes. Um dos bandidos foi descrito pelas vítimas como moreno e gordo. O outro, que usava boné, é magro, moreno claro e tem uma cicatriz no lado esquerdo do rosto. As vítimas foram ouvidas pela escrivã Cássia. E o diretor da seccional, delegado Ivanildo Santos, já determinou que seus policiais investiguem as circunstâncias do assalto e, a partir de agora, tentem identificar e, posteriormente, prender os assaltantes.
Belém recebe seu campeão
No AMAZÔNIA:'Não sou baiano, não. Vim para cá com três meses. Sou paraense, p.', gritou Lyoto Machida, na primeira entrevista após voltar a Belém. O lutador chegou ontem à noite de Las Vegas, nos Estados Unidos, onde conquistou o cinturão dos meio-pesados do Ultimate Fighting Championship (UFC), principal competição de MMA do mundo. Ele foi recebido por alunos e professores da Associação Paraense de Artes Marciais (Apam), que fizeram uma homenagem no rol do Aeroporto Internacional de Belém.
Machida saiu em carreata pela cidade até a Apam, onde recebeu mais homenagens dos alunos e outros lutadores, companheiros de preparação para a última luta. No último sábado, Lyoto venceu o norte-americano Rashad Evans por nocaute e tornou-se o melhor lutador de MMA da categoria meio-pesado, para lutadores com até 93 quilos. 'Do ponto de vista psicológico, foi a luta mais difícil de minha carreira. Mas, do ponto de vista técnico, não. Posso dizer apenas que foi uma das mais difíceis', declarou o carateca, de 30 anos.
Para vencer, Lyoto mudou o próprio estilo de lutar. Com a ajuda do pai, Yoshizo Machida, e os irmãos, Take e Chinzô Machida, ele transformou o tradicionalmente defensivo caratê numa arte marcial agressiva e invencível. Ao mudar, Machida também conquistou o público norte-americano, que chegou no ginásio da MGM Grand Garden Arena, em Las Vegas, torcendo por Evans e saiu gritando 'Machida, Machida'. 'As críticas que recebi no início da carreira foram positivas para mim. Me motivaram a melhorar meu desempenho', disse.
Com um direto de esquerda, Lyoto Machida derrubou Evans e desferiu uma série de socos. O norte-americano caiu no chão desacordado e só depois levantou para encerrar a luta oficialmente. 'Ainda estou tonto', disse Rashad Evans para os repórteres de TV de Las Vegas. Para vencer, além da técnica, o paraense venceu o nervosismo de disputar uma grande final, com milhares de dólares em apostas, e usou a determinação. 'Do início ao fim eu acreditava: ‘Vou derrubar esse cara, vou derrubar esse cara’', contou.
Lyoto 'The Dragon' Machida tem 15 lutas de MMA na carreira e, com a vitória sobre Rashad Evans, manteve a invencibilidade. Os dois últimos combates Lyoto venceu por nocaute, sem levar golpes 'bem encaixados'. O desafio do paraense, agora, é manter-se no topo e invicto. O próximo adversário de Machida deve ser Quinton Jackson, outro experiente lutador de MMA, com um total de 30 lutas e 7 derrotas. 'Não há nada certo, mas provavelmente é o Quinton Jackson', revelou.
Bicolores fazem amistoso
No AMAZÔNIA:
Aproveitando a folga de 20 dias na tabela da Série C do Brasileiro, o Paysandu faz amanhã, diante do Izabelenze, em Santa Izabel do Pará, 38 quilômetros distante de Belém, o primeiro de uma série de três amistosos de preparação do time para a partida contra o Rio Branco, do Acre, dia 14 de junho, no Mangueirão, valendo pela segunda rodada da Terceirona. As outras duas partidas ainda estão sendo sondadas pela diretoria bicolor. No jogo contra o Frangão, o Papão será dirigido da beira do gramado pelo auxiliar-técnico Edson Júnior. O treinador Édson Gaúcho só retorna na segunda-feira à noite de Criciúma/SC, onde visita familiares.
A ideia de comissão técnica é colocar o máximo de jogadores em atividade no amistoso. Mas o volante Dadá e o meia Vélber, em fase final de recuperação no departamento médico, não vão atuar. Os atletas, a pedido dos médicos, serão poupados para que não voltem a sentir dores na virilha e na região lombar da coluna, respectivamente. A formação que iniciará a partida só será definida após o treino de hoje pela manhã, na Curuzu. A princípio o time formará com Rafael Córdova; Paulo de Tárcio, Roni, Luciano e Aldivan; Mael, Lê, Zeziel e Rossini; Balão e Reinaldo.
A principal novidade é o retorno de Paulo de Tárcio, que não enfrentou o Sampaio Corrêa/MA, na estreia bicolor na Terceirona. O jogador teve de cumprir a segunda das duas partidas de suspensão por ter sido expulso contra o Rio Branco/AC, no ano passado pela Série C. 'Estou pronto para voltar a brigar por uma vaga no time', avisou o meio-campista, que vem atuando improvisado na lateral-direita. Com a volta de Paulo de Tárcio, Allax deve perder a condição de titular, passando a aparecer como opção no banco de reservas, como ocorreu nas finais do Campeonato Paraense.
A marcação do amistoso agradou aos jogadores do Papão, que terão a oportunidade de fugir a rotina dos treinamentos, enquanto esperam pela partida contra o Rio Branco. 'pelo menos será uma coisa diferente', disse, ontem, na Curuzu, o meia Zeziel. Um dos outros amistosos pretendidos pela diretoria poderá acontecer em Salinópolis. Entendimentos neste sentido já foram iniciados entre a cartolagem bicolor e a prefeitura daquela cidade, que se responssabilizaria pelos gastos com o deslocamento do Papão até aquela região. O amistoso seria disputado no estádio Alacid Nunes, com o torcedor pagando ingressos para ajudar nas despesas da visita do campeão paraense a cidade.
Aproveitando a folga de 20 dias na tabela da Série C do Brasileiro, o Paysandu faz amanhã, diante do Izabelenze, em Santa Izabel do Pará, 38 quilômetros distante de Belém, o primeiro de uma série de três amistosos de preparação do time para a partida contra o Rio Branco, do Acre, dia 14 de junho, no Mangueirão, valendo pela segunda rodada da Terceirona. As outras duas partidas ainda estão sendo sondadas pela diretoria bicolor. No jogo contra o Frangão, o Papão será dirigido da beira do gramado pelo auxiliar-técnico Edson Júnior. O treinador Édson Gaúcho só retorna na segunda-feira à noite de Criciúma/SC, onde visita familiares.
A ideia de comissão técnica é colocar o máximo de jogadores em atividade no amistoso. Mas o volante Dadá e o meia Vélber, em fase final de recuperação no departamento médico, não vão atuar. Os atletas, a pedido dos médicos, serão poupados para que não voltem a sentir dores na virilha e na região lombar da coluna, respectivamente. A formação que iniciará a partida só será definida após o treino de hoje pela manhã, na Curuzu. A princípio o time formará com Rafael Córdova; Paulo de Tárcio, Roni, Luciano e Aldivan; Mael, Lê, Zeziel e Rossini; Balão e Reinaldo.
A principal novidade é o retorno de Paulo de Tárcio, que não enfrentou o Sampaio Corrêa/MA, na estreia bicolor na Terceirona. O jogador teve de cumprir a segunda das duas partidas de suspensão por ter sido expulso contra o Rio Branco/AC, no ano passado pela Série C. 'Estou pronto para voltar a brigar por uma vaga no time', avisou o meio-campista, que vem atuando improvisado na lateral-direita. Com a volta de Paulo de Tárcio, Allax deve perder a condição de titular, passando a aparecer como opção no banco de reservas, como ocorreu nas finais do Campeonato Paraense.
A marcação do amistoso agradou aos jogadores do Papão, que terão a oportunidade de fugir a rotina dos treinamentos, enquanto esperam pela partida contra o Rio Branco. 'pelo menos será uma coisa diferente', disse, ontem, na Curuzu, o meia Zeziel. Um dos outros amistosos pretendidos pela diretoria poderá acontecer em Salinópolis. Entendimentos neste sentido já foram iniciados entre a cartolagem bicolor e a prefeitura daquela cidade, que se responssabilizaria pelos gastos com o deslocamento do Papão até aquela região. O amistoso seria disputado no estádio Alacid Nunes, com o torcedor pagando ingressos para ajudar nas despesas da visita do campeão paraense a cidade.
A bomba nas mãos de insanos
Na VEJA:Terá chegado o momento de sentir saudade da segurança relativa da Guerra Fria? Naquele tempo sombrio, quando a humanidade segurava o fôlego diante da ameaça de aniquilação, pelo menos era possível acreditar que o gatilho nuclear estava em mãos inimigas responsáveis. O cenário atual é mais incerto e mais perigoso. Os dois únicos testes nucleares deste século foram realizados pela Coreia do Norte, uma ditadura tão enigmática quanto insana. O segundo deles, na segunda-feira passada, numa região montanhosa e inóspita no nordeste do país, reverberou como a confirmação de que a proliferação nuclear atingiu o patamar a partir do qual o perigo é imediato e urgente. Dois fatos principais justificam o alarme. A posse de um artefato atômico por um país isolado e pobre demonstra que o desenvolvimento desse tipo de armamento está ao alcance de qualquer nação disposta a investir os recursos necessários para fazê-lo. Se países miseráveis e com governos frágeis se armam com átomos, não está distante o momento em que o gatilho atômico cairá na mão do terrorismo. Um estudo da Universidade Stanford estimou a probabilidade de um ataque terrorista com o uso de bombas sujas (ou seja, explosivos comuns misturados a material radioativo) em 20%. Com bombas nucleares, cai para 1%. Qualquer estimativa acima de zero é um pesadelo quando se fala da combinação de terroristas e plutônio.
