A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado Federal irá realizar em Belém uma audiência pública para debater a situação da pecuária paraense. A decisão foi tomada durante sessão da CRA nesta terça-feira (23), onde também foi debatida a questão dos frigoríficos e fazendas do Estado. A audiência será realizada no próximo dia 2 de julho. A iniciativa da realização da audiência partiu dos senadores Gilberto Goellner (DEM-MT) e Flexa Ribeiro (PSDB-PA).
Segundo o presidente da CRA, senador Valter Pereira (PMDB-MS), o debate ganha em qualidade ao ser realizado onde ocorre a crise. “O Pará passa por uma crise nesse setor e temos de ouvir os produtores e o Ministério Público, para encontrar um caminho”, disse Valter Pereira. Para a audiência, serão convidados produtores rurais, representantes dos frigoríficos e fazendas, Ministério Público Federal e ONGs.
A Comissão poderá realizar ainda diligências pelo interior, afim de verificar a situação das fazendas e frigoríficos denunciados pelo Ministério Público Federal do Pará. Hoje, 13 frigoríficos e 21 fazendas foram listados na recomendação do MPF enviada aos clientes dessas propriedades para que não comprassem mais produtos, sob pena de serem considerados co-responsáveis pelos supostos crimes ambientais praticados pelos frigoríficos e seus fornecedores.
“A lei mudou ao longo do tempo. Existia uma legislação anterior e agora esses produtores não podem ser taxados de criminosos. Por isso, precisamos ver de perto o que de fato acontece. São cerca de 200 mil trabalhadores que não podem simplesmente correr o risco de perder o emprego”, comentou Flexa Ribeiro.
O presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) defendeu os produtores, que teriam de ter um tempo para se adequar. “Nos anos 70, se o produtor rural que ocupasse aquela terra não desmatasse 50%, era penalizado. Existia punição para quem não cumprisse essa meta. A lei mudou e exige hoje os 80%. Então, aqueles que cumpriam a determinação federal, de repente ficaram à margem da lei”, disse Roberto Giannetti da Fonseca.
Fonte: Assessoria Parlamentar
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Lula e Sarney, Sarney e Lula: como a Melissa
Do leitor Luiz Ismaelino Valente, por e-mail:
Lula manifestou solidariedade a Sarney pela crise no Senado. Um e outro são como a Melissa: recusam-se a enxergar a esquizofrenia que toma conta da mente dos seus rebentos e que todo mundo está vendo.
Foi assim no casos do mensalão, dos dólares na cueca, do dossiê contra o Serra, da mansão da turma de Ribeirão Preto, da violação do sigilo do Francenildo, dos cartões corporativos, dos milhões da Lunus, e desse poço sem fundo, mais fundo do que o pré-sal, que são os Fundos de Pensão.
Até quando, Catilina, etc. e tal...?
Lula manifestou solidariedade a Sarney pela crise no Senado. Um e outro são como a Melissa: recusam-se a enxergar a esquizofrenia que toma conta da mente dos seus rebentos e que todo mundo está vendo.
Foi assim no casos do mensalão, dos dólares na cueca, do dossiê contra o Serra, da mansão da turma de Ribeirão Preto, da violação do sigilo do Francenildo, dos cartões corporativos, dos milhões da Lunus, e desse poço sem fundo, mais fundo do que o pré-sal, que são os Fundos de Pensão.
Até quando, Catilina, etc. e tal...?
Plano de Assistência à Saúde recusa adesões até outubro
Economizar é necessário.Sempre é.
Na esfera pública, muito mais.
E idem idem quando crises como a de agora predominam.
O governo do Estado fez bem quando, em abril passado, baixou um decreto – vejam na imagem acima – que instituiu “medidas a serem adotadas pela Administração Pública Direta e Indireta do Estado no contexto de crise econômica mundial”.
Fez bem a governadora em racionalizar gastos, controlar despesas e adotar providências para evitar o desperdício.
Mas convém não exagerar.
E mais do que isso, convém não esquecer que o Poder Público, muito embora seja uma abstração, um mero conceito, não pode desprezar aqueles que lhe dão concretude: os servidores públicos.
Observem o artigo 4º do decreto. Diz o seguinte:
Art. 4º Os órgãos e entidades devem tomar medidas para reduzir em, no mínimo, 20% os gastos com energia elétrica, telefonia, combustível e material de consumo, tendo como base os valores gastos no mês de março de 2009.
Ótimo.
Leiam o que preceitua o artigo 5º:
Art. 5º Ficam suspensas as concessões de diárias e passagens para fora do Estado custeadas com recursos provenientes de quaisquer fontes do Tesouro Estadual, pelo período de 90 (noventa) dias, salvo autorização expressa da Junta de Coordenação Orçamentária e Financeira de Governo.
Ótimo.
São racionalizações que todos apoiamos.
E aí?
E aí que servidores públicos estão denunciando que, por conta desse decreto, em nome desse decreto, com amparo nesse decreto, vêm sendo sistematicamente recusadas novas adesões ao Plano de Assistência à Saúde (PAS).
E essa recusa deve perdurar até o mês de outubro deste ano.
A recusa é tão entusiasmada que uma cópia desse decreto, em tamanho ampliado, está afixada em local bem visível na sede do PAS, na Almirante Wandenkolk.
E se uma pessoa adoece?
E se alguém precisa aderir ao plano para ter a assistência necessária?
Como aceitar que essa postura do PAS seja razoável e sensata?
Tabajara reprisa o debate entre o MPF e a Faepa
A Rádio Tabajara decidiu atender aos inúmeros pedidos de seus ouvintes e reprisará nesta quarta-feira, das 10 às 12 horas, a íntegra do debate entre o procurador da República em Belém, Daniel Avelino, e o advogado da Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa), Carlos Platilha.
A reprise, segundo o jornalista Carlos, “foi solicitada por estudantes de Direito da UFPA, Unama, Uepa e de universidades particulares de Belém, além de internautas que sintonizam a rádio em outros Estados e países.”
Mendes informou que brasileiros que trabalham e estudam nos Estados Unidos, Inglaterra, França, Japão e Austrália igualmente estão entre os que pediram a reprise do programa, considerado por eles como o melhor até hoje do "Jogo Aberto".
A reprise será feita somente na Internet, pelo endereço www.radiotabajara.com.br.
A reprise, segundo o jornalista Carlos, “foi solicitada por estudantes de Direito da UFPA, Unama, Uepa e de universidades particulares de Belém, além de internautas que sintonizam a rádio em outros Estados e países.”
Mendes informou que brasileiros que trabalham e estudam nos Estados Unidos, Inglaterra, França, Japão e Austrália igualmente estão entre os que pediram a reprise do programa, considerado por eles como o melhor até hoje do "Jogo Aberto".
A reprise será feita somente na Internet, pelo endereço www.radiotabajara.com.br.
Veja os 663 atos secretos apontados por comissão do Senado
No ESTADO DE S.PAULO:
Entre 1995 e 12 de junho passado, o Senado editou exatos 663 atos secretos. O relatório da comissão que analisou os boletins mantidos em sigilo até fala na possibilidade de que alguns documentos tenham sido omitidos por "falha humana" ou "erro operacional", mas admite que também há indícios de que houve intenção de manter alguns documentos como atos secretos.
"O uso indiscriminado dos boletins suplementares, entre os quais 312 não publicados, contendo 663 atos, constitui indícios de que tenha havido deliberada falta de publicidade de atos", disse a comissão.
Veja a íntegra do relatório e os 312 boletins suplementares com os 663 atos secretos.
Entre 1995 e 12 de junho passado, o Senado editou exatos 663 atos secretos. O relatório da comissão que analisou os boletins mantidos em sigilo até fala na possibilidade de que alguns documentos tenham sido omitidos por "falha humana" ou "erro operacional", mas admite que também há indícios de que houve intenção de manter alguns documentos como atos secretos.
"O uso indiscriminado dos boletins suplementares, entre os quais 312 não publicados, contendo 663 atos, constitui indícios de que tenha havido deliberada falta de publicidade de atos", disse a comissão.
Veja a íntegra do relatório e os 312 boletins suplementares com os 663 atos secretos.
Deputado propõe a ida de parlamentares ao CNJ
A decisão da Corregedora do Interior do Tribunal de Justiça do Estado, desembargadora Maria Rita Lima Xavier, de negar o cancelamento administrativo de 6 mil títulos de terra, conforme pedido feito pelo Instituto de Terras do Pará (Iterpa), voltou a repercutir nesta terça-feira (23), na Assembléia Legislativa do Estado.
O deputado estadual, Arnaldo Jordy (PPS) questionou mais uma vez a decisão do TJPA e propôs a criação de comissão de parlamentares para ir ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília, pedir apoio para que seja reformada a sentença.
Segundo o parlamentar, o levantamento fundiário divulgado recentemente pelo Iterpa demonstra que nos registros de imóveis rurais no Pará existem mais de 5 mil registros de terra com limite superior ao constitucional (2.500 hectares) e que 6.102 títulos de terra registrados nos cartórios contêm irregularidades, abrangendo cerca de 110 milhões, dos 124 milhões em poder do Estado.
“São títulos que produzem quase um Pará a mais”, ressaltou o deputado., que vê na situação evidentes indícios de fraudes, o que levou, inclusive o Estado à solicitar ao TJPa o cancelamento administrativo dos títulos.
