
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Setembro foi de baixas para o tráfico internacional no Pará
Vinte integrantes de quadrilhas de tráfico internacional de drogas que agiam no Pará foram presos ou condenados em setembro devido a ações que contaram com a atuação do Ministério Público Federal (MPF) no Estado.
No dia 9 a Justiça Federal condenou quinze pessoas denunciadas no caso que originou a operação Letícia, das polícias Civil e Federal (PF). Outra investigação levantou dados para a operação Miriti, realizada no dia 25 com a prisão, pela PF, de cinco traficantes.
O grupo sentenciado no início do mês operava na fronteira Brasil/Colômbia, precisamente nos limites das cidades de Tabatinga (AM) e Letícia, na Colômbia. A droga, de acordo com a denúncia do MPF, entrava no Brasil pela fronteira com a Colômbia e era enviada em pequenas embarcações a vários municípios. Cabia ao comprador resgatar a droga e levá-la posteriormente até Belém, seu destino final.
O MPF recorreu de parte da sentença, pedindo a condenação de mais seis acusados absolvidos pelo juiz federal Rubens Rollo D’Oliveira, que entendeu não haver provas contra eles. “Apesar de não haver provas de que eles praticaram as condutas descritas no tipo penal, há robusta comprovação de que eles participavam da traficância com outras atividades, através da divisão de tarefas, característica própria de uma organização criminosa”, explica a procuradora da República Maria Clara Noleto.
Na última sexta, a PF realizou a operação Miriti. Foram presos Luís Guilhermo Duran Escobar, Izidorio Costa Izidio de Oliveira Filho, Renato de Souza Pereira, Lecy Glei Duarte Soares e Francisco de Souza Pereira.
De acordo com as investigações , o grupo teria sido responsável por contratar e articular a entrada no País de quase 50 quilos de cocaína apreendidos com José Luís Manrique Laura e Luís Raul Vergara Izaman.
Em 24 de julho deste ano, ambos foram presos em flagrante na comunidade ribeirinha Vila Bacuri, em Chaves, no Marajó. Eles também vinham de Letícia, na Colômbia.
Para o procurador da República Fernando Aguiar, as interceptações telefônicas deixaram clara a intensa atividade da quadrilha, suspeita de ter sido responsável pela entrada no Brasil de diversos outros carregamentos de cocaína. Aguiar ressaltou ainda a qualidade do trabalho da PF, com seguidas apreensões de entorpecente importado da Colômbia pela via fluvial, o que demonstra, segundo ele, que os rios amazônicos vêm sendo uma das rotas preferidas do tráfico internacional.
Fonte: Assessoria de Imprensa do MPF
No dia 9 a Justiça Federal condenou quinze pessoas denunciadas no caso que originou a operação Letícia, das polícias Civil e Federal (PF). Outra investigação levantou dados para a operação Miriti, realizada no dia 25 com a prisão, pela PF, de cinco traficantes.
O grupo sentenciado no início do mês operava na fronteira Brasil/Colômbia, precisamente nos limites das cidades de Tabatinga (AM) e Letícia, na Colômbia. A droga, de acordo com a denúncia do MPF, entrava no Brasil pela fronteira com a Colômbia e era enviada em pequenas embarcações a vários municípios. Cabia ao comprador resgatar a droga e levá-la posteriormente até Belém, seu destino final.
O MPF recorreu de parte da sentença, pedindo a condenação de mais seis acusados absolvidos pelo juiz federal Rubens Rollo D’Oliveira, que entendeu não haver provas contra eles. “Apesar de não haver provas de que eles praticaram as condutas descritas no tipo penal, há robusta comprovação de que eles participavam da traficância com outras atividades, através da divisão de tarefas, característica própria de uma organização criminosa”, explica a procuradora da República Maria Clara Noleto.
Na última sexta, a PF realizou a operação Miriti. Foram presos Luís Guilhermo Duran Escobar, Izidorio Costa Izidio de Oliveira Filho, Renato de Souza Pereira, Lecy Glei Duarte Soares e Francisco de Souza Pereira.
De acordo com as investigações , o grupo teria sido responsável por contratar e articular a entrada no País de quase 50 quilos de cocaína apreendidos com José Luís Manrique Laura e Luís Raul Vergara Izaman.
Em 24 de julho deste ano, ambos foram presos em flagrante na comunidade ribeirinha Vila Bacuri, em Chaves, no Marajó. Eles também vinham de Letícia, na Colômbia.
Para o procurador da República Fernando Aguiar, as interceptações telefônicas deixaram clara a intensa atividade da quadrilha, suspeita de ter sido responsável pela entrada no Brasil de diversos outros carregamentos de cocaína. Aguiar ressaltou ainda a qualidade do trabalho da PF, com seguidas apreensões de entorpecente importado da Colômbia pela via fluvial, o que demonstra, segundo ele, que os rios amazônicos vêm sendo uma das rotas preferidas do tráfico internacional.
Fonte: Assessoria de Imprensa do MPF
“Não há argumentos para golpes democráticos”
Do professor Cássio Andrade, sobre a postagem A crise hondurenha desenhada em 16 fatos:
Não há argumentos para golpes democráticos. Nada justifica ato de intervenção militar, meu caro. Nutro profundo respeito pelos seus argumentos, mas tirando as sandices do(a) anônimo(a), de fato, é inegável o quanto a nossa mídia nacional de dada orientação política e ideológica (e olha que nem usei a classificação tucana) quer transformar o sério debate do autoritarismo golpista do atual governo ilegítimo de Honduras e seus desdobramento diante da resistência pró-Zelaya em ilações intertextuais (anônimo das 15:43, leia Chartier para entender isso) mergulhadas no debate eleitoral interno.
O Reinaldo Azevedo, misto de versão light do Paulo Francis com o girondinismo manco da classe média afetada, nunca é referência para qualquer debate sério. Seus argumentos são tão vagos como de papagaios mouros, ou melhor, aqui fazendo uma pequena homenagem a um conhecido "Zé Dirceu tupiniquim", um mico de circo a repetir o que manda o dono do realejo. Não é sério!
Repito, nada justifica intervenção militar, muito menos em nome de "golpismo democrático", essa aberração categorial criada pelo insano Jabor (perdoem-me os insanos). Não vou concordar na íntegra com meu querido Levi (isso sem de forma alguma concordar com o anônimo maluco e chavista) em te calsssificar como "direitista", mas há de convir, meu caro, fazer como a TV Bandeirantes faz de inventar debates com argumentos aparentemente imparciais como o prometido pelo "Canal Livre" e monologar com um ilustre inexpressivo e com Demétrio Magnolli que chama o Zelaya de caudilho, aí é não querer debater nada.
Um grande abraço e vida longa ao bom debate...
Não há argumentos para golpes democráticos. Nada justifica ato de intervenção militar, meu caro. Nutro profundo respeito pelos seus argumentos, mas tirando as sandices do(a) anônimo(a), de fato, é inegável o quanto a nossa mídia nacional de dada orientação política e ideológica (e olha que nem usei a classificação tucana) quer transformar o sério debate do autoritarismo golpista do atual governo ilegítimo de Honduras e seus desdobramento diante da resistência pró-Zelaya em ilações intertextuais (anônimo das 15:43, leia Chartier para entender isso) mergulhadas no debate eleitoral interno.
O Reinaldo Azevedo, misto de versão light do Paulo Francis com o girondinismo manco da classe média afetada, nunca é referência para qualquer debate sério. Seus argumentos são tão vagos como de papagaios mouros, ou melhor, aqui fazendo uma pequena homenagem a um conhecido "Zé Dirceu tupiniquim", um mico de circo a repetir o que manda o dono do realejo. Não é sério!
Repito, nada justifica intervenção militar, muito menos em nome de "golpismo democrático", essa aberração categorial criada pelo insano Jabor (perdoem-me os insanos). Não vou concordar na íntegra com meu querido Levi (isso sem de forma alguma concordar com o anônimo maluco e chavista) em te calsssificar como "direitista", mas há de convir, meu caro, fazer como a TV Bandeirantes faz de inventar debates com argumentos aparentemente imparciais como o prometido pelo "Canal Livre" e monologar com um ilustre inexpressivo e com Demétrio Magnolli que chama o Zelaya de caudilho, aí é não querer debater nada.
Um grande abraço e vida longa ao bom debate...
Choque no ninho reflete inviabilidade eleitoral
No Blog do Bordalo, sob o título acima:
Só pode ser excesso de certeza de que voltarão ao Palácio dos Despachos o barraco que os tucanos paraenses armaram no gabinete do senador Sérgio Guerra, em Brasília. Com certeza, não leram direito a última pesquisa pública e com credibilidade divulgada no Blog do Vic, onde Jader e Ana Júlia dividem a dianteira e Simão Jatene aparece "na cintura" do levantamento.
A verdade também é que a correria para ver se a presidência local é do senador Flexa ou do deputado Zenaldo não vai se definir tão cedo, porque Sérgio Guerra não tem moral para enquadrar um Estado se sequer consegue selar um acordo entre Serra e Aécio. Só que o desespero de pedir arrego ao senador pernambucano demonstra que essa guerra local não terá fim, para o bem do povo do Pará, que assistirá de camarote seus inimigos se digladiando pelos jornais.
Os problemas são muitos, além da falta de popularidade, claro. Almir Gabriel, aposentado em 2006, apesar dele não ter ainda consciência disso, está disposto até a se inscrever nas prévias internas para constranger Simão Jatene. O PSDB também se divide se quer ou não aliança com Jader e vai observando, com um número reduzidíssimo de prefeitos, com deputados dissidentes e desfiliações em massa, o PT e o Governo costurarem uma ampla aliança.
É também certo, apesar dos discursos negando o óbvio, que, vença quem vencer, a facção derrotada boicotará a outra. Esse é o ingrediente que vai aprofundar o conflito interno deles: saber que estão dia a dia perdendo a viabilidade eleitoral.
Mas, o principal problema, leitores, é que eles não têm projeto para o Estado do Pará, a não ser duas ou três obras turísticas feitas no passado, foram rejeitados nas urnas em 2006 com um candidato que consideravam (e pensavam que povo também) um mito, continuam em baixa com a população e estão completamente desbaratinados, mas arrogantes que são, a exemplo dos seus congêneres nacionais, acham que definirão a eleição na base do carisma. Ledo engano. Quando a campanha começar e os números e nomes das realizações do Governo Popular começarem a tomar o domínio público, a derrota os abaterá novamente, porque terão de enfrentar o que não possuem: comparativo das gestões, idéias e propostas.
Só pode ser excesso de certeza de que voltarão ao Palácio dos Despachos o barraco que os tucanos paraenses armaram no gabinete do senador Sérgio Guerra, em Brasília. Com certeza, não leram direito a última pesquisa pública e com credibilidade divulgada no Blog do Vic, onde Jader e Ana Júlia dividem a dianteira e Simão Jatene aparece "na cintura" do levantamento.
A verdade também é que a correria para ver se a presidência local é do senador Flexa ou do deputado Zenaldo não vai se definir tão cedo, porque Sérgio Guerra não tem moral para enquadrar um Estado se sequer consegue selar um acordo entre Serra e Aécio. Só que o desespero de pedir arrego ao senador pernambucano demonstra que essa guerra local não terá fim, para o bem do povo do Pará, que assistirá de camarote seus inimigos se digladiando pelos jornais.
Os problemas são muitos, além da falta de popularidade, claro. Almir Gabriel, aposentado em 2006, apesar dele não ter ainda consciência disso, está disposto até a se inscrever nas prévias internas para constranger Simão Jatene. O PSDB também se divide se quer ou não aliança com Jader e vai observando, com um número reduzidíssimo de prefeitos, com deputados dissidentes e desfiliações em massa, o PT e o Governo costurarem uma ampla aliança.
É também certo, apesar dos discursos negando o óbvio, que, vença quem vencer, a facção derrotada boicotará a outra. Esse é o ingrediente que vai aprofundar o conflito interno deles: saber que estão dia a dia perdendo a viabilidade eleitoral.