O mais notável fenômeno da era nuclear talvez seja o fato de que desde o ataque a Hiroshima e Nagasaki, em 1945, o último ano da II Guerra Mundial, nenhum país ousou detonar uma bomba atômica em combate. Os Estados Unidos tiveram o monopólio do átomo entre 1945 e 1949, mas não o usaram contra a União Soviética, apesar das provocações de Stalin. Também poderiam ter empregado esse recurso no Vietnã, onde a tonelagem de explosivos convencionais lançados equivaleu a dúzias de bombas como a de Hiroshima. Armas nucleares não foram usadas nem em situações desesperadas. A Casa Branca rejeitou os apelos nesse sentido do general Douglas MacArthur, que se viu impotente diante do avanço das divisões chinesas na Guerra da Coreia. O conflito terminou em 1953 no impasse que ainda hoje divide a península coreana entre dois inimigos mortais. É complicado explicar um evento que não ocorreu, mas é comum ouvir que o temor da aniquilação mútua conteve os ímpetos guerreiros dos Estados Unidos e da União Soviética. Porém isso não explica o comedimento em circunstâncias nas quais não havia o temor de retaliação, caso dos soviéticos no Afeganistão e dos americanos no Iraque.
Mais aqui.
“Dói internar um filho. Às vezes não há outro jeito”
Na ÉPOCA:Quando o escritor Ferreira Gullar publicou em 1999 o poema “Internação”, já era um veterano na convivência com doentes mentais. Quem fez a observação sobre o vento foi Paulo, seu filho mais velho, que hoje tem 50 anos. Ele sofre de esquizofrenia, doença caracterizada, entre outras coisas, por dificuldade em distinguir o real do imaginado. Desde os anos 70, Gullar tenta administrar a moléstia. Fazia o mesmo com Marcos, o filho dois anos mais jovem, que também tinha esquizofrenia e morreu de cirrose hepática em 1992. Remédios modernos permitem que pessoas como Paulo passem longos períodos em estado praticamente normal. Sem alucinações, sem agitação, sem agressividade. Mas o tratamento só funciona se o doente tomar os medicamentos antipsicóticos todos os dias e na dose certa. Isso nem sempre acontece. O resultado são os surtos, quando o paciente se torna quase incontrolável.
Pode cometer suicídio ou agredir quem está por perto. Nesses momentos, esses doentes costumam precisar de internação. “Dói ter de internar um filho”, diz Gullar, hoje com 78 anos. “Às vezes, não há outro jeito.”
No Brasil, estima-se que haja 17 milhões de pessoas com algum transtorno mental grave – como esquizofrenia, depressão, transtorno bipolar, transtorno obsessivo-compulsivo. Em algum momento, eles podem precisar de um hospital psiquiátrico. Encontrar uma vaga, porém, tornou-se uma tarefa difícil.
Nos últimos 20 anos, quase 70% dos leitos psiquiátricos do país foram fechados. Sem conseguir quem os ajude a cuidar dos doentes, pais e irmãos afirmam ter várias dimensões de sua vida pessoal comprometidas, dos compromissos de trabalho às amizades. É o que revela uma pesquisa feita em 2006 em Minas Gerais com 150 famílias com pessoas atendidas nos Centros de Referência em Saúde Mental. Em muitos casos, os doentes em surto fogem sem deixar rastro. Podem acabar embaixo dos viadutos. O aumento da população de rua nas grandes cidades não é fruto exclusivo da desigualdade social. Uma pesquisa feita em 1999 com moradores de rua em Juiz de Fora conclui que 10% deles eram psicóticos sem assistência.
“As famílias, principalmente as que não têm recursos, não têm mais onde pôr seus filhos”, diz Gullar. “Eles viram mendigos loucos, mendigos delirantes que podem agredir alguém. O Ministério da Saúde tem de olhar para isso.” Gullar decidiu expor publicamente um problema que não é só seu. Nas últimas semanas, escreveu três artigos sobre o assunto em sua coluna no jornal Folha de S.Paulo. “Não pretendo liderar movimento algum. Sou um cidadão que tem uma tribuna e pode falar sobre o que está errado.”
Ele afirmou, no primeiro texto, que a campanha contra a internação de doentes mentais é uma forma de demagogia. Foi o suficiente para fazer eclodir uma controvérsia latente. Nos dias seguintes, dezenas de leitores enviaram cartas ao jornal. Representavam dois grupos. O primeiro, em apoio a Gullar, aponta as razões fisiológicas da doença mental e considera que a internação é um instrumento necessário nos momentos de surto.
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O tempo
Em Belém, sol com algumas nuvens. Chove rápido durante o dia e à noite.
A temperatura máxima será de 30ºC e a mínima, de 24ºC.
A umidade relativa do ar varia de 60% a 91%.
Neste sábado, as áreas de instabilidade perdem força e o sol predomina em grande parte da Região. No centro-norte de Roraima, no sul de Rondônia e no sul do Tocantins, o sol brilha forte e não há previsão de chuva. No nordeste do Pará e no leste do Amapá o sol ainda aparece fraco e ocorrem pancadas de chuva ao longo do dia. Nas demais áreas da Região são esperadas pancadas de chuva principalmente à tarde.
As previsões são da Climatempo.
A temperatura máxima será de 30ºC e a mínima, de 24ºC.
A umidade relativa do ar varia de 60% a 91%.
Neste sábado, as áreas de instabilidade perdem força e o sol predomina em grande parte da Região. No centro-norte de Roraima, no sul de Rondônia e no sul do Tocantins, o sol brilha forte e não há previsão de chuva. No nordeste do Pará e no leste do Amapá o sol ainda aparece fraco e ocorrem pancadas de chuva ao longo do dia. Nas demais áreas da Região são esperadas pancadas de chuva principalmente à tarde.
As previsões são da Climatempo.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Wilson Simonal - Vesti Azul
Wilson Simonal - Vesti Azul
Composição: Nonato Buzar
Estava na tristeza que dava dó
Vivia vagamente e andava só
Mas eis que de repente
Me apareceu um brotinho lindo
Que me convenceu...
Dizendo que eu devia
Vestir azul
Que azul é cor do céu
E seu olhar também
Então o seu pedido
Me incentivou...
Vesti Azul!
(Popopopopó!)
Minha sorte então mudou
(Popopopopó!)
Vesti Azul!
(Popopopopó!)
Minha sorte então mudou...
Passei a ser olhado com atenção
E fui agradecer pela opinião
Então senti que o broto
Estava toda mudada
Parecia até
Que estava apaixonada...
Então eu fiz charminho
E acrescentei
Só vim aqui saber
Como eu fiquei
E aquele olhar do broto
Me confirmou
Vesti Azul!
(Popopopopó!)
Minha sorte então mudou
(Popopopopó!)
Vesti Azul!
(Popopopopó!)
Minha sorte então mudou...(2x)
Vesti Azul!
(Popopopopó!)
Minha sorte então mudou
(Popopopopó!)
Vesti Azul!
(Popopopopó!)
Minha sorte então mudou...(2x)
Fonte: Letras.mus.br
Composição: Nonato Buzar
Estava na tristeza que dava dó
Vivia vagamente e andava só
Mas eis que de repente
Me apareceu um brotinho lindo
Que me convenceu...
Dizendo que eu devia
Vestir azul
Que azul é cor do céu
E seu olhar também
Então o seu pedido
Me incentivou...
Vesti Azul!
(Popopopopó!)
Minha sorte então mudou
(Popopopopó!)
Vesti Azul!
(Popopopopó!)
Minha sorte então mudou...
Passei a ser olhado com atenção
E fui agradecer pela opinião
Então senti que o broto
Estava toda mudada
Parecia até
Que estava apaixonada...
Então eu fiz charminho
E acrescentei
Só vim aqui saber
Como eu fiquei
E aquele olhar do broto
Me confirmou
Vesti Azul!
(Popopopopó!)
Minha sorte então mudou
(Popopopopó!)
Vesti Azul!
(Popopopopó!)
Minha sorte então mudou...(2x)
Vesti Azul!
(Popopopopó!)
Minha sorte então mudou
(Popopopopó!)
Vesti Azul!
(Popopopopó!)
Minha sorte então mudou...(2x)
Fonte: Letras.mus.br
Jogo jogado
No Ancelmo Gois, sob o título acima:
As cidades da Copa de 2014
Já estão escolhidas as 12 cidades onde serão os jogos da Copa de 2014, que a Fifa anuncia no domingo, em Nassau, nas Bahamas. São elas:
Rio de Janeiro
São Paulo
Belo Horizonte
Porto Alegre
Curitiba
Brasília
Cuiabá
Manaus
Fortaleza
Salvador
Recife
Natal
O Rio, como se sabe, será o endereço da final, chance da definitiva reabilitação do Maracanã, após a derrota de 1950. São Paulo, está quase certo, fica com o jogo de abertura - Belo Horizonte sua a camisa no lobby para tomar o lugar dos paulistas. Cuiabá venceu Campo Grande, pelo prestígio político de Blairo Maggi, o governador do Mato Grosso. Manaus ganhou de Belém e Rio Branco o privilégio de ser a sede amazônica e Natal levou a última vaga, derrubando Florianópolis, por razões políticas e logísticas.
As cidades da Copa de 2014
Já estão escolhidas as 12 cidades onde serão os jogos da Copa de 2014, que a Fifa anuncia no domingo, em Nassau, nas Bahamas. São elas:
Rio de Janeiro
São Paulo
Belo Horizonte
Porto Alegre
Curitiba
Brasília
Cuiabá
Manaus
Fortaleza
Salvador
Recife
Natal
O Rio, como se sabe, será o endereço da final, chance da definitiva reabilitação do Maracanã, após a derrota de 1950. São Paulo, está quase certo, fica com o jogo de abertura - Belo Horizonte sua a camisa no lobby para tomar o lugar dos paulistas. Cuiabá venceu Campo Grande, pelo prestígio político de Blairo Maggi, o governador do Mato Grosso. Manaus ganhou de Belém e Rio Branco o privilégio de ser a sede amazônica e Natal levou a última vaga, derrubando Florianópolis, por razões políticas e logísticas.