A proposta do parlamentar de formar a Comissão para ir ao CNJ é baseada no exemplo do que ocorreu no Amazonas. Naquele Estado, decisão semelhante tomada pelo Tribunal de Justiça local foi reformada pelo Conselho Nacional de Justiça. “Precisamos pegar “carona” nessa jurisprudência”, ressaltou Arnaldo Jordy, pedindo que o legislativo estadual não fique inerte diante dessa situação que agoniza o Pará.
Ele lamentou os inúmeros problemas causados pela instabilidade da situação fundiária no Estado, citando entre eles, a grilagem, o trabalho escravo e o assassinato de vários trabalhadores rurais, com muitos deles tendo, inclusive, as mortes anunciadas. “No Sul do Pará, da lista de 17 marcados para morrer, 12 já foram assassinados”, disse Jordy, lamentando, ainda, o fato de parte do aparato policial do Estado estar nas mãos do poder econômico. “É preciso, portanto, que esses processos sejam anulados”, frisou, pedindo que a Casa apóie o recurso interposto pelo Iterpa. "No caso do Amazonas, com a ação foram recuperados meio milhão de hectares que estavam nas mãos da grilagem", reforçou.
Fonte: Assessoria Parlamentar
O deputado estadual, Arnaldo Jordy (PPS) questionou mais uma vez a decisão do TJPA e propôs a criação de comissão de parlamentares para ir ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília, pedir apoio para que seja reformada a sentença.
Segundo o parlamentar, o levantamento fundiário divulgado recentemente pelo Iterpa demonstra que nos registros de imóveis rurais no Pará existem mais de 5 mil registros de terra com limite superior ao constitucional (2.500 hectares) e que 6.102 títulos de terra registrados nos cartórios contêm irregularidades, abrangendo cerca de 110 milhões, dos 124 milhões em poder do Estado.
“São títulos que produzem quase um Pará a mais”, ressaltou o deputado., que vê na situação evidentes indícios de fraudes, o que levou, inclusive o Estado à solicitar ao TJPa o cancelamento administrativo dos títulos.
A proposta do parlamentar de formar a Comissão para ir ao CNJ é baseada no exemplo do que ocorreu no Amazonas. Naquele Estado, decisão semelhante tomada pelo Tribunal de Justiça local foi reformada pelo Conselho Nacional de Justiça. “Precisamos pegar “carona” nessa jurisprudência”, ressaltou Arnaldo Jordy, pedindo que o legislativo estadual não fique inerte diante dessa situação que agoniza o Pará.
Ele lamentou os inúmeros problemas causados pela instabilidade da situação fundiária no Estado, citando entre eles, a grilagem, o trabalho escravo e o assassinato de vários trabalhadores rurais, com muitos deles tendo, inclusive, as mortes anunciadas. “No Sul do Pará, da lista de 17 marcados para morrer, 12 já foram assassinados”, disse Jordy, lamentando, ainda, o fato de parte do aparato policial do Estado estar nas mãos do poder econômico. “É preciso, portanto, que esses processos sejam anulados”, frisou, pedindo que a Casa apóie o recurso interposto pelo Iterpa. "No caso do Amazonas, com a ação foram recuperados meio milhão de hectares que estavam nas mãos da grilagem", reforçou.
Fonte: Assessoria Parlamentar
O que ele disse
“O presidente Lula tem uma orientação política muito diferente da maioria dos americanos. Ele surgiu do movimento sindical e era visto como um forte esquerdista. Acontece que ele se mostrou uma pessoa muito prática, que, apesar de manter relações por todo o espectro político da América Latina, realizou todos os tipos de reformas de mercado inteligentes que fizeram o Brasil prosperar.”Barack Obama, em novos elogios para aquele que, vocês sabem, já apontou como O Cara.
Ruralistas reagem
No AMAZÔNIA:
A Federação da Agricultura do Pará (Faepa) começou a divulgar ontem entre os produtores rurais afiliados a orientação de embargo a 32 frigoríficos que atuam em território paraense. Isso significa não vender, por tempo indeterminado, cabeças de boi para a indústria da carne instalada no Estado. 'Aquele que puder segurar, que evite vender o animal agora', aconselhou o presidente da entidade, Carlos Xavier.
A decisão foi tomada depois de avaliação da Faepa e dos sindicatos ruralistas de que a recomendação do Ministério Público Federal (MPF), de embargo a 21 fazendas, beneficia diretamente as indústrias de carne. Xavier não faz questão de esconder o nome de quem julga ser o culpado pela crise que vive hoje a pecuária. O vilão, para ele, é o grupo Bertin, que possui quatro frigoríficos nos municípios de Marabá, Redenção, Santana do Araguaia e Tucumã, os maiores em operação no Pará.
A tentativa dos industriais, segundo Xavier, é represar a oferta de gado para deixar o rebanho disponível em grande quantidade no mercado. E isso provocaria a queda no preço do boi. Na verdade, já provocou. Em uma semana, o preço da arroba caiu R$ 10,00, uma queda de 15%.
Além da orientação de não vender, o presidente da Faepa revelou que o pecuarista que não puder segurar o animal no pasto só poderá efetivar a transação se a operação for realizada em dinheiro vivo, à vista. 'Não vamos dar capital de giro de graça para nenhum frigorífico', insistiu.
Antes mesmo de assinar o Termo de Ajuste de Conduta proposto pelo MPF e Estado, a indústria da carne já temia esta retaliação. Mas as consequências do embargo respingarão, obrigatoriamente, na população. A primeira delas é que se os pecuaristas não venderem para os frigoríficos, o custo de operação das 32 indústrias vai aumentar porque terão de trazer boi de fora do Estado. E o custo de frete deve ser repassado ao preço final da carne destinada ao consumidor.
A segunda conseqüência é que se o embargo tiver a adesão maciça dos produtores rurais haverá risco de desabastecimento em todo o Estado. 'As indústrias serão as primeiras a fechar', avisa Francisco Victer, presidente da União das Indústrias Exportadoras de Carne do Estado do Pará (Uniec).
Outro prejuízo apontado pela entidade seria a volta das atividades de abatedouros ilegais. Hoje, 30% da carne abatida no Pará são de origem clandestina, segundo a Uniec. Os frigoríficos abatem hoje 2,5 milhões de cabeças de boi a cada ano, sendo que 35% da produção vão para o mercado interno e os outros 65% são destinados ao externo. Já Xavier adverte: o embargo aos frigoríficos 'não quebra de vez a economia do Estado. 'O Pará não precisa trazer boi de fora', garantiu.
A Federação da Agricultura do Pará (Faepa) começou a divulgar ontem entre os produtores rurais afiliados a orientação de embargo a 32 frigoríficos que atuam em território paraense. Isso significa não vender, por tempo indeterminado, cabeças de boi para a indústria da carne instalada no Estado. 'Aquele que puder segurar, que evite vender o animal agora', aconselhou o presidente da entidade, Carlos Xavier.
A decisão foi tomada depois de avaliação da Faepa e dos sindicatos ruralistas de que a recomendação do Ministério Público Federal (MPF), de embargo a 21 fazendas, beneficia diretamente as indústrias de carne. Xavier não faz questão de esconder o nome de quem julga ser o culpado pela crise que vive hoje a pecuária. O vilão, para ele, é o grupo Bertin, que possui quatro frigoríficos nos municípios de Marabá, Redenção, Santana do Araguaia e Tucumã, os maiores em operação no Pará.
A tentativa dos industriais, segundo Xavier, é represar a oferta de gado para deixar o rebanho disponível em grande quantidade no mercado. E isso provocaria a queda no preço do boi. Na verdade, já provocou. Em uma semana, o preço da arroba caiu R$ 10,00, uma queda de 15%.
Além da orientação de não vender, o presidente da Faepa revelou que o pecuarista que não puder segurar o animal no pasto só poderá efetivar a transação se a operação for realizada em dinheiro vivo, à vista. 'Não vamos dar capital de giro de graça para nenhum frigorífico', insistiu.
Antes mesmo de assinar o Termo de Ajuste de Conduta proposto pelo MPF e Estado, a indústria da carne já temia esta retaliação. Mas as consequências do embargo respingarão, obrigatoriamente, na população. A primeira delas é que se os pecuaristas não venderem para os frigoríficos, o custo de operação das 32 indústrias vai aumentar porque terão de trazer boi de fora do Estado. E o custo de frete deve ser repassado ao preço final da carne destinada ao consumidor.
A segunda conseqüência é que se o embargo tiver a adesão maciça dos produtores rurais haverá risco de desabastecimento em todo o Estado. 'As indústrias serão as primeiras a fechar', avisa Francisco Victer, presidente da União das Indústrias Exportadoras de Carne do Estado do Pará (Uniec).
Outro prejuízo apontado pela entidade seria a volta das atividades de abatedouros ilegais. Hoje, 30% da carne abatida no Pará são de origem clandestina, segundo a Uniec. Os frigoríficos abatem hoje 2,5 milhões de cabeças de boi a cada ano, sendo que 35% da produção vão para o mercado interno e os outros 65% são destinados ao externo. Já Xavier adverte: o embargo aos frigoríficos 'não quebra de vez a economia do Estado. 'O Pará não precisa trazer boi de fora', garantiu.
Municípios organizam manifestações
No AMAZÔNIA:
Sindicatos ruralistas espalhados do Pará começam a organizar manifestações no Estado contra o embargo às 21 propriedades impedidas de comercializar boi para frigoríficos e grandes redes de supermercados. Hoje, uma comissão de vereadores de Santarém estará na Assembléia Legislativa requerendo sessão especial para discussão do tema.
