segunda-feira, 15 de março de 2021

Chega o quarto ministro. Mas o grande problema é o sabotador Jair Bolsonaro.

Marcelo Queiroga: o problema não é ele. O problema é o sabotador emérito, Jair Bolsonaro.

Marcelo Queiroga, profissional respeitado na Cardiologia, acaba de ser anunciado por Bolsonaro como o novo ministro da Saúde.
O quarto, desde que esse governo amalucado assumiu os destinos do País.
Queiroga, pelos posicionamentos que tem externado desde o ano passado, quando a pandemia começou, tem tudo, pelo menos, para não ser pior do que seus dois antecessores - Nelson Teich e Eduardo Pazuello.
Mas, sério mesmo, o problema não foi Mandetta, não foi Nelson Teich e não foi Pazuello, mesmo que este último, um consumado biruta de aeroporto, tenha-se excedido na incompetência, no ridículo e na irresponsabilidade, a ponto de encontrar-se na condição de investigado pelo episódio trágico da falta de oxigênio no Amazonas.
Não.
O problema não foram nem tanto os ministros.
O grande, o único problema chama-se Jair Bolsonaro.
Ninguém consegue conviver com esse homem.
Ninguém consegue acompanhar e suportar as consequências das monstruosidades que tem cometido.
Como disse nesta segunda (15) o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), “não há ministro que consiga trabalhar com a sabotagem feita pelo próprio presidente da República às medidas necessárias para o combate ao coronavírus.”
É basicamente disso que se trata.
Bolsonaro é um sabotador.
Com sua sabotagem, é o grande artífice desse momento trágico que o País enfrenta.

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