terça-feira, 14 de novembro de 2017

Pausa

Meus caros, pintou uma dor no ombro do direito do repórter. Diagnóstico: pré-tendinite.
O Espaço Aberto suspende as postagens por alguns dias.
E espera a compreensão de seus leitores.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Aécio que se cuide para não sair da política pela porta de trás


Com todo o respeito.
Todo mesmo.
Mas o que Aécio Neves quer dizer com "sair pela porta da frente", quando se refere ao desembarque do PSDB do governo Temer?
Aécio, definitivamente, está sem nenhum espaço como liderança do partido ao qual concorreu à presidência da República.
Já se opôs ao grupo majoritário que defende o desembarque há muito tempo, inclusive o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Aécio pretende, quase solitariamente, que os tucanos permaneçam apoiando o Planalto porque tem uma dívida de honra com Temer, que o ajudou a ter o mandato temporariamente suspenso, como havia decidido o Supremo.
Agora, durante a convenção, e depois de ter destituído Tasso Jereissati do comando nacional do partido, vem Aécio e diz que o partido sairá mesmo do governo.
Em breve.
E "pela porta da frente".
O que significa mesmo isso?
E como seria "sair pela porta de trás"?
Aécio, sim, tem que fazer de tudo, a partir de agora, para não sair da política pela porta de trás.

Penas mais duras devem intimidar bandidos


Do leitor Kenneth Fleming, sobre a postagem Horror, barbaridade, crueldade, atrocidade.:

Bandido tem que ter meda das penas. Não tem mais, pois sabe que se quedará solto em alguns meses. Vejam que nem escondem mais as casas, mesmo sabendo que estão sendo filmados. Sabem que terão a progressão de suas penas, saidões, etc.
É um sistema patrimonialista. Enquanto isso não mudar (causa) estes serão os lamentáveis efeitos (fatos iguais ao vídeo).

De leitor Anônimo, sobre a mesma postagem:

O Brasil é o único país do mundo que tem várias polícias, cada qual para não fazer nada em
sua área. Os fatos mostram isso.
Essa unificação não bastará. É preciso mudar o foco do "não posso", "ganhamos pouco", "tô nem aí", "não tem orçamento", para a ideia única de servir (servidor). Quem não quiser que saia.
Nossos sentimentos à família.

O que Eduardo Ramos deixa de lembrança para os remistas?


Pois é.
O Remo, finalmente, fez um acordo com Eduardo Ramos.
O "maestro", como o chamávamos, é sem dúvida um craque.
Pelo menos para o nível do futebol paraense, é um craque.
Mas tanto no Remo como no Paysandu, por onde passou anteriormente, foi alvo das hostilidades de torcedores que sempre censuraram suas, digamos assim, extravagâncias extracampo, nos momentos em que mais se exigia do atleta moderação, recolhimento e sensatez, virtudes reveladoras dos limites que um profissional, em qualquer atividade, deve observar para ser reconhecido como tal.
Essa zoeira aí, pinçada do perfil do Futebol Zueiro no Twitter, dá bem a medida da lembrança que Eduardo Ramos deixará para a torcida do Remo.

Paixões, emoções e sentimentos. "Passione".

O Studio Ludmilla Raissuli se encarrega de acrescentar uma sétima paixão  àquelas ditas no livro “As Paixões da Alma”, obra de René Descartes de 1649, que é um verdadeiro tratado sobre o tema. Apesar da filosofia cartesiana, o físico e matemático francês certamente influenciou os outros pensadores que depois escreveram sobre paixões, emoções e sentimentos.
As mulheres são o epicentro do espetáculo Passione, outro ponto em comum com essa obra de Descartes: ele a escreveu esta obra graças a uma mulher, Elizabeth da Boémia, estudiosa de filosofia e interessada em entender a relação entre o corpo e a alma. A longa amizade entre eles e a profunda admiração pela inteligência dela estimulou-o a escrever sobre o tema.
Segundo Descartes, são seis as “paixões primitivas”, e todas as outras derivam destas: Admiração, Amor, Ódio, Desejo, Alegria e Tristeza. O Studio Ludmilla Raissuli pretender asurpreender o público ao acrescentar uma sétima paixão à obra do autor. Este é o sétimo ano em que Ludmilla Raissuli realiza o festival, em que coreografa, dirige e dança com suas alunas e sua companhia. "E, segundo os místicos, 7 é o número da perfeição", comemora a diretora do espetáculo.
Além de Descartes, o espetáculo também se apoia na obra de poetas, filósofos e outros escritores que será traduzida através da expressão corporal de mais de 50 mulheres, em apresentações de dança do ventre, balé, jazz e dança contemporânea.
A trilha sonora do espetáculo também promete emocionar. Apesar de a música árabe ser a mais presente na noite, a plateia também vai se emocionar com composições de Edith Piaf, Rimsky-Korsakov, Nina Simone e Mozart.
Para adquirir ingressos on-line, clique aqui.

Fonte: Assessoria de Imprensa

O que ele disse

sábado, 11 de novembro de 2017

"Eu estou muito puta", desabafa Fafá contra a GOL



Égua!
Fafá de Belém não mediu palavras e, em português de Portugal - e do Brasil -, ainda que nem tão castiço, soltou os cachorros pra cima da GOL, que a impediu de viajar neste sábado (11).
"Eu não estou chateada, não. Eu estou muito puta", diz Fafá neste vídeos remetidos há pouco por leitora do Espaço Aberto e que foram compilados nas imagens abaixo.
Nos vídeos, a cantora explica as razões de seu, digamos assim, "emputecimento" extremo.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Horror, barbaridade, crueldade, atrocidade


Vejam só.
É uma coisa horrorosa.
Uma barbaridade.
Um horror.
Uma atrocidade.
Uma selvageria.
O Espaço Aberto prefere nem disponibilizar o vídeo porque as imagens são muito, muito fortes. Mas quem tiver coragem de assisti-las, clique aqui e veja no YouTube.
Trata-se de um bandido dando um tiro nas costas de um jovem que reagiu a um assalto.
Em pleno bairro do Umarizal, gente.
À luz do dia.
Nesta quinta-feira (09).
Aonde vamos parar?