Pecuaristas de Santana do Araguaia, no sul do Pará, decidiram bloquear as rodovias que dão acesso aos Estados de Mato Grosso e Tocantins, também em protesto contra o embargo. Em Altamira, na Transamazônica, os produtores rurais decidiram se manter em assembléia geral permanente até que a situação mude. Em Paragominas e Capanema, o movimento organiza protestos que poderão parar as BR-316 e BR-010.
'Agora que está caindo a ficha do MPF e estão querendo encontrar uma saída honrosa, discutindo o TAC. Esse movimento ocorre na base e eu não posso proibir', declarou o presidente da Federação da Agricultura, Carlos Xavier.
No próximo dia 10 de julho, ele estará em Brasília, a convite do ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, para dar uma palestra sobre o projeto 'Preservar', na Câmara Temática de Bovinocultura do ministério. 'O Pará foi escolhido para servir de exemplo ao Brasil e o MPF está engessando todo mundo, punindo o Estado, a cadeia produtiva e punindo os empregos', desabafou. Xavier observou que está orientando os produtores rurais para construção de boas defesas na Justiça Federal às ações civis públicas ajuizadas pelo MPF. 'São ações inadequadas, inoportunas e indevidas. O Ministério Público alega que houve desmatamento ilegal, mas não houve. Quem vai decidir agora é o juiz. Como esse assunto é um direito individual, estamos orientando os 21 proprietários das fazendas que tomem as devidas providências, mas eles nem foram citados ainda. Quando forem, vão se defender', pontuou.
Sindicatos ruralistas espalhados do Pará começam a organizar manifestações no Estado contra o embargo às 21 propriedades impedidas de comercializar boi para frigoríficos e grandes redes de supermercados. Hoje, uma comissão de vereadores de Santarém estará na Assembléia Legislativa requerendo sessão especial para discussão do tema.
Pecuaristas de Santana do Araguaia, no sul do Pará, decidiram bloquear as rodovias que dão acesso aos Estados de Mato Grosso e Tocantins, também em protesto contra o embargo. Em Altamira, na Transamazônica, os produtores rurais decidiram se manter em assembléia geral permanente até que a situação mude. Em Paragominas e Capanema, o movimento organiza protestos que poderão parar as BR-316 e BR-010.
'Agora que está caindo a ficha do MPF e estão querendo encontrar uma saída honrosa, discutindo o TAC. Esse movimento ocorre na base e eu não posso proibir', declarou o presidente da Federação da Agricultura, Carlos Xavier.
No próximo dia 10 de julho, ele estará em Brasília, a convite do ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, para dar uma palestra sobre o projeto 'Preservar', na Câmara Temática de Bovinocultura do ministério. 'O Pará foi escolhido para servir de exemplo ao Brasil e o MPF está engessando todo mundo, punindo o Estado, a cadeia produtiva e punindo os empregos', desabafou. Xavier observou que está orientando os produtores rurais para construção de boas defesas na Justiça Federal às ações civis públicas ajuizadas pelo MPF. 'São ações inadequadas, inoportunas e indevidas. O Ministério Público alega que houve desmatamento ilegal, mas não houve. Quem vai decidir agora é o juiz. Como esse assunto é um direito individual, estamos orientando os 21 proprietários das fazendas que tomem as devidas providências, mas eles nem foram citados ainda. Quando forem, vão se defender', pontuou.
Ministério Público dá ultimato à prefeitura
No AMAZÔNIA:
O Ministério Público do Estado do Pará (MPE) deu o ultimato à Prefeitura Municipal de Belém para retirar todos os ambulantes do comercial da cidade. Ontem, os promotores de Justiça de Defesa do Consumidor do órgão, Marco Aurélio Nascimento, do Meio Ambiente e Patrimônio Cultural, Benedito Wilson de Sá, e de Direitos Constitucionais e Patrimônio Público, Jorge de Mendonça Rocha, subscreveram e encaminharam o documento ao titular da Secretaria Municipal de Economia (Secon), João Amaral Lima da Costa Filho, exigindo que as ruas e todos os logradouros públicos sejam desocupados em 60 dias. O ofício determina o remanejamento para o 'Espaço Palmeira', o prédio do antigo Banco Real; e para um edifício perto do Restaurante Popular. Parte dos trabalhadores aceitam a idéia, mas a grande maiora já bateu o pé e garante que vai resistir como puder permanecer em seus locais de trabalho.
Os promotores deixam claro que a decisão chega para pôr fim a mais de dois anos de discussão entre o poder público e as entidades representantivas dos ambulantes, que não conseguiram chegar a um consenso, embora tenham passado todo esse tempo estudando e debatendo a questão. O promotor toma uma série de medidas, dentro de suas atribuições legais, uma vez que envolvido para solucionar o problema não aceitaram assinar o Termo de Ajuste de Conduta, proposto pelo MPE.
Está determinado que, em dois meses, o comércio informal deve acabar nas ruas João Alfredo, a Santo Antônio, adjacentes à av. Presidente Vargas e tv. Padre Eutíquio, incluindo nas proximidades do maior shopping do centro comercial, o Pátio Belém, onde também é grande a concentração de ambulantes. Porém, o documento não se restringe somente a estas zonas e menciona toda a área do Comércio de Belém. Marco Aurélio limita o remanejamento para apenas imóveis de propriedade do município.
Daí que o ofício aponta prédios que já estavam sendo preparados pela prefeitura para fazer alojar os camelôs. O primeiro e mais conhecido é o Espaço Palmeira, onde por muito tempo foi apenas um buraco e hoje funciona um estacionamento, na quadra da rua Senador Manuel Barata, trav. 1º de Março, rua Frutuoso Guimarães e rua Ó de Almeida. O outro local deve ser o adjacente ao Restaurante Popular, na rua Aristides Lobo, entre 1º de Março e Padre Prudêncio. O terceiro deve ser o prédio do antigo Banco Real, na rua João Alfredo, o qual deve ser adequado para abrigar os trabalhadores.
O Ministério Público do Estado do Pará (MPE) deu o ultimato à Prefeitura Municipal de Belém para retirar todos os ambulantes do comercial da cidade. Ontem, os promotores de Justiça de Defesa do Consumidor do órgão, Marco Aurélio Nascimento, do Meio Ambiente e Patrimônio Cultural, Benedito Wilson de Sá, e de Direitos Constitucionais e Patrimônio Público, Jorge de Mendonça Rocha, subscreveram e encaminharam o documento ao titular da Secretaria Municipal de Economia (Secon), João Amaral Lima da Costa Filho, exigindo que as ruas e todos os logradouros públicos sejam desocupados em 60 dias. O ofício determina o remanejamento para o 'Espaço Palmeira', o prédio do antigo Banco Real; e para um edifício perto do Restaurante Popular. Parte dos trabalhadores aceitam a idéia, mas a grande maiora já bateu o pé e garante que vai resistir como puder permanecer em seus locais de trabalho.
Os promotores deixam claro que a decisão chega para pôr fim a mais de dois anos de discussão entre o poder público e as entidades representantivas dos ambulantes, que não conseguiram chegar a um consenso, embora tenham passado todo esse tempo estudando e debatendo a questão. O promotor toma uma série de medidas, dentro de suas atribuições legais, uma vez que envolvido para solucionar o problema não aceitaram assinar o Termo de Ajuste de Conduta, proposto pelo MPE.
Está determinado que, em dois meses, o comércio informal deve acabar nas ruas João Alfredo, a Santo Antônio, adjacentes à av. Presidente Vargas e tv. Padre Eutíquio, incluindo nas proximidades do maior shopping do centro comercial, o Pátio Belém, onde também é grande a concentração de ambulantes. Porém, o documento não se restringe somente a estas zonas e menciona toda a área do Comércio de Belém. Marco Aurélio limita o remanejamento para apenas imóveis de propriedade do município.
Daí que o ofício aponta prédios que já estavam sendo preparados pela prefeitura para fazer alojar os camelôs. O primeiro e mais conhecido é o Espaço Palmeira, onde por muito tempo foi apenas um buraco e hoje funciona um estacionamento, na quadra da rua Senador Manuel Barata, trav. 1º de Março, rua Frutuoso Guimarães e rua Ó de Almeida. O outro local deve ser o adjacente ao Restaurante Popular, na rua Aristides Lobo, entre 1º de Março e Padre Prudêncio. O terceiro deve ser o prédio do antigo Banco Real, na rua João Alfredo, o qual deve ser adequado para abrigar os trabalhadores.
Ministério recomenda uso da força se houver resistência
No AMAZÔNIA:
O ofício encaminhado à Secon diz ainda que os 'Camelódromos' devem obrigatoriamente 'proporcionar a estrutura necessária para o conforto e a segurança de trabalhadores e consumidores', contando com equipamentos como banheiro, boxes ou galerias comerciais, depósito de mercadorias, estacionamento de veículos, entre outros. Outra determinação é a instalação de repartições públicas, as 'lojas-âncoras', para atrair a clientela para manter a atividade comercial funcionando. O MPE diz ainda que os trabalhadores informais devem ser notificados pela prefeitura. E manda um aviso para os mais teimosos: 'Se os ambulantes resistirem ao remanejamento, especialmente os que comercializam CDs e DVDs piratas, que sejam retirados com o uso da força, inclusive com a prisão em flagrante-delito'.