Mas, o principal problema, leitores, é que eles não têm projeto para o Estado do Pará, a não ser duas ou três obras turísticas feitas no passado, foram rejeitados nas urnas em 2006 com um candidato que consideravam (e pensavam que povo também) um mito, continuam em baixa com a população e estão completamente desbaratinados, mas arrogantes que são, a exemplo dos seus congêneres nacionais, acham que definirão a eleição na base do carisma. Ledo engano. Quando a campanha começar e os números e nomes das realizações do Governo Popular começarem a tomar o domínio público, a derrota os abaterá novamente, porque terão de enfrentar o que não possuem: comparativo das gestões, idéias e propostas.
Leiam Gerson. Nas entrelinhas...
O deputado Gerson Peres (PP), com 50 anos de estrada na política, é mesmo um craque.
Inclusive quando arrodeia, quando tergiversa, quando quer deixar, digamos, tudo e algo mais nas entrelinhas.
O Blog do Vic publica boa entrevista com Gerson.
Prestem atenção nestas duas perguntas e nas respectivas respostas:
Então, vocês pretendem caminhar com a Ana Júlia na campanha do ano que vem?
Gerson Peres: Sim, tudo indica, porque é um desafio, né? Muitos estão achando que a Ana Júlia não ganha a eleição; outros, que ela não está fazendo um bom governo. Mas isso é uma opinião dos que são contra ela.
O senhor particularmente acha o quê?
Gerson Peres: Eu particularmente acho que a Ana Júlia tem uma carreira vitoriosa na política, como pouquíssimos têm. Ela foi desde vereadora, vice-prefeita, prefeita, deputada estadual, federal, senadora da República e agora é governadora do Pará. Isso deve causar muita dor-de-cotovelo em muita gente. Gera polêmica em torno dela, mas não querem reconhecer o mérito dela. Sempre fui um cordial adversário dela, em ideologia: nunca votei na Ana Júlia, mas sempre a respeitei pelo fato de ela ter alcançado tudo isso tão velozmente, enquanto que eu levei 50 anos para ter 12 mandatos.
Viram?
Mas, afinal, deputado, a governadora Ana Júlia está fazendo um bom governo ou não?
Particularmente, deputado, o senhor acha o quê?
Foi isso, deputado, que o blog perguntou.
Continuamos a não saber o que o deputado acha sobre esse particular.
Gerson fica devendo essa.
Mas é um craque.
Um craque da política.
Inclusive quando arrodeia, quando tergiversa, quando quer deixar, digamos, tudo e algo mais nas entrelinhas.
O Blog do Vic publica boa entrevista com Gerson.
Prestem atenção nestas duas perguntas e nas respectivas respostas:
Então, vocês pretendem caminhar com a Ana Júlia na campanha do ano que vem?
Gerson Peres: Sim, tudo indica, porque é um desafio, né? Muitos estão achando que a Ana Júlia não ganha a eleição; outros, que ela não está fazendo um bom governo. Mas isso é uma opinião dos que são contra ela.
O senhor particularmente acha o quê?
Gerson Peres: Eu particularmente acho que a Ana Júlia tem uma carreira vitoriosa na política, como pouquíssimos têm. Ela foi desde vereadora, vice-prefeita, prefeita, deputada estadual, federal, senadora da República e agora é governadora do Pará. Isso deve causar muita dor-de-cotovelo em muita gente. Gera polêmica em torno dela, mas não querem reconhecer o mérito dela. Sempre fui um cordial adversário dela, em ideologia: nunca votei na Ana Júlia, mas sempre a respeitei pelo fato de ela ter alcançado tudo isso tão velozmente, enquanto que eu levei 50 anos para ter 12 mandatos.
Viram?
Mas, afinal, deputado, a governadora Ana Júlia está fazendo um bom governo ou não?
Particularmente, deputado, o senhor acha o quê?
Foi isso, deputado, que o blog perguntou.
Continuamos a não saber o que o deputado acha sobre esse particular.
Gerson fica devendo essa.
Mas é um craque.
Um craque da política.
Duciomar, o que atazana Belém
Doutor Duciomar, aquele cara de sorte, vai ganhar um prêmio.
O de atazanar a vida dos munícipes.
Dos munícipes que votaram e dos que não votaram nele.
Uma vez eleito, Sua Excelência não está nem aí.
Leitores do blog – vários, em comentários e e-mails – reclamam do verdadeiro despautério, do verdadeiro despropósito, da verdadeira agressão ao bom senso que é melhorar o recapeamento asfáltico da avenida Nazaré durante o dia.
Como agora mesmo.
O trânsito, que já é caótico, fica redobradamente caótico.
Perguntam os leitores, em comentários: “Cadê os vereadores, que dizem fiscalizar os atos do Poder Público e que nada fazem nessa hora? Cadê?”
A prefeitura, acham os leitores – com a concordância do blog -, parece até que tem raiva da população, especialmente pelas críticas que vem recebendo.
E paralisa a cidade com obra que poderia ser feita durante a madrugada.
Reclamar a quem?
Ao bispo?
Mas não temos bispo.
A quem, então?
O de atazanar a vida dos munícipes.
Dos munícipes que votaram e dos que não votaram nele.
Uma vez eleito, Sua Excelência não está nem aí.
Leitores do blog – vários, em comentários e e-mails – reclamam do verdadeiro despautério, do verdadeiro despropósito, da verdadeira agressão ao bom senso que é melhorar o recapeamento asfáltico da avenida Nazaré durante o dia.
Como agora mesmo.
O trânsito, que já é caótico, fica redobradamente caótico.
Perguntam os leitores, em comentários: “Cadê os vereadores, que dizem fiscalizar os atos do Poder Público e que nada fazem nessa hora? Cadê?”
A prefeitura, acham os leitores – com a concordância do blog -, parece até que tem raiva da população, especialmente pelas críticas que vem recebendo.
E paralisa a cidade com obra que poderia ser feita durante a madrugada.
Reclamar a quem?
Ao bispo?
Mas não temos bispo.
A quem, então?
“É esse PT que queremos?”
Dois Anônimos se confrontam, na postagem que publica a carta da professora Edilza Fontes, formalizando seu desligamentos da DS (Democracia Socialista).
De um Anônimo:
Edilza sonha em refundar o PT... Outros agem afundando o partido.
Vamos ver se tem resposta. As acusações, do ponto de vista político, foram muito graves, especialmente sobre perseguição de companheiros e sobre malversação de recursos, quando Edilza insinua que outros estão se beneficiando da máquina pública.
De outro Anônimo, em resposta:
Caro anônimo, veja como é fantástico o poder da interpretação e da comunicação. Cada pessoa com a sua percepção! Por exemplo, não interpretei como acusação e nem insinuação o que a Professora Edilza relata, mas sim uma narração sincera do que se passou com ela e que é a pura verdade.
Se você é companheiro(a), sabe muito bem que foi exatamente isso que aconteceu. E sabe o que nos toca e nos incomoda? É que a companheira mexeu com a gente, nos acordou para um fato que não podemos mais permitir: "dormir", "fingir", "fazer vistas grossas".
Se não resgatarmos o PT agora, nunca mais será o mesmo! É hora de botar a mão na cabeça e se perguntar: o que estou fazendo para mudar? Com que estou contribuindo? É esse PT que queremos? Devemos muito, sim, à companheira Edilza e não podemos perder companheiros(as)valorosos(as) como ela!
De um Anônimo:
Edilza sonha em refundar o PT... Outros agem afundando o partido.
Vamos ver se tem resposta. As acusações, do ponto de vista político, foram muito graves, especialmente sobre perseguição de companheiros e sobre malversação de recursos, quando Edilza insinua que outros estão se beneficiando da máquina pública.
De outro Anônimo, em resposta:
Caro anônimo, veja como é fantástico o poder da interpretação e da comunicação. Cada pessoa com a sua percepção! Por exemplo, não interpretei como acusação e nem insinuação o que a Professora Edilza relata, mas sim uma narração sincera do que se passou com ela e que é a pura verdade.
Se você é companheiro(a), sabe muito bem que foi exatamente isso que aconteceu. E sabe o que nos toca e nos incomoda? É que a companheira mexeu com a gente, nos acordou para um fato que não podemos mais permitir: "dormir", "fingir", "fazer vistas grossas".
Se não resgatarmos o PT agora, nunca mais será o mesmo! É hora de botar a mão na cabeça e se perguntar: o que estou fazendo para mudar? Com que estou contribuindo? É esse PT que queremos? Devemos muito, sim, à companheira Edilza e não podemos perder companheiros(as)valorosos(as) como ela!
O Banco do Brasil não deixa barato
O Banco do Brasil, com todo o respeito, não deixa barato.
Muito pelo contrário.
Agora, inventou de cobrar a tarifa de quem passa os pontos para a TAM.
Uma transferência custa 20 pilas.
Imaginem só esse valor multiplicado por milhares de clientes.
Trata-se, como se vê, de mais um caso escandaloso de bitarifa, de bitributação, uma vez que o cliente já pagou anuidade, as empresas aéreas cobram mais caro pelos programas, já foram pagos os pacotes de tarifas e, além de tudo, vem a mais a tarifa bancária.
Os clientes bitributados achama que está passando da hora de se criar uma associação forte, independente.
No caso, o Banco do Brasil vai alegar que informou, em algum rodapé, com minúsculas letras, em extrato que ninguém lê.
Muito pelo contrário.
Agora, inventou de cobrar a tarifa de quem passa os pontos para a TAM.
Uma transferência custa 20 pilas.
Imaginem só esse valor multiplicado por milhares de clientes.
Trata-se, como se vê, de mais um caso escandaloso de bitarifa, de bitributação, uma vez que o cliente já pagou anuidade, as empresas aéreas cobram mais caro pelos programas, já foram pagos os pacotes de tarifas e, além de tudo, vem a mais a tarifa bancária.
Os clientes bitributados achama que está passando da hora de se criar uma associação forte, independente.
No caso, o Banco do Brasil vai alegar que informou, em algum rodapé, com minúsculas letras, em extrato que ninguém lê.
Márcio Thomaz Bastos chega a Belém para proferir palestra
O ex-ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, estará em Belém na próxima segunda-feira (05), para participar da Conferência de abertura do lançamento do Plano de Gestão da chapa “Juntos pra Avançar”, que concorre as eleições da OAB. O evento acontecerá no Teatro Maria Sylvia Nunes da Estação das Docas, às 18h. O jurista Márcio Thomaz Bastos falará sobre: “Defesa das Prerrogativas dos Advogados como Valor Fundamental da Sociedade”.
Muitas contribuições de advogados que apóiam a chapa “Juntos pra Avançar” já constam no Plano de Gestão, que foi enriquecido com base nas várias reuniões realizadas no decorrer da campanha de Jarbas Vasconcelos, na capital e no interior do Estado, onde o candidato reuniu-se com a classe profissional. O documento orientará a nova diretoria da OAB-PA.
O candidato à presidência da OAB-PA, Jarbas Vasconcelos avalia de forma positiva a participação de advogados no Plano de Gestão. Mas o momento, segundo sua avaliação, é de intensificar a campanha, unir esforços e, principalmente, ter uma maior participação de todos no Plano de Gestão.
Segundo ele, a maciça participação da classe na formatação do Plano é de suma importância para se ter um documento coeso, que atenda as principais demandas e represente de fato o que se quer da futura OAB-PA.
Vasconcelos diz que o evento é muito importante, não só pelo lançamento do Plano como também pela presença do advogado criminalista Marcio Thomaz Bastos.
Thomaz Bastos foi presidente da OAB-São Paulo de 1983 a 1985, tendo participado intensamente da campanha das Diretas Já. Presidiu o Conselho Federal da OAB no período da Constituinte, entre 1987 e 1989. Foi um dos autores da petição que resultou no impeachment de Fernando Collor. Foi ministro da Justiça do primeiro governo Lula.