Jovens dizem ter vazado vídeo de William Waack

Diego Rocha Pereira e Robson Ramos (Reprodução/Instagram)
Dois jovens negros afirmam ter copiado e vazado o vídeo no qual o apresentador William Waack diz ofensas racistas.
O operador de TV Diego Rocha Pereira era funcionário da emissora até janeiro deste ano. Ele conta que, ao ver o que Waack disse em um monitor, nos bastidores da emissora, decidiu gravar a imagem com um celular. Pereira a compartilhou com o amigo Robson Ramos, que ajudou a compartilhar o vídeo em grupos de WhatsApp. Na terça-feira, as imagens caíram em um grupo de editores de TV. Às 14h28 da quarta, entrou no Twitter pela primeira vez e, de lá, se espalhou em grande velocidade. À noite, a Globo anunciou que o jornalista seria afastado da bancada do Jornal da Globo.
Quando vi William Waack falando aquela frase, não acreditei”, diz Pereira. “Achei muita sacanagem o cara falar uma besteira dessas e sair impune”, revolta-se. “Agora, espero apenas uma retratação dele, por todo o povo brasileiro, pois somos uma nação miscigenada e todo mundo aqui tem alguma raiz negra”.
Fonte: Veja

William Waack não é racista!

Por REINALDO AZEVEDO

Não vou me sujeitar a uma ordem de coisas em que eu me veja proibido de dizer a verdade sobre um amigo quando o vejo ser esmagado pela mentira, pela covardia, pela inveja, pelo oportunismo, pela deslealdade, pela fraqueza de caráter, pela vigarice, pela ignorância.

Um desses cretinos ressentidos escreveu por aí: “Vamos ver se alguém tem a coragem de defender William Waack”. Eu tenho. E o faço, antes de mais nada, por uma obrigação moral.
William é meu amigo. E eu sei, como sabem todos os que o conhecem, pessoal e profissionalmente, que ele não é racista. Não vou me sujeitar a uma ordem de coisas em que eu me veja proibido de dizer a verdade sobre um amigo quando o vejo ser esmagado pela mentira, pela covardia, pela inveja, pelo oportunismo, pela deslealdade, pela fraqueza de caráter, pela vigarice, pela ignorância.
E, ora vejam, o mesmo vale para os homens públicos que não são meus amigos.
Pretendo, diga-se, agir assim também na minha vida profissional. Sei o que apanhei dos petistas quando o partido buscava se constituir como força hegemônica, em sentido gramsciano mesmo, e muitos dos que agora o fustigam estavam de joelhos, em postura reverencial. Sei o que me custa hoje, adicionalmente, enfrentar a direita xucra, que não aceita que eu escreva, com todas as letras e sem subterfúgio ou linguagem indireta ou figurada, que Sérgio Moro condenou Lula sem provas. E que vai fazê-lo de novo. Como o fará o Tribunal Regional Federal da Quarta Região.
Ah, como apanhei quando comecei a apontar os desmandos de Rodrigo Janot, tratado como herói por idiotas, canalhas e oportunistas. E a quantidade fabulosa de porradas quando, no dia seguinte ao vazamento da gravação que não trazia o que se anunciava, apontei uma tramoia para derrubar o presidente Temer? Os fatos me dão razão.
Não devo satisfações a ninguém. Sou dono da minha vida e das minhas opiniões. Sim, a independência custa caro! Como custa a lealdade a princípios. Os trânsfugas costumam se dar bem. Os acólitos involuntários de Stálin, que exibem a cabeça dos próprios amigos para tentar ganhar a simpatia daqueles os detestam, também prosperam.
Sei lá se a história se encarregará deles. Se tento me colocar em seu lugar, sinto náuseas. É repulsa física mesmo. Ainda que eu tivesse talento para ser um deles, não teria estômago.
Não há doença moral pior do que a covardia. Não há prazer mais doentio do que a deslealdade. Sem modéstia, digo: só sei ter coragem. Só sei ser leal.
O PT fechou uma revista que eu tinha. A Lava Jato me roubou dois empregos. Eu não lamento nada. Eu constato. E saí inteiro. Não vou aqui apelar à literatice e dizer que fiquei mais forte porque poderia dar a entender que o sofrimento é libertador. Não acho que seja. Mas conheço também, sim, a delícia, não só a dor, de dizer “não” e de andar na contramão quando acho que devo.
A acusação de “racismo”, que agora colhe Waack, já esbarrou em mim quando combati — e combato ainda — a política de cotas nas universidades. É claro que não sou racista. Como William não é. Não somos racistas. Nem covardes. Jornalistas são hoje, e cada vez mais, reféns de milicianos que atuam nas redes sociais. E os há para todos os credos, gostos e vieses ideológicos. Organizo a minha vida de modo a não depender da boa-vontade nem de estranhos nem de conhecidos.
O mais provável é que o tal vídeo tenha vazado de dentro da Globo. Há precisamente um ano, na madrugada de 8 de novembro (dia da eleição americana) para 9, William entrava ao vivo para anunciar a vitória de Donald Trump. Minha hipótese: alguém fez uma pesquisa no sistema interno. As imagens que chegam do sinal e ficam em arquivo antecedem a entrada no ar. Não se tem acesso apenas àquilo que chegou ao público, mas também aos momentos anteriores à transmissão. Como era aquela “a” entrada por excelência referente àquele fato, foi fatalmente vista. Não seria difícil estreitar o campo de possibilidades da safadeza e chegar ao responsável. Mas isso não é comigo. E duvido que William o quisesse. Mas saibam os que por lá permanecem: estão sob vigilância. Cuidado, o próximo pode ser você!
Brincadeira
Parto do princípio de que William falou o que dizem que falou — embora a coisa seja inaudível. Ele próprio faz o mesmo e, por isso, pediu desculpas aos que se sentiram ofendidos. Está longe de ser o amigo mais bem humorado de seus amigos, mas, à diferença do que escrevem os parvos, não manifestava irritação naquela hora. Se disse ser aquilo “coisa de preto”, ia no gracejo um dado referencial: um “outsider”, de direita, com rompantes de extrema-direita, acabara de vencer a eleição no confronto com a candidata de Barack Obama. Negros e imigrantes constituíram as duas forças mais militantemente organizadas contra Trump.
“Ah, mas a piada foi infeliz…” É estupefaciente que isso esteja em debate. Quantos dos que me leem ou dos que atacam William nas redes resistiram à exposição pública de falas privadas? Se disse aquilo, não o fez para que fosse ao ar. Não era matéria de interesse público. Tratava-se de uma conversa privada. Ainda que a fala revelasse um juízo pessoal depreciativo sobre Obama, os “pretos” ou sei lá quem, o que importa é o seu trabalho, é o que diz no ar, é a sua contribuição ao debate civilizado.
Leia mais aqui.