O secretário geral do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio Informal de Belém, Raimundo Ramalho, classifica como a decisão do MPE como desrespeito à categoria. 'Não fomos ouvidos', diz ele, acrescentando que a reunião mencionada pelo promotor foi avisada de última hora, impossibilitando a participação da sua entidade. O sindicalista garante os espaços mencionados no documento não são suficientes para abrigar os 322 ambulantes cadatrados da João Alfredo, os 127 da Santo Antonio e os 436 da Presidente Vargas. 'O comércio todo tem 3.025 ambulantes. Se for incluir os irregulares são dez mil', alerta.
O ofício encaminhado à Secon diz ainda que os 'Camelódromos' devem obrigatoriamente 'proporcionar a estrutura necessária para o conforto e a segurança de trabalhadores e consumidores', contando com equipamentos como banheiro, boxes ou galerias comerciais, depósito de mercadorias, estacionamento de veículos, entre outros. Outra determinação é a instalação de repartições públicas, as 'lojas-âncoras', para atrair a clientela para manter a atividade comercial funcionando. O MPE diz ainda que os trabalhadores informais devem ser notificados pela prefeitura. E manda um aviso para os mais teimosos: 'Se os ambulantes resistirem ao remanejamento, especialmente os que comercializam CDs e DVDs piratas, que sejam retirados com o uso da força, inclusive com a prisão em flagrante-delito'.
O secretário geral do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio Informal de Belém, Raimundo Ramalho, classifica como a decisão do MPE como desrespeito à categoria. 'Não fomos ouvidos', diz ele, acrescentando que a reunião mencionada pelo promotor foi avisada de última hora, impossibilitando a participação da sua entidade. O sindicalista garante os espaços mencionados no documento não são suficientes para abrigar os 322 ambulantes cadatrados da João Alfredo, os 127 da Santo Antonio e os 436 da Presidente Vargas. 'O comércio todo tem 3.025 ambulantes. Se for incluir os irregulares são dez mil', alerta.
MP quer saída para o trânsito
No AMAZÔNIA:
Disciplinar o caos do trânsito de Belém, começando a regulamentar o tráfego dos veículos de carga. É o que espera o Ministério Público do Estado (MPE), que convocou os setores interessados para uma reunião hoje, na sede do órgão. O promotor de justiça Benedito Wilson pretende um acordo amigável com os donos desses veículos, mas caso não haja resultado, ele diz que uma ação civil pública já está pronta e o caso vai para a esfera judicial, pedindo que a Prefeitura de Belém se responsabilize em coibir a presença desse tipo de veículo transitanto indiscriminadamente na cidade.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF), convidada para a reunião, aponta duas soluções para resolver o problema. A primeira é ativar o terminal de cargas, localizado na BR-316, ao lado da sede da AABB. Segundo o superintendente regional da PRF, Isnard Ferreira, se o terminal cumprisse com a função para o qual foi criado, o trânsito na Região Metropolitana teria efetiva melhora. Os veículos pesados fariam a descarga de mercadorias para veículos menores fazerem a distribuição na área urbana, diminuindo, assim, o grande número de caminhões trafegando dentro de Belém e Ananindeua.
Outra alternativa é limitar o tráfego de veículos acima de quatro toneladas a um horário específico, preferencialmente na madrugada. 'Simplesmente proibir não vai adiantar nada. A regulamentação deve começar ainda na rodovia e não esperar que eles cheguem ao Complexo do Entrocamento, pois a partir desse ponto não tem para onde esses veículos saírem. O trabalho teria que ser conjunto, pelos gestores dos dois municípios', afirma Ferreira.
Para o Sindicato das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Pará, outras medidas seriam necessárias, para além da proibição. 'Não adianta colocar a culpa nos caminhões. Se a cidade tivesse espaços apropriados para o estacionamento dos veículos de cargas, não aconteceria a descarga no meio da rua. Mas eles não existem', diz o vice-presidente do Sindicato, Daniel Carvalho.
Ele afirma que no início do ano, em uma sessão especial na Câmara de Vereadores, a Companhia de Trânsito de Belém (Ctbel) se comprometeu em apresentar um estudo para disciplinar o trânsito, mas até agora nada teria sido feito.
Sobre a limitação de horários, Carvalho argumenta que o 'comércio não abre fora do horário comercial para receber as mercadorias', logo, fazer a descargas à noite ou no início da manhã seria inviável. Usar o terminal de cargas também não parece ser uma alternativa animadora para os donos de empresas de cargas. 'Vai aumentar o número de carros e piorar a situação. Enquanto um caminhão consegue transportar 20 mil quilos, serão necessários muito mais carros para fazer o transposte', alega.
Disciplinar o caos do trânsito de Belém, começando a regulamentar o tráfego dos veículos de carga. É o que espera o Ministério Público do Estado (MPE), que convocou os setores interessados para uma reunião hoje, na sede do órgão. O promotor de justiça Benedito Wilson pretende um acordo amigável com os donos desses veículos, mas caso não haja resultado, ele diz que uma ação civil pública já está pronta e o caso vai para a esfera judicial, pedindo que a Prefeitura de Belém se responsabilize em coibir a presença desse tipo de veículo transitanto indiscriminadamente na cidade.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF), convidada para a reunião, aponta duas soluções para resolver o problema. A primeira é ativar o terminal de cargas, localizado na BR-316, ao lado da sede da AABB. Segundo o superintendente regional da PRF, Isnard Ferreira, se o terminal cumprisse com a função para o qual foi criado, o trânsito na Região Metropolitana teria efetiva melhora. Os veículos pesados fariam a descarga de mercadorias para veículos menores fazerem a distribuição na área urbana, diminuindo, assim, o grande número de caminhões trafegando dentro de Belém e Ananindeua.
Outra alternativa é limitar o tráfego de veículos acima de quatro toneladas a um horário específico, preferencialmente na madrugada. 'Simplesmente proibir não vai adiantar nada. A regulamentação deve começar ainda na rodovia e não esperar que eles cheguem ao Complexo do Entrocamento, pois a partir desse ponto não tem para onde esses veículos saírem. O trabalho teria que ser conjunto, pelos gestores dos dois municípios', afirma Ferreira.
Para o Sindicato das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Pará, outras medidas seriam necessárias, para além da proibição. 'Não adianta colocar a culpa nos caminhões. Se a cidade tivesse espaços apropriados para o estacionamento dos veículos de cargas, não aconteceria a descarga no meio da rua. Mas eles não existem', diz o vice-presidente do Sindicato, Daniel Carvalho.
Ele afirma que no início do ano, em uma sessão especial na Câmara de Vereadores, a Companhia de Trânsito de Belém (Ctbel) se comprometeu em apresentar um estudo para disciplinar o trânsito, mas até agora nada teria sido feito.
Sobre a limitação de horários, Carvalho argumenta que o 'comércio não abre fora do horário comercial para receber as mercadorias', logo, fazer a descargas à noite ou no início da manhã seria inviável. Usar o terminal de cargas também não parece ser uma alternativa animadora para os donos de empresas de cargas. 'Vai aumentar o número de carros e piorar a situação. Enquanto um caminhão consegue transportar 20 mil quilos, serão necessários muito mais carros para fazer o transposte', alega.
Governadora pede recursos para rodovias
No AMAZÔNIA:
O deterioramento das rodovias paraenses, depois das fortes chuvas dos últimos meses, levou a governadora do Pará, Ana Júlia Carepa (PT), a percorrer, na tarde de ontem, a Esplanada dos Ministérios em busca de recursos.
A governadora teve reuniões nos ministérios do Desenvolvimento Agrário e do Planejamento e no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Com o ministro Guilherme Cassel (Desenvolvimento Agrário) e o presidente do Instituto Nacional da Reforma Agrária (Incra), Rolf Rolf Hachbart, ela enfatizou a importância de se liberar verbas para as estradas vicinais.
A governadora garantiu que a reunião foi bastante proveitosa, por ter resultado em medidas práticas. 'Estamos construindo uma solução nesse sentido', informou. Segundo Ana Júlia, o secretário Valdir Ganzer e a bancada federal vão acompanhar, junto ao governo federal, a evolução do que ficou acertado nas reuniões. Ao ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, a governadora explicou a necessidade de liberação dos recursos previstos no Orçamento Geral da União deste ano para a área de transportes nos municípios paraenses.
O deterioramento das rodovias paraenses, depois das fortes chuvas dos últimos meses, levou a governadora do Pará, Ana Júlia Carepa (PT), a percorrer, na tarde de ontem, a Esplanada dos Ministérios em busca de recursos.
A governadora teve reuniões nos ministérios do Desenvolvimento Agrário e do Planejamento e no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Com o ministro Guilherme Cassel (Desenvolvimento Agrário) e o presidente do Instituto Nacional da Reforma Agrária (Incra), Rolf Rolf Hachbart, ela enfatizou a importância de se liberar verbas para as estradas vicinais.
A governadora garantiu que a reunião foi bastante proveitosa, por ter resultado em medidas práticas. 'Estamos construindo uma solução nesse sentido', informou. Segundo Ana Júlia, o secretário Valdir Ganzer e a bancada federal vão acompanhar, junto ao governo federal, a evolução do que ficou acertado nas reuniões. Ao ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, a governadora explicou a necessidade de liberação dos recursos previstos no Orçamento Geral da União deste ano para a área de transportes nos municípios paraenses.
Tortura e execução na mata
No AMAZÔNIA:
O corpo de um homem não identificado foi encontrado nas matas da área de preservação ambiental do Utinga, no bairro da Guanabara, ontem à tarde, com sinais de execução. O cadáver encontrava-se em adiantado estado de decomposição, com perfurações e amarrado a um tronco de árvore com as mãos para trás. O corpo foi descoberto por um grupo de crianças e adolescentes que brincava perto do local. Elas comunicaram o fato aos pais, que acionaram a polícia. No final da tarde, o corpo foi removido pelo Centro de Perícias Científicas Renato Chaves e até a noite não havia sido identificado.