Fonte: Assessoria da chapa
Muitas contribuições de advogados que apóiam a chapa “Juntos pra Avançar” já constam no Plano de Gestão, que foi enriquecido com base nas várias reuniões realizadas no decorrer da campanha de Jarbas Vasconcelos, na capital e no interior do Estado, onde o candidato reuniu-se com a classe profissional. O documento orientará a nova diretoria da OAB-PA.
O candidato à presidência da OAB-PA, Jarbas Vasconcelos avalia de forma positiva a participação de advogados no Plano de Gestão. Mas o momento, segundo sua avaliação, é de intensificar a campanha, unir esforços e, principalmente, ter uma maior participação de todos no Plano de Gestão.
Segundo ele, a maciça participação da classe na formatação do Plano é de suma importância para se ter um documento coeso, que atenda as principais demandas e represente de fato o que se quer da futura OAB-PA.
Vasconcelos diz que o evento é muito importante, não só pelo lançamento do Plano como também pela presença do advogado criminalista Marcio Thomaz Bastos.
Thomaz Bastos foi presidente da OAB-São Paulo de 1983 a 1985, tendo participado intensamente da campanha das Diretas Já. Presidiu o Conselho Federal da OAB no período da Constituinte, entre 1987 e 1989. Foi um dos autores da petição que resultou no impeachment de Fernando Collor. Foi ministro da Justiça do primeiro governo Lula.
Fonte: Assessoria da chapa
Tucanos revêem filme. Com Almir como artista principal.
Os tucanos já viram esse filme antes.Na eleição de 2006 aconteceu algo semelhante ao que se vê hoje no ninho tucano, que está em polvorosa, quase em pé de guerra, depois da ida de sete deputados ao gabinete do presidente nacional do partido, senador Sérgio Guerra (PE), para cobrar definições a candidatura para 2010 e sobre o próximo presidente regional da agremiação.
Claro, a semelhança mencionada deve respeitar cenários, atores e circunstâncias políticas. Mas os barracos também foram inevitáveis.
Em 2006, Almir bateu na mesa e disse que era candidato e pronto.
Jatene, então governador, “amarelou” e preferiu não bater de frente com o condestável – licença aí, dr. Puty - tucano. Até porque Jatene não tem esse perfil, jamais entra em bola dividida. E Almir tinha a obsessão de governar, pela terceira vez, o Pará.
Enfim, Jatene botou panos quentes, chamou os companheiros, Almir se candidata, perde a eleição, abandona os amigos, os correligionários, o PSDB e escafedeu-se para Bertioga.
Não disse adeus, nem até logo.
Ou disse. Para alguns poucos que ele mesmo selecionou.
Não teve a delicadeza de desejar um bom governo para Ana Júlia Carepa.
Não teve a gentileza de agradecer os votos recebidos do povo do Pará, ao longo do reinado tucano.
Poucas vezes se viu algo parecido.
Almir se fechou em copas.
Os soldados tucanos ficaram feridos nos campos de batalha e ele virou as costas, sem sequer oferecer um copo d’água.
Depois do nocaute e do que parecia impossível - Almir perder a eleição para Ana Júlia -, os tucanos passaram o ano de 2007 arrancando todas as penas, sem saber pra onde voar.
E, enfim, perceberam que era possível sim, reorganizar o ninho, e que juntos eram mais fortes.
Tiraram o Jatene da rede e da pesca – precisavam de um comando – e chegaram a 2008 mais confiantes e seguros.
Trabalharam dia e noite pra isso. Quando o partido está respirando novamente, eis que chega o Almir, que abandonou sua Ilha de Elba para desarrumar tudo, desagregar e sentar a pua em Jatene.
Estranho que isso tenha acontecido.
Porque líder que é líder não desagrega.
Líder que é líder não deixa seus soldados feridos no meio do caminho.
Almir, que teve uma carreira brilhante - foi senador constituinte, foi candidato a vice na chapa de Mário Covas para presidente - e sua eleição em 1994 deu início a um longo reinado do tucanato -, acabou cultivando um ódio assustador – e injusto, segundo muito tucanos - por Simão Jatene, com quem conviveu por quase 40 anos.
Cultivou, além disso, um ódio enorme por Ana Júlia Carepa, a quem trata de “mulher despreparada”.
Tucanos – muitos – deploram que o doutor Almir tenha perdido a capacidade de enxergar o conjunto, o coletivo, o Pará do futuro. Logo ele.
E estão convictos de que sua meta não é governar o Pará.
É aniquilar Jatene e dar o troco pra Ana Júlia.
Bobagem.
Jader sorri.
Petistas não acreditam que os emplumados quebraram o barraco. E esse imenso país chamado Pará vai continuar sendo o almoxarifado do Brasil.
Ou tem tudo para continuar como o almoxarifado do Brasil.
Dallari e Reinaldo, unidos, jamais serão vencidos
Ou melhor: nada como um Dallari atrás – ops! –, ou melhor, depois de um Reinaldo.
O blog divulgou aqui, nesta quarta-feira (30), a postagem A crise hondurenha desenhada em 16 fatos.
Trata-se de artigo em que Reinaldo Azevedo, em seu blog, sustenta que, em Honduras, em verdade o golpista foi Manuel Zelaya, que afrontou a Constituição de seu País.
Ihhh?
Pra quê...!
A postagem rendeu comentários assim:
“Era só o que faltava, para consolidar minha percepção de que este blog age abertamente contra a democracia: o apoio ao golpe em Honduras. Santa Maria mãe de Deus, fazer referência ao Reinaldo Azevedo, o maior direitista em atuação no país hoje em dia, justamente quando ele defende um golpe militar, é um absurdo.”
Ou assim:
“O que o poster faz é tão-somente ratificar os argumentos da direita raivosa, tucana e golpista desse país que agora inventou o golpe democrático. Aproveita, Paulo, além do mal resolvido Reinaldo Azevedo, publica também o tucano convertido Demétrio Magnólli, o superchato serrista Arnaldo Jabor e o dinossáurico Jarbas Passarinho. Ah, te solidariza também com os PMs de Rondon do Pará, coitados. Francamente!”
Pois é.
Nada, repita-se, como um Dallari atrás, aliás, depois de um Reinaldo.
E não é que os “direitistas” daqui estão bem acompanhados?
Eles e Reinaldo Azevedo estão bem acompanhados.
Bem acompanhados por ninguém menos que o jurista Dalmo de Abreu Dallari (na foto).
Um jurista dos mais respeitados do País.
Um jurista “de esquerda”.
De esquerda e de escol.
Um jurista que lustra sua extensa e rica biografia com belas páginas em defesa da democracia, inclusive e sobretudo durante os anos de chumbo.
Um jurista de formação humanística marcante e que se tornou uma referência na defesa dos direitos humanos.
Pois é.
Dallari, este Dallari que todo mundo teria e tem o prazer de acompanhar, escreveu artigo no Observatório da Imprensa em que diz claramente que Manuel Zelaya, o destrambelhado presidente deposto de Honduras, afrontou, desrespeitou, desconheceu, ignorou, desobedeceu à Constituição de seu País.
Diz Dallari, com clareza resplendente:
“Tendo em conta que o respeito à Constituição é fundamental para a existência do Estado Democrático de Direito, não há dúvida de que Zelaya estava atentando contra a normalidade jurídica e a democracia em Honduras.”
E para casos de desrespeito, prossegue Dallari, a própria Constituição de Honduras amparou pronunciamento da Suprema Corte, mandando que o Exército o afastasse do cargo.
Vocês não acreditam que Dallari, o esquerdista, esteja a dizer o mesmo que Reinaldo Azevedo, postado pelos “direitistas” aqui do blog?
Não acreditam?
Pois então, leiam o artigo abaixo.
Ah, sim!
Lembram-se daquele refrão, entoado com os punhos erguidos?
O povo / unido / jamais será vencido.
Pode bem ser assim: Dallari e Reinaldo / unidos / jamais serão vencidos.
Boa leitura.
E viva, doutor Dallari!
Viva!
-------------------------------------------
O fundamento legal omitido
Por Dalmo de Abreu Dallari
Quando a imprensa afirma que um ato de autoridade foi inconstitucional ou ilegal deve apontar qual o artigo da Constituição ou da lei que foi desrespeitado, para permitir aos destinatários da notícia sua própria avaliação e uma possível reação bem fundamentada. De modo geral a ofensa à Constituição e às leis é sempre grave, num Estado Democrático de Direito. A par disso, toda a cidadania tem o direito de controlar a legalidade dos atos das autoridades públicas e para tanto precisa estar bem informada.
Um caso atual e patente de imprecisão nas informações está dificultando ou distorcendo a avaliação dos acontecimentos de Honduras. Grande parte da imprensa brasileira apresenta o presidente deposto Manuel Zelaya como vítima inocente de golpistas, mas quase nada tem sido informado sobre os aspectos jurídicos do caso.
Uma omissão importante, que vem impedindo uma avaliação bem fundamentada dos acontecimentos, é o fato de não ter sido publicada pela imprensa a fundamentação constitucional precisa da deposição de Zelaya, falando-se genericamente em "golpistas" sem informar quem decidiu tirá-lo da presidência, por que motivo e com qual fundamento jurídico. Esses elementos são indispensáveis para a correta avaliação dos fatos.
Alternância obrigatória
Com efeito, noticiou a imprensa que a Suprema Corte de Honduras ordenou que o Exército destituísse o presidente da República. É surpreendente e suscita muitas indagações a notícia de que ele foi deposto pelo Exército por ordem da Suprema Corte. Pode parecer estranha a obediência do Exército ao Judiciário para a execução de tarefa que afeta gravemente a ordem política, o que, desde logo, recomenda um exame mais cuidadoso das circunstâncias, para constatar se o que ocorreu em Honduras foi mais um caso de golpe de Estado.
É necessária uma análise atenta, para saber de onde vem a força da Suprema Corte para ordenar a deposição de um presidente eleito e ser obedecida pelo Exército. A par disso, é importante procurar saber por que motivo e com que base jurídica a Suprema Corte tomou sua decisão e ordenou ao Exército que a executasse.
Segundo o noticiário dos jornais, o presidente deposto havia organizado um plebiscito, consultando o povo sobre sua pretensão de mudar a Constituição para que fosse possível a reeleição do presidente da República, sendo oportuno observar que este seria o último ano do mandato presidencial de Zelaya.
Ora, está em vigor em Honduras uma lei, aprovada pelo Congresso Nacional, proibindo consultas populares 180 dias antes e depois das eleições – e estas estão convocadas para o mês de novembro. Foi com base nessa proibição que a consulta montada por Zelaya foi declarada ilegal pelo Poder Judiciário.
Um dado que deve ser ressaltado é que a Constituição de Honduras estabelece expressamente, no artigo 4º, que a alternância no exercício da Presidência da República é obrigatória. Pelo artigo 237 o mandato presidencial é de quatro anos, dispondo o artigo 239 que o cidadão que tiver desempenhado a titularidade do Poder Executivo não poderá ser presidente ou vice-presidente no período imediato.
Informações incompletas
Outro ponto de extrema relevância é que a Constituição hondurenha não se limita a estabelecer a proibição de reeleição, mas vai mais longe. No mesmo artigo 239, que proíbe a reeleição, está expresso que quem contrariar essa disposição ou propuser sua reforma, assim como aqueles que o apóiem direta ou indiretamente, cessarão imediatamente o desempenho de seus respectivos cargos e ficarão inabilitados por dez anos para o exercício de qualquer função pública.
Reforçando essa proibição, dispõe ainda a Constituição, no artigo 374, que não poderão ser reformados, em caso algum, os artigos constitucionais que se referem à proibição de ser novamente presidente. Essa é uma cláusula pétrea da Constituição.
Foi com base nesses dispositivos expressos da Constituição que a Suprema Corte considerou inconstitucional a consulta convocada pelo presidente da República e fez aplicação do disposto no artigo 239, afastando-o do cargo.