Um olhar pela lente
CPI do Senado esconde investigação contra 19 ONGs
No site Congresso em Foco:
A CPI das ONGs guarda há quase um ano relatórios ainda sem análise sobre a movimentação financeira de 19 entidades suspeitas de desvios de recursos por meio de convênios com o governo federal. Os dados enviados pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) chegaram à secretaria da comissão no dia 4 de junho de 2008.
Mesmo com informações importantes nas mãos, senadores da base aliada e da oposição preferiram não aprofundar a investigação na comissão, que agoniza desde o ano passado com a falta de quorum. O sopro dado anteontem à CPI com a substituição do relator, Inácio Arruda (PCdoB-CE), pelo líder tucano, Arthur Virgílio (AM), não deve tirar a poeira desses relatórios.
Os oposicionistas querem mirar os convênios das entidades que receberam dinheiro da Petrobras, alvo da CPI que será relatada e presidida por senadores governistas.
O novo relator da CPI reconheceu não saber da existência dos dados do Coaf e nem por que os senadores da oposição deixaram de analisar essas informações. "Tem documentos que ainda não foram analisados e agora serão examinados. Não tenho vocação para passar a mão na cabeça de corrupto", disse Arthur Virgílio ao Congresso em Foco.
Com o pedido de informações ao Coaf, os oposicionistas da CPI das ONGs buscavam indícios que justificassem a aprovação da quebra de sigilo bancário, fiscal e telefônico de organizações não governamentais ligadas ao governo Lula. Em desvantagem numérica em relação à base aliada, ocupando apenas quatro das 11 cadeiras do colegiado, a oposição não conseguia aprovar as quebras de sigilos sem antes ter os dados do Coaf que pudessem revelar o uso indevido dos convênios.
A movimentação financeira envolve entidades ligadas à questão agrária e à saúde indígena. Também há dados sobre repasses para ONGs do programa Segundo Tempo, do Ministério dos Esportes, para convênios do Ministério de Ciência e Tecnologia e até mesmo para uma organização utilizada pela máfia das ambulâncias para fraudar o Ministério da Saúde.
Antes mesmo de começar a funcionar, após quase três meses de adiamento, a CPI sofreu blindagens de ambos os lados. Como mostrou o Congresso em Foco (leia mais), as investigações travaram quando a oposição quis preservar a análise sobre os convênios da Alfabetização Solidária (Alfasol), fundada pela mulher do ex-presidente Fernando Henrique, Ruth Cardoso. A tentativa de blindar a ONG de Ruth ocorreu em uma das reuniões da CPI realizada reservadamente. Em contrapartida à proteção, haveria outro muro de contenção. A comissão não mexeria na Rede 13, entidade petista extinta em agosto de 2003 e que foi dirigida por Lurian Cordeiro Lula da Silva, filha do presidente Lula.
O esvaziamento da comissão, que chegou a marcar recentemente depoimentos às sextas-feiras, quando o quorum dos senadores é muito baixo, permaneceu mesmo ontem com a posse do novo relator. O líder do PSDB tomou posse na presença apenas de funcionários das comissões. Com ele só o presidente da CPI, senador Heráclito Fortes (DEM-PI).
Durante seu discurso, Arthur Virgílio disse que vai pedir quebra de sigilos por acreditar na "decência" dos seus colegas de comissão. "Não é possível que todos se lixem para opinião pública. Sei que já tem um que disse que se lixava, mas acredito na decência dos meus colegas".
Mais aqui.
A CPI das ONGs guarda há quase um ano relatórios ainda sem análise sobre a movimentação financeira de 19 entidades suspeitas de desvios de recursos por meio de convênios com o governo federal. Os dados enviados pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) chegaram à secretaria da comissão no dia 4 de junho de 2008.
Mesmo com informações importantes nas mãos, senadores da base aliada e da oposição preferiram não aprofundar a investigação na comissão, que agoniza desde o ano passado com a falta de quorum. O sopro dado anteontem à CPI com a substituição do relator, Inácio Arruda (PCdoB-CE), pelo líder tucano, Arthur Virgílio (AM), não deve tirar a poeira desses relatórios.
Os oposicionistas querem mirar os convênios das entidades que receberam dinheiro da Petrobras, alvo da CPI que será relatada e presidida por senadores governistas.
O novo relator da CPI reconheceu não saber da existência dos dados do Coaf e nem por que os senadores da oposição deixaram de analisar essas informações. "Tem documentos que ainda não foram analisados e agora serão examinados. Não tenho vocação para passar a mão na cabeça de corrupto", disse Arthur Virgílio ao Congresso em Foco.
Com o pedido de informações ao Coaf, os oposicionistas da CPI das ONGs buscavam indícios que justificassem a aprovação da quebra de sigilo bancário, fiscal e telefônico de organizações não governamentais ligadas ao governo Lula. Em desvantagem numérica em relação à base aliada, ocupando apenas quatro das 11 cadeiras do colegiado, a oposição não conseguia aprovar as quebras de sigilos sem antes ter os dados do Coaf que pudessem revelar o uso indevido dos convênios.
A movimentação financeira envolve entidades ligadas à questão agrária e à saúde indígena. Também há dados sobre repasses para ONGs do programa Segundo Tempo, do Ministério dos Esportes, para convênios do Ministério de Ciência e Tecnologia e até mesmo para uma organização utilizada pela máfia das ambulâncias para fraudar o Ministério da Saúde.
Antes mesmo de começar a funcionar, após quase três meses de adiamento, a CPI sofreu blindagens de ambos os lados. Como mostrou o Congresso em Foco (leia mais), as investigações travaram quando a oposição quis preservar a análise sobre os convênios da Alfabetização Solidária (Alfasol), fundada pela mulher do ex-presidente Fernando Henrique, Ruth Cardoso. A tentativa de blindar a ONG de Ruth ocorreu em uma das reuniões da CPI realizada reservadamente. Em contrapartida à proteção, haveria outro muro de contenção. A comissão não mexeria na Rede 13, entidade petista extinta em agosto de 2003 e que foi dirigida por Lurian Cordeiro Lula da Silva, filha do presidente Lula.
O esvaziamento da comissão, que chegou a marcar recentemente depoimentos às sextas-feiras, quando o quorum dos senadores é muito baixo, permaneceu mesmo ontem com a posse do novo relator. O líder do PSDB tomou posse na presença apenas de funcionários das comissões. Com ele só o presidente da CPI, senador Heráclito Fortes (DEM-PI).
Durante seu discurso, Arthur Virgílio disse que vai pedir quebra de sigilos por acreditar na "decência" dos seus colegas de comissão. "Não é possível que todos se lixem para opinião pública. Sei que já tem um que disse que se lixava, mas acredito na decência dos meus colegas".
Mais aqui.
Vic não fala sozinho pelo Democratas
No Blog do Estado, do jornalista Miguel Oliveira:
Já chegou ao limite do insuportável a desenvoltura com a qual o deputado federal Vic Pires Franco atua em nome do Democratas.
Falando pelo partido, Vic articula coligações para 2010, corteja aliados e ofende quem o presidente do Democratas julga serem seus inimigos, uns até passageiros.
Mas o que muita gente não sabe é que Vic não é o dono do partido, como ele mesmo apregoa.
O Democratas tem em seus quadros, além de Vic, outros políticos com mandato eletivo. Um, inclusive, o deputado federal Lira Maia, foi eleito com 103 mil votos. O deputado estadual Márcio Miranda é outra liderança do partido.
Por isso, não será surpresa para ninguém se Vic for desautorizado a falar exclusivamente em nome do partido sem a anuência dos demais membros do diretório do Democratas com vistas a sucessão estadual.
Já chegou ao limite do insuportável a desenvoltura com a qual o deputado federal Vic Pires Franco atua em nome do Democratas.
Falando pelo partido, Vic articula coligações para 2010, corteja aliados e ofende quem o presidente do Democratas julga serem seus inimigos, uns até passageiros.
Mas o que muita gente não sabe é que Vic não é o dono do partido, como ele mesmo apregoa.
O Democratas tem em seus quadros, além de Vic, outros políticos com mandato eletivo. Um, inclusive, o deputado federal Lira Maia, foi eleito com 103 mil votos. O deputado estadual Márcio Miranda é outra liderança do partido.
Por isso, não será surpresa para ninguém se Vic for desautorizado a falar exclusivamente em nome do partido sem a anuência dos demais membros do diretório do Democratas com vistas a sucessão estadual.
Digite *#06#. O ladrão é que não vai gostar.
Leitor que bateu o olho na postagem sobre o furto do telefone celular da jornalista Franssinete Florenzano dá duas dicas preciosa para amenizar os prejuízos com esse tipo de ocorrência:
Diz ele:
1.Quando adquirir outro telefone, digite *#06# para obter um código de fábrica que, informado a sua operadora, ela inutiliza o equipamento para uso, se roubado ou perdido.
2.Grave sua agenda de telefones no chip, e não no aparelho. Assim, quando você voltar a usar o número - você tem o direito de usar o mesmo número (faça um BO) - você terá sua agenda de volta.
Registrado.
Diz ele:
1.Quando adquirir outro telefone, digite *#06# para obter um código de fábrica que, informado a sua operadora, ela inutiliza o equipamento para uso, se roubado ou perdido.
2.Grave sua agenda de telefones no chip, e não no aparelho. Assim, quando você voltar a usar o número - você tem o direito de usar o mesmo número (faça um BO) - você terá sua agenda de volta.