O tenente PM Macedo, do Batalhão de Policiamento Ambiental (BPA), foi ao local do crime acompanhado de uma guarnição, após moradores da área terem entrado em contato com o Centro Integrado de Operações (Ciop), às 15h30. Ele informou que o cadáver estava no local havia cerca de 48 horas. Em estado adiantado de decomposição, apresentava-se com larvas e moscas e exalava um forte odor. Como apurou a Polícia, a vítima foi encontrada de joelhos, com as mãos amarradas para trás, o pescoço amarrado no tronco de uma árvore. O homem vestia uma camiseta e bermudão, e no corpo foram identificadas perfurações que teriam sido por balas e arma branca. Há indícios de que a vítima foi baleada na nuca e no pescoço. Uma prova de que o homem foi torturado antes de morrer é que há sinais de que ele teve seu pescoço queimado.
O trecho da mata onde foi encontrado o corpo situa-se nos fundos de um terreno onde está o Bloco Escolar 'Cal. Maria Amélia Ribeiro', uma edificação abandonada, ao lado do Posto de Saúde da Família da Pedreirinha, na mesma área, na rua do Lions Clube, como transversal da rua Pedreirinha, a partir da rodovia BR-316, próximo do Viaduto do Coqueiro. Tão logo a informação da descoberta do cádaver espalhou-se pela área, curiosos concentraram-se em frente ao prédio da antiga escola, para acompanhar a movimentação dos policiais militares e dos técnicos do CPC 'Renato Chaves'.
O corpo de um homem não identificado foi encontrado nas matas da área de preservação ambiental do Utinga, no bairro da Guanabara, ontem à tarde, com sinais de execução. O cadáver encontrava-se em adiantado estado de decomposição, com perfurações e amarrado a um tronco de árvore com as mãos para trás. O corpo foi descoberto por um grupo de crianças e adolescentes que brincava perto do local. Elas comunicaram o fato aos pais, que acionaram a polícia. No final da tarde, o corpo foi removido pelo Centro de Perícias Científicas Renato Chaves e até a noite não havia sido identificado.
O tenente PM Macedo, do Batalhão de Policiamento Ambiental (BPA), foi ao local do crime acompanhado de uma guarnição, após moradores da área terem entrado em contato com o Centro Integrado de Operações (Ciop), às 15h30. Ele informou que o cadáver estava no local havia cerca de 48 horas. Em estado adiantado de decomposição, apresentava-se com larvas e moscas e exalava um forte odor. Como apurou a Polícia, a vítima foi encontrada de joelhos, com as mãos amarradas para trás, o pescoço amarrado no tronco de uma árvore. O homem vestia uma camiseta e bermudão, e no corpo foram identificadas perfurações que teriam sido por balas e arma branca. Há indícios de que a vítima foi baleada na nuca e no pescoço. Uma prova de que o homem foi torturado antes de morrer é que há sinais de que ele teve seu pescoço queimado.
O trecho da mata onde foi encontrado o corpo situa-se nos fundos de um terreno onde está o Bloco Escolar 'Cal. Maria Amélia Ribeiro', uma edificação abandonada, ao lado do Posto de Saúde da Família da Pedreirinha, na mesma área, na rua do Lions Clube, como transversal da rua Pedreirinha, a partir da rodovia BR-316, próximo do Viaduto do Coqueiro. Tão logo a informação da descoberta do cádaver espalhou-se pela área, curiosos concentraram-se em frente ao prédio da antiga escola, para acompanhar a movimentação dos policiais militares e dos técnicos do CPC 'Renato Chaves'.
Leão confirma Pedro Paulo
No AMAZÔNIA:
A diretoria do Clube do Remo confirmou ontem a primeira contratação para a temporada 2009. Depois de quatro dias de testes clínicos e físicos, o zagueiro Pedro Paulo assinou contrato até o final o final do Campeonato Paraense do ano que vem. Antes, o clube havia acertado com o goleiro Evandro, mas o caso foi de uma renovação de contrato, diferente de agora. Aos 31 anos, o zagueiro passa a ser o mais experiente do elenco remista. No atual sistema do técnico Sinomar Naves, com três homens à frente do goleiro, ele terá ao lado San, 26, e Raul, 19.
O diretor de futebol Lucival Alencar afirmou que o ciclo de contratações está suspenso, por enquanto. No entanto, reconheceu que se outro atleta regional, nos moldes de Pedro Paulo, aparecer essa decisão pode ser mudada. 'Depois de uma bateria de exames hoje nós fechamos o contrato do Pedro Paulo. No momento não pretendemos fazer novas contratações, a menos que seja como foi no caso dele, um jogador da região e que se enquadrou em nossa filosofia financeira', disse Alencar.
Pedro Paulo, que entre outros times defendeu Paysandu, Gama-DF e Brasiliense-DF, afirmou que encara com tranquilidade o desafio de defender o Remo nesse momento e que acredita na recuperação do Leão Azul no cenário nacional do futebol brasileiro. 'Estou muito feliz por ter assinado com o Remo. Sei que o clube passa atualmente por uma situação delicada, mas isso não muda em nada a grandeza que tem. Já estou à disposição para os amistosos do final de semana. Agora, sou funcionário do Remo e encaro esses jogos como se fossem oficiais.'
O zagueiro trabalha pela primeira vez ao lado do atual treinador remista. Mas, ele lembra que já conhecia Sinomar de tê-lo enfrentado em várias oportunidades e já conhecia o trabalho dele. 'Já joguei contra o Sinomar e sei da qualidade que ele tem, e o que tenho visto nos treinos do dia-a-dia só confirmam isso'.
Pedro Paulo deixou Belém aos 19 anos quando defendia o Dragão da Maracangalha. Para ele, o fato de ter defendido vários clubes do Brasil é um motivo de orgulho. 'Saí de Belém em 1997 quando jogava no Sport Belém e tive o privilégio de defender várias equipes do Brasil, o que me deixa muito orgulhoso. Comecei como muitos, com bastante dificuldade. Felizmente consegui me destacar.'
Raul, o sub-20 que estará ao seu lado e de San, foi um dos que ficaram satisfeitos com a contratação do experiente zagueiro. 'Sempre fui capitão na base, mas agora é diferente, agora é o momento de escutar. Tenho que aproveitar que estou tendo jogadores experientes ao meu lado e aprender o máximo possível com essa convivência', disse.
A diretoria do Clube do Remo confirmou ontem a primeira contratação para a temporada 2009. Depois de quatro dias de testes clínicos e físicos, o zagueiro Pedro Paulo assinou contrato até o final o final do Campeonato Paraense do ano que vem. Antes, o clube havia acertado com o goleiro Evandro, mas o caso foi de uma renovação de contrato, diferente de agora. Aos 31 anos, o zagueiro passa a ser o mais experiente do elenco remista. No atual sistema do técnico Sinomar Naves, com três homens à frente do goleiro, ele terá ao lado San, 26, e Raul, 19.
O diretor de futebol Lucival Alencar afirmou que o ciclo de contratações está suspenso, por enquanto. No entanto, reconheceu que se outro atleta regional, nos moldes de Pedro Paulo, aparecer essa decisão pode ser mudada. 'Depois de uma bateria de exames hoje nós fechamos o contrato do Pedro Paulo. No momento não pretendemos fazer novas contratações, a menos que seja como foi no caso dele, um jogador da região e que se enquadrou em nossa filosofia financeira', disse Alencar.
Pedro Paulo, que entre outros times defendeu Paysandu, Gama-DF e Brasiliense-DF, afirmou que encara com tranquilidade o desafio de defender o Remo nesse momento e que acredita na recuperação do Leão Azul no cenário nacional do futebol brasileiro. 'Estou muito feliz por ter assinado com o Remo. Sei que o clube passa atualmente por uma situação delicada, mas isso não muda em nada a grandeza que tem. Já estou à disposição para os amistosos do final de semana. Agora, sou funcionário do Remo e encaro esses jogos como se fossem oficiais.'
O zagueiro trabalha pela primeira vez ao lado do atual treinador remista. Mas, ele lembra que já conhecia Sinomar de tê-lo enfrentado em várias oportunidades e já conhecia o trabalho dele. 'Já joguei contra o Sinomar e sei da qualidade que ele tem, e o que tenho visto nos treinos do dia-a-dia só confirmam isso'.
Pedro Paulo deixou Belém aos 19 anos quando defendia o Dragão da Maracangalha. Para ele, o fato de ter defendido vários clubes do Brasil é um motivo de orgulho. 'Saí de Belém em 1997 quando jogava no Sport Belém e tive o privilégio de defender várias equipes do Brasil, o que me deixa muito orgulhoso. Comecei como muitos, com bastante dificuldade. Felizmente consegui me destacar.'
Raul, o sub-20 que estará ao seu lado e de San, foi um dos que ficaram satisfeitos com a contratação do experiente zagueiro. 'Sempre fui capitão na base, mas agora é diferente, agora é o momento de escutar. Tenho que aproveitar que estou tendo jogadores experientes ao meu lado e aprender o máximo possível com essa convivência', disse.