Note-se que a Constituição é omissa quanto ao processo formal para esse afastamento, o que deve ter contribuído para um procedimento desastrado na hora da execução. Tendo em conta que o respeito à Constituição é fundamental para a existência do Estado Democrático de Direito, não há dúvida de que Zelaya estava atentando contra a normalidade jurídica e a democracia em Honduras. A falta de informações completas e precisas sobre a configuração jurídica está contribuindo para conclusões apressadas que desfiguram a realidade.
Mais de 200 estudantes cobram providências na Fibra
Informações de alunos da Fibra ao blog garantem que continuam os assaltos, furtos e seqüestros-relâmpago nas imediações da Fibra. Mesmo assim, a direção da faculdade finge que não vê o perigo diário a que alunos, professores e funcionários são submetidos.
Segundo os estudantes, nenhuma solicitação foi feita por parte da Fibra para tentar amenizar a insegurança na área, o que revela um total descaso com a integridade das pessoas que diariamente estudam na Fibra.
A demora em colher as assinaturas deveu-se ao fato de que os alunos não podem abandonar as aulas para se dedicar exclusivamente a isso. Mas todos assinaram espontaneamente o documento, expressando-se insatisfeitos com a omissão da diretoria da Fibra em relação ao assunto.
Oposição na OAB reage à degola de inadimplentes
A chapa “OAB Independente”, encabeçada pelo advogado Sérgio Couto, reagiu contra a decisão da atual diretoria de suspender 1,4 mil advogados inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil no Pará por inadimplência. Couto, que encabeça a chapa de oposição nas eleições da instituição, e a candidata a vice, Avelina Hesketh, atribuíram a decisão da atual diretoria ao anúncio feito por Sérgio Couto (na foto, em reunião num restaurante, onde discutiu o assunto) a uma emissora de rádio, de que seu plano de trabalho contempla a redução do valor das anuidades, uma das mais caras do País, com o corte de gastos supérfluos com viagens, banquetes e coquetéis promovidos pela situação.Para Sérgio Couto, “essa decisão, que atinge quase 30% dos advogados inscritos na Ordem, preocupa e revolta”. Segundo ele, a OAB-Pará tem cerca de 15 mil inscritos, mas, na verdade, apenas pouco mais da metade está na ativa, visto que a maioria já se aposentou, faleceu ou, por alguma razão, deixou os quadros da instituição. Segundo Avelina Hesketh, o processo disciplinar na OAB é protegido por segredo administrativo para evitar a prática de injustiças. Inclui-se aí a hipótese de alguém que já tenha quitado os valores atrasados, ou parcelado seu débito, seja penalizado por engano. Isso não foi respeitado pela atual diretoria da Ordem, o que sujeita a sua presidente, Angela Salles, a responsabilização civil, penal e administrativa.
A inadimplência na OAB ascende a mais de 60% dos associados em atividade. Segundo Couto, além da anuidade ser a segunda mais cara do Brasil, não há a correspondente prestação de serviços. Ele esclarece que, quando foi presidente, administrou com um quadro de advogados em torno de 6 mil inscritos e uma anuidade de R$ 130. Hoje, com cerca de 9 mil pagantes, a anuidade foi quadruplicada. “Para onde vai essa dinheirama toda?”, pergunta, e responde: “Para atender a gastos suntuosos e desnecessários”.
Na opinião do candidato, “suspender ou eliminar um advogado que está em dificuldades de liquidar sua anuidade é o mesmo que decretar-lhe a morte profissional e moral, posto que não terá como, interditado o exercício profissional, exercer a advocacia e arranjar dinheiro para liquidar seu débito. Além disso, acrescenta, a inadimplência não é crime, motivo pelo qual se diz revoltado pelo fato de uma “advogada inadimplente ter sido autuada de modo arbitrário e despótico como alguém que estivesse praticando a contravenção de exercício ilegal da profissão”. Para ele, a atitude correta da presidente da OAB seria esperar a publicação do acórdão do TED para só depois divulgar a degola. “A OAB não pode ser a própria algoz do advogado que congrega, mas tem a obrigação de ajudá-lo a vencer as dificuldades”, destaca.
Fonte: Assessoria de Imprensa do candidato
Exército destrói armamentos
A Seção de Fiscalização de Produtos Controlados (SFPC) do Comando da 8ª Região Militar e 8ª Divisão de Exército realizará a destruição de 808 armas de fogo. A atividade acontece nesta quinta-feira, 1º de outubro, iniciando às 9h30, na Siderúrgica Copala, localizada na Avenida Bernardo Sayão nº 5.232, próximo à Universidade Federal do Pará.
As armas que serão destruídas são revólveres, pistolas, carabinas e espingardas, que após terem servido de provas em processos tramitados e julgados na Justiça, são encaminhadas ao Exército para a definitiva ação. Quando esse tipo de armamento é recebido pela Seção de Fiscalização de Produtos Controlados, passa por um processo de desmonte, tornando inservível para uso. É a terceira vez que essa atividade ocorre em 2009. Destaca-se que as armas já estão previamente comprometidas para o uso quando são guardadas pelo Exército, pois os canos são avariados, assim como as peças móveis, responsáveis pelo funcionamento normal, não havendo, portanto, riscos à população e aos militares.
Nos fornos da Copala, as armas serão aquecidas até entrarem em estado líquido, transformando-se em lingotes de metal que serão utilizados para fins diversos.
Fonte: Seção de Comunicação Social da 8ª Região Militar e 8ª Divisão de Exército
As armas que serão destruídas são revólveres, pistolas, carabinas e espingardas, que após terem servido de provas em processos tramitados e julgados na Justiça, são encaminhadas ao Exército para a definitiva ação. Quando esse tipo de armamento é recebido pela Seção de Fiscalização de Produtos Controlados, passa por um processo de desmonte, tornando inservível para uso. É a terceira vez que essa atividade ocorre em 2009. Destaca-se que as armas já estão previamente comprometidas para o uso quando são guardadas pelo Exército, pois os canos são avariados, assim como as peças móveis, responsáveis pelo funcionamento normal, não havendo, portanto, riscos à população e aos militares.
Nos fornos da Copala, as armas serão aquecidas até entrarem em estado líquido, transformando-se em lingotes de metal que serão utilizados para fins diversos.
Fonte: Seção de Comunicação Social da 8ª Região Militar e 8ª Divisão de Exército
Vitrine para pedófilos
RUI RAlOL
Domingo, 8 da noite, conduzindo um grupo de amigos de outro Estado, fui surpreendido por uma multidão. Estávamos na Doca de Souza Franco, quando centenas de jovens e adolescentes começaram a surgir de todos os lados. Mas, foi quando manobramos no sentido do Ver-o-Peso, que notamos uma situação bem complicada. O trânsito estava terrivelmente engarrafado. Não apenas centenas, agora milhares de jovens, adultos e adolescentes disputavam cada palmo dos canteiros, calçadas e praças da Boulevard, entre Doca e Presidente Vargas. Por um descuido nosso, mas certamente por vontade de Deus, estávamos vivenciando o término da 8ª edição da Parada Gay de Belém.
Vou descrever agora o que meus olhos viram durante os 60 minutos em que estive preso no engarrafamento desse curto trajeto. Desde logo, asseguro aqui meu total respeito à luta contra a discriminação, contra o preconceito que tem levado à morte vários irmãos nossos, brasileiros que merecem viver como qualquer um de nós. Minha descrição tem como foco dois elementos que compunham ou deveriam compor a densa paisagem humana que contemplei do interior do carro que dirigia.
O cenário nada tinha a ver com a costumeira calmaria dos logradouros citados. O vazio demográfico das praças e ruas que margeiam esse trecho da orla de Belém cedera lugar a um formigueiro humano. Em sua grande parte, a multidão era composta de jovens e adolescentes. Muitos. Centenas. Milhares. Sobre as calçadas, no meio da pista, acotovelando-se nas praças, eu vi adolescentes em situação de risco. Este é o primeiro foco.
Louvamos a atitude do juiz da 1ª Vara da Infância e Juventude da Capital, doutor José Maria Teixeira do Rosário. Com sua afiada ferramenta de trabalho, o magistrado determinou que crianças e adolescentes só comparecessem à Parada devidamente acompanhados dos pais ou responsáveis. Infelizmente, nossos menores compunham o quadro tenebroso daquela noite. Mocinhas seminuas insinuavam-se. Em grupos de mesma faixa etária, estavam em roda, dançando, provocando e sendo sexualmente provocadas por outros e outras de idade igual ou superior. Adolescentes consumiam bebida alcóolica livremente. Era uma sodoma juvenil a céu aberto.
Se adultos têm liberdade para assumir suas tendências sexuais, o mesmo não se pode dizer de crianças e adolescentes. Estes grupos precisam, sim, de proteção. E estar num ambiente desses não é nada saudável para quem ainda não tem idade para responder civilmente por seus atos. Se perante a lei são relativa ou absolutamente incapazes, a eles deve-se proibir a participação solitária em eventos destinados ao público adulto. Foi isso que o juiz acertadamente determinou. Foi isso que disse um dos líderes do movimento ao comentar na TV a determinação judicial.
Ao contrário da participação visível de adolescentes, notava-se a falta de um segundo elemento, que deveria necessariamente estar. Não vi uma participação efetiva do Estado. A paisagem era rarefeita de policiais. Naquele tapete humano, polícia era um detalhe apagado, representado por uma tropa montada. Em toda a extensão do calçamento da Boulevard, nem sinal de policiamento.
Ao olhar aquela triste cena, entendemos por que o Brasil é o paraíso dos pedófilos. Nossos menores estão expostos em catálogos vivos de prostituição. As ruas de Belém eram domingo, 27 de setembro, uma vitrine de meninos e meninas oferecidos ao abuso. Num evento que apregoa luta por direitos de cidadania, a presença desse público infanto-juvenil é um voto contra. Ao Estado, que deve proteger seus cidadãos, dois votos. A pais que não educam, todos os votos contrários.
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RUI RAIOL é pastor e escritor
Mais artigos: www.ruiraiol.com.br
Após oito horas de sessão, CCJ aprova Ufopa
Mesmo depois de quase oito horas de sessão da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça do Senado), por conta da sabatina de José Antônio Toffoli, foi aprovada nesta quarta-feira (30) o projeto que cria a Universidade do Oeste do Pará (Ufopa).O relator, senador Flexa Ribeiro (na foto), esperou até o fim da votação deste item da pauta, que acabou por aprovar a indicação de Toffoli para o Supremo Tribunal Federal (STF). Em seguida, conseguiu que fosse mantido quorum para que a proposta da Ufopa fosse aprovada, fazendo a matéria avançar. Agora, resta apenas que o projeto da Ufopa seja aprovado na Comissão de Educação e Cultura (CE), também do Senado.
A data prevista para entrar em pauta é dia 6 de outubro. Antes, no dia 5, será realizado um painel no município de Santarém, no Oeste do Estado, onde justamente será implantada a universidade.
“Fizemos o possível, pois existia grande ansiedade pela sabatina de Toffoli. Mesmo com esse item na pauta, não poderíamos deixar de esperar e aprovar ainda hoje a criação da UFOPA. Agora falta pouco para que um antigo sonho da população do Oeste do Pará seja conquistado”, afirmou Flexa Ribeiro.
Presente na votação, o senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) parabenizou a aprovação do projeto. “Tenho certeza que a criação dessa Universidade beneficia não apenas os paraenses, mas toda a Amazônia. E esse empenho do senador Flexa é louvável, de ficar até o final e conseguir a aprovação mesmo depois de tantas horas de sessão”, disse Virgílio.
Na terça-feira (29), a Comissão de Educação (CE) do Senado Federal aprovou a realização de um painel em Santarém sobre a criação da Ufopa. A instalação da universidade, prevista já para 2010, beneficia cerca de 18 municípios da região e mais de um milhão de pessoas. O painel será realizado no dia 5 de outubro, às 9 horas, em Santarém. O projeto 179/09 chegou no Senado Federal em 11 de Setembro. O trabalho do parlamentar paraense é para que seja aprovado o quanto antes, o que vem conseguindo.
Fonte: Assessoria Parlamentar
Deputado participa de conferência no Baixo Amazonas
O deputado estadual Carlos Martins (PT) esteve reunido com professores, alunos e integrantes de movimentos sociais de toda a região do Baixo Amazonas, participando da II Conferência Regional de Educação do Baixo Amazonas, ocorrida no auditório da Universidade do Estado do Pará (Uepa), no último final de semana. Os debates foram organizados pelas quatro regionais do Pará e contou como tema principal os rumos da educação no país.
“A educação tem evoluído ao longo destes anos, temos visto que o objetivo dos Governos federal e estadual é colocar o Brasil no mesmo patamar dos países desenvolvidos, e para isso têm sido realizadas diversas ações como: reforma e construção de escolas, aquisição de equipamentos, implantação de laboratórios, acesso à internet. Estamos enfrentando o analfabetismo, implantando programa de bolsas de estudo, iniciação científica; capacitando professores fortalecendo a educação em espaços rurais, indígenas e quilombolas, integrando a comunidade às escolas, como está sendo feito no programa Portas Abertas. Estamos trabalhando para garantir o direito à educação de qualidade” enfatizou Martins ao discursar sobre o evento.
A conferência realizou discussões sobre a qualidade da educação na região e abordou, também, a viabilidade das propostas que foram apresentadas, anteriormente, nas conferências municipais.
A Regional é uma preparação para a Conferência Estadual que deve ocorrer no mês de novembro em Belém, e para a Conferência Nacional de Educação, agendada para abril de 2010, em Brasília.
Estiveram presentes à Conferência: a secretária Adjunta de Ensino, Nei Cristina de Oliveira, representante da Seduc; o coordenador regional do evento, Amilton Sá Barreto; o estudante César Sadala, representando mais de 40 mil alunos da região; Dilmo Seade, representante do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sintepp) na região; Rui Guilherme Almeida, representante da Universidade do Estado do Pará (UEPA); Graça Ninos, representante da 5ª URE; e o professor Alípio Gomes da Semed. Os municípios de Juruti, Belterra, Faro, Terra Santa, Monte Alegre, Curuá, Almeirim, Oriximiná, Prainha, Óbidos e Alenquer estiveram representados na plenária.
Fonte: Assessoria Parlamentar
“A educação tem evoluído ao longo destes anos, temos visto que o objetivo dos Governos federal e estadual é colocar o Brasil no mesmo patamar dos países desenvolvidos, e para isso têm sido realizadas diversas ações como: reforma e construção de escolas, aquisição de equipamentos, implantação de laboratórios, acesso à internet. Estamos enfrentando o analfabetismo, implantando programa de bolsas de estudo, iniciação científica; capacitando professores fortalecendo a educação em espaços rurais, indígenas e quilombolas, integrando a comunidade às escolas, como está sendo feito no programa Portas Abertas. Estamos trabalhando para garantir o direito à educação de qualidade” enfatizou Martins ao discursar sobre o evento.
A conferência realizou discussões sobre a qualidade da educação na região e abordou, também, a viabilidade das propostas que foram apresentadas, anteriormente, nas conferências municipais.
A Regional é uma preparação para a Conferência Estadual que deve ocorrer no mês de novembro em Belém, e para a Conferência Nacional de Educação, agendada para abril de 2010, em Brasília.
Estiveram presentes à Conferência: a secretária Adjunta de Ensino, Nei Cristina de Oliveira, representante da Seduc; o coordenador regional do evento, Amilton Sá Barreto; o estudante César Sadala, representando mais de 40 mil alunos da região; Dilmo Seade, representante do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sintepp) na região; Rui Guilherme Almeida, representante da Universidade do Estado do Pará (UEPA); Graça Ninos, representante da 5ª URE; e o professor Alípio Gomes da Semed. Os municípios de Juruti, Belterra, Faro, Terra Santa, Monte Alegre, Curuá, Almeirim, Oriximiná, Prainha, Óbidos e Alenquer estiveram representados na plenária.
Fonte: Assessoria Parlamentar
O que ele disse
“Eu acho que direito de asilo [ao presidente deposto Manuel Zelaya] o Brasil devia dar. Não podia deixar de dar (...) Mas o que está havendo agora, eu reconheço, é um certo exagero em ocupação da embaixada, de transformar a embaixada em um comitê político. Esse abuso não é bom nem para o Zelaya e para o Brasil. A embaixada brasileira tem que zelar pelas leis que marcam o asilo e não se meter em assuntos internos dos países.”José Sarney (PMDB-AP), presidente do Senado, sobre a presença do presidente deposto Manuel Zelaya e de cerca de seus 60 apoiadores na embaixada brasileira em Teguciglapa, capital de Honduras.
Um mergulho no canal
O assaltante Marcos de Souza, 21 anos, conhecido no bairro da Cidade Velha como 'Neguinho' ou 'Caveirinha', foi salvo por bombeiros depois de se jogar no canal da Almirante Tamandaré para escapar de um linchamento. Por volta das 17 horas, ele anunciou um assalto ao motorista de um Honda Civic, na área da avenida Almirante Tamandaré com a rua Carlos de Carvalho, às proximidades do canal da via principal. O assalto foi impedido por testemunhas que perceberam quando Marcos se aproximou do veículo e, então, vendo que ele não estava armado, cercaram o assaltante e passaram a agredí-lo. Para escapar de ser linchado em via pública, Marcos pulou no canal da Tamandaré, e entrou em uma tubulação no local, mas acabou sendo preso pela polícia. O assaltante inalou gases tóxicos e teve de ser levado às pressas para o Pronto-Socorro Municipal da travessa 14 de Março.
Toda a ação aconteceu por volta das 17 horas, como informou o comandante da 6ª Zona de Policiamento, capitão PM Vicente Neto, que coordenou a prisão do assaltante. 'Ele passou uma hora dentro da tubulação do canal, e, depois, passou mal, além de ter sido lesionado (durante a tentativa de linchamento) ', contou o capitão Vicente. Tão logo escapou de ser assaltado, o condutor do Honda Civic tratou de deixar o local.
Escondido na tubulação da Almirante Tamandaré, Marcos de Souza escutou os gritos de revolta dos populares nas muretas, num indicativo de que a situação do assaltante se complicaria ainda mais caso ele resolvesse sair do canal. Marcos chegou a percorrer cerca de 70 metros na tubulação até o desfecho do caso: ele foi resgatado por uma guarnição do Corpo de Bombeiros, porque estava intoxicado ao ser retirado do canal, repleto de material em decomposição e exalando mau cheiro. O assaltante permanecia até ontem à noite no HPSM da 14 de Março. O caso foi registrado na Seccional Urbana do Comércio.
Resgate - A chegada dos policiais militares e dos bombeiros ao trecho do canal onde se encontrava o assaltante tentando fugir do cerco popular chamou a atenção de moradores da avenida Almirante Tamandaré e arredores. A guarnição dos bombeiros foi comandada pelo tenente Jairo Oliveira, em uma viatura de salvamento, e atuou em conjunto com os policiais. O tenente Jairo informou que a intoxicação de Marcos de Souza se deu pelo contato prolongado que o homem teve com gases provenientes da decomposição de material orgânico no interior do canal. Com máscaras respiratórias específicas para esse tipo de serviço, o cabo Nailson Lobo e o soldado Alan dos Santos, com apoio do soldado Cruz Farias, ingressaram na tubulação e passaram a procurar por Marcos de Souza, que havia percorrido cerca de 70 metros do interior da tubulação.
Quando encontraram o assaltante, os bombeiros precisaram convencê-lo a se entregar, explicando que ele corria risco de morte diante do material tóxico a que estava exposto. Em princípio, o acusado concordou , mas no caminho, ao ouvir os gritos das pessoas na mureta, chegou a voltar para o ponto da tubulação onde foi encontrado. Os bombeiros, após refazer o estoque de ar de um dos cilindros, tiveram que retomar as negociações com o homem até novamente convencê-lo a sair da tubulação. O assaltante, intoxicado, foi içado pelos bombeiros, e levado para o HPSM da 14 de Março.
Conta “cautelosa”
No AMAZÔNIA:
O Pará vai dispor de R$ 11,2 bilhões no orçamento do próximo ano, 10,8% a mais do que a Lei Orçamentária Anual (LOA) previu para 2009. O valor foi apresentado ontem pelo titular da Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças (Sepof), José Julio Lima. Ele descreveu o orçamento como cauteloso e afirmou que este 'busca assegurar a conclusão dos investimentos iniciados em 2009'.
O 'cauteloso' orçamento, como descreveu o secretário, terá boa parte utilizada nas despesas com gestão da máquina pública e pagamento de servidores. Às áreas de educação, saúde e segurança estão assegurados o mínimo previsto em lei. 'Será destinado R$ 1 bilhão para a segurança, mas o valor não é considerado um investimento, o dinheiro é para garantir a manutenção dos investimentos feitos em anos anteriores, como a compra de novas viaturas', declarou José Júlio.
Apesar do orçamento para o próximo ano não ser muito maior do que foi disponibilizado para este, o secretário de Estado de Planejamento garante que 'a estimativa de crescimento do estado é de 4,54% na variação anual do Produto Interno Bruto (PIB). Este desempenho vem principalmente de investimentos captados no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) e do programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal', detalha. José Julio disse ainda que 'o resultado primário previsto para 2010 é de R$ 22 milhões, concluindo-se que o estado tem solvência financeira. Já a dívida fiscal líquida do governo deverá crescer 12,63%, totalizando R$ 312 milhões', explica.
José Julio garantiu que a conclusão das obras da rodovia Transmangueirão, a construção do novo prédio da Santa Casa e o reajuste do salário mínimo - que deverá passar de R$ 465 para R$ 506 em janeiro - já estão incluídos no orçamento do próximo ano. Para o reajuste do salário mínimo, o estado vai reservar, aproximadamente, R$131 milhões.
Por conta disso, a despesa com pessoal ativo da administração pública do poder Executivo - prevista no valor de R$ 3,1 bilhões - supera a previsão de despesas com a educação e com a saúde juntas: R$ 2,8 bilhões. O secretário justificou que as despesas com pessoal não ultrapassam o limite prudencial estabelecido pela de Lei de Responsabilidade Fiscal. Para o auxílio alimentação dos servidores estão destinados R$ 92 milhões.
O Pará vai dispor de R$ 11,2 bilhões no orçamento do próximo ano, 10,8% a mais do que a Lei Orçamentária Anual (LOA) previu para 2009. O valor foi apresentado ontem pelo titular da Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças (Sepof), José Julio Lima. Ele descreveu o orçamento como cauteloso e afirmou que este 'busca assegurar a conclusão dos investimentos iniciados em 2009'.
O 'cauteloso' orçamento, como descreveu o secretário, terá boa parte utilizada nas despesas com gestão da máquina pública e pagamento de servidores. Às áreas de educação, saúde e segurança estão assegurados o mínimo previsto em lei. 'Será destinado R$ 1 bilhão para a segurança, mas o valor não é considerado um investimento, o dinheiro é para garantir a manutenção dos investimentos feitos em anos anteriores, como a compra de novas viaturas', declarou José Júlio.
Apesar do orçamento para o próximo ano não ser muito maior do que foi disponibilizado para este, o secretário de Estado de Planejamento garante que 'a estimativa de crescimento do estado é de 4,54% na variação anual do Produto Interno Bruto (PIB). Este desempenho vem principalmente de investimentos captados no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) e do programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal', detalha. José Julio disse ainda que 'o resultado primário previsto para 2010 é de R$ 22 milhões, concluindo-se que o estado tem solvência financeira. Já a dívida fiscal líquida do governo deverá crescer 12,63%, totalizando R$ 312 milhões', explica.
José Julio garantiu que a conclusão das obras da rodovia Transmangueirão, a construção do novo prédio da Santa Casa e o reajuste do salário mínimo - que deverá passar de R$ 465 para R$ 506 em janeiro - já estão incluídos no orçamento do próximo ano. Para o reajuste do salário mínimo, o estado vai reservar, aproximadamente, R$131 milhões.
Por conta disso, a despesa com pessoal ativo da administração pública do poder Executivo - prevista no valor de R$ 3,1 bilhões - supera a previsão de despesas com a educação e com a saúde juntas: R$ 2,8 bilhões. O secretário justificou que as despesas com pessoal não ultrapassam o limite prudencial estabelecido pela de Lei de Responsabilidade Fiscal. Para o auxílio alimentação dos servidores estão destinados R$ 92 milhões.
Círio custará R$ 2 milhões
No AMAZÔNIA:
O Círio de Nazaré deste ano terá o maior custo orçamentário da história. A festividade do povo paraense vai custar aproximadamente dois milhões de reais. O orçamento representa um crescimento de 16,03% em comparação com o valor gasto no ano passado. Os dados foram divulgados ontem pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e pela Diretoria da Festa de Nazaré em uma entrevista coletiva concedida à imprensa, no auditório Dom Vicente Zico, na sede do Centro Social de Nazaré.
O crescimento orçamentário de 16,03% em relação ao ano passado foi maior que o índice de inflação dos últimos 12 meses registrado em 5%, em média. No ano passado, o valor gasto foi acima de R$ 1,720 milhão de reais. Neste ano, o valor da despesa exata é de R$ 1,998 milhão. O supervisor técnico do Dieese/PA, Roberto Senna, afirma que o custo acima da inflação não é reflexo restrito dos efeitos da crise financeira mundial.
'O Círio 2009 vai ocorrer em um cenário de retomada de crescimento da economia não só no Pará, mas em todo o Brasil. O emprego e renda estão em franca recuperação, depois de um primeiro semestre bastante complicado. Algumas despesas como alimentação, hospedagem e transporte subiram bem mais do que a média da inflação. Além disso, este ano houve outras despesas variáveis com a Festa de Nazaré que contribuíram para o aumento do orçamento', disse.
De acordo com os dados do Departamento Intersindical, o orçamento foi triplicado em relação aos últimos dez anos, o que demonstra as dificuldades enfrentadas a cada ano pela Diretoria da Festa para a captação de recursos financeiros. 'O aumento é reflexo de ajustes que precisaram ser feitos e do tamanho que a Festa se tornou. Vários outros itens foram investidos, como é o caso da divulgação e evangelização. No total, são 18 municípios do interior do Estado que já realizam o Círio, então para congregar mais pessoas foram realizados gastos na evangelização', disse Senna.
De 12 itens da lista de despesas fixas do Círio analisadas pelo Departamento, três foram os principais responsáveis pela aumento no orçamento deste ano. São eles: donativos (repasses), evangelização e marketing. De acordo com as análises, as despesas com donativos estão com um custo orçado em R$ 750 mil, o que representa 37,54% do custo total da Festa. As despesas com a evagelização apresentam um orçamento estimado em R$ 260,5 mil, representando 13,04% do orçamento total. E os gastos com a divulgação da Festa de Nazaré, que correspondem a 13,01% do total gasto, o valor estimado é de R$ 260 mil.
O diretor secretário, Flávio Américo, disse que aproximadamente 40% dos recursos para a realização do Círio são provenientes do Governo Estadual e da Prefeitura de Belém. A captação do restante de 60% do custo total é resultante dos patrocidadores oficiais, locações de espaços do Arraial e eventos realizados ao longo. 'Este ano, a Diretoria criou a o apoiador oficial para a captação de recursos para a realização da Festa de Nazaré', disse.
O Círio de Nazaré deste ano terá o maior custo orçamentário da história. A festividade do povo paraense vai custar aproximadamente dois milhões de reais. O orçamento representa um crescimento de 16,03% em comparação com o valor gasto no ano passado. Os dados foram divulgados ontem pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e pela Diretoria da Festa de Nazaré em uma entrevista coletiva concedida à imprensa, no auditório Dom Vicente Zico, na sede do Centro Social de Nazaré.
O crescimento orçamentário de 16,03% em relação ao ano passado foi maior que o índice de inflação dos últimos 12 meses registrado em 5%, em média. No ano passado, o valor gasto foi acima de R$ 1,720 milhão de reais. Neste ano, o valor da despesa exata é de R$ 1,998 milhão. O supervisor técnico do Dieese/PA, Roberto Senna, afirma que o custo acima da inflação não é reflexo restrito dos efeitos da crise financeira mundial.
'O Círio 2009 vai ocorrer em um cenário de retomada de crescimento da economia não só no Pará, mas em todo o Brasil. O emprego e renda estão em franca recuperação, depois de um primeiro semestre bastante complicado. Algumas despesas como alimentação, hospedagem e transporte subiram bem mais do que a média da inflação. Além disso, este ano houve outras despesas variáveis com a Festa de Nazaré que contribuíram para o aumento do orçamento', disse.
De acordo com os dados do Departamento Intersindical, o orçamento foi triplicado em relação aos últimos dez anos, o que demonstra as dificuldades enfrentadas a cada ano pela Diretoria da Festa para a captação de recursos financeiros. 'O aumento é reflexo de ajustes que precisaram ser feitos e do tamanho que a Festa se tornou. Vários outros itens foram investidos, como é o caso da divulgação e evangelização. No total, são 18 municípios do interior do Estado que já realizam o Círio, então para congregar mais pessoas foram realizados gastos na evangelização', disse Senna.
De 12 itens da lista de despesas fixas do Círio analisadas pelo Departamento, três foram os principais responsáveis pela aumento no orçamento deste ano. São eles: donativos (repasses), evangelização e marketing. De acordo com as análises, as despesas com donativos estão com um custo orçado em R$ 750 mil, o que representa 37,54% do custo total da Festa. As despesas com a evagelização apresentam um orçamento estimado em R$ 260,5 mil, representando 13,04% do orçamento total. E os gastos com a divulgação da Festa de Nazaré, que correspondem a 13,01% do total gasto, o valor estimado é de R$ 260 mil.
O diretor secretário, Flávio Américo, disse que aproximadamente 40% dos recursos para a realização do Círio são provenientes do Governo Estadual e da Prefeitura de Belém. A captação do restante de 60% do custo total é resultante dos patrocidadores oficiais, locações de espaços do Arraial e eventos realizados ao longo. 'Este ano, a Diretoria criou a o apoiador oficial para a captação de recursos para a realização da Festa de Nazaré', disse.
Festividade movimenta quase todos os setores produtivos
No AMAZÔNIA:
Com o Círio de Nazaré são movimentados, de acordo com o Departamento Intersindical, quase todos os setores produtivos da economia paraense, principalmente o comércio, indústria, serviços. Nesse último setor, o destaque maior é para o turismo, seja o religioso, receptivo e o de negócio. ' No turismo religioso, o expoente maior é o Círio. Já no receptivo, é a possibilidade do turista ao chegar na cidade e também visitar outros municípios do interior. E no de negócios são os eventos que ocorrem com a proximidade do Círio', explicou Senna.
Ainda segundo ele, o Círio de Nazaré, além de evangelizar, também funciona como propulsor da economia no Estado na geração de emprego e renda. No caso do emprego, cerca de 95% do trabalho no Círio é informal e a estimativa é de um crescimento deste mercado em cerca de 30% na quadra nazarena. 'A cada ano as pessoas vem mais para o Círio e está previsto um aumento de 60 a 70 mil empregos informais neste período', afirma. A previsão é que sejam injetados na economia paraense cerca de R$ 650 milhões.
Com o Círio de Nazaré são movimentados, de acordo com o Departamento Intersindical, quase todos os setores produtivos da economia paraense, principalmente o comércio, indústria, serviços. Nesse último setor, o destaque maior é para o turismo, seja o religioso, receptivo e o de negócio. ' No turismo religioso, o expoente maior é o Círio. Já no receptivo, é a possibilidade do turista ao chegar na cidade e também visitar outros municípios do interior. E no de negócios são os eventos que ocorrem com a proximidade do Círio', explicou Senna.
Ainda segundo ele, o Círio de Nazaré, além de evangelizar, também funciona como propulsor da economia no Estado na geração de emprego e renda. No caso do emprego, cerca de 95% do trabalho no Círio é informal e a estimativa é de um crescimento deste mercado em cerca de 30% na quadra nazarena. 'A cada ano as pessoas vem mais para o Círio e está previsto um aumento de 60 a 70 mil empregos informais neste período', afirma. A previsão é que sejam injetados na economia paraense cerca de R$ 650 milhões.
Governo do Estado é denunciado ao MP por ostomizados
No AMAZÔNIA:
A Associação dos Ostomizados do Pará (Aopa) denunciou o governo do Estado por não doar, há dois meses, as bolsas usadas pelos pacientes. Segundo a entidade, há cerca de 700 pessoas nessa situação. A denúncia foi apresentada ao Ministério Público Federal (MPF) pelo presidente da AOPA, Edmilson Monteiro de Lima. Segundo Edmilson Lima, a demora na reposição do estoque é decorrência do cancelamento da licitação feita em julho. O diretor do 1º Centro Regional de Saúde (CRS), Marcio Leno Maués, anulou em pregão alegando 'vício na especificação do objeto', conforme consta no despacho publicado na edição do Diário Oficial de 29 de julho de 2009. Para o presidente da Aopa, no entanto, o motivo do cancelamento foi outro.
'Uma das empresas que participaram da licitação não foi contemplada em nenhum dos 18 itens licitados. A empresa recorreu ao diretor do 1º CRS e a reclamação resultou do cancelamento de todo o processo. Ocorre que julho era o prazo limite para que o estoque de materiais de ostomias fosse reposto. Nós solicitamos a reposição no dia 2 de março já contando com a demora no processo de compra', explica o presidente da AOPA.
Edmilson conta que após o cancelamento da licitação a Secretaria de Estado de Saúde (Sespa) destacou uma equipe técnica que ficaria responsável pela elaboração de um novo processo. O protocolo deveria apresentar novos padrões de materiais a serem licitados. O objetivo era acabar com o 'vício na especificação' detectado pelo diretor da 1º CRS. Porém criou-se um novo problema. 'As novas especificações atendem aos interesses de uma empresa, mas não atendem aos principais interessados, que são os ostomizados', afirma Edmilson.
Para o presidente da Aopa, 'a Sespa não deve se preocupar em agradar uma empresa. Os materiais serão utilizados pelos ostomizados e eles que devem ser beneficiados pelo Estado'. Segundo ele, o novo padrão imposto pela Sespa não leva em conta conforto e durabilidade.
'Sem a bolsa coletora o ostomizado não vive. É humilhante a situação que estão nos impondo', desabafa Edmilson. Ele é ostomizado há 20 anos e conta que agora precisa reaproveitar os materiais que já tinha em casa. O kit com placa e bolsa coletora pode ser encontrado em farmácias, mas o conjunto custa em média R$ 60,00 e dura um dia.
A ostomia é uma cirurgia em que um novo caminho para a saída das fezes ou da urina é construído. Os que são submetidos a esse procedimento - ostomizados - passam a utilizar permanentemente uma bolsa coletora de excrementos.
A Associação dos Ostomizados do Pará (Aopa) denunciou o governo do Estado por não doar, há dois meses, as bolsas usadas pelos pacientes. Segundo a entidade, há cerca de 700 pessoas nessa situação. A denúncia foi apresentada ao Ministério Público Federal (MPF) pelo presidente da AOPA, Edmilson Monteiro de Lima. Segundo Edmilson Lima, a demora na reposição do estoque é decorrência do cancelamento da licitação feita em julho. O diretor do 1º Centro Regional de Saúde (CRS), Marcio Leno Maués, anulou em pregão alegando 'vício na especificação do objeto', conforme consta no despacho publicado na edição do Diário Oficial de 29 de julho de 2009. Para o presidente da Aopa, no entanto, o motivo do cancelamento foi outro.