Registrado.
MPF pede o fechamento do porto de Alenquer
A Prefeitura de Alenquer, município do oeste paraense, às margens do rio Amazonas, pode ser obrigada a fechar o porto da cidade. O pedido foi feito pelo Ministério Público Federal, que identificou diversas irregularidades no funcionamento e na construção de um novo terminal de passageiros e cargas. A principal irregularidade é que o Executivo municipal não tem permissão legal para administrar, cobrar taxas, nem para fazer nenhuma obra portuária.
O procurador da República Marcel Brugnera Mesquita ajuizou ação civil pública na Justiça Federal de Santarém pedindo que a prefeitura seja obrigada a paralisar o porto. A ação também pretende fazer com que a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) se pronuncie definitivamente sobre os pedidos de licença que a prefeitura fez para o terminal.
A própria Antaq fez inspeção no local em 2006 e constatou as irregularidades. A prefeitura foi comunicada que as operações do porto eram ilegais no mesmo ano. Em 2008, o MPF recomendou à prefeitura que paralisasse as atividades para regularizar a situação do porto. Mesmo assim, nem a Antaq nem a prefeitura fizeram nada para solucionar o problema e a obra do novo terminal continuou até a inauguração, no final de 2008.
Atualmente, o porto está parcialmente interditado por deficiências na estrutura física. A obra tinha inúmeros problemas, como falta de licença ambiental para a construção; de certificação do Corpo de Bombeiros local quanto à segurança; e até mesmo da assinatura do engenheiro responsável.
A construção do terminal portuário sem autorização da Antaq pode gerar uma multa de R$ 1 milhão para a prefeitura.
A ação já está tramitando na Justiça com nº 2009.39.02.000694-2 . Ao final do processo, a Antaq também deverá ser obrigada a fazer uma análise definitiva da solicitação para exploração do porto, feita pela prefeitura, emitindo ou negando a autorização. Se a autorização for negada, a prefeitura pode ser obrigada a demolir o terminal de carga de passageiros.
Fonte: Assessoria de Imprensa do MPF
O procurador da República Marcel Brugnera Mesquita ajuizou ação civil pública na Justiça Federal de Santarém pedindo que a prefeitura seja obrigada a paralisar o porto. A ação também pretende fazer com que a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) se pronuncie definitivamente sobre os pedidos de licença que a prefeitura fez para o terminal.
A própria Antaq fez inspeção no local em 2006 e constatou as irregularidades. A prefeitura foi comunicada que as operações do porto eram ilegais no mesmo ano. Em 2008, o MPF recomendou à prefeitura que paralisasse as atividades para regularizar a situação do porto. Mesmo assim, nem a Antaq nem a prefeitura fizeram nada para solucionar o problema e a obra do novo terminal continuou até a inauguração, no final de 2008.
Atualmente, o porto está parcialmente interditado por deficiências na estrutura física. A obra tinha inúmeros problemas, como falta de licença ambiental para a construção; de certificação do Corpo de Bombeiros local quanto à segurança; e até mesmo da assinatura do engenheiro responsável.
A construção do terminal portuário sem autorização da Antaq pode gerar uma multa de R$ 1 milhão para a prefeitura.
A ação já está tramitando na Justiça com nº 2009.39.02.000694-2 . Ao final do processo, a Antaq também deverá ser obrigada a fazer uma análise definitiva da solicitação para exploração do porto, feita pela prefeitura, emitindo ou negando a autorização. Se a autorização for negada, a prefeitura pode ser obrigada a demolir o terminal de carga de passageiros.
Fonte: Assessoria de Imprensa do MPF
Livro sobre Direito Francês será lançado durante seminário
O livro "Introdução ao Direito Francês", organizado por Thales Morais da Costa e publicado pela editora Juruá, será lançado neste sábado (30), às 10h30, no Hangar, por ocasião do "Seminário Internacional - Teoria do Direito e Sustentabilidade", promovido pelo Cesupa. O prefácio é de Michel Fermont (em francês) e Francisco Rezek (em português). Este último, aliás, classifica a obra como "um valioso patrimônio científico".O livro, que recebeu o label do Ano da França no Brasil, é o resultado de um projeto de pesquisa de direito comparado franco-brasileiro que durou dois anos, foi lançado no último dia 25 no "Congresso de Direito Francês e Brasileiro - Perspectivas Nacionais e Comparadas", em Porto Alegre, e conta, dentre seus articulistas, com a participação de duas autoras paraenses: a promotora de Justiça Fábia de Melo-Fournier, do Ministério Público do Pará, mestre em Direito Penal e doutoranda em Direito Comparado pela Sorbonne, e a professora do Cesupa Lise Tupiassu, doutoranda pela Universidade de Toulouse.
Belém ou Manaus para sede da Copa?
O blog fez essa singela pergunta a alguns coleguinhas da nossa, como diríamos, crônica esportiva.
Eles responderam.
E os que expressaram a opinião de que Manaus será a escolhida não gostariam, evidentemente, que fosse assim. Gostariam que fosse Belém. Mas acham que dá Manaus.
Confira abaixo as respostas:
-------------------------------------------
Carlos Ferreira – colunista de O LIBERAL e comentarista da Rádio Liberal e da TV Liberal
Belém e Manaus
Leonardo Aquino – editor de Esporte da TV Liberal
Manaus
Thiago Barros – editor de Esporte de OLIBERAL
Manaus
J.R. Rodrigues– editor de Esporte do Diário do Pará
Belém
Eduardo Mendes – editor de Esporte Eduardo Mendes
Belém
Gerson Nogueira – redator-chefe do Diário do Pará - onde também assina uma coluna sobre esporte – e comentarista da Rádio Clube do Pará, além de editor do Blog do Gerson Nogueira.
Belém
Guilherme Guerreiro – chefe da equipe de Esporte da Rádio Clube do Pará
Belém e Manaus
Plácido Ramos – editor de Esporte da TV Cultura
Belém e Manaus
Abner Luiz – chefe da equipe de Esporte da Rádio Liberal AM
Belém e Manaus
E o poster, que é editor, redator, repórter, porteiro e faxineiro daqui da redação?
Manaus
Está preparando a bandeira e azeitando as buzinas para comemorar, no caso de Belém ser a escolhida.
Mas acha que dá Manaus.
Eles responderam.
E os que expressaram a opinião de que Manaus será a escolhida não gostariam, evidentemente, que fosse assim. Gostariam que fosse Belém. Mas acham que dá Manaus.
Confira abaixo as respostas:
-------------------------------------------
Carlos Ferreira – colunista de O LIBERAL e comentarista da Rádio Liberal e da TV Liberal
Belém e Manaus
Leonardo Aquino – editor de Esporte da TV Liberal
Manaus
Thiago Barros – editor de Esporte de OLIBERAL
Manaus
J.R. Rodrigues– editor de Esporte do Diário do Pará
Belém
Eduardo Mendes – editor de Esporte Eduardo Mendes
Belém
Gerson Nogueira – redator-chefe do Diário do Pará - onde também assina uma coluna sobre esporte – e comentarista da Rádio Clube do Pará, além de editor do Blog do Gerson Nogueira.
Belém
Guilherme Guerreiro – chefe da equipe de Esporte da Rádio Clube do Pará
Belém e Manaus
Plácido Ramos – editor de Esporte da TV Cultura
Belém e Manaus
Abner Luiz – chefe da equipe de Esporte da Rádio Liberal AM
Belém e Manaus
E o poster, que é editor, redator, repórter, porteiro e faxineiro daqui da redação?
Manaus
Está preparando a bandeira e azeitando as buzinas para comemorar, no caso de Belém ser a escolhida.
Mas acha que dá Manaus.
Parlamaz discute os rumos do desenvolvimento na Amazônia
A necessidade de investimentos em ciência e tecnologia destinados à Amazônia é um das alternativas para por em prática o chamado desenvolvimento sustentável na região, capaz de garantir condições de sobrevivência ao planeta e ao homem da floresta. Essa foi a tônica dos debates realizados pelo Parlamento Amazônico (Parlamaz), na tarde desta quinta-feira (28), no Hangar Centro de Convenções, em Belém. O encontro aconteceu simultaneamente à programação da XIII Conferência Nacional dos Legislativos Estaduais, coordenada pela Unale, que discute até esta sexta-feira (29) na capital paraense, “A Saúde Pública no Brasil”.
O Parlamaz, que congrega os deputados estaduais dos nove estados da Amazônia Legal, tem aprofundado a discussão em torno de um modelo de desenvolvimento aliado à preservação ambiental. "É importante a união de todos os estados amazônicos para que a nossa região mereça o respeito e a atenção no cenário nacional e não se mantenha isolada das possibilidades de desenvolvimento", disse o deputado Domingos Juvenil, presidente do Parlamaz.
Fontes renováveis - A primeira palestra do encontro foi do consultor ambiental, Ricardo Fernandes, que apontou, ao discorrer sobre Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL) e Créditos de Carbono, quatro fatores para a consolidação dos negócios ambientais: a otimização energética, a gestão de resíduos, o uso racional da água e a redução na emissão de gases. “Com essa perspectiva será possível transformar passivos ambientais em ativos financeiros”, assinalou.
Segundo Fernandes, os projetos voltados para redução da poluição ambiental devem movimentar nos próximos anos, 5% do PIB mundial. Ele citou o projeto do Aterro Sanitário do Aurá, em Belém, que já alcançou mais de 3 milhões em créditos, os chamados Certificados de Emissões Reduzidas (CER), gerando cerca de 60 milhões de dólares.
Ciência e Tecnologia - A necessidade de mudança no modo de produção também foi compartilhada pelo economista e professor, Mário Ribeiro, que falou sobre a “Economia na Amazônia”. Para ele, sem investimentos em conhecimento, ciência e tecnologia, será impossível resgatar os 27 milhões de amazônidas que vivem à margem do desenvolvimento e incluí-los no processo produtivo de baixo impacto ambiental. “Não podemos ficar reféns dos inovadores da tecnologia, dos organismos internacionais e nem dos grandes centros de decisão”, destacou o professor, ao acrescentar que, “se continuarmos excluídos tecnologicamente, corremos risco da questão ambiental ficar sem controle”.
Para reforçar a tese de que o isolamento imposto à região tem sido um dos entraves ao binômio desenvolvimento e preservação ambiental, Mário Ribeiro lembrou que o Plano Amazônia Sustentável, do governo federal, “ignora a região Amazônica, sequer faz uma referência à regularização fundiária, primeiro passo para distinguir onde devemos produzir e onde devemos preservar”.
O senador Mozarildo Cavacante (PTB/RR) encerrou o ciclo de palestras do Parlamaz. O senador também foi contundente ao defender que as lideranças que conhecem a realidade são capazes definir os melhores rumos para a região. “Não aceitamos prescrição do centro-sul, nem organismos ambientais”, disse, ao rechaçar o que batizou de esquizofrenia contra a Amazônia, que aponta os amazônidas como predadores e inimigos da floresta.
Fonte: Assessoria Parlamentar
O Parlamaz, que congrega os deputados estaduais dos nove estados da Amazônia Legal, tem aprofundado a discussão em torno de um modelo de desenvolvimento aliado à preservação ambiental. "É importante a união de todos os estados amazônicos para que a nossa região mereça o respeito e a atenção no cenário nacional e não se mantenha isolada das possibilidades de desenvolvimento", disse o deputado Domingos Juvenil, presidente do Parlamaz.
Fontes renováveis - A primeira palestra do encontro foi do consultor ambiental, Ricardo Fernandes, que apontou, ao discorrer sobre Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL) e Créditos de Carbono, quatro fatores para a consolidação dos negócios ambientais: a otimização energética, a gestão de resíduos, o uso racional da água e a redução na emissão de gases. “Com essa perspectiva será possível transformar passivos ambientais em ativos financeiros”, assinalou.
Segundo Fernandes, os projetos voltados para redução da poluição ambiental devem movimentar nos próximos anos, 5% do PIB mundial. Ele citou o projeto do Aterro Sanitário do Aurá, em Belém, que já alcançou mais de 3 milhões em créditos, os chamados Certificados de Emissões Reduzidas (CER), gerando cerca de 60 milhões de dólares.
Ciência e Tecnologia - A necessidade de mudança no modo de produção também foi compartilhada pelo economista e professor, Mário Ribeiro, que falou sobre a “Economia na Amazônia”. Para ele, sem investimentos em conhecimento, ciência e tecnologia, será impossível resgatar os 27 milhões de amazônidas que vivem à margem do desenvolvimento e incluí-los no processo produtivo de baixo impacto ambiental. “Não podemos ficar reféns dos inovadores da tecnologia, dos organismos internacionais e nem dos grandes centros de decisão”, destacou o professor, ao acrescentar que, “se continuarmos excluídos tecnologicamente, corremos risco da questão ambiental ficar sem controle”.
Para reforçar a tese de que o isolamento imposto à região tem sido um dos entraves ao binômio desenvolvimento e preservação ambiental, Mário Ribeiro lembrou que o Plano Amazônia Sustentável, do governo federal, “ignora a região Amazônica, sequer faz uma referência à regularização fundiária, primeiro passo para distinguir onde devemos produzir e onde devemos preservar”.
O senador Mozarildo Cavacante (PTB/RR) encerrou o ciclo de palestras do Parlamaz. O senador também foi contundente ao defender que as lideranças que conhecem a realidade são capazes definir os melhores rumos para a região. “Não aceitamos prescrição do centro-sul, nem organismos ambientais”, disse, ao rechaçar o que batizou de esquizofrenia contra a Amazônia, que aponta os amazônidas como predadores e inimigos da floresta.
Fonte: Assessoria Parlamentar
Os moradores do conjunto serão indenizados?
Deem uma passadinha no Belenâmbulo e vejam a cópia escanenada da escritura pública de compra e venda do terreno correspondente à área onde foi construído o conjunto do Basa.Na imagem acima, aparece apenas a primeira página.
Vão lá no Belenâmbulo e vejam as páginas restantes.
A escritura data de 19 de abril de 1968.
Diz o blog:
O Basa, como lá se constata, comprou o imóvel "com todas as benfeitorias". No documento, são citadas apenas as dimensões do terreno, não havendo menção a nenhuma via pública que passasse por dentro dele.
Como já foi comentado aqui e em outros blogs, o fato de se tratar de propriedade particular não impede a desapropriação, entretanto garante o direito à indenização. E aí? Os moradores do conjunto serão indenizados?
PT já alertou Ana Júlia de que Puty deve “tomar cuidado”
Está enganado, muito enganado se alguém pensa que apenas os secretários Valmir Ortega (Sema), Fábio Castro (Secom) e André Farias (Integração Regional) é que já subiram ao patíbulo do governo Ana Júlia.
Nas últimas semanas – e sobretudo nesta que está se encerrando -, o nome de Cláudio Puty freqüentou as conversas de dez entre dez petistas, de dez entre dez aliados.
E em cada 20 petistas e aliados, os 20 querem a cabeça de Puty.
Aliás, querem cabeça, tronco e membros.
O Campo Majoritário – que congrega nada menos que as correntes Unidade na Luta, Articulação Socialista e PT Pra Valer – não esconde de ninguém que pretende ver Puty pelas costas – como o máximo respeito, é claro, que Sua Excelência nos merece.
O blog ouviu duas versões.
Uma, a de que o Campo Majoritário já pediu formalmente à governadora Ana Júlia que expurgue Puty do governo. Urgentemente.
A outra dá conta de que, se alguma corrente petista ainda não pediu claramente a cabeça de Puty, é porque isso seria plenamente dispensável, uma vez que a própria governadora sabe perfeitamente do nível de insatisfação que seu chefe da Casa Civil desperta.
A última evidência dessa insatisfação manifestou-se nos arroubos de Machida protagonizados pelo secretário de Transportes, Valdir Ganzer, que quase dá um soco em Puty, na última vez em que ambos e mais alguns circunstantes estiveram diante dos olhos da governadora.
Por que doutor Puty é alvo, hoje, das antipatias de 20 em cada 20 petistas e aliados?
Por que ele virou a saúva – ou então – a Geni do governo Ana Júlia?
Simples, conforme o blog já abordou várias vezes: ninguém se conforma que Ana Júlia mantenha Puty na articulação política do governo, sendo ele pré-candidato escancarado a deputado federal, com o apoio de Ana Júlia e com direito, inclusive, a representá-la em despedidas de moçoilas, com direito a discurso e tudo.
João Batista: “É preciso cuidado”
O repórter conversou com o presidente do Diretório Regional do PT, João Batista Barbosa da Silva.
Ele foi enfático: o partido jamais pediu a cabeça de ninguém, inclusive e sobretudo de Puty, que merece, presume-se, a absoluta confiança da governadora, tanto que exerce o cargo de maior relevância no governo.
João Batista fez, todavia, uma ponderação.
“O que nós [o PT] já mostramos à governadora é que, sem exceção, todos os secretários que são pré-candidatos devem ter muito cuidado na sua atuação política, porque, evidentemente, essa condição pode estimular disputas. E entre todos esses pré-candidatos, achamos que muito mais cuidado ainda precisa ter o chefe da Casa Civil, porque ele é o encarregado da articulação política, uma das áreas mais delicadas do governo”, explicou João Batista.
O presidente petista ressaltou que continua de pé a deliberação aprovada pelo partido em dezembro do ano passado, de manter a aliança com o PMDB e demais partidos. “Não há qualquer dúvida de que é interesse do PT manter essa aliança intacta, inclusive com a participação do PMDB. Achamos que isso é imprescindível para a disputa de 2010”, reforçou João Batista.
É o que pensa o PT.
Resta saber o que acha a governadora Ana Júlia do PMDB.
Resta saber o que acha dos peemedebistas.
Nas últimas semanas – e sobretudo nesta que está se encerrando -, o nome de Cláudio Puty freqüentou as conversas de dez entre dez petistas, de dez entre dez aliados.
E em cada 20 petistas e aliados, os 20 querem a cabeça de Puty.
Aliás, querem cabeça, tronco e membros.
O Campo Majoritário – que congrega nada menos que as correntes Unidade na Luta, Articulação Socialista e PT Pra Valer – não esconde de ninguém que pretende ver Puty pelas costas – como o máximo respeito, é claro, que Sua Excelência nos merece.
O blog ouviu duas versões.
Uma, a de que o Campo Majoritário já pediu formalmente à governadora Ana Júlia que expurgue Puty do governo. Urgentemente.
A outra dá conta de que, se alguma corrente petista ainda não pediu claramente a cabeça de Puty, é porque isso seria plenamente dispensável, uma vez que a própria governadora sabe perfeitamente do nível de insatisfação que seu chefe da Casa Civil desperta.
A última evidência dessa insatisfação manifestou-se nos arroubos de Machida protagonizados pelo secretário de Transportes, Valdir Ganzer, que quase dá um soco em Puty, na última vez em que ambos e mais alguns circunstantes estiveram diante dos olhos da governadora.
Por que doutor Puty é alvo, hoje, das antipatias de 20 em cada 20 petistas e aliados?
Por que ele virou a saúva – ou então – a Geni do governo Ana Júlia?
Simples, conforme o blog já abordou várias vezes: ninguém se conforma que Ana Júlia mantenha Puty na articulação política do governo, sendo ele pré-candidato escancarado a deputado federal, com o apoio de Ana Júlia e com direito, inclusive, a representá-la em despedidas de moçoilas, com direito a discurso e tudo.