Papão sofre desfalque para jogo fora de casa
No AMAZÔNIA:
O volante Mael está fora dos dois próximos jogos do Paysandu na Série C do Brasileiro, sábado, contra o Luverdense/MT, e dia 5 de julho, diante do Águia, de Marabá. O atleta sofreu uma lesão de grau dois no adutor da coxa direita e, segundo o departamento médico, terá de passar 20 dias inativo. O desfalque pegou o técnico Édson Gaúcho de surpresa, embora ele já soubesse que o meio-campista se queixava de dores no local lesionado. A intenção do treinador era voltar a contar com a dupla de volantes formada por Dadá e Mael, que ainda não jogaram justos na Série C do Brasileiro.
Curiosamente uma contusão, também na coxa direita, tirou Dadá das partidas do time na Terceirona. Recuperado, Dadá já treina entre os titulares, enquanto Mael trata da lesão sofrida no jogo em Parauapebas, no final de semana passado. Com Mael descartado, Gaúcho tem como peças de reposição para o setor Lê, Billy e Paulo de Tárcio, que trocaria a lateral-direita pelo meio-campo, com o ala Jucemar ganhando a oportunidade de entrar jogando de cara em Lucas do Rio Verde.
Zeziel também sente a coxa direita, contudo, não chega a preocupar o departamento médico. O apoiador deverá enfrentar o alviverde do Mato Grosso. A partida, mais uma vez, mudou de horário, ontem. A CBF informou à Federação Paraense de Futebol (FPF) que a bola começa a rolar a partir das 19h30 (horário de Belém) no estádio Passo das Emas. A mudança, de acordo com o diretor técnico da FPF, Paulo Romano, foi solicitada pelo próprio Paysandu.
Hoje a FPF deve enviar à CBF os laudos de vistoria da Curuzu, feita pelo Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Vigilância Sanitária. O Papão tem até sexta-feira, seguindo o que manda o Estatuto do Torcedor, para pedir a mudança de seus jogos em casa do Mangueirão para o estádio do clube. A diretoria ainda não definiu os preços dos ingressos para o jogo do dia 5 de julho, contra o Águia. Mas se a partida acontecer mesmo na Curuzu, como deseja a diretoria, mulheres, que vinham pagando preços mais baixos nos ingressos, pagarão os mesmos valores de ingressos masculinos.
O volante Mael está fora dos dois próximos jogos do Paysandu na Série C do Brasileiro, sábado, contra o Luverdense/MT, e dia 5 de julho, diante do Águia, de Marabá. O atleta sofreu uma lesão de grau dois no adutor da coxa direita e, segundo o departamento médico, terá de passar 20 dias inativo. O desfalque pegou o técnico Édson Gaúcho de surpresa, embora ele já soubesse que o meio-campista se queixava de dores no local lesionado. A intenção do treinador era voltar a contar com a dupla de volantes formada por Dadá e Mael, que ainda não jogaram justos na Série C do Brasileiro.
Curiosamente uma contusão, também na coxa direita, tirou Dadá das partidas do time na Terceirona. Recuperado, Dadá já treina entre os titulares, enquanto Mael trata da lesão sofrida no jogo em Parauapebas, no final de semana passado. Com Mael descartado, Gaúcho tem como peças de reposição para o setor Lê, Billy e Paulo de Tárcio, que trocaria a lateral-direita pelo meio-campo, com o ala Jucemar ganhando a oportunidade de entrar jogando de cara em Lucas do Rio Verde.
Zeziel também sente a coxa direita, contudo, não chega a preocupar o departamento médico. O apoiador deverá enfrentar o alviverde do Mato Grosso. A partida, mais uma vez, mudou de horário, ontem. A CBF informou à Federação Paraense de Futebol (FPF) que a bola começa a rolar a partir das 19h30 (horário de Belém) no estádio Passo das Emas. A mudança, de acordo com o diretor técnico da FPF, Paulo Romano, foi solicitada pelo próprio Paysandu.
Hoje a FPF deve enviar à CBF os laudos de vistoria da Curuzu, feita pelo Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Vigilância Sanitária. O Papão tem até sexta-feira, seguindo o que manda o Estatuto do Torcedor, para pedir a mudança de seus jogos em casa do Mangueirão para o estádio do clube. A diretoria ainda não definiu os preços dos ingressos para o jogo do dia 5 de julho, contra o Águia. Mas se a partida acontecer mesmo na Curuzu, como deseja a diretoria, mulheres, que vinham pagando preços mais baixos nos ingressos, pagarão os mesmos valores de ingressos masculinos.
O tempo
Em Belém, sol com muitas nuvens durante o dia. Períodos de nublado, com chuva a qualquer hora.
A temperatura máxima será de 31ºC e a mínima, de 22ºC.
A umidade relativa do ar varia de 60% a 88%.
Nesta quarta-feira, áreas de instabilidade ganham força no oeste da Região. O sol aparece entre muitas nuvens e ocorrem pancadas de chuva a qualquer hora do dia em Rondônia, no Acre, em Roraima e no centro-oeste do Amazonas. Tempo carregado também em Amapá e no norte paraense. No Tocantins e no centro-sul do Pará o tempo fica firme, com bastante sol e sem previsão de chuva. Nas demais áreas da Região o sol aparece, ao longo do dia a umidade provoca aumento de nuvens e ocorrem pancadas de chuva a partir da tarde.
As previsões são da Climatempo.
A temperatura máxima será de 31ºC e a mínima, de 22ºC.
A umidade relativa do ar varia de 60% a 88%.
Nesta quarta-feira, áreas de instabilidade ganham força no oeste da Região. O sol aparece entre muitas nuvens e ocorrem pancadas de chuva a qualquer hora do dia em Rondônia, no Acre, em Roraima e no centro-oeste do Amazonas. Tempo carregado também em Amapá e no norte paraense. No Tocantins e no centro-sul do Pará o tempo fica firme, com bastante sol e sem previsão de chuva. Nas demais áreas da Região o sol aparece, ao longo do dia a umidade provoca aumento de nuvens e ocorrem pancadas de chuva a partir da tarde.
As previsões são da Climatempo.
terça-feira, 23 de junho de 2009
Nara Leão - Vento de Maio
nara leão - vento de maio
Composição: Gilberto Gil / Torquato Neto
Oi! você que vem de longe
Caminhando a tanto tempo
Que vem de vida cansada
Carregada pelo vento
Oi! você que vem chegando
Vá entrando e tome assento
Oi! você que vem chegando
Vá entrando e tome assento
Desapei dessa tristeza
Que lhe dou de garantia
A certeza mais segura
Que mais dia menos dia
No peito de todo mundo vai bater a alegria
No peito de todo mundo vai bater a alegria
Rô rô rô rô rô
Rô rô rô rô rô
Oh! meu irmão fique certo
Não demora e vai chegar
Aquele vento mais brando
Aquele belo luar
Que por dentro desta noite te ajudaram a voltar
Que por dentro desta noite te ajudaram a voltar
Monta e seu cavalo baio
Que o vento já vai soprar
Vai romper o mês de maio
Não é hora de parar
Galopando na firmeza
Mais depressa vai chegar
Mais depressa vai chegar
Rô rô rô rô rô
Rô rô rô rô rô
Fonte: Letras.mus.br
Composição: Gilberto Gil / Torquato Neto
Oi! você que vem de longe
Caminhando a tanto tempo
Que vem de vida cansada
Carregada pelo vento
Oi! você que vem chegando
Vá entrando e tome assento
Oi! você que vem chegando
Vá entrando e tome assento
Desapei dessa tristeza
Que lhe dou de garantia
A certeza mais segura
Que mais dia menos dia
No peito de todo mundo vai bater a alegria
No peito de todo mundo vai bater a alegria
Rô rô rô rô rô
Rô rô rô rô rô
Oh! meu irmão fique certo
Não demora e vai chegar
Aquele vento mais brando
Aquele belo luar
Que por dentro desta noite te ajudaram a voltar
Que por dentro desta noite te ajudaram a voltar
Monta e seu cavalo baio
Que o vento já vai soprar
Vai romper o mês de maio
Não é hora de parar
Galopando na firmeza
Mais depressa vai chegar
Mais depressa vai chegar
Rô rô rô rô rô
Rô rô rô rô rô
Fonte: Letras.mus.br
Um olhar pela lente
Servidor que aceitou estudos de Belo Monte é processado
O Ministério Público Federal (MPF) entrou na Justiça com uma ação por improbidade administrativa contra o coordenador de energia elétrica substituto do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Adriano Rafael Arrepia de Queiroz. Na ação, ajuizada nesta terça-feira, 23 de junho, Queiroz é acusado de ter validado estudos ambientais do projeto da hidrelétrica de Belo Monte que, segundo técnicos do próprio Ibama, ainda estavam incompletos.
Caso condenado, o coordenador poderá perder a função pública, ter seus direitos políticos suspensos por cinco anos e terá que pagar multa equivalente a cem vezes o valor da remuneração que recebe. Também poderá ficar proibido de contratar com o poder público e de receber créditos ou benefícios fiscais por três anos.
A Eletrobrás e três das maiores empreiteiras do país (Camargo Corrêa, Norberto Odebrecht e Andrade Gutierrez), empreendedoras do projeto Belo Monte, encaminharam os Estudos de Impactos Ambientais (EIA) e o Relatório de Impactos Ambientais (Rima) ao Ibama em 30 de março. Em 28 de abril, técnicos do instituto deram um parecer alertando para a falta de uma série de informações nos estudos. Entre os documentos faltantes estão os estudos dos impactos sobre a população indígena.
