segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Chuva em todas as regiões do Pará

Em todo o Estado, nesta segunda, o tempo ser apresentará encoberto a nublado com pancadas de chuva nas regiões centro e oeste. Nas demais áreas, nublado a encoberto com chuva.
Em Belém, será nublado a encoberto com chuva.As previsões são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

As manchetes da segunda

O ESTADO DE S. PAULO
SP apreende 900 celulares nos presídios a cada mês

JORNAL DA TARDE (SP)
900 celulares pegos por mês nos presídios

FOLHA DE S.PAULO
Lula desapropria menos terras em 2007

O GLOBO
Emendas de parlamentares serão poupadas de cortes

CORREIO BRAZILIENSE (DF)
300 mil doses reforçam vacinação contra febre amarela no Centro-Oeste

CORREIO DO POVO (RS)
Processos apontam fraudes de R$ 661 milhões

DIÁRIO CATARINENSE
Apreensão de ecstasy cresce 2.162% em SC

ESTADO DE MINAS
Deputados candidatos usam emendas para as campanhas

GAZETA DO POVO (PR)
Controladoria aponta uso irregular de R$ 661 milhões

CORREIO POPULAR (CAMPINAS)
Explosão de frota de veículos dobra arrecadação de IPVA

VALOR ECONÔMICO
Investimentos em alta sustentam crescimento

domingo, 6 de janeiro de 2008

Vira-casaca

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva é corintiano roxo, mas a partir deste domingo vai ter que aturar um filho palmeirense. O caçula Luis Cláudio Lula da Silva, 22 anos, acertou com o Palmeiras para ser auxiliar da preparação física. Ele fará uma espécie de estágio no início, trabalhando diretamente com Antonio Mello, contratado junto com o novo treinador palmeirense, Vanderlei Luxemburgo.
 
Veja mais aqui.

Família fica refém de assaltantes

Uma professora de 26 anos, uma dona-de-casa de 56, uma criança de 12 anos e um bebê de 2 anos ficaram reféns de dois bandidos por mais de hora, hoje à noite, dentro de um carro no canal São Joaquim, no bairro da Sacramenta. As vítimas foram liberadas após negociações conduzidas por equipes da Rotam (Ronda Ostensiva Tático Metropolitana) e da 1ª Zpol (Zona de Policiamento) fizeram as negociações.
A família vinha de Icoaraci para Belém, na rodovia Arthur Bernardes, para levar o bebê ao hospital, quando foi abordada pelos assaltantes.
Os dois bandidos foram levados para a Delegacia da Sacramenta, para prestar depoimento. Até agora, a Polícia ainda não recuperou o bandido que fugiu.
 
Com informações do Portal ORM.

O uso do Hangar

Uma coluna social estampa neste domingo várias fotos do aniversário da diretora do Hangar – Centro de Convenções, Joana Pessoa.

Com todo o respeito, é demais o Hangar também se transformar em casa de recepções e festas particulares, inclusive de quem comanda o pedaço.

Bem-feito para o trade de turismo, que cobrou tanto a construção do Centro e agora não ocupa - ou não sabe ocupar – devidamente aquele espaço.

Sai o gabarito da segunda etapa do PSS da UFPA

O Daves (Departamento de Apoio ao Vestibular) informou que 1.924 candidatos faltaram à prova de hoje, que marcou a segunda etapa do PSS (Processo Seletivo Seriado) 2008 da Universidade Federal do Pará (UFPA).

O número de faltosos representa 4,9% do total de inscritos. No interior, foram registradas 654 ausências (5,5%). Em Belém, o Daves contabilizou 1.270 faltosos. No PSS 2007, houve 4.745 faltas (8,83% do total).

A previsão é que o resultado dos aprovados nesta fase saia até o dia 18 de janeiro.

Confira aqui o gabarito com as repostas das 54 questões da segunda prova.