João Batista: “É preciso cuidado”
O repórter conversou com o presidente do Diretório Regional do PT, João Batista Barbosa da Silva.
Ele foi enfático: o partido jamais pediu a cabeça de ninguém, inclusive e sobretudo de Puty, que merece, presume-se, a absoluta confiança da governadora, tanto que exerce o cargo de maior relevância no governo.
João Batista fez, todavia, uma ponderação.
“O que nós [o PT] já mostramos à governadora é que, sem exceção, todos os secretários que são pré-candidatos devem ter muito cuidado na sua atuação política, porque, evidentemente, essa condição pode estimular disputas. E entre todos esses pré-candidatos, achamos que muito mais cuidado ainda precisa ter o chefe da Casa Civil, porque ele é o encarregado da articulação política, uma das áreas mais delicadas do governo”, explicou João Batista.
O presidente petista ressaltou que continua de pé a deliberação aprovada pelo partido em dezembro do ano passado, de manter a aliança com o PMDB e demais partidos. “Não há qualquer dúvida de que é interesse do PT manter essa aliança intacta, inclusive com a participação do PMDB. Achamos que isso é imprescindível para a disputa de 2010”, reforçou João Batista.
É o que pensa o PT.
Resta saber o que acha a governadora Ana Júlia do PMDB.
Resta saber o que acha dos peemedebistas.
Os jovens, também eles, sentem a “desarticulação” de Puty
E por falar em articulação, Leopoldo Vieira, em seu Juventude em Pauta, faz uma postagem sobre a mobilização dos estudantes em favor da regulamentação da lei que assegura a meia passagem intermunicipal.
Diz Leopoldo, lá pelas tantas, que “a desarticulação política do governo do Pará perdeu o time de lançar mão de seus expedientes de governabilidade quando isso ainda era possível, principalmente estar o chefe da Casa Civil à frente das articulações, já que declara para seus interlocutores que vê extrema importância no projeto.”
Leia abaixo a íntegra da postagem, intitulada Reaberta a agenda da meia intermunicipal:
--------------------------------------
Foi muito produtiva a nova recepção pela Assembléia Legislativa do Pará dos estudantes mobilizados pela luta pela aprovação da lei que deve regulamentar a meia-passagem intermunicipal.
Após a madrugada de vigília (clique para ler notícia no jornal O Globo) e um ato com lideranças de vários municípios, UPES, UBES, UAP, UNE, UMES e Movimento Pró-Meia reuniram na sala VIP com os deputados Carlos Bordalo (PT), Bernadete Ten Caten (PT), Ana Cunha (PSDB), Suleima Pegado (PSDB), Bira Barbosa (PSDB), Manoel Pioneiro (PSDB) e Simone Morgado (PMDB), que preside a Comissão de Finanças da Casa e será a relatora do projeto, que é de iniciativa do Poder Executivo.
Numa discussão aberta, pacífica e responsável sobre os dilemas que emperram, no âmbito parlamentar,a aprovação do direito conquistado em 2007, o mais importante foi conseguir retomar uma agenda no parlamento estadual, que estava suspensa desde março de 2008. Me refiro aqui ao trâmite concreto da medida dentro dos procedimentos legislativos.
PT, PMDB e PSDB, as três maiores bancadas da Casa, se comprometeram em levar adiante de forma conjunta o projeto, mediando também posições com os emprésários e com o Governo do Estado para se chegar a uma proposta comum, mas, de antemão, se discutirá sob a base comum de que o direito deve ser referenciado no traslado entre o local de moradia ao de estudo do aluno.
Também foi acordado que as comissões de Justiça, Finanças e Transportes farão sessão conjunta para analisar o projeto, o que economizará pelo menos 40 dias de trâmite. Os três partidos também firmaram o comprimisso de votar a regulamentação da meia-passagem intermunicipal até o final de agosto, pois agora entra em pauta a LDO e o recesso parlamentar vem em seguida.
A deputada Simone Morgado, como relatora, se comprometeu pessoalmente com a aprovação da meia. Já o deputado Bordalo apresentou a emenda da bancada do PT que estipula raio de 250 km e 4 pasagens semanais para estudantes que estudam em distâncias maiores que essa da cidade em que residem.
Afinal, chegou-se à conclusão que venho defendendo há dois anos: precisamos construir um consenso entre os atores deste debate para que o direito seja assegurado, mas que não recaia sobre os usuários comuns e nem precarize ainda mais o sistema de transporte, e, acima de tudo, abra a caixa-preta dos custos do sistema para que, de forma processual, possamos ampliá-lo, conhecendo minunciosamente seu funcionamento.
O Governo do Estado terá que responder concretamente à duas questões postas pelos emprésários e consideradas justas pelos estudantes, porque só os beneficia: a fiscalização do transporte alternativo pela Arcon, para que transporte com todos os direitos reservados os alunos portadores da meia-passagem; e o que pode fazer a Sefa para facilitar a implementação da medida, já que há uma enorme defasagem no preço das tarifas, produzida pelo governo Jatene.
Lembre, leitor, que o governador Arruda, do DEM, vai instituir em Brasília o passe-livre estudantil e com recursos do Tesouro, ou seja, sem implicar repasse de tarifa para o usuário. Não acredito que a nossa SEFA, devidamente orientada pela nossa Casa Civil, não possa dar uma resposta a isso.
Afirmo que o mais importante foi a reabertura da agenda porque a área de desarticulação política do governo do Pará perdeu o time de lançar mão de seus expedientes de governabilidade quando isso ainda era possível, principalmente estar o Chefe da Casa Civil à frente das articulações, já que declara para seus interlocutores que vê extrema importância no projeto. Mas, hoje em dia, a Alepa é exclusivamente terreno dos deputados. Infelizmente, não há mais nada que o Executivo possa fazer nessa seara, senão aquele "apoio moral".
Contudo, essa agenda reaberta e a nova dinâmica negocial surgida são bons presságios para a meia-passagem, pois temos calendário, relação direta com quem manda, os deputados, e o compromisso de pôr na pauta de votação a medida pelos principais partidos da Casa, com a base fundamental do projeto, a referência por local de moradia, devidamente acordada.
Agora é ampliar as lutas e exigir do governo que cumpra o papel que ainda pode cumprir.
Diz Leopoldo, lá pelas tantas, que “a desarticulação política do governo do Pará perdeu o time de lançar mão de seus expedientes de governabilidade quando isso ainda era possível, principalmente estar o chefe da Casa Civil à frente das articulações, já que declara para seus interlocutores que vê extrema importância no projeto.”
Leia abaixo a íntegra da postagem, intitulada Reaberta a agenda da meia intermunicipal:
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Foi muito produtiva a nova recepção pela Assembléia Legislativa do Pará dos estudantes mobilizados pela luta pela aprovação da lei que deve regulamentar a meia-passagem intermunicipal.
Após a madrugada de vigília (clique para ler notícia no jornal O Globo) e um ato com lideranças de vários municípios, UPES, UBES, UAP, UNE, UMES e Movimento Pró-Meia reuniram na sala VIP com os deputados Carlos Bordalo (PT), Bernadete Ten Caten (PT), Ana Cunha (PSDB), Suleima Pegado (PSDB), Bira Barbosa (PSDB), Manoel Pioneiro (PSDB) e Simone Morgado (PMDB), que preside a Comissão de Finanças da Casa e será a relatora do projeto, que é de iniciativa do Poder Executivo.
Numa discussão aberta, pacífica e responsável sobre os dilemas que emperram, no âmbito parlamentar,a aprovação do direito conquistado em 2007, o mais importante foi conseguir retomar uma agenda no parlamento estadual, que estava suspensa desde março de 2008. Me refiro aqui ao trâmite concreto da medida dentro dos procedimentos legislativos.
PT, PMDB e PSDB, as três maiores bancadas da Casa, se comprometeram em levar adiante de forma conjunta o projeto, mediando também posições com os emprésários e com o Governo do Estado para se chegar a uma proposta comum, mas, de antemão, se discutirá sob a base comum de que o direito deve ser referenciado no traslado entre o local de moradia ao de estudo do aluno.
Também foi acordado que as comissões de Justiça, Finanças e Transportes farão sessão conjunta para analisar o projeto, o que economizará pelo menos 40 dias de trâmite. Os três partidos também firmaram o comprimisso de votar a regulamentação da meia-passagem intermunicipal até o final de agosto, pois agora entra em pauta a LDO e o recesso parlamentar vem em seguida.
A deputada Simone Morgado, como relatora, se comprometeu pessoalmente com a aprovação da meia. Já o deputado Bordalo apresentou a emenda da bancada do PT que estipula raio de 250 km e 4 pasagens semanais para estudantes que estudam em distâncias maiores que essa da cidade em que residem.
Afinal, chegou-se à conclusão que venho defendendo há dois anos: precisamos construir um consenso entre os atores deste debate para que o direito seja assegurado, mas que não recaia sobre os usuários comuns e nem precarize ainda mais o sistema de transporte, e, acima de tudo, abra a caixa-preta dos custos do sistema para que, de forma processual, possamos ampliá-lo, conhecendo minunciosamente seu funcionamento.
O Governo do Estado terá que responder concretamente à duas questões postas pelos emprésários e consideradas justas pelos estudantes, porque só os beneficia: a fiscalização do transporte alternativo pela Arcon, para que transporte com todos os direitos reservados os alunos portadores da meia-passagem; e o que pode fazer a Sefa para facilitar a implementação da medida, já que há uma enorme defasagem no preço das tarifas, produzida pelo governo Jatene.
Lembre, leitor, que o governador Arruda, do DEM, vai instituir em Brasília o passe-livre estudantil e com recursos do Tesouro, ou seja, sem implicar repasse de tarifa para o usuário. Não acredito que a nossa SEFA, devidamente orientada pela nossa Casa Civil, não possa dar uma resposta a isso.
Afirmo que o mais importante foi a reabertura da agenda porque a área de desarticulação política do governo do Pará perdeu o time de lançar mão de seus expedientes de governabilidade quando isso ainda era possível, principalmente estar o Chefe da Casa Civil à frente das articulações, já que declara para seus interlocutores que vê extrema importância no projeto. Mas, hoje em dia, a Alepa é exclusivamente terreno dos deputados. Infelizmente, não há mais nada que o Executivo possa fazer nessa seara, senão aquele "apoio moral".
Contudo, essa agenda reaberta e a nova dinâmica negocial surgida são bons presságios para a meia-passagem, pois temos calendário, relação direta com quem manda, os deputados, e o compromisso de pôr na pauta de votação a medida pelos principais partidos da Casa, com a base fundamental do projeto, a referência por local de moradia, devidamente acordada.
Agora é ampliar as lutas e exigir do governo que cumpra o papel que ainda pode cumprir.
Fiscais negociam com secretário da Fazenda
A primeira rodada de negociação das lideranças dos 670 fiscais de tributos do Pará com o secretário da Fazenda, José Raimundo Trindade, está marcada para logo mais, às 9h,
na Sefa.
O presidente do Sindicato do Fisco, Charles Alcântara, e o presidente da Associação dos Servidores do Fisco, e Antônio Catete, tomam o café da manhã com o secretário para apresentar o Plano de Reestruturação Salarial (PRS), aprovado na semana passada pela categoria durante a I Conferência de Política Salarial do Fisco do Pará.
Os fiscais, cientes da gravidade da crise, concordam em abrir mão de ganhos salariais reais e imediatos em troca da garantia do governo para a execução do plano, aplicável em três anos, a partir de 2010.
na Sefa.
O presidente do Sindicato do Fisco, Charles Alcântara, e o presidente da Associação dos Servidores do Fisco, e Antônio Catete, tomam o café da manhã com o secretário para apresentar o Plano de Reestruturação Salarial (PRS), aprovado na semana passada pela categoria durante a I Conferência de Política Salarial do Fisco do Pará.
Os fiscais, cientes da gravidade da crise, concordam em abrir mão de ganhos salariais reais e imediatos em troca da garantia do governo para a execução do plano, aplicável em três anos, a partir de 2010.
Entidades vão protestar contra libertação de Sefer
A advogada Mary Cohen, da Comissão de Direitos Humanos OAB-PA; a irmã Henriqueta Cavalcante, da Comissão Justiça e Paz da CNBB N2, uma representante da Pastoral do Menor no Pará e Amapá, a presidente do PSOL em Belém, Marinor Brito, e Rogério Hohn, que integra a direção nacional do Movimento Atingidos por Barragens, vão se manifestar hoje, a partir das 14h, sobre a decisão do desembargador Raimundo Holanda Reis.
O magistrado mandou libertar da cadeia o ex-deputado Luiz Sefer, que responde a uma ação penal por estupro e atentado violento ao pudor contra uma menor. Ele foi preso na terça-feira, por decisão do juiz Eric Aguiar Peixoto, mas ganhou a liberdade poucas horas antes de ser conduzido a Belém.
O magistrado mandou libertar da cadeia o ex-deputado Luiz Sefer, que responde a uma ação penal por estupro e atentado violento ao pudor contra uma menor. Ele foi preso na terça-feira, por decisão do juiz Eric Aguiar Peixoto, mas ganhou a liberdade poucas horas antes de ser conduzido a Belém.
Produção paraense apresenta suas novidades na Fipa
Dentre as novidades, a Imerys Rio Capim Caulim em parceria com a Chamma da Amazônia lançou uma linha de cosméticos a base de Caulim com sabonete, máscara facial e esfoliante corporal. Até o final do ano serão lançados mais três produtos. O estande da Imerys / Chamma está oferecendo aos visitantes massagens nas mãos com os novos produtos. E ainda tem uma programação teatral com apresentação da Companhia do Sarau durante todos os dias da Feira sempre às 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.
Na indústria alimentícia, a novidade fica por conta da utilização da fécula de mandioca na produção do pão careca, que pode ser degustado no estande da Amazon Amidos / Sindicato de Panificação do Estado. “Ao acrescentar a fécula da mandioca na mistura do pão, estamos desenvolvendo um trabalho social, pois envolve os trabalhadores rurais que atuam na mandiocultura paraense”, explica o presidente do sindicato, Elias Pedrosa.
Refrigerantes em lata nos sabores Limão, Uva, Laranja e Guaraná e a Cerpa Gold em garrafa de 355 ml são os lançamentos da Cerpa, que tem um dos estandes mais concorridos, pois distribui bebidas à vontade, além de ter uma programação musical com shows de cantores regionais. A atração do segundo dia foi a cantora Lia Sophia.
Para o coordenador da IX FIPA, Ivanildo Pontes, a Feira é a oportunidade para as indústrias com diferencial se destacarem. “No momento de crise enquanto muitos estão com medo de investir, a criatividade e a ousadia fazem a diferença, e é isso que a Feira está mostrando. Além disso, a feira é o ambiente para que os visitantes conheçam as novidades da nossa produção, muitas das quais nem chegaram ainda a serem lançadas no mercado”, destaca Ivanildo Pontes.
A IX FIPA, que tem apoio da Confederação Nacional Indústria (CNI), Governo do Pará, SEBRAE e VALE, vai até o dia 30 de maio de 2009, no Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, em Belém. Sempre no horário de 17h às 22h.
Deputado anuncia aprovação do ZEE Zona Oeste no Conama
Em uma reunião, realizada em Santarém, nesta quinta-feira (28), com a presença de representantes de 13 municípios da região Oeste do Estado, além de agricultores familiares e produtores rurais, o deputado estadual Airton Faleiro, líder do governo na Assembléia Legislativa do Pará (Alepa), anunciou a aprovação em última instância, em Brasília, do Zoneamento Ecológico-Econômico da BR-163 (Santarém-Cuiabá) e BR-230 (Transamazônica), conhecido como ZEE Zona Oeste. O projeto de lei, que já foi aprovado na Alepa no fim de 2008, aguardava apenas a aprovação do Conama (Conselho Nacional de Meio Ambiente), fato que acaba de ser comemorado.
“Já esperávamos que o projeto fosse aprovado no Conama, que só não autorizou mais rápido porque o documento teve que ser submetido à análise de representantes da sociedade civil, entre ONGs e entidades ligadas à causas ambientalistas. Agora só falta a sansão do presidente Lula”, explica Faleiro.
Segundo o líder do governo, o ZEE Zona Oeste, que serve como base para a implantação de políticas públicas na região Oeste do Pará, conta com o apoio de organizações governamentais e não governamentais, da iniciativa privada e, principalmente, da sociedade local, por intermédio dos movimentos sociais.
Área de abrangência - O ZEE Zona Oeste abrange 19 municípios paraenses em uma área de 33 milhões de hectares, equivalente ao tamanho do Estado de São Paulo.
O projeto permitirá a intensificação do uso do solo nas áreas alteradas e a recuperação das áreas degradadas. O objetivo é orientar a ocupação dos espaços produtivos do entorno da rodovia e promover o uso racional dos recursos naturais.
Nos locais já desmatados a reserva legal cairá de 80% para 50% da área total, para efeito de recomposição florestal. Baseado em dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o estudo aponta que o desflorestamento nas áreas de Consolidação/Expansão equivale a 7,09% da área total do ZEE.
O governo do Pará conseguiu elaborar o ZEE da BR-163 em apenas dois anos, um feito inédito, considerando que o Acre levou 14 anos para fazer o seu zoneamento e o Mato Grosso está há nove discutindo uma proposta sem chegar a um consenso.
O trabalho, que serve como base para a implantação de políticas públicas na região, conta com o apoio de organizações governamentais e não governamentais, da iniciativa privada e, principalmente, da sociedade local, por intermédio dos movimentos sociais.
Reunião - O evento, realizado na sede do Sindicato dos Produtores Rurais de Santarém, pretende mudar a classificação do rebanho do Baixo Amazonas em relação ao risco de contrair febre aftosa, que passará a ser de risco médio.
A gerência regional da Agência de Defesa Agropecuária do Pará já começa a trabalhar um cronograma específico de metas objetivando sair da classificação do rebanho de alto risco para médio risco da febre aftosa ainda neste ano.
A mudança começa a ser efetivada a partir do avanço no cadastramento das propriedades e do rebanho, garantindo serviço de atenção veterinária e alta cobertura vacinal, com a mobilização de todo o segmento, entre produtores, sindicatos e associações.
A expectativa é que o trabalho comece a mostrar resultados até o final do ano, quando será solicitada ao Ministério da Agricultura, uma auditoria de orientação para possíveis reajustes das ações desenvolvidas na região.
Fonte: assessoria parlamentar
“Já esperávamos que o projeto fosse aprovado no Conama, que só não autorizou mais rápido porque o documento teve que ser submetido à análise de representantes da sociedade civil, entre ONGs e entidades ligadas à causas ambientalistas. Agora só falta a sansão do presidente Lula”, explica Faleiro.
Segundo o líder do governo, o ZEE Zona Oeste, que serve como base para a implantação de políticas públicas na região Oeste do Pará, conta com o apoio de organizações governamentais e não governamentais, da iniciativa privada e, principalmente, da sociedade local, por intermédio dos movimentos sociais.
Área de abrangência - O ZEE Zona Oeste abrange 19 municípios paraenses em uma área de 33 milhões de hectares, equivalente ao tamanho do Estado de São Paulo.
O projeto permitirá a intensificação do uso do solo nas áreas alteradas e a recuperação das áreas degradadas. O objetivo é orientar a ocupação dos espaços produtivos do entorno da rodovia e promover o uso racional dos recursos naturais.
Nos locais já desmatados a reserva legal cairá de 80% para 50% da área total, para efeito de recomposição florestal. Baseado em dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o estudo aponta que o desflorestamento nas áreas de Consolidação/Expansão equivale a 7,09% da área total do ZEE.
O governo do Pará conseguiu elaborar o ZEE da BR-163 em apenas dois anos, um feito inédito, considerando que o Acre levou 14 anos para fazer o seu zoneamento e o Mato Grosso está há nove discutindo uma proposta sem chegar a um consenso.
O trabalho, que serve como base para a implantação de políticas públicas na região, conta com o apoio de organizações governamentais e não governamentais, da iniciativa privada e, principalmente, da sociedade local, por intermédio dos movimentos sociais.
Reunião - O evento, realizado na sede do Sindicato dos Produtores Rurais de Santarém, pretende mudar a classificação do rebanho do Baixo Amazonas em relação ao risco de contrair febre aftosa, que passará a ser de risco médio.
A gerência regional da Agência de Defesa Agropecuária do Pará já começa a trabalhar um cronograma específico de metas objetivando sair da classificação do rebanho de alto risco para médio risco da febre aftosa ainda neste ano.
A mudança começa a ser efetivada a partir do avanço no cadastramento das propriedades e do rebanho, garantindo serviço de atenção veterinária e alta cobertura vacinal, com a mobilização de todo o segmento, entre produtores, sindicatos e associações.
A expectativa é que o trabalho comece a mostrar resultados até o final do ano, quando será solicitada ao Ministério da Agricultura, uma auditoria de orientação para possíveis reajustes das ações desenvolvidas na região.
Fonte: assessoria parlamentar
Bando usa bomba em ataque a carro-forte
No AMAZÔNIA:
Bandidos fortemente armados interceptaram um carro-forte na manhã de ontem na altura do km 61 da Alça Viária, nas imediações do município de Moju, nordeste do Estado. Quatro vigilantes ficaram levemente feridos. O grupo tentou explodir o veículo, mas não conseguiram e nada foi roubado. Segundo as primeiras informações, a quadrilha era formada por entre 10 e 15 assaltantes. Eles se dividiram na fuga, roubando veículos e fazendo pessoas reféns. Dois suspeitos presos, Antônio Francisco Carvalho Barroso e Romildo Costa Furtado, o 'Bida', negam o crime mas foram autuados em flagrante, depois de terem sido reconhecidos pelas vítimas. Os dois foram detidos pela Polícia Militar no porto São Francisco, em Barcarena. Eles estavam em uma embarcação pequena, tipo rabeta. Com eles, foram encontradas algumas munições. Segundo o delegado Xavier, da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), os policiais também perceberam manchas de sangue na rabeta. 'É possível que um ou mais envolvidos tenham sido atingidos durante a troca de tiros', frisou.
De acordo com o delegado, a rabeta já fazia parte dos planos de fuga da quadrilha. Acredita-se que uma parte do bando já tinha sido levada para outro lugar, e Antônio e Romildo eram os próximos que fariam a travessia. Ontem à noite, os dois seriam ouvidos para saber sobre o paradeiro dos outros integrantes do grupo.
Para a polícia, o bando executou um trabalho com características profissionais, pois tinha toda a estrutura necessária para a prática do crime, além de armas e munições de grosso calibre. A organização dos bandidos impressionou os policiais que estiveram no local do crime. O dinheiro do carro-forte, cerca de R$ 750 mil (segundo informação extra-oficial) só não foi roubado porque apenas um dos quatro explosivos detonou e a polícia se aproximava. Os acusados fugiram levando as armas e munições, coletes à prova de balas, escudos de aço, serras elétricas equipadas com esmeris (que seriam utilizadas provavelmente para serrar o cofre), gerador (para funcionamento das serras), extensão elétrica e até galões de gasolina.
Houve troca de tiros em dois momentos: primeiro entre os bandidos e os vigilantes da Norsergel e depois entre os bandidos e os policiais rodoviários estaduais.
De acordo com informações da polícia, o grupo de assaltantes estava desde as 7h nas imediações do km 61 aguardando a passagem do carro-forte. Acredita-se que eles já tinham monitorado a área e sabiam que o veículo passaria por ali ontem, levando dinheiro para municípios da região. Eles estavam divididos em dois veículos, uma caminhonete S-10 azul marinho de placas JXW-2440, de Manaus (AM), e uma caminhonete F4000 de placas KIR-2548, de Castanhal, com um baú de madeira.
Bandidos fortemente armados interceptaram um carro-forte na manhã de ontem na altura do km 61 da Alça Viária, nas imediações do município de Moju, nordeste do Estado. Quatro vigilantes ficaram levemente feridos. O grupo tentou explodir o veículo, mas não conseguiram e nada foi roubado. Segundo as primeiras informações, a quadrilha era formada por entre 10 e 15 assaltantes. Eles se dividiram na fuga, roubando veículos e fazendo pessoas reféns. Dois suspeitos presos, Antônio Francisco Carvalho Barroso e Romildo Costa Furtado, o 'Bida', negam o crime mas foram autuados em flagrante, depois de terem sido reconhecidos pelas vítimas. Os dois foram detidos pela Polícia Militar no porto São Francisco, em Barcarena. Eles estavam em uma embarcação pequena, tipo rabeta. Com eles, foram encontradas algumas munições. Segundo o delegado Xavier, da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), os policiais também perceberam manchas de sangue na rabeta. 'É possível que um ou mais envolvidos tenham sido atingidos durante a troca de tiros', frisou.
De acordo com o delegado, a rabeta já fazia parte dos planos de fuga da quadrilha. Acredita-se que uma parte do bando já tinha sido levada para outro lugar, e Antônio e Romildo eram os próximos que fariam a travessia. Ontem à noite, os dois seriam ouvidos para saber sobre o paradeiro dos outros integrantes do grupo.
Para a polícia, o bando executou um trabalho com características profissionais, pois tinha toda a estrutura necessária para a prática do crime, além de armas e munições de grosso calibre. A organização dos bandidos impressionou os policiais que estiveram no local do crime. O dinheiro do carro-forte, cerca de R$ 750 mil (segundo informação extra-oficial) só não foi roubado porque apenas um dos quatro explosivos detonou e a polícia se aproximava. Os acusados fugiram levando as armas e munições, coletes à prova de balas, escudos de aço, serras elétricas equipadas com esmeris (que seriam utilizadas provavelmente para serrar o cofre), gerador (para funcionamento das serras), extensão elétrica e até galões de gasolina.
Houve troca de tiros em dois momentos: primeiro entre os bandidos e os vigilantes da Norsergel e depois entre os bandidos e os policiais rodoviários estaduais.
De acordo com informações da polícia, o grupo de assaltantes estava desde as 7h nas imediações do km 61 aguardando a passagem do carro-forte. Acredita-se que eles já tinham monitorado a área e sabiam que o veículo passaria por ali ontem, levando dinheiro para municípios da região. Eles estavam divididos em dois veículos, uma caminhonete S-10 azul marinho de placas JXW-2440, de Manaus (AM), e uma caminhonete F4000 de placas KIR-2548, de Castanhal, com um baú de madeira.
Bandidos ficaram de tocaia na rodovia
No AMAZÔNIA:
Quando o carro-forte da Norsegel, de placas HPQ-7594, passava sobre uma pequena ponte sobre o rio Guajará-Una, os homens que estavam na S-10 interceptaram o veículo, impedindo que prosseguisse. A F4000 ficou distante cerca de 100 metros, com o resto do bando e armas de grosso calibre, incluindo uma metralhadora antiaérea calibre ponto 50, utilizada em tanques das Forças Armadas. Os bandidos tinham muitas outras armas potentes, como fuzil AR-15, espingarda calibre 12, metralhadora de fabricação caseira, revólveres e pistolas. Na F4000 foi encontrado um tripé de apoio para a metralhadora calibre ponto 50. De lá, alguns integrantes do grupo começaram a disparar contra o carro-forte, que apesar de ter vidros blindados ficou bastante danificado. As balas chegaram a perfurar as grossas chapas de aço do veículo. Os outros bandidos, que estavam na S-10, também efetuaram vários disparos, e os vigilantes, de dentro do carro-forte, reagiram colocando as armas que tinham em uma pequena janela retangular localizada na lateral do veículo, um pouco abaixo dos vidros. Segundo a polícia, eles não morreram porque não saíram do carro-forte. Mesmo assim, foram atingidos de raspão - dois deles na cabeça e dois nas pernas, segundo informações não confirmadas.
Quando o carro-forte da Norsegel, de placas HPQ-7594, passava sobre uma pequena ponte sobre o rio Guajará-Una, os homens que estavam na S-10 interceptaram o veículo, impedindo que prosseguisse. A F4000 ficou distante cerca de 100 metros, com o resto do bando e armas de grosso calibre, incluindo uma metralhadora antiaérea calibre ponto 50, utilizada em tanques das Forças Armadas. Os bandidos tinham muitas outras armas potentes, como fuzil AR-15, espingarda calibre 12, metralhadora de fabricação caseira, revólveres e pistolas. Na F4000 foi encontrado um tripé de apoio para a metralhadora calibre ponto 50. De lá, alguns integrantes do grupo começaram a disparar contra o carro-forte, que apesar de ter vidros blindados ficou bastante danificado. As balas chegaram a perfurar as grossas chapas de aço do veículo. Os outros bandidos, que estavam na S-10, também efetuaram vários disparos, e os vigilantes, de dentro do carro-forte, reagiram colocando as armas que tinham em uma pequena janela retangular localizada na lateral do veículo, um pouco abaixo dos vidros. Segundo a polícia, eles não morreram porque não saíram do carro-forte. Mesmo assim, foram atingidos de raspão - dois deles na cabeça e dois nas pernas, segundo informações não confirmadas.
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