Em 4 de maio foi a vez do Rima ser criticado. "O Rima não atende a seu objetivo principal, qual seja, de informar e fornecer à população e aos agentes interessados um entendimento claro das consequências ambientais do projeto. Portanto, recomendamos que, para a disponibilização à população e apresentação em audiência pública, este seja revisto, considerando-se os pontos aqui elencados, e atendendo ao diplomas legais e ao termo de referência emitido pelo Ibama", registraram os técnicos. E em mais um parecer, de 20 de maio, eles voltaram a afirmar a necessidade de revisão do Rima.
Apesar das advertências, no mesmo dia 20 de maio Adriano Queiroz declarou os documentos como aceitos pelo Ibama, requisito essencial para a concessão da licença ambiental para o empreendimento. No despacho de aprovação (aceite) dos estudos, Queiroz "libera" a Eletrobrás da apresentação dos estudos de impactos sobre a população indígena e sobre grutas e cavernas e ainda considera desnecessários os estudos sobre a qualidade da água.
"Não faz qualquer sentido a permissão para que se apresente documentos faltantes no momento do aceite, para fase posterior, onde o tempo fica mais escasso para o debate, o que frauda a efetiva participação popular no debate", criticam os procuradores da República Felício Pontes Jr. e Rodrigo Timóteo da Costa e Silva. "O que parece ressaltar é a tentativa de se antecipar a data do aceite do EIA/Rima, a designação de audiências públicas e, por fim, o licenciamento, dentro do cronograma apresentado pelo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), sem considerar a legislação nacional e o respeito aos povos residentes na Bacia do Rio Xingu", complementam.
Fonte: Ministério Público Federal
Caso condenado, o coordenador poderá perder a função pública, ter seus direitos políticos suspensos por cinco anos e terá que pagar multa equivalente a cem vezes o valor da remuneração que recebe. Também poderá ficar proibido de contratar com o poder público e de receber créditos ou benefícios fiscais por três anos.
A Eletrobrás e três das maiores empreiteiras do país (Camargo Corrêa, Norberto Odebrecht e Andrade Gutierrez), empreendedoras do projeto Belo Monte, encaminharam os Estudos de Impactos Ambientais (EIA) e o Relatório de Impactos Ambientais (Rima) ao Ibama em 30 de março. Em 28 de abril, técnicos do instituto deram um parecer alertando para a falta de uma série de informações nos estudos. Entre os documentos faltantes estão os estudos dos impactos sobre a população indígena.
Em 4 de maio foi a vez do Rima ser criticado. "O Rima não atende a seu objetivo principal, qual seja, de informar e fornecer à população e aos agentes interessados um entendimento claro das consequências ambientais do projeto. Portanto, recomendamos que, para a disponibilização à população e apresentação em audiência pública, este seja revisto, considerando-se os pontos aqui elencados, e atendendo ao diplomas legais e ao termo de referência emitido pelo Ibama", registraram os técnicos. E em mais um parecer, de 20 de maio, eles voltaram a afirmar a necessidade de revisão do Rima.
Apesar das advertências, no mesmo dia 20 de maio Adriano Queiroz declarou os documentos como aceitos pelo Ibama, requisito essencial para a concessão da licença ambiental para o empreendimento. No despacho de aprovação (aceite) dos estudos, Queiroz "libera" a Eletrobrás da apresentação dos estudos de impactos sobre a população indígena e sobre grutas e cavernas e ainda considera desnecessários os estudos sobre a qualidade da água.
"Não faz qualquer sentido a permissão para que se apresente documentos faltantes no momento do aceite, para fase posterior, onde o tempo fica mais escasso para o debate, o que frauda a efetiva participação popular no debate", criticam os procuradores da República Felício Pontes Jr. e Rodrigo Timóteo da Costa e Silva. "O que parece ressaltar é a tentativa de se antecipar a data do aceite do EIA/Rima, a designação de audiências públicas e, por fim, o licenciamento, dentro do cronograma apresentado pelo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), sem considerar a legislação nacional e o respeito aos povos residentes na Bacia do Rio Xingu", complementam.
Fonte: Ministério Público Federal
Vem mais “desobrigatoriedade” – putz! – por aí
Se isso serve de consolo para os coleguinhas, então registre-se.
A obrigatoriedade do diploma para jornalista pode não ter sido a última a ser derrubada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Não se descarta que uma “serie de desregulamentações” venha por aí, atingindo também outras profissões.
Palavra de quem?
Dele, de Sua Excelência Gilmar Mendes.
Toma-te!
A obrigatoriedade do diploma para jornalista pode não ter sido a última a ser derrubada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Não se descarta que uma “serie de desregulamentações” venha por aí, atingindo também outras profissões.
Palavra de quem?
Dele, de Sua Excelência Gilmar Mendes.
Toma-te!
O longo abraço da sucuri
No Página Crítica, sob o título acima:
Sebastião Curió Rodrigues de Moura, o tristemente famoso major Curió, resolveu abrir o bico. Três décadas depois, ele resolveu contar sua versão sobre o bárbaro extermínio de, pelo menos, 41 guerrilheiros no Araguaia, assassinados por tropas do Exército após terem sido presos e desarmados. E, para corroborar seu relato, mostrou ao Estado de S.Paulo farta documentação daqueles anos de terror de Estado. Exatamente os documentos que as Forças Armadas, há anos, dizem não mais existir, desafiando a Justiça e o bom senso.
Agora, não falta mais nada para que o governo federal tome as providências que lhes são obrigatórias. É o momento de passar a limpo este sangrento episódio da história brasileira recente e localizar, de uma vez por todas, o paradeiro das ossadas de dezenas de vítimas da repressão militar.
Sebastião Curió Rodrigues de Moura, o tristemente famoso major Curió, resolveu abrir o bico. Três décadas depois, ele resolveu contar sua versão sobre o bárbaro extermínio de, pelo menos, 41 guerrilheiros no Araguaia, assassinados por tropas do Exército após terem sido presos e desarmados. E, para corroborar seu relato, mostrou ao Estado de S.Paulo farta documentação daqueles anos de terror de Estado. Exatamente os documentos que as Forças Armadas, há anos, dizem não mais existir, desafiando a Justiça e o bom senso.
Agora, não falta mais nada para que o governo federal tome as providências que lhes são obrigatórias. É o momento de passar a limpo este sangrento episódio da história brasileira recente e localizar, de uma vez por todas, o paradeiro das ossadas de dezenas de vítimas da repressão militar.
Novas mídias, novo mundo
Orkut, Facebook, My Space e Twitter são novas ferramentas que estão mudando a comunicação e, claro, a construir um novo mundo.
Que o digam os iranianos, postos sob o torniquete da censura e sob os porretes das milícias e polícias que se confrontam diariamente, desde que revelados claros indícios de fraudes na reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad.
Por que os iranianos são uma boa referência?
Porque não há meios de impedi-los de se concentrarem nas ruas, de autoconvocarem-se para as manifestações.
O Twitter, por exemplo, tem sido um meio eficaz para garantir a agregação de grupos que, contrariando a censura e o porrete, não se dispersam e continuam a contestar a ditadura iraniana, que se adorna com todos os disfarces de democracia.
As chamadas redes sociais também estão mudando a comunicação empresarial.
Em entrevista especial para o Blog T, o mestre em Comunicação pela Universidade de Brasília e Consultor de Comunicação João José Forni comenta as redes sociais.
Acesse o blog e deixe sua opinião.
Que o digam os iranianos, postos sob o torniquete da censura e sob os porretes das milícias e polícias que se confrontam diariamente, desde que revelados claros indícios de fraudes na reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad.
Por que os iranianos são uma boa referência?
Porque não há meios de impedi-los de se concentrarem nas ruas, de autoconvocarem-se para as manifestações.
O Twitter, por exemplo, tem sido um meio eficaz para garantir a agregação de grupos que, contrariando a censura e o porrete, não se dispersam e continuam a contestar a ditadura iraniana, que se adorna com todos os disfarces de democracia.
As chamadas redes sociais também estão mudando a comunicação empresarial.
Em entrevista especial para o Blog T, o mestre em Comunicação pela Universidade de Brasília e Consultor de Comunicação João José Forni comenta as redes sociais.
Acesse o blog e deixe sua opinião.
Falta um “trato de delicadeza” em Salinas

O fotógrafo Luiz Braga, que estão em São Paulo na expectativa de sua nova exposição, a primeira dele na Galeria Leme, mandou e-mail para o blog.
O assunto: Salinas e a buraqueira, Salinas e a lama, Salinas e a lama, Salinas e o abandono.
Vejam a foto acima, que o Luiz mandou.
“Soube que o ex-prefeito Di Gomes, derrotado nas últimas eleições e que em toda a sua gestão não pagou o INSS, ao saber que fora derrotado, fez um acordo para pagamento da dívida e com isso uma grande parte dos repasses vai direto para quitação da dívida.
Isso, somado à inadimplência histórica de IPTU das mansões, deixa a cidade bizarra: centenas de palácios cercados de lama. Lembra daquela coisa da Belíndia (Bélgica+ Índia)? O retrato exato de uma grande parte da elite atual. Cada qual no seu 4x4, muitos já blindados, geleira lotada de cerveja, jetsky na caçamba, e dane-se o resto que o verão é para ser curtido”, diz Luiz Braga.
A estrada da cidade, segundo ele, está muito boa até o trevo do Atalaia. “Uma pena pensar que um projeto urbanístico poderia deixar Salinas à altura da localização privilegiada que tem. Até foi feito um esboço na orla do Maçarico. Mas ficou só lá. No Porto Grande, também foi feito um trabalho decente. Não estou falando de criar belas marinas para atrair iates do mundo inteiro, megaobras. Apenas dar um trato de delicadeza num lugar tão abandonado”, sugere Luiz.