 

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
DEPARTAMENTO DE APOIO AO VESTIBULAR

PROCESSO SELETIVO SERIADO – PSS 2008

PROVA DA 2ª FASE

GABARITO

LÍNGUA PORTUGUESA

QUÍMICA

FRANCÊS

01

D

31

E 49

A

02

A

32

C 50 D

03

B

33

D 51 A

04

A

34

A 52 D
05
C
35
C
53
C

06

B

36

B 54 E

MATEMÁTICA

BIOLOGIA

ITALIANO

07

C

37

B 49 B

08

A

38

A 50 D

09

E

39

D 51 E

10

C

40

C 52 C
11
A
41
E
53
D

12

D

42

D 54 A

HISTÓRIA

LITERATURA

ALEMÃO

13

D

43

C 49 D

14

A

44

E 50

A

15

E

45

A 51

E

16

B

46

E 52

B

17
C
47
D
53
A

18

A

48

B
54

A

GEOGRAFIA

ESPANHOL

19

D

49

D

 

20

E

50

B

21

A

51

C

22

B

52

B
23
C
53
B

24

D

54

E

FÍSICA

INGLÊS

25

C

49

A

26

B

50

B

27

E

51 D

28

D 52 E
29
D
53
C

30

B 54 A

 

Eleição foi prato ausente do jantar de Almir

“Vou para São Paulo como um cidadão comum e pronto para recomeçar. Estou doido para chegar e topar a parada do recomeço. Amo todos vocês”, disse o ex-governador Almir Gabriel a cerca de 100 amigos seus que compareceram ontem à noite ao jantar de despedida que ele ofereceu antes de se mudar com a família para a capital paulista. Ele externou suas convicções otimistas no futuro do Estado e previu que “daqui a dez ou 20 anos o Pará será maior que Minas Gerais ou Paraná."
“Não houve a menor menção sobre eleições ou sobre o lançamento de uma pré-candidatura ao pleito municipal em Belém, conforme se especulou”, garantiu há pouco ao blog um dos comensais do jantar.
Paulo Chaves, ex-secretário de Cultura, um dos mais íntimos colaboradores do ex-governador na duas vezes em que Almir foi governador e um dos cotados para disputar a Prefeitura de Belém pelo PSDB nas eleições de outubro, também estava lá. “O senhor vai para um exílio e levará todos nós”, disse Paulo.
Valéria Pires Franco, ex-governadora na gestão de Simão Jatene, era uma das presentes. Virtual candidata do Democratas à Prefeitura de Belém, Valéria disse no discurso que Almir poderá sempre contar com os amigos que fez em toda a sua vida pública.
O tom foi claramente de despedida. Almir, segundo se conta, estava emocionadíssimo e chegou a ficar com a voz embargada ao discursar, mas não chorou. Com ele estavam a mulher, dona Socorro, Dona socorro, os filhos e uma neta adolescente, que também fez uma breve mensagem na ocasião.
JATENE - Os cerca de 100 convidados foram escolhidos a dedo. Entre eles não se encontrava o ex-governador Simão Jatene, do qual Almir guarda grandes ressentimentos desde que perdeu as eleições de 2006 para o governo do Estado, na disputa com Ana Júlia Carepa (PT). Jatene também já não fora convidado para uma despedida mais reservada, em dezembro do ano passado, no sitio Ipitu.
Poucos secretários do governo Jatene compareceram. Foram vistos, além de Paulo Chaves, apenas Teresa Cativo, Cicerino Cabral e Haroldo Bezerra. Almir convidou todos os nomes da cúpula da Segurança do Estado durante seu governo. É o caso do coronéis Fabiano Lopes e Caladrini, de Sette Câmara e do delegado Gilvandro Furtado.
Foram poucos os empresários que estiveram na despedida. Eram poucos de se contar nos dedos. Estavam no jantar, que ocorreu no restaurante Gulla’s, em Nazaré, apenas Oswaldo Nasser Tuma, Lutfalla Bitar e José Maria Mendonça. Também compareceu muita gente humilde, anônima, das relações privadas do ex-governador e sua família e que trabalharam com ele durante muitos anos.
Entre os anônimos, encontravam-se antigos servidores que atuaram com Almir nos tempos em que ele ainda exercia a medicina na Santa Casa de Misericórdia, no Hospital Barreto e no então Hospital dos Servidores do Estado.
MÉDICOS - Poucos colegas médicos de Almir foram convidados para a despedida. Um deles era Lourival Barbalho, tio do deputado federal e presidente regional do PMDB, Jader Barbalho, um dos mais ácidos adversários do ex-governador. Também marcaram presença os médicos Alfredo Oliveira e Manoel Rezende.
Colega de turma do ex-governador, Rezende evocou os tempos em que Almir ainda fazia estágio para cirurgia cardíaca e torácica. Destacou ainda a atuação do ex-governador nos tempos de política estudantil e citou, entre outros líderes, os empresários Oziel Carneiro e seu irmão Armando, já falecido.
Manoel Rezende mencionou ainda Everaldo Martins, médico, ex-prefeito de Santarém por duas vezes, deputado estadual e pai da prefeitura santarena Maria do Carmo (PT). Everaldo, que faleceu na região do Baixo Amazonas quando estava em campanha para se reeleger deputado estadual, no início da década de 80 do século passado, foi citado por Rezende como um dos maiores líderes estudantis que já conheceu.