Júri federal absolve denunciado por tentativa de homicídio


Tribunal do Júri Federal absolveu nesta quinta-feira (09), em Belém, um réu denunciado por tentativa de homicídio por ter atirado, em dezembro de 2012, contra dois policiais rodoviários federais policiais rodoviários federais que faziam uma fiscalização no KM 25 da Rodovia BR-316, no município de Benevides, na Região Metropolitana da Capital paraense.
Os sete jurados reconheceram a autoria e a materialidade do delito, atribuídas a Everton dos Santos Xavier, mas mesmo assim o absolveram. O réu, no entanto, foi condenado à pena de quatro anos e 1 mês de prisão, a ser cumprida em regime aberto, por ter praticado outro crime no mesmo incidente em que atirou nos agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF): portar sem autorização uma arma de fogo de uso privativo das forças policiais.
O juiz federal da 4ª Vara, Antonio Carlos Almeida Campelo, que presidiu o julgamento, proferiu a sentença condenatória após ter dissolvido o Conselho de Sentença, uma vez quer o Tribunal do Júri não tem competência para julgar crimes relativos a porte de armas.
Na denúncia que ofereceu ao Poder Judiciário, o Ministério Público Federal narrou que Everton Xavier, acompanhado de William Oliveira do Carmo, trafegava numa motocicleta pela rodovia BR-316, por volta das 16h do dia 28 de dezembro de 2012, quando foi parado por dois agentes da PRF.
Diante do pedido para que levantasse a camisa, o réu, que portava uma pistola, começou a atirar em direção aos policiais rodoviários, que revidaram. Xavier foi atingido duas vezes numa das pernas. Em seguida, teve apreendidos a pistola, modelo Taurus 24/7, calibre .40, três projéteis de arma de fogo, a quantia de R$ 47,00 e a motocicleta na qual trafegava como carona.
Tanto Everton dos Santos Xavier como William do Carmo foram pronunciados pela 4ª Vara da Justiça Federal, mas o juiz Antonio Carlos Campelo decidiu desmembrar o processo. Em relação a William, a ação penal a que respondia acabou extinta porque o réu foi morto ao tentar fugir de um presídio.
Provas - O Ministério Público Federal, representado pelo procurador da República Ubiratan Cazetta, sustentou perante os jurados ser incontestável que o réu atentou contra a vida dos policiais rodoviários. Para formar essa convicção, ele se baseou não apenas nos depoimentos das duas testemunhas de acusação – os dois agentes da PRF que ficaram sob a mira do denunciado –, mas também nas conclusões do laudo pericial e de outras provas juntadas aos autos. Cazetta enfatizou que Xavier, após fazer os primeiros disparos em direção aos policiais, só não continuou atirando porque sua arma travou, conforme comprovado pela perícia.
A defesa, através do advogado Marcos Henrique Machado Bispo, apelou ao Conselho de Sentença para que não levasse em conta apenas os incidentes de cinco anos atrás, mas que considerassem a “vida pregressa” e o “futuro” do réu. Ele reconheceu que, no passado, Xavier fez “bobagens” e teve uma vida que classificou de “desastrosa”. Mas acrescentou: “Hoje, ele tem mulher e filhos para sustentar, é um homem regenerado. Tanto que passou cinco anos preso e hoje está em liberdade após ter saído pela porta da frente [da penitenciária] e ter sua vida vasculhada pela Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará”. O advogado reconheceu ainda que Everton Xavier portava arma de fogo, mas chamou atenção dos jurados para o fato de que nem o laudo pericial comprovou que ele teria atirado em direção aos policiais rodoviários federais.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Desembarque do PSDB só falta ser formalizado