'Uma das empresas que participaram da licitação não foi contemplada em nenhum dos 18 itens licitados. A empresa recorreu ao diretor do 1º CRS e a reclamação resultou do cancelamento de todo o processo. Ocorre que julho era o prazo limite para que o estoque de materiais de ostomias fosse reposto. Nós solicitamos a reposição no dia 2 de março já contando com a demora no processo de compra', explica o presidente da AOPA.
Edmilson conta que após o cancelamento da licitação a Secretaria de Estado de Saúde (Sespa) destacou uma equipe técnica que ficaria responsável pela elaboração de um novo processo. O protocolo deveria apresentar novos padrões de materiais a serem licitados. O objetivo era acabar com o 'vício na especificação' detectado pelo diretor da 1º CRS. Porém criou-se um novo problema. 'As novas especificações atendem aos interesses de uma empresa, mas não atendem aos principais interessados, que são os ostomizados', afirma Edmilson.
Para o presidente da Aopa, 'a Sespa não deve se preocupar em agradar uma empresa. Os materiais serão utilizados pelos ostomizados e eles que devem ser beneficiados pelo Estado'. Segundo ele, o novo padrão imposto pela Sespa não leva em conta conforto e durabilidade.
'Sem a bolsa coletora o ostomizado não vive. É humilhante a situação que estão nos impondo', desabafa Edmilson. Ele é ostomizado há 20 anos e conta que agora precisa reaproveitar os materiais que já tinha em casa. O kit com placa e bolsa coletora pode ser encontrado em farmácias, mas o conjunto custa em média R$ 60,00 e dura um dia.
A ostomia é uma cirurgia em que um novo caminho para a saída das fezes ou da urina é construído. Os que são submetidos a esse procedimento - ostomizados - passam a utilizar permanentemente uma bolsa coletora de excrementos.
Belém já tem 4 mil cavalos
No AMAZÔNIA:
O número de veículos de tração animal que interfere no trânsito da Região Metropolitana de Belém (RMB) é cada vez maior. Um estudo realizado pelo Instituto de Saúde e Produção Animal (Ispa) mostra que em quatro anos a quantidade de cavalos e outros animais que transitam pelas ruas da cidade transportando carga aumentou em 30%, totalizando hoje cerca de 4 mil animais. O estudo revela ainda que este aumento é comum em outras capitais brasileiras, como Aracaju (SE) e João Pessoa (PB). No entanto, a regulamentação dos carroceiros também acompanha a evolução da atividade. Para o diretor do Ispa, Djacir Ribeiro, a Lei Municipal 8.168/02, que regulamenta os veículos puxados por cavalos, burros e jumentos, não está sendo cumprida com o devido rigor - e os animais pagam um alto preço por isso.
Djacir explica que os cuidados com a saúde do animal, assim como a fiscalização do trânsito e das condições de trabalho dos animais é de competência das prefeituras. 'O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e a Ctbel (Companhia de Transportes do Município de Belém) devem atuar em suas respectivas responsabilidades. A Ufra (Universidade Federal Rural da Amazônia) faz a parte dela. Falta cada um assumir seu papel', afirma. Ribeiro, que também é professor da Ufra, destaca que a universidade criou uma estrutura para receber os animais adoentados, denominada projeto Carroceiro, e que será inaugurada no dia 15 de outubro. 'Já estamos em fase experimental há dois meses - e neste período, recebemos cerca de 40 equídeos. A expectativa é que mensalmente tratemos de 20 a 30 animais enfermos', revela.
O professor conta que o investimento feito pela Ufra para construir as instalações de tratamento dos bichos foi de R$ 200 mil. 'Entendemos que é preciso oferecer uma opção para acabar com os maus tratos, embora não seja nossa obrigação, e sim do poder público. Agora, é preciso efetivar a fiscalização do módulo de transporte, cadastrar o carroceiro, avaliar o peso do material que o animal está transportando e cadastrar estas carroças. Isso tudo deve ser feito pela Ctbel. A partir daí podemos dizer que começa o trabalho de responsabilidade social', destaca. O projeto Carroceiro vai atender os cavalos gratuitamente. Hoje - em fase experimental - a equipe de veterinários e alunos do projeto trata sete animais adoentados.
'Realizamos todo o atendimento clínico e cirúrgico, inclusive com internação - tudo de graça. Também estamos preparando a capacitação dos carroceiros e cursos com cartilhas informativas', afirma Djacir. O projeto será mantido através de doações, e atende com maior frequência animais dos bairros do Guamá e do Jurunas, devido ao maior índice de acidentes de trânsito envolvendo estes veículos.
No dia 15 de outubro será promovido em Belém o II Fórum Municipal de Animais de Tração, que vai discutir opções de assistência aos equídeos que sofrem constantes maus tratos na RMB. Durante o encontro, será inaugurado o projeto Carroceiro, que tem como meta buscar um sistema de manejo de tração animal totalmente adaptado a uma sociedade justa e humana, e que integre o animal, o carroceiro e a sua família a essa sociedade. O atendimento aos animais é o ponto fundamental do trabalho que o Projeto vem oferecendo, pois não é só curando feridas que se resolverá esta situação, mas através da educação, da fiscalização e da responsabilidade social.
O número de veículos de tração animal que interfere no trânsito da Região Metropolitana de Belém (RMB) é cada vez maior. Um estudo realizado pelo Instituto de Saúde e Produção Animal (Ispa) mostra que em quatro anos a quantidade de cavalos e outros animais que transitam pelas ruas da cidade transportando carga aumentou em 30%, totalizando hoje cerca de 4 mil animais. O estudo revela ainda que este aumento é comum em outras capitais brasileiras, como Aracaju (SE) e João Pessoa (PB). No entanto, a regulamentação dos carroceiros também acompanha a evolução da atividade. Para o diretor do Ispa, Djacir Ribeiro, a Lei Municipal 8.168/02, que regulamenta os veículos puxados por cavalos, burros e jumentos, não está sendo cumprida com o devido rigor - e os animais pagam um alto preço por isso.
Djacir explica que os cuidados com a saúde do animal, assim como a fiscalização do trânsito e das condições de trabalho dos animais é de competência das prefeituras. 'O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e a Ctbel (Companhia de Transportes do Município de Belém) devem atuar em suas respectivas responsabilidades. A Ufra (Universidade Federal Rural da Amazônia) faz a parte dela. Falta cada um assumir seu papel', afirma. Ribeiro, que também é professor da Ufra, destaca que a universidade criou uma estrutura para receber os animais adoentados, denominada projeto Carroceiro, e que será inaugurada no dia 15 de outubro. 'Já estamos em fase experimental há dois meses - e neste período, recebemos cerca de 40 equídeos. A expectativa é que mensalmente tratemos de 20 a 30 animais enfermos', revela.
O professor conta que o investimento feito pela Ufra para construir as instalações de tratamento dos bichos foi de R$ 200 mil. 'Entendemos que é preciso oferecer uma opção para acabar com os maus tratos, embora não seja nossa obrigação, e sim do poder público. Agora, é preciso efetivar a fiscalização do módulo de transporte, cadastrar o carroceiro, avaliar o peso do material que o animal está transportando e cadastrar estas carroças. Isso tudo deve ser feito pela Ctbel. A partir daí podemos dizer que começa o trabalho de responsabilidade social', destaca. O projeto Carroceiro vai atender os cavalos gratuitamente. Hoje - em fase experimental - a equipe de veterinários e alunos do projeto trata sete animais adoentados.
'Realizamos todo o atendimento clínico e cirúrgico, inclusive com internação - tudo de graça. Também estamos preparando a capacitação dos carroceiros e cursos com cartilhas informativas', afirma Djacir. O projeto será mantido através de doações, e atende com maior frequência animais dos bairros do Guamá e do Jurunas, devido ao maior índice de acidentes de trânsito envolvendo estes veículos.
No dia 15 de outubro será promovido em Belém o II Fórum Municipal de Animais de Tração, que vai discutir opções de assistência aos equídeos que sofrem constantes maus tratos na RMB. Durante o encontro, será inaugurado o projeto Carroceiro, que tem como meta buscar um sistema de manejo de tração animal totalmente adaptado a uma sociedade justa e humana, e que integre o animal, o carroceiro e a sua família a essa sociedade. O atendimento aos animais é o ponto fundamental do trabalho que o Projeto vem oferecendo, pois não é só curando feridas que se resolverá esta situação, mas através da educação, da fiscalização e da responsabilidade social.
Bicho atropelado foi cortado pela população
No AMAZÔNIA:
O professor Djair diz que quer evitar situações críticas como um fato recente que ocorreu na avenida Augusto Montenegro: 'Um cavalo foi atropelado e faleceu na pista, sendo que minutos após a sua morte, algumas pessoas cortaram o animal e levaram os pedaços para casa. Provavelmente ele virou refeição. Isso jamais poderia ocorrer'.
Na capital há uma série de problemas que envolvem a questão do transporte de tração animal. A falta de regulamentação é a principal delas. Em Aracaju, por exemplo, a atividade é completamente legalizada, e para ocorrer considera informações como o peso da carga, o tempo de serviço do animal, se o carroceiro está devidamente habilitado. Na capital sergipana, as carroças são padronizadas, os animais fazem constantes exames de sanidade, e não é permitido que menores conduzam o veículo. Além disso, o carroceiro possui uma área de abrangência, da qual não pode se afastar, sob o risco de ser penalizado com multas ou perda da habilitação.
O professor Djair diz que quer evitar situações críticas como um fato recente que ocorreu na avenida Augusto Montenegro: 'Um cavalo foi atropelado e faleceu na pista, sendo que minutos após a sua morte, algumas pessoas cortaram o animal e levaram os pedaços para casa. Provavelmente ele virou refeição. Isso jamais poderia ocorrer'.
Na capital há uma série de problemas que envolvem a questão do transporte de tração animal. A falta de regulamentação é a principal delas. Em Aracaju, por exemplo, a atividade é completamente legalizada, e para ocorrer considera informações como o peso da carga, o tempo de serviço do animal, se o carroceiro está devidamente habilitado. Na capital sergipana, as carroças são padronizadas, os animais fazem constantes exames de sanidade, e não é permitido que menores conduzam o veículo. Além disso, o carroceiro possui uma área de abrangência, da qual não pode se afastar, sob o risco de ser penalizado com multas ou perda da habilitação.
Greve favorece lotéricas
No AMAZÔNIA:
Proprietários de casas lotéricas de Belém acreditam que o movimento nas lojas deve aumentar consideravelmente a partir da semana que vem, caso persista a greve dos bancários. Segundo eles, entre os dias primeiro e 15 de cada mês, o fluxo nas lotéricas cresce em função do pagamento de contas e recebimento de benefícios sociais do governo federal, como o Bolsa Família. 'Já é um período em que normalmente aumenta o movimento, mas, se a greve não acabar logo, pessoas que antes faziam isso no banco também vão procurar as casas lotéricas', acredita Sérgio Souza, proprietário de uma loja na avenida Brás de Aguiar, em Belém.
Além de apostas, nas casas lotéricas também é possível fazer alguns serviços bancários, como saques, para clientes da Caixa Econômica Federal (CEF) e Banco do Brasil, e depósitos, exclusivamente para correntistas da Caixa, serviço que clientes de outros bancos também podem fazer nos terminais eletrônicos de suas agências.
O pagamento de contas é que tem apresentado os maiores problemas. É que tanto as casas lotéricas quanto a Big Serviços, que também oferece esse tipo de serviço, só recebem boletos até a data do vencimento. 'Muitas pessoas não estão conseguindo pagar suas contas por causa disso. A orientação que estamos dando é que eles tentem conseguir, via internet, um boleto atualizado. Caso contrário só mesmo nos bancos, quando acabar a greve', explicou João Jorge, da Big Serviços. Já as contas de água, luz e telefone, que transferem os juros e multas por atraso para a próxima fatura, podem ser pagas normalmente, mesmo que estejam atrasadas.
O valor de algumas contas também representa entrave para os clientes. Segundo as normas da CEF, que gerencia as casas lotéricas em todo o Brasil, os estabelecimentos só podem receber pagamentos de boletos bancários até R$ 1 mil. Mas quem tiver contas superiores a este valor ainda pode recorrer a Big Serviços, que não impõe esse tipo de restrição. 'Quem está tendo mais dificuldade são as pessoas que trabalham com cheque. Esse tipo de transação normalmente só é feita nos bancos', explicou Sérgio Souza. Em outra lotérica, no bairro da Cidade Velha, o comerciante Sérgio Pacheco tentava, sem sucesso, pagar o parcelamento do imposto de renda. O Darf (Documento de Arrecadação de Receitas Federais) só pode ser pago em agências bancárias. 'Paciência. Vou tentar encontrar uma agencia que esteja funcionando', lamentou, sem outra alternativa.
Proprietários de casas lotéricas de Belém acreditam que o movimento nas lojas deve aumentar consideravelmente a partir da semana que vem, caso persista a greve dos bancários. Segundo eles, entre os dias primeiro e 15 de cada mês, o fluxo nas lotéricas cresce em função do pagamento de contas e recebimento de benefícios sociais do governo federal, como o Bolsa Família. 'Já é um período em que normalmente aumenta o movimento, mas, se a greve não acabar logo, pessoas que antes faziam isso no banco também vão procurar as casas lotéricas', acredita Sérgio Souza, proprietário de uma loja na avenida Brás de Aguiar, em Belém.
Além de apostas, nas casas lotéricas também é possível fazer alguns serviços bancários, como saques, para clientes da Caixa Econômica Federal (CEF) e Banco do Brasil, e depósitos, exclusivamente para correntistas da Caixa, serviço que clientes de outros bancos também podem fazer nos terminais eletrônicos de suas agências.
O pagamento de contas é que tem apresentado os maiores problemas. É que tanto as casas lotéricas quanto a Big Serviços, que também oferece esse tipo de serviço, só recebem boletos até a data do vencimento. 'Muitas pessoas não estão conseguindo pagar suas contas por causa disso. A orientação que estamos dando é que eles tentem conseguir, via internet, um boleto atualizado. Caso contrário só mesmo nos bancos, quando acabar a greve', explicou João Jorge, da Big Serviços. Já as contas de água, luz e telefone, que transferem os juros e multas por atraso para a próxima fatura, podem ser pagas normalmente, mesmo que estejam atrasadas.
O valor de algumas contas também representa entrave para os clientes. Segundo as normas da CEF, que gerencia as casas lotéricas em todo o Brasil, os estabelecimentos só podem receber pagamentos de boletos bancários até R$ 1 mil. Mas quem tiver contas superiores a este valor ainda pode recorrer a Big Serviços, que não impõe esse tipo de restrição. 'Quem está tendo mais dificuldade são as pessoas que trabalham com cheque. Esse tipo de transação normalmente só é feita nos bancos', explicou Sérgio Souza. Em outra lotérica, no bairro da Cidade Velha, o comerciante Sérgio Pacheco tentava, sem sucesso, pagar o parcelamento do imposto de renda. O Darf (Documento de Arrecadação de Receitas Federais) só pode ser pago em agências bancárias. 'Paciência. Vou tentar encontrar uma agencia que esteja funcionando', lamentou, sem outra alternativa.
Sinomar já tem a lista pronta
No AMAZÔNIA:
No relatório que o técnico Sinomar Naves entregará à diretoria do Remo, provavelmente em meados de outubro, constam nomes de jogadores que atuam no futebol paraense e em outros Estados, mas quase todos conhecidos do torcedor local.
O treinador indicou seis atletas para cada posição, em ordem de prioridade. Ele já conversou com todos os jogadores que relacionou. Para o gol, entre os indicados estão Adriano, ex-goleiro remista, Rodrigo Ramos, do Sampaio Corrêa; e Ronaldo, revelado pelo Paysandu e que está no Luverdense. Para a lateral direita, Sinésio, do Águia, e Ley, do Rio Branco, são dois dos indicados. Para o miolo de zaga, foi indicado o zagueiro Edicléber, do Águia, que já passou pelo Baenão. O lateral-esquerdo Paulinho, do Luverdense, também integra a lista.
Para o meio-campo, entre outros, foram indicados o volante Zé Marco, do Rio Branco; e os meias Maico Gaúcho, do Luverdense; Michell, do São Raimundo; e Soares, do Águia, que já acertou sua permanência no clube de Marabá. Entre os atacantes estão Simião, do Luverdense; Bruno Rangel, que disputou a Série C pelo Águia; e Maxi Jari, do Cristal, do Amapá.
Esses jogadores devem ser contratados até o final de outubro, para que, no início de novembro, começarem a treinar junto com os demais jogadores. Em dezembro, o Remo contratará os jogadores diferenciados.
No relatório que o técnico Sinomar Naves entregará à diretoria do Remo, provavelmente em meados de outubro, constam nomes de jogadores que atuam no futebol paraense e em outros Estados, mas quase todos conhecidos do torcedor local.
O treinador indicou seis atletas para cada posição, em ordem de prioridade. Ele já conversou com todos os jogadores que relacionou. Para o gol, entre os indicados estão Adriano, ex-goleiro remista, Rodrigo Ramos, do Sampaio Corrêa; e Ronaldo, revelado pelo Paysandu e que está no Luverdense. Para a lateral direita, Sinésio, do Águia, e Ley, do Rio Branco, são dois dos indicados. Para o miolo de zaga, foi indicado o zagueiro Edicléber, do Águia, que já passou pelo Baenão. O lateral-esquerdo Paulinho, do Luverdense, também integra a lista.
Para o meio-campo, entre outros, foram indicados o volante Zé Marco, do Rio Branco; e os meias Maico Gaúcho, do Luverdense; Michell, do São Raimundo; e Soares, do Águia, que já acertou sua permanência no clube de Marabá. Entre os atacantes estão Simião, do Luverdense; Bruno Rangel, que disputou a Série C pelo Águia; e Maxi Jari, do Cristal, do Amapá.
Esses jogadores devem ser contratados até o final de outubro, para que, no início de novembro, começarem a treinar junto com os demais jogadores. Em dezembro, o Remo contratará os jogadores diferenciados.
Sobrou para os jogadores
No AMAZÔNIA:
Luiz Omar Pinheiro tentou encerrar a polêmica envolvendo o Paysandu e a empresa Genius Esporte, de Santa Catarina, ontem à tarde, em entrevista concedida à imprensa na sede social do clube. Mas, apesar da tentativa, o presidente bicolor não jogou panos quentes no episódio. Ele aproveitou para alfinetar a imprensa esportiva paraense e para chamar de 'desonestos' os jogadores que têm reclamado dos salários atrasados na Curuzu.
O dirigente garantiu que não houve nenhuma negociação exclusiva com o empresário Genivaldo Santos, dono da empresa catarinense. 'Da minha boca ninguém ouviu falar que tinha feito parceria com essa empresa, da qual só soube o nome por meio da imprensa', disse Luiz Omar. 'Quando cheguei de viagem, apresentei o treinador e comecei a falar novamente com a imprensa porque havia notícia. Contatei o Genivaldo, mas também o Ricardo, do Rio de Janeiro, o Carlão, de Minas...', declarou.
Em resposta às acusações de que teria negociado a vinda do técnico Nasareno Silva com a empresa catarinense, o presidente explicou que recebeu várias indicações de treinadores. E que, depois de avaliar vários currículos e conversar com alguns profissionais, elegeu Nasareno Silva para comandar o Papão. Sobre a ida de Jênison e Moisés para o Santa Catarina por intermédio de Genivaldo Santos, Luiz Omar confirmou o interesse, mas garantiu que, se ocorrer, a transferência seria apenas em 2010.
Sobre as reclamações de salários atrasados, o presidente bicolor revelou que os jogadores ainda não receberam os vencimentos de agosto. 'O Paysandu já passou dez meses sem receber nenhum tostão. Lamento porque os jogadores que reclamaram de salários atrasados foram os mesmos que disseram para mim que nunca tinham passado dez meses recebendo salário em dia no clube', acusou Luiz Omar Pinheiro, que assegurou: 'Só chegarão jogadores na Curuzu quando o Paysandu pagar os salários.'
O dirigente disse acreditar que as últimas polêmicas não abalaram sua popularidade com a torcida bicolor. 'Recuperamos a credibilidade do Paysandu. Por isso acho que sou visto como um bom presidente. E esse é um dos motivos pelos quais estou aqui, dando essa entrevista', disse Luiz Omar, que criticou duramente a imprensa paraense. 'Sou um pai de família. Quando abro o jornal e leio ‘Cerco se fecha contra Luiz Omar’, tem algo errado. Cerco se fecha contra bandido. Não sou bandido.'
Luiz Omar Pinheiro tentou encerrar a polêmica envolvendo o Paysandu e a empresa Genius Esporte, de Santa Catarina, ontem à tarde, em entrevista concedida à imprensa na sede social do clube. Mas, apesar da tentativa, o presidente bicolor não jogou panos quentes no episódio. Ele aproveitou para alfinetar a imprensa esportiva paraense e para chamar de 'desonestos' os jogadores que têm reclamado dos salários atrasados na Curuzu.
O dirigente garantiu que não houve nenhuma negociação exclusiva com o empresário Genivaldo Santos, dono da empresa catarinense. 'Da minha boca ninguém ouviu falar que tinha feito parceria com essa empresa, da qual só soube o nome por meio da imprensa', disse Luiz Omar. 'Quando cheguei de viagem, apresentei o treinador e comecei a falar novamente com a imprensa porque havia notícia. Contatei o Genivaldo, mas também o Ricardo, do Rio de Janeiro, o Carlão, de Minas...', declarou.
Em resposta às acusações de que teria negociado a vinda do técnico Nasareno Silva com a empresa catarinense, o presidente explicou que recebeu várias indicações de treinadores. E que, depois de avaliar vários currículos e conversar com alguns profissionais, elegeu Nasareno Silva para comandar o Papão. Sobre a ida de Jênison e Moisés para o Santa Catarina por intermédio de Genivaldo Santos, Luiz Omar confirmou o interesse, mas garantiu que, se ocorrer, a transferência seria apenas em 2010.
Sobre as reclamações de salários atrasados, o presidente bicolor revelou que os jogadores ainda não receberam os vencimentos de agosto. 'O Paysandu já passou dez meses sem receber nenhum tostão. Lamento porque os jogadores que reclamaram de salários atrasados foram os mesmos que disseram para mim que nunca tinham passado dez meses recebendo salário em dia no clube', acusou Luiz Omar Pinheiro, que assegurou: 'Só chegarão jogadores na Curuzu quando o Paysandu pagar os salários.'
O dirigente disse acreditar que as últimas polêmicas não abalaram sua popularidade com a torcida bicolor. 'Recuperamos a credibilidade do Paysandu. Por isso acho que sou visto como um bom presidente. E esse é um dos motivos pelos quais estou aqui, dando essa entrevista', disse Luiz Omar, que criticou duramente a imprensa paraense. 'Sou um pai de família. Quando abro o jornal e leio ‘Cerco se fecha contra Luiz Omar’, tem algo errado. Cerco se fecha contra bandido. Não sou bandido.'
O tempo
Em Belém, sol com aumento de nuvens ao longo do dia. À noite ocorrem pancadas de chuva.
A temperatura máxima será de 33ºC e a mínima, de 23ºC.
A umidade relativa do ar varia de 51% a 88%.
As previsões são da Climatempo.
A temperatura máxima será de 33ºC e a mínima, de 23ºC.
A umidade relativa do ar varia de 51% a 88%.
As previsões são da Climatempo.
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