O poder nem a todos embriaga

Há poucos dias, Rider Nogueira de Brito foi visto num supermercado de Belém empurrando seu carrinho de compras e confraternizando com os amigos que encontrava, sem qualquer segurança e à vontade, metido numa bermuda que o calor da cidade justifica e recomenda.
Nada demais, não fosse ele o ministro-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST).
Rider, caboclo da beira do Rio Amazonas, nascido em Óbidos, nunca perdeu a simplicidade nem mesmo quando passou a fazer uma carreira das mais brilhantes na Justiça do Trabalho do Pará, até chegar ao TST.
Ao tomar posse como presidente, por exemplo, mandou convite especial à sua velha parceira de pescarias em Óbidos, a fazendeira Lucideya de Souza Savino, de 82 anos.
No início da década de 70, quando era juiz do Trabalho em Santarém, para ele programa melhor não havia do que pescar na região do Rio Curuá-Una, acompanhado entre outros por Eros Bemerguy, bancário aposentado, do professor e poeta Emir Bemerguy e do empresário André Teixeira.
Ainda hoje, quando vem ao Pará em férias, não deixa de dar uma esticada até a região do Baixo Amazonas para matar as saudades e pescar.

Santarém, terra querida


Minha terra tão querida,
Meu encanto, minha vida,
Santarém do meu amor,
Deus te deu tanto riqueza,
Enfeitando a natureza
Que inspira o teu cantor.
Que saudade a gente sente
Quando está da terra ausente!...
Dá vontade de chorar...
Vê-se o rio cristalino,
“Rocha Negra” e “Diamantino”
Desfilando no pensar!...

Quando à noite a lua cheia
Vem brilhar na branca areia
Da formosa “Salvação”,
O cantor faz serenata,
Entre o rio e a verde mata,
Ponteando o violão!...
E se a noite está serena
Vai cantando até a “Lorena”,
Que saudade isto me traz!...
Recordando os teus encantos
Dos meus olhos correm prantos.
Recordar é sofrer mais.

Vi em sonhos encantados
Teus eternos namorados:
Amazonas, Tapajós.
Paralelos no caminho
Disputando o teu carinho
Numa luta tão feroz.
“Ponta Negra” entre os dois rios
Tem suaves amavios
Que eu recordo a soluçar...
Santarém fica defronte,
E as catraias formam ponte
Que ao “Trapiche” vai chegar!...

Os versos são de “Terra Querida” (1961), que tem letra e música de Wilson Fonseca, o imortal Maestro Isoca. A foto é de Itany Cruz.

O que ele disse

"O franco-argentino [Luiz Favre, marido da ministra Martha Suplicy] está se metendo demais. Vou dar um pau nele no meu blog."
Do ex-ministro - agora boquirroto - José Dirceu, num trecho de sua polêmcia entrevista à Piauí. Com todo o respeito, todos esperamos que ele meta o pau - no Favre, claro.