O senador Flexa Ribeiro, presidente do PSDB no Pará, não tem mais qualquer dúvida quanto ao posicionamento do partido, em âmbito nacional, com relação ao governo de Michel Temer.
“Acho que a saída é irreversível. Pelo rumo em que as coisas estão encaminhando, em que as conversas estão se processando, acho que o desembarque é inevitável”, disse o senador, em conversa com o Espaço Aberto por telefone.
Flexa acredita que, superada essa questão, o partido poderá pensar mais concretamente em definir seus potenciais contendores às eleições presidenciais do próximo ano. “A nossa intenção é começar 2018 já definindo que teremos candidato próprio a presidente da República”, afirmou o senador.
Nesta quarta-feira, o senador Tasso Jereissati (CE) lançou sua candidatura à presidência do PSDB (na foto). A eleição está marcada para a convenção nacional do partido, em 9 de dezembro. Ele vem exercendo a presidência interina desde maio. Na época, o então presidente da sigla, senador Aécio Neves (MG), foi afastado em razão das denúncias contra ele na delação premiada de executivos da JBS.
Nos últimos meses, setores do PSDB alinhados com Tasso tentaram convencer Aécio a renunciar à presidência, mas o senador mineiro se recusou. A ala tucana ligada a Aécio é mais próxima do governo Michel Temer e defende a permanência do partido na Esplanada nos Ministérios.

Aos poucos, como se vê, o PSDB vai abandonando o muro.

Neymar não pode querer ser o “doninho” do PSG

 Essas celebridades de hoje, vocês sabem, têm assessores pra tudo.
Inclusive pra coisa nenhuma.
Neymar é celebridade.
É preciso que um de seus 400 mil assessores, inclusive o de imagem, digam a esse rapaz que ele, muito embora seja Neymar, não pode pretender ser o doninho – ou coisa que o valha – do PSG.
Neymar chegou arrasando.
Em ótima forma, chegou ao PSG sendo genuinamente Neymar, o craque que, indubitavelmente, todos reconhecemos que ele verdadeiramente é.
Mas o cara está numa fase de arrogância sem tamanho.
Tornou-se, digamos assim, um criador de casos.
Depois, passou a brigar com o técnico do PSG, Unai Emery.
Vejam só a capa do L’Équipe desta quarta-feira (08).
“Um abismo entre eles”, diz a manchete, que mostra Neymar ao lado do treinador.

Depois dessa, qual a próxima de Neymar?

Tribunal do Júri Federal julga acusado de tentativa de homicídio

Tribunal do Júri Federal julga nesta quinta-feira (09), em Bel
ém, um homem acusado de tentativa de homicídio em dezembro de 2012, quando atirou contra policiais rodoviários federais que faziam uma fiscalização no KM 25 da Rodovia BR-316, no município de Benevides, na Região Metropolitana de Belém.
O Júri, que será presidido pelo juiz federal da 4ª Vara, Antônio Carlos Almeida Campelo, ocorreria inicialmente no dia 6 de junho passado, mas foi suspenso por falta de quórum de jurados. O julgamento deve começar às 10h, no auditório da Justiça Federal (na foto), na Rua Domingos Marreiros nº 598, entre a Avenida Generalíssimo Deodoro e a Travessa 14 de Março, no bairro do Umarizal.
Na denúncia que ofereceu ao Judiciário, o Ministério Público Federal narrou que Everton dos Santos Xavier , acompanhado de William Oliveira do Carmo, trafegava numa motocicleta pela BR-316 por volta das 16h, do dia 28 de dezembro de 2012, quando foi parado por dois policiais rodoviários.
Diante do pedido para que levantasse a camisa, o réu, que portava uma pistola , começou a atirar em direção aos dois policiais rodoviários, que revidaram. Xavier foi atingido duas vezes numa das pernas. Em seguida, teve apreendidos a pistola, modelo Taurus 24/7, calibre .40,  três projéteis de arma de fogo, a quantia de R$ 47,00 e a motocicleta na qual trafegava. A defesa alegou que a pistola em poder do denunciado não estava apta para funcionamento, o que teria sido comprovado por laudo pericial.
Tanto Everton dos Santos Xavier como William Oliveira do Carmo foram pronunciados pela 4ª Vara da Justiça Federal, mas o juiz Antonio Carlos Campelo decidiu desmembrar o processo. Em relação a William, a ação penal a que respondia acabou extinta porque o réu foi vítima de homicídio.

O que ele disse



William Waack, jornalista apresentador do “Jornal da Globo”, em vídeo vazado que foi parar nas redes sociais e entrou nos TTs (trend topics) do Twitter nesta quarta-feira (08).

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Moro “justiceiro”? Vocês precisam ver é a Turma que vai julgar Lula.


Espiem só.
Todo dia, o dia inteiro, a defesa de réus da Lava Jato vivem sentando a pua em Sérgio Moro, o juiz federal do Paraná, que conduz todos os processos da roubalheira na Petrobras.
E não se cansam os defensores dos réus, entre outras coisas, de acusar o magistrado de ser uma espécie de justiceiro. As redes sociais, aliás, estão cheias de memes em que Moro é comparado a Hitler.
Pois é.
Mas olhem só o caso do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto. Ele teve aumentada de dez para 24 anos de reclusão – anotem: de dez para 24 - nesta terça-feira (7), após julgamento na 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região), com sede em Porto Alegre.
Sabem quem foi o prolator da sentença – a de dez anos?
Sérgio Moro.
Sabem qual é a 8ª Turma do TRF4?
É aquela formada pelos desembargadores  desembargadores Victor Laus, João Pedro Gebran Neto e Leandro Paulsen (na imagem), os mesmos que vão julgar o recurso.
Recurso de quem?
De Lula, que foi condenado por Moro, não esqueçam, a nove anos e seis meses de prisão pelo caso do triple do Guarujá.
Ah, sim.
Há um outro precedente.
Em outro processo, o executivo Sérgio Cunha, ex-vice-presidente da empreiteira Mendes Júnior, foi condenado por Moro a 19 anos e 4 meses, pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
Aí, o réu recorreu.
O recurso foi para a mesmíssima 8ª Turma, que aumentou a pena para 27 anos e 2 meses de prisão.
E então?

O que dizer agora sobre o alegado justiceirismo de Moro?

Wlad, esse peralta, pode até ser processado na Câmara


Nem tudo está perdido.
Parece que as brincadeirinhas dessa criança ladina e divertida, o deputado Wladimir Costa (SD-PA), não ficarão sem consequências.
Wlad, como conhecemos aquele que dignifica e enche de orgulho o Pará, poderá mesmo ser processado por quebra de decoro parlamentar perante o Conselho de Ética da Câmara da augusta Câmara.
Nesta terça-feira (07), o relator Laerte Bessa (PR-DF) apresentou parecer favorável ao prosseguimento de ação disciplinar proposta pelo PSB contra o parlamentar, suspeito de assédio a uma jornalista. O parecer só não foi votado por causa de um pedido de vista do deputado Mauro Lopes (PMDB-MG).
Na véspera da votação da primeira denúncia contra Temer no plenário da Casa, se vocês se lembram, Wlad, esse peralta, divulgou imagens onde aparecia com uma tatuagem temporária no ombro estampando o nome do peemedebista.
Ao ser abordado pela jornalista Basília Rodrigues, da Rádio CBN, o deputado respondeu “para você só se for de corpo inteiro”. O fato foi presenciado por outros parlamentares e jornalistas que tentavam entrevistá-lo.
Em seu parecer apresentado hoje, Bessa votou pela aptidão da representação e disse ver justa causa no pedido do PSB.
“Registra-se que a conduta descrita na peça inicial pode configurar, em tese (ainda pendente de todo processo de ampla defesa e devido processo legal) possível ofensa ao decoro parlamentar, pois o dever de urbanidade no tratamento das pessoas que frequentam esta Casa Legislativa teria deixado de ser cumprido. Tal situação afetaria a credibilidade da própria instituição Câmara dos Deputados, o que recomenda a continuidade da apuração do ocorrido”, prega Bessa.
Se vier mesmo a ser punido, Wlad ficará exposto a penas que vão desde a censura verbal ou escrita, suspensão das prerrogativas regimentais por até seis meses, suspensão do exercício do mandato por até seis meses ou, em última instância, perder o mandato.
Toma-te!

Liberdade sempre

Para os que sonham com um regime de exceção, fotos como essa dizem tudo.
Ou, pelo menos, deveriam dizer.

O que ele disse

Esse é o Brasil de hoje.
Exatamente o Brasil de hoje.
Um Brasil onde, parece, o mais intolerante disputa com outro mais intolerante que ele.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

O PSDB, no seu murismo, nunca foi tanto PSDB como agora


E agora?
E depois do ultimato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, para que os tucanos desembarquem do governo, o que farão os que resistem em ficar com Temer, o duplamente denunciado, o duplamente suspeito, aquele que contraria a pureza ética que o PSDB pregava e que Aécio Neves, dentre tantos outros, se encarregou de jogar na lata do lixo?
Seria simples, muito simples: bastaria o PSDB, há 550 anos, decidir sair do governo.
Mas o partido nunca fez isso.
Sempre se manteve naquela onda de deixar como está pra ver como é que fica.
Sempre ficou nas conversas, conversas e conversas.
Sempre continuou mais ou menos equilibrando-se no muro - dizia não ser governo, mas nada fez de concreto para que tucanos saiam do governo.
Eis que chegou a hora.
Em uma semana, diz-se, os diretórios estaduais vão reunir-se para afinar o discurso pelo desembarque.
A ver!

Se Trump entender Trump, Trump vai virar um fake dele mesmo

Que coisa mais pavorosa.
Que coisa mais aterradora.
Pelo andar da carruagem, nem Trump entende Trump.
Quando Trump fala, temos duas alternativas: deplorar ou deplorar o que ele diz.
No Texas, um homem invadiu um templo evangélico e matou 26. Vinte e seis pessoas!
Trump, em viagem à Ásia, diz que o problema não é a permissão para que, nos Estados Unidos, comprem-se armas com a mesma facilidade com que se compra um Big Mac.
Ele acha que o problema não está na permissividade com que se compram armas.
Não.
Com toda a lucidez que o individualiza como o mais lúcido entre os lúcidos, Trump diz que esse massacre é resultado de um “grave problema de saúde mental”.
Céus!
Não, campeão.
Não é, não.
Esse massacre é resultado de um doente mental ter à sua disposição 450 milhões de armas para, num momento de transtorno, passar as mão em todas elas e sair matando os outros.
Como também fez o de Las Vegas, só para citar outro caso bem recente.
Mas Trump, que defende a indústria de armas, acha que não.
É deplorável.
Espantosamente deplorável!


MPPA cria centro de apoio para fortalecer combate à corrupção

Por unanimidade de votos, os membros do Colégio de Procuradores de Justiça aprovaram, na manhã desta segunda-feira (6), o projeto de resolução que cria o Centro de Apoio Operacional de Defesa do Patrimônio Público no âmbito do Ministério Público do Estado do Pará (MPPA). O principal objetivo do novo órgão é avançar no combate à corrupção, à improbidade administrativa e todos os crimes contra a administração pública. O procurador-geral de justiça, Gilberto Valente Martins, vai definir em breve os membros da instituição com perfis mais indicados para coordenar o centro.
A criação do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Patrimônio Público foi uma proposição do procurador-geral de justiça, que justificou a medida pela necessidade de fortalecer o combate à corrupção, caracterizada por Gilberto Martins como uma doença que está corroendo as instituições republicanas.
O Centro de Apoio Operacional de Defesa do Patrimônio Público vai funcionar como órgão auxiliar da administração do MPPA e vai apoiar procuradores e promotores de justiça em casos que envolvam o patrimônio público, improbidade administrativa e crimes contra a administração pública, inclusive os previstos em legislação especial, como, por exemplo, crimes contra os procedimentos licitatórios, crimes de responsabilidade de prefeitos e vereadores, crimes de lavagem ou ocultação de bens. 
“Entendo que o enfrentamento à corrupção endêmica é um dos principais papeis do Ministério Público”, disse o procurador-geral Gilberto Martins durante a sessão ordinária do Colégio de Procuradores, que ocorreu no edifício-sede do MPPA, em Belém. Ele destacou que a criação do Centro não sobrepõe a atuação do Núcleo de Combate à Improbidade e Corrupção, já em funcionamento na instituição. “Cada órgão tem o seu papel e vão atuar de maneira articulada”, explicou.
Gilberto Martins vai definir, oportunamente, a equipe de trabalho que vai comandar o Centro de Apoio Operacional de Defesa do Patrimônio Público.

Leia mais aqui.

Programe-se para esse "drops" do Se Rasgum

Terminando o circuito de DROPS Se Rasgum 2017, a @cantamarisa faz o último esquenta pro 12º Festival Se Rasgum apresentando as músicas do seu primeiro EP. Então anota aí as coordenadas: dia 11 de novembro no 2º piso do Shopping Boulevard, às 18h. É de graça ❤️ . MARISA BRITO: Marisa já esteve a frente da banda A Euterpia, e grande destaque no cenário da cidade, durante 11 anos. Com vasta experiência nos palcos, atuou na banda base de renomados artistas como Edgard Scandurra e Fafá de Belém, participou de trilhas sonoras, além de atuar como preparadora vocal. Em 2016 deu início a um novo momento de sua carreira voltando aos palcos como artista solo e em setembro de 2017 lançou seu primeiro EP totalmente autoral. Com produção de Vinícius Sauerbronn e participação de músicos de peso no cenário musical brasileiro como Marcos Suzano, esse novo trabalho marca uma nova fase de Marisa como compositora. Sua atual sonoridade mistura elementos da mpb e do indiepop, sempre trazendo a diversidade de influências que faz parte do universo da artista.
Uma publicação compartilhada por Se Rasgum (@serasgum) em

O que ele disse


De José Roberto Guzzo, jornalista, no artigo Voo cego, publicado na última edição de "Veja".

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Fux, com simples perguntas, pode estar prejulgando

Aí e que é.
Fux será o presidente do TSE no próximo ano.
O próximo ano é de eleições.
Lula pode - pode, vejam bem - ser candidato.
Se o for, e no caso de ter sido condenado em segunda instância, fatalmente esse tem será levado ao exame do TSE, com Fux presidente.
Pode ter perguntas, levanta questões sobre esse tema.
E o faz publicamente.
Ele não corre o risco de estar prejulgando essa parada?


Por que o posto da Duque com a Doutor Freitas estimula essa fuzarca?

Vejam só.
Isso aconteceu na última sexta-feira à noite, conforme registrado pelo perfil do Belém Trânsito no Twitter.
Essa parada realmente é um escândalo.
Sempre passo às proximidades desse posto.
É uma bebedeira sem fim.
É uma barulheira sem fim - e criminosa.
É uma fuzarca sem fim  - e também criminosa.
Acreditem: essa galera todinha que aparece aí, rendida pela PM, estará de volta ao mesmo posto nos próximo dias.
Para continuar na mesma bebedeira.
Na mesma barulheira.
Na mesma fuzarca.
A questão essencial é: por que esse posto permite isso?

