sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Édson Franco pede reintegração no cargo de reitor


E a queda-de-braço entre o professor Édson Franco e os demais sócios da Universidade da Amazônia (Unama) - aí em cima - não terminou no Irajá, não.
As divergências que resultaram na renúncia de Édson Franco ao cargo de reitor da instituição terminou mesmo no Poder Judiciário.
Uma ação – novíssima, quentinha, ainda fumaçando, recentemente saída do forno – chegou ao Fórum Cível de Belém.
A ação tramita na 6ª Vara Cível da Capital, que tem como titular o juiz Mairton Carneiro. Foi protocolada sob o nº 2008.1.103396-5 e distribuída no último dia 29 deste mês, portanto, na quarta-feira passada.
O autor da demanda proposta contra a União de Ensino Superior do Pará é o professor Édson Franco. Na ação, ele pede a declaração de nulidade de ato jurídico cumulada com a reintegração no cargo de reitor. É isso mesmo: o professor pede para ser reintegrado no cargo ao qual renunciou.
O valor da ação é de R$ 1 mil.
O advogado de Édson Franco é o ex-governador e desembargador aposentado Aurélio do Carmo. O processo, até agora, está concluso para o juiz proferir o primeiro despacho.

8 comentários:

EX-ALUNOS CESEPEANOS disse...

Seu poster, o Prof. Edson está correto. Ele é a cara da Unama e a Unama só perdeu com a saída dele. Nenhum dos outros sócios têm tanta representatividade, em todos os setores possíveis e imagináveis, que o Mestre Edson. Já pensaram a Marlene com aquela fisionomia dela tentando convencer alguém a fazer um investimento. Quem mais se aproxima do inigualável Edson é o Mário Guzzo, e olhe lá!
Queremos a volta do Prof. Edson já!

Anônimo disse...

O Ruthenio e o Pedrox tem razão. O velhinho faz suas confusões, não consegue manipular seus sócios, tenta envolver a nós,professores, aos jovens e desavisados estudantes, aos humildes funcionários e a seus filhos em sua atrapalhada orgia pelo poder.RENUNCIAR e ARREPENDER-SE é legítimo, mas marcar o final de sua jornada, dizendo a todos nós e aos quatro cantos que é humilde e franco até no nome e, em nome disso, sujar o nome desta Universidade que tanto trabalhou e ajudou a criar, beira a infantilidade. É uma pena que termine ou busque reiniciar suas realizações desta forma patética: emporcalhando o que diz ser sua obra. A quem o professor está desejando enganar? Coitado do Pará, coitada da Amazônia e coitados de nós professores, estudantes e funcionários da UNAMA que acreditamos no senhor e Deus nos permita não ter que continuar convivendo com suas estrepolias. Olhe para o espelho senhor Edson Franco. Sua imortalidade deve ser forjada em suas realizações e não nos aplausos aos seus discursos tarjados de emoções quje agora sabemos falsas. Pense um pouco e náo se deixe levar por atos e açoes de infantilidade que estão lhe conduzindo ao mundo do ridículo. Evite que sua vaidade macule o que ainda sobra de sua imagem positiva junto aos seus empregados, aos seus amigos que lhe querem bem e a tantos outros que, independentemente de suas viagens ao mundo do ócio e do ódio, respeitam ainda sua inteligência.

Anônimo disse...

Esse cara é doidão. Conversando la na FEAPA a gente achava q ia melhorar, c/a uniao c/a FAZ, c/a FACI e c/a IPIRANGA. Mas hoje tô vendo q/esse doidao vai estragar o q/ agente tem de bom. Prof. Suely não faz isso c/a gente! Afasta da gente esse cara.

Franssinete Florenzano disse...

Seu faro é perfeito, amigo! Já roubei essa para o meu blog, e nem me atrevi a retemperar ou fazer recheio. rsrsrsrsrsrs.... Beijos e bom fim de semana!

Anônimo disse...

É inacreditável, quando pensamos que o assunto já tinha dado por resolvido, ele volta.
A natureza se repete e se copia, é sabido que quando retiramos a cabeça da barata, esta vive por 2 ou 3 dias, mas o Prof. Édson está superando este record da barata, ele realmente não se dá por vencido.
Alguem precisa ler para ele o que quer dizer a palavra RENÚNICIA, é simples, é só procurar no Aurélio.
Saímos de um período de eleições municipais, em meio a uma crise mundial, as vésperas das eleições presidenciais americanas, e o Ilustre Imortal continua a brigar pela simples vaidade e posto.
Alguem precisa dizer a ele para valorizar a grande história e contribuições que já foram dadas à Educação brasileira, à Unama, ao nosso querido Pará e a nossa sociedade. A hora de parar é algo grande e sábio, deve-se sair por cima. Vamos ao exemplo, bem atual e oportuno da nossa semana, a Formula 1, o Schumacher parou no momento certo, mas nosso compatriota Rubinho, vai parar no pior momento da sua grande passagem pela F1.
Prof. Edson, siga o exemplo do Schumacher, para no momento certo, seu tempo passou, bom descanço.

Anônimo disse...

Fui eu que lhe dei a notícia do protocolo da ação que tramita no forum.
Mais uma quente prá vocês. Anota aí: foi concedida a integração de posse do Reitor.

Se a moda pega, o Givanildo vai pedir para voltar pro Payssandu e outras tantos vão se aproveitar da jurisprudencia que se cria.

Irrita ver como a justiça brasileira funciona e dá pena de quem não tem dinheiro ou não tem prestígio.

Jamais vou colocar em dúvida o que decide o Senhor Juiz, mas a ação já foi decidida e todos aqui no Cartório ficamos pasmos: Renuncia não é renúncia, na leitura do magistrado.

Vou pensar se vale a pena continuar estudando para ser bacharel em direito e conviver com essas atrocidades que só beneficiam os sabidões, como Dirceu, Valerio, Ninja, Maluf, Helder, Edson e outros figurões.

Que vergonha!!!

Anônimo disse...

"Vaidades das vaidades, tudo é vaidade!". Em nome dessa vaidade, o homem se avilta, se torna menor que seu tamanho, rasga seu currículo de educador e prejudica, mais ainda, a formação de seus filhos (FORMAÇÃO???????). Este é o perfil que o professor Édson Franco mostra hoje à sociedade. Custou muito a mostrar quem é!

Anônimo disse...

Vou ajudar o anônimo, o Prof. Edson, o Juíz Mailton Carneiro, o Adevogado Aurélio do Carmo, o Conselheiro-Adevogado Eraldo, e todos os interessados.

Dicionário Soares Amora - Ed. Saraiva

* Renúncia - substantivo feminino - ação ou efeito de renunciar.

* Renunciar - verbo trasitivo direto/ verbo transitivo indireto 1) Rejeitar, recusar; 2) desistir de; 3)deixar a posso de; 4)abdicar, adjurar, renegar; verbo intransitivo 5) recusar; 6) privar-se da posse ou gozo de alguma coisa.

Existe alguma interpretação a ser dada pela justiça ou pelo Sr. Juiz? Temos, infelizmente, tantos processos que repousam a anos dentro dos fóruns e ainda existem cidadão que fazem nosso poder público perder seu tempo.

E o pior de tudo, é o Sr. Juiz dar a liminar, que é o direito da ação durante seu julgamento.

Conclamo a todos a fazerem uma reflexão do assunto, quem mais perde com esta pendenga, é a Instituição Universidade da Amazônia, seus professores, seus alunos, a sociedade Paraense, é uma briga que não vai levar a nada.

Um grande abraço,

De um amigo de longa data de todos os mantenedores da UNAMA