Os muros da intransigência


SERGIO BARRA

O Brasil vive marcado pela tragédia, violência, latrocínios, atentados, assaltos e crimes brutais que assustam e viram rotinas. 2007 foi marcado por um aumento na já grande sensação de insegurança que toma conta dos brasileiros e particularmente dos paraenses. O que nos entristece e nos deixa arredios é que muitos desses crimes são cometidos pela própria polícia. O povo vive refém da insegurança e teme a brutalidade dos bandidos.
O que se tem observado nas grandes capitais é que elas são impotentes, quando a bandidagem promove ações orquestradas dentro dos presídios, por elementos de alta periculosidade que portam celulares e comandam rebeliões nas casas de detenção, deixando atônitos principalmente os governantes, que não conseguem dar um basta nos atentados. Esses ataques se prolongam e muitas vezes se tornam megarrebeliões de difícil controle por parte das forças de segurança.
A todo o momento criamos medos, reais ou imaginários. E nos deparamos com parte da população que cultiva esses "medos" de forma variada. Os estigmas em relação ao universo da criminalidade e, por conseqüência, do sistema penitenciário nos dão uma boa medida dessa realidade. O estudo da criminalidade, da exclusão social, dos sistemas de poder e, por extensão, da intolerância, oferece novas possibilidades para compreendermos melhor o relacionamento interpessoal e, por continuidade, a sociedade em que vivemos.
Esse raciocínio acima serve para exemplificar o que ocorreu no dia 2 de 0utubro de1992, no "Massacre do Carandiru", episódio em que morreram 111 presos. A imagem que tínhamos naquele momento acerca do perfil do preso era da intolerância. E quando se soube que a maioria dos presos que cumpria pena em estabelecimentos penitenciários era composta por brancos, jovens e nascidos na capital paulista, caiu por terra a imagem do preso negro vindo do Nordeste. Outro estereótipo a ser quebrado é o que associa a imagem do preso homicida, já que a maioria dos que estão encarcerados o foram por terem cometido crimes contra o patrimônio, e não contra a pessoa.
A questão do sistema penitenciário no Brasil gera controvérsias, preconceitos e emoções, associadas muitas vezes a experiências pessoais ligadas à violência já sofrida. Dificilmente o cidadão comum pensa no sistema penitenciário sob o prisma da recuperação, da retomada de consciência, da falta de perspectiva do preso ou mesmo da possibilidade deste vir a trabalhar dentro ou fora da prisão. As imagens ligadas às penitenciárias são negativas, e muitos atribuem ao preso a revolta, a vingança, mortes, rebeliões e fugas. O preso é associado a tudo de ruim que existe na sociedade. O momento é de reflexão e de criar instrumentos ao dispor do Estado para a correção do cidadão praticante de delito.
Aos reclusos a sociedade atribui a imagem do "marginal". Essa construção da mentalidade excludente envolve aspectos e graus de aceitação, exclusão e separação, sendo estabelecida por pontos de vista estruturais, espaciais ou ideológicos, que definem, em última instância, a utilidade do indivíduo na sociedade.
A exclusão social, o preconceito e a intolerância são fatos inquestionáveis na história brasileira. Cabe aos que fazem cumprir a lei a sensibilidade de implementar os instrumentos legais para a correção do problema. E, mais do que isso, modificar as imagens "demoníacas" associadas aos presidiários e ex-presidiários do Brasil. Precisamos transpor as fronteiras do preconceito e da intolerância para enxergar com mais clareza fenômenos sociais como o da criminalidade.

Sergio Barra é médico e professor

Invasões no Pará

Na coluna "Holofote", de Veja.

Extorsão com a chancela do Incra
As fazendas da Globe Metais no Pará foram invadidas dez vezes desde 2003. A última ocorreu em agosto. Naquele mês, uma delas foi ocupada por "sem-toras", uma versão cupim do MST que usa o pretexto da reforma agrária para extrair madeira ilegalmente. Em dezembro, Bruno Parreiras, diretor da empresa, deu aos "sem-toras" 250 000 reais, a título de "indenização", para que eles deixassem a área. O acordo com jeito de extorsão foi chancelado pelo Incra.