É guerra mesmo

ARNALDO JORDY

O Brasil não está em guerra no sentido formal, mas é como se estivesse, tal o escândalo dos números do 11º Anuário Brasileiro do Fórum de Segurança Pública, que foram apresentados ao público nesta segunda-feira, 30. Causa estarrecimento saber que a cada nove minutos uma pessoa é morta violentamente no país. Em 2016, foram exatos 61.619 assassinatos, na sua grande maioria por armas de fogo. O número é equivalente às mortes causadas pela explosão de uma bomba atômica na cidade japonesa de Nagasaki, na Segunda Guerra Mundial.  Em cinco anos, 279 mil pessoas foram vítimas de mortes violentas intencionais no país, enquanto a guerra na Síria, no mesmo período, matou 256 mil pessoas.
No ano passado, no Brasil, sete pessoas foram assassinadas a cada hora, o que coloca o Brasil entre os cinco com maiores índices de violência do mundo. O aumento em comparação com 2015 foi de 3,8%. A taxa de homicídios para cada 100 mil habitantes ficou em 29,9 no país no ano passado.
Apesar desses números estarrecedores, os governos federal, estaduais e municipais gastaram 2,6% a menos com políticas de segurança pública em 2016: R$ 81 milhões. A maior redução foi observada nos gastos do governo federal, com um corte de 10,3%. Infelizmente, parece que o assunto não vem sendo tratado com a devida seriedade.
Os jovens negros e pobres são os maiores alvos das forças policiais, 81% das 21.897 pessoas que perderam a vida em confrontos com a polícia entre 2009 e 2016 tinham entre 12 e 29 anos, 76,2% eram negros e 99,3% homens. Só no ano passado, 4.224 pessoas morreram em decorrência de ações das polícias, um aumento de 25,8% em comparação com 2015. Mas os policiais também estão em risco: 437 policiais civis e militares foram vítimas de homicídio em 2016, com crescimento de 17,5% em comparação com 2015.
No caso das mulheres, os números são igualmente alarmantes. Uma mulher é assassinada a cada duas horas no Brasil. Um total de 4.657 mulheres foram vítimas de feminicídio, quando o assassinato decorre da condição de mulher da vítima. Em 2016, cresceu 3,5% a incidência de estupros, com 49.497 ocorrências no ano passado.
As escolas deixaram de ser lugares de aprendizado em segurança, pois, segundo o Anuário de Segurança Púbica, 40% delas não têm qualquer esquema de policiamento e 70% dos professores já presenciaram agressões físicas ou verbais entre os alunos.
Para nosso desespero, Belém continua entre as capitais mais violentas do Brasil, com a segunda maior taxa de homicídios por 100 mil habitantes, 64,9, atrás de Aracaju e à frente de Porto Alegre.  O Estado do Pará inteiro teve 4.209 pessoas assassinadas em 2016, um crescimento de 10,3% em comparação com 2015. A taxa de mortes por 100 mil habitantes no Estado no ano passado foi de 50,9%, ante 46,1% em 2015. O número é a soma dos homicídios dolosos, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte e  policiais civis e militares mortos em confronto ou fora de serviço. Nesse triste ranking, somos o sexto Estado mais violento, atrás de Alagoas, Amazonas, Ceará, Espírito Santo e Minas Gerais, e à frente da Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Santa Catarina.
Esses números estarrecedores  colocam em xeque o próprio modelo de segurança pública brasileiro, que precisa ser repensado para o cenário atual da nossa sociedade e democracia. Considero que apenas a repressão já não funciona para conter a criminalidade, já que muitas vezes contribui para acirrar a violência, provocando o aumento do número de mortes. Em vez disso, será preciso pensar a questão de modo estrutural, promovendo mudanças na sociedade capazes de torná-la mais igualitária e menos injusta, além de modernizar e equipar as forças de segurança, para que possam desenvolver seu trabalho de modo mais efetivo e seguro para todos. Além disso, é preciso incentivar o desarmamento da sociedade. Ao contrário do que muitos pensam, quanto mais armas nas ruas, mais inseguros todos nós estaremos. Uma estratégia precisa ser planejada envolvendo o Poder Judiciário, Ministério Público, Polícia Federal, polícias estaduais, com critérios bem definidos, para enfrentar com inteligência o crime organizado, que tem com o pano de fundo o tráfico de drogas, origem de crimes e violência. 

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ARNALDO JORDY é deputado federal, líder do PPS na Câmara

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

O padre, a ministra e o trabalho escravo

"Nossa classe política custa um absurdo aos cofres públicos. Um antro de privilégios. Auxílios para ternos, moradias, viagens. Ano passado visitei comunidades ribeirinhas na Amazônia. Lá eu conheci especialistas em Direitos humanos. Pessoas simples ajudando outras. A ministra deveria ser enviada aos recônditos do país, aos lugares onde os professores exercem seus ofícios recebendo salários de miséria. Professoras que viajam horas em canoas, dando aulas em locais improvisados, recebendo quase nada. Puro respeito e amor às questões humanas." Padre Fábio de Melo, em tuitadas certeiras, sobre a pretensão da ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, de acumular salários que somariam R$ 61 mil, sob a alegação de que "o trabalho executado sem a correspondente contrapartida [...] se assemelha a trabalho escravo". #política #politicos #governotemer #trabalho #trabalhoescravo #salario #foratemer #justica #belém #belem #belemeuamoeucuido #belemdopara
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Doria puxa o freio. E parece estar caindo na real.


O prefeito paulistano João Doria desacelerou, puxou o freio.
Doria, em outra palavras, resolver empacar.
Em sua coluna de hoje, na Folha de S.Paulo, a jornalista Mônica Bergamo diz que o prefeito parou de postar, em sua página no Facebook, vídeos de viagens que faz a outras capitais e a cidades do interior, como Aracaju (SE), Maceió (AL) e Rio Preto.
"E um empresário que conversou com Doria sobre a conveniência de ele submergir disse que o prefeito afirmou haver gente que aguenta menos de cinco minutos debaixo da água. Já ele teria fôlego para bem mais", diz a nota.
É?
Doria, acreditem, pode estar caindo na real de que errou na dose de sua superexposição e da gana com que, nos últimos meses, está indo ao pote de suas pretensões para ser candidato tucano a presidente da República.
Superexposto, tem se excedido de muitas formas. E tanto é assim que, em seu próprio partido, a resistência só tem aumentado em relação ao seu nome como candidato ao Planalto.
Se continuar assim, Doria não terá fôlego para suportar nem cinco minutos debaixo d'água. Pelo menos no ninho tucano.

Reparos à vista em parte do calçadão do Portal que está cedendo



Meno male.
A Prefeitura de Belém já isolou a área - uma pequena área, de não mais de 15 metros - do calçadão do Portal da Amazônia que está cedendo.
Por enquanto, só essa parte que vocês veem aí, nas fotos do Espaço Aberto.
E não há, pelo menos a olho nu, indícios de que áreas próximas vão ceder.
Mas isso cabe à engenharia constatar, é claro.
E agir rapidamente para que o problema não avance. Porque, convenhamos, o Portal, com todas as suas limitações, ainda é uma das poucas áreas boas para se caminhar, correr e pedalar em Belém.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Torquato e Gilmar Mendes. Eles têm muito em comum.


Essa excelência, o ministro da Justiça, Torquato Jardim, é uma espécie de Gilmar Mendes do governo Temer.
Ele, Jardim, fala pelos cotovelos, diz o que quer, acusa quem quer, não mede palavras e depois, candidamente, alega que emitiu apenas uma opinião pessoal.
Jardim fê-lo porque qui-lo (com licença de Temer, o mesoclítico) ao dizer, simplesmente o seguinte:

''Esse coronel que foi executado ninguém me convence que não foi acerto de contas. Ninguém assalta dando dezenas de tiros em cima de um coronel à paisana, num carro descaracterizado. O motorista era um sargento da confiança dele. Comandantes de batalhão são sócios do crime organizado no Rio".

Foi só isso que Torquarto Mendes Jardim disse.
Está um reboliço político danado.
Temer, mudo.
Seus porta-vozes, idem.
E Torquato sem saber agora o que dizer para desanuviar o clima.
Bem-feito pra quem, como ele, não se dá conta de que é nada mais nada menos do que ministro da Justiça, não lhe sendo conveniente, por isso, sair por aí falando pelos cotovelos, sem medir palavras e sem atentar para as consequências de seus excessos verbais - ou opinativos, vá lá.
Igualzinho a Gilmar.
Gilmar Jardim Mendes.

Leitor dá sugestões para frear a criminalidade


De leitor do Espaço Aberto sobre a postagem Estamos reféns da bandidagem:

Pena de morte, prisão perpétua, mais direitos do cidadão e menos direitos dos bandidos (mais conhecidos eufemisticamente como humanos e criados na origem para proteger autoridades corruptas), inexistência de progressão para crimes hediondos, penas maiores, leis mais severas para o bandido do colarinho branco, obrigatoriedade de renúncia do ocupante de cargo político e judicial investigado em inquérito, limites à presunção de inocência (para condenados), tolerância zero à criminalidade etc. Por fim, acabar com a ideia de ressocialização: é para a minoria. A gigantesca maioria deve ser isolada da sociedade porque será impossível ressocializá-la. O resto é paliativo. Sem isso não adianta nem educação de primeiro mundo.

Comunicação como vilã

Do jornalista Francisco Sidou, leitor do Espaço Aberto, por e-mail:

Em recentes declarações à imprensa, a ex-presidente Dilma Roussef e a ex-governadora do Pará, Ana Júlia Carepa, atribuíram a "ruídos" na Comunicação os principais problemas e erros de seus governos.
Não dá para entender como não conseguiram reunir os melhores comunicadores para melhorar o nível de entendimento pela população das "excelências" de serviços e obras públicas em suas gestões. As verbas da propaganda oficial , em todos os governos , são generosas e via de regra acabam concentradas nas mãos de alguns felizardos publicitários amigos do "Rei" ou da "Rainha".
O guru das Comunicações, na década de 80, Marshall McLuhan, já ensinava que "O meio é a mensagem". Com tantos meios modernos de Comunicação e com verbas tão generosas - inclusive utilizadas para o culto a personalidades, vedado por Lei, mas praticado a granel - por que os governos não escolhem melhor então seus profissionais da área?
Dilma pagava a preço de ouro o casal de marqueteiros Mônica e João Santana, considerado este como um verdadeiro "mago" das Comunicações, hoje condenado pela Lava Jato, mas desfrutando de uma confortável prisão domiciliar em sua mansão de praia. Diz-se até que sua tornozeleira eletrônica é de grife famosa.
Ana Júlia tinha como Secretário de Comunicação um PhD na área e grande equipe de "comunicadores" e especialistas. Logo, nem sempre a Comunicação pode levar toda a culpa como se fora a "Geni".
Razão quem tinha mesmo era o "Velho Guerreiro" Chacrinha, o maior comunicador da televisão brasileira, por falar a linguagem que o povo entendia: "Quem não se comunica, se estrumbica".

"A Ressurreição de Lázaro"

A Ressurreição de Lázaro.
De Sebastiano del Piombo (1485-1547).
Na National Gallery, em Londres.
A foto é do Espaço Aberto.



Mariotto Albertinelli no Louvre

"Virgem e Criança cercada por São Jerônimo e São Zenóbio."
De Mariotto Albertinelli, pintor Florentino.
Está no Museu do Louvre.

O que ele disse


"Quem fica na memória de alguém não morre”
Herbert José de Sousa (1935-1997), o Betinho, sociólogo e ativista dos direitos humanos.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

OAB vai propor ações contra Wladimir Costa


O Conselho Estadual da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção do Para, votou por unanimidade pela propositura de ações criminais e administrativas contra o deputado federal Wladimir Costa, o Wlad, em razão das violações de prerrogativas profissionais do advogado Ismael Moraes.
O deputado Wladimir Costa é acusado pelo advogado Ismael Moraes de tê-lo ofendido e impedido seu trabalho profissional porque evitou que seu cliente cedesse à tentativa de extorsão para permitir a posse de um terreno em Belém.
A OAB também decidiu que irá realizar ato de desagravo público em frente à sede do partido Solidariedade em que é filiado o deputado, como medida proporcional ao agravo cometido contra o profissional ofendido, com endereço na Avenida Doca de Souza Franco, em Belém.
Fonte: O Impacto

Em números, a violência selvagem que nos assola


Vejam só.
O Espaço Aberto pinçou o infográfico diretamente do sítio do Fórum Brasileiro de Segurança Pública1, que nesta segunda-feira (30) apresentou números assustadores, aterradores, revoltantes, inacreditáveis, horrorosos – e outros tantos adjetivo que você mesmo escolher – sobre a violência selvagem que nos assola.
Os números gerais sobre o panorama da violência no Brasil falam por si mesmos.
E depois ainda querem que a gente acredite nessa história de cordialidade do brasileiro.

Vihs!

Em Belém, quase 500 estupros em 2016


Olhem Belém.
Está entre as dez capitais do País que registram as maiores taxas de estupro em todo o País.
Foram 481 casos relatados apenas em 2016 (33,3 por 100 mil habitantes).