O assunto: Salinas e a buraqueira, Salinas e a lama, Salinas e a lama, Salinas e o abandono.
Vejam a foto acima, que o Luiz mandou.
“Soube que o ex-prefeito Di Gomes, derrotado nas últimas eleições e que em toda a sua gestão não pagou o INSS, ao saber que fora derrotado, fez um acordo para pagamento da dívida e com isso uma grande parte dos repasses vai direto para quitação da dívida.
Isso, somado à inadimplência histórica de IPTU das mansões, deixa a cidade bizarra: centenas de palácios cercados de lama. Lembra daquela coisa da Belíndia (Bélgica+ Índia)? O retrato exato de uma grande parte da elite atual. Cada qual no seu 4x4, muitos já blindados, geleira lotada de cerveja, jetsky na caçamba, e dane-se o resto que o verão é para ser curtido”, diz Luiz Braga.
A estrada da cidade, segundo ele, está muito boa até o trevo do Atalaia. “Uma pena pensar que um projeto urbanístico poderia deixar Salinas à altura da localização privilegiada que tem. Até foi feito um esboço na orla do Maçarico. Mas ficou só lá. No Porto Grande, também foi feito um trabalho decente. Não estou falando de criar belas marinas para atrair iates do mundo inteiro, megaobras. Apenas dar um trato de delicadeza num lugar tão abandonado”, sugere Luiz.
“Minha Vice”
A deputada federal Elcione Barbalho (PMDB-PA) está com o ego lá em cima, empinado mesmo.
Não pra menos.
Dois tucanos - desses emplumadíssimos - com mandato, quando se encontram com ela, lá em Brasília, só a tratam de “Minha Vice”.
Vice?
Sim, vice.
Vice numa sonhada chapa que teria como candidato ao governo um tucano e como vice, é claro, Elcione.
A deputada faz de conta que recebe o bom trato apenas como uma prova de delicadeza e educação dos colegas parlamentares.
Se os tucanos estão tratando assim a deputada, sabe-se lá como não estarão tratando Jader Barbalho, que é quem realmente decide a parada – ou as paradas, todas – no PMDB.
Não pra menos.
Dois tucanos - desses emplumadíssimos - com mandato, quando se encontram com ela, lá em Brasília, só a tratam de “Minha Vice”.
Vice?
Sim, vice.
Vice numa sonhada chapa que teria como candidato ao governo um tucano e como vice, é claro, Elcione.
A deputada faz de conta que recebe o bom trato apenas como uma prova de delicadeza e educação dos colegas parlamentares.
Se os tucanos estão tratando assim a deputada, sabe-se lá como não estarão tratando Jader Barbalho, que é quem realmente decide a parada – ou as paradas, todas – no PMDB.
Cabo da Rotam suspeito de crime dirigiu para Valéria
O cabo da Rota Ostensiva Tática Metropolitana (Rotam) Francisco Canindé da Paixão Ribeiro, um dos suspeitos, juntamente com o soldado Alberto de Araújo Fausto, de ter matado a tiros Bruno Ricardo Bezerra Gomes, na noite de sábado, no bairro de Canudos não é um qualquer, não.
Durante quatro anos, ele foi o motorista do carro oficial usado por Valéria Pires Franco, quando ela ocupava o cargo de vice-governadora do Pará, na gestão de Simão Jatene (2003-2006).
Sua conduta, segundo se diz, sempre foi irrepreensível.
Pelo menos quando era o motorista da vice.
Durante quatro anos, ele foi o motorista do carro oficial usado por Valéria Pires Franco, quando ela ocupava o cargo de vice-governadora do Pará, na gestão de Simão Jatene (2003-2006).
Sua conduta, segundo se diz, sempre foi irrepreensível.
Pelo menos quando era o motorista da vice.
De jornalismo, notícias, opiniões, diplomas e chuchus
Do presidente do Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal, Romário Schettino:“Jornalismo não é emitir opinião. Jornalismo é apuração. De forma nenhuma a prática jornalística fere a liberdade de expressão, até porque sempre houve e sempre haverá, nos veículos, espaço para esse tipo de manifestação. O que nós jornalistas fazemos é apurar fatos e, seguindo critérios técnicos, identificar aqueles que são mais relevantes para a sociedade.”
Schettino está certo.
Aqui mesmo já se comentou, em defesa do diploma:
O sujeito pode expressar suas opiniões por um panfleto. Pode fazê-lo numa passeata que fecha vias públicas e entope os ouvidos dos transeuntes de palavras de ordem. Pode externá-las nos próprios jornais, que atualmente abrem espaço para artigos regulares de colaboradores de vários segmentos do saber e para leitores, cidadãos comuns que se manifestam contra e a favor do que acharem conveniente fazê-lo, desde o buraco aberto na rua até a última e mais escandalosa roubalheira envolvendo figuras públicas.
É isso mesmo.
Jornalismo é técnica.
Querem ver?
Peçam aos ministros do Supremo – aos onze – para fazerem uma matéria jornalística sobre a decisão que eles mesmos proferiram, a de acabar com a obrigatoriedade do diploma.
Peçam e vejam como sairá a “notícia”.
Há nove chances em dez de que eles precisem reescrever a “matéria”, para adequá-la a princípios básicos, inclusive e sobretudo a objetividade, que magistrados – nove em cada dez – não têm.
E não é que sejam incapazes de ser objetivo. É que a natureza dos seus misteres, da sua profissão os induz a não serem tão objetivos como um jornalista que produz um texto jornalístico.
Ah, dirão muitos, mas os ministros do Supremo podem aprender as técnicas sobre como fazer uma notícia.
Ah, é?
Então, por que nós – qualquer um de nós, que não somos magistrados - não podemos apreender as técnicas sobre como fazer uma sentença?
Por quê?
Ah, uma sentença é mais “difícil” de redigir do que uma notícia!
Ah, é?
E quem disse que é?
Que parâmetros temos para dizer o que é mais ou menos difícil.
Todos os que labutam aqui na redação – sem exceção -, por exemplo, são imbecis, notórios imbecis em matemática e física quântica. Imbecis diplomadíssimos, com PhD em Harvard.
Alguns aqui da redação são imbecis em distinguir, por exemplo, algumas espécies de alimentos. Não conseguem bem, por exemplo, diferenciar um chuchu (vejam só esse viçoso aí em cima) de uma cenoura. Mas conseguem, ainda bem, diferenciar um tomate de um cavalo.
O que isso demonstra?
Que o fácil, pra mim, pode ser fácil mesmo. Para outro, pode ser dificílimo.
O que estamos discutindo são as habilidades, é a qualificação que qualquer um deve ter para desenvolver uma profissão.
Inclusive a de cozinheiro, na insensatez sesquipedal – toma-te! – de Sua Excelência o ministro Gilmar Mendes, ao fazer tal comparação.
É nessa discussão que entra o diploma.
O diploma e sua obrigatoriedade.
Estique tudo – ou quase – por “apenas” R$ 4 mil ou R$ 5 mil
Lulus e metrossexuais de Belém – de Belém e, quem sabe, arredores – tão que tão após tomarem conhecimento de que uma clínica de estética da cidade recebeu um equipamentozinho que é sinônimo de maravilhas.É o primeiro a chegar a Belém.
Trata-se do ThermaCool (que aparece aí na imagem).
O equipamento chegou na quarta-feira passada à clínica.
Dois dias depois, quando a notícia sobre a novidade se espalhara entre as lulus e os metrossexuais da cidade, nada menos de 16 pessoas já se encontravam na fila para submeter-se ao tratamento. E olhem que não é barato.
Quem quiser esticar o rosto e o pescoço, paga a módica importância de R$ 4 mil.
E quem quiser estender a esticadadinha até o colo, desembolsa, a preço de promoção, R$ 5 mil.
Mas sim, e o que é o tal do ThermaCool?
É um equipamento de radiofrequência, criado nos Estados Unidos para o tratamento da flacidez da face – mas não apenas da face - sem cirurgia.
Basicamente, é isso.
Você aí, que tem a caratonha toda enrugada e aquele pescoço todo flácido, vai à clínica, paga 4 milongas, submete-se a 1 hora e meia de Thermacool, sai de lá e, durante os três ou quatro meses seguintes, notará que sua pele vai ficando igual à de uma criancinha.
E a pela assim ficará por cerca de 1 ano.
É o que dizem, pelo menos.
Se você quiser constatar, tem que pagar.
R$ 4 mil ou R$ 5 mil.
Presente de grego
No Blog do Estado
O Clube do Remo deu um verdadeiro presente de grego ao São Raimundo.
Liberou Edinho para o Pantera.
O jogador, de uma vida pregressa conturbada, aprontou no jogo contra o Nacional, no último sábado, amistoso realizado no Barbalhão.
Edinho atingiu com uma cabeçada um jogador do Nacional que foi parar no hospital.
O jogador violento já foi devolvido ao Clube do Remo.
O Clube do Remo deu um verdadeiro presente de grego ao São Raimundo.
Liberou Edinho para o Pantera.
O jogador, de uma vida pregressa conturbada, aprontou no jogo contra o Nacional, no último sábado, amistoso realizado no Barbalhão.
Edinho atingiu com uma cabeçada um jogador do Nacional que foi parar no hospital.
O jogador violento já foi devolvido ao Clube do Remo.
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