Chavito paz y amor

Em O ESTADO DE S.PAULO:

Após série de fiascos, Chávez faz menção de adotar discurso "light"
Pressionado por reveses, presidente venezuelano fala em ‘paz’ e em ‘virar a página’ de conflitos com oposição

Tradicionalmente, a virada do ano costuma ser uma época de balanços, reflexões e revisões estratégicas, mas partindo de Hugo Chávez a mudança surpreendeu. Conhecido por seu caráter combativo - que o faz vociferar contra os “inimigos” por horas e gabar-se de nunca voltar atrás -, o presidente venezuelano entrou em 2008 com um discurso relativamente conciliador, no que, segundo analistas, parece ser um recuo tático após um longo período em que ele se sentiu onipotente.
“Queremos o caminho da paz. Que haja um forte debate ideológico e político, mas em paz”, disse Chávez, apenas um mês depois de ameaçar “varrer a oposição”, caso ela se mobilizasse contra seu governo. As declarações foram feitas num evento no qual o presidente anunciou uma anistia para os envolvidos na tentativa frustrada de golpe contra seu governo em 2002 e funcionários da PDVSA que, na época, participaram de uma greve para desestabilizá-lo. “Precisamos virar essa página”, disse.


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E agora, Zé?

Em O ESTADO DE S.PAULO:

“Confissão de Dirceu põe em dúvida argumento de que Lula nada sabia”

Sub-relator de movimentação financeira da CPI dos Correios, o deputado Gustavo Fruet (PSDB-PR) considerou uma confissão de
crime as declarações do ex-ministro José Dirceu de que recursos provenientes de caixa 2 financiaram a construção da sede do PT em Porto Alegre - segundo entrevista à revista Piauí, “era com mala de dinheiro” que os recursos para pagar a obra chegavam. Para o tucano, o objetivo de Dirceu é enfraquecer o ministro da Justiça, Tarso Genro, petista gaúcho que nos últimos anos foi um crítico contundente dos métodos usados pelo ex-ministro da Casa Civil no comando do PT.
Os ataques do ex-ministro foram dirigidos mais explicitamente aos petistas Raul Pont, ex-prefeito de Porto Alegre, e Olívio Dutra, presidente do partido no Rio Grande do Sul. De acordo com ele, “esse pessoal” procurava o então tesoureiro do partido, Delúbio Soares, peça-chave do esquema do mensalão, para pedir dinheiro. “Chegava para Delúbio e falava: ‘Delúbio, preciso de 1 milhão.’” Quando não recebiam, contou o ex-ministro, acusavam a direção do partido de autoritária e de privilegiar sua própria corrente. “O pobre do Delúbio tinha de ir aos empresários conseguir doações. Aí, estoura o mensalão e esse pessoal vem dizer que o Delúbio era o homem da mala. O que não dizem é que a mala era para eles”, declarou Dirceu na entrevista, na qual também dirigiu farpas para a ex-senadora Heloísa Helena (AL) - que deixou o PT para fundar o PSOL.
O episódio valeu reações indignadas dos petistas gaúchos e uma cobrança do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Marco Aurélio Mello, para quem a Receita Federal deve investigar o caso.“Se a sede foi construída com dinheiro de caixa 2, que ela fiscalize. Ela não precisa da quebra generalizada do sigilo de dados para isso”, defendeu anteontem. Para Marco Aurélio, a Justiça Eleitoral não pode investigar um assunto já passado. Ainda na sexta-feira, Dirceu negou em nota ter afirmado que a sede do PT em Porto Alegre foi construída com recursos de caixa 2 e pediu desculpas pelos “transtornos” causados por sua entrevista. “Deixei claro que houve uma denúncia que a Justiça rejeitou por falta de provas”, sustentou. Mas o estrago estava feito.


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O fracasso de Chávez

Esse é o título de um dos editoriais de O ESTADO DE S.PAULO. Veja alguns trechos abaixo:

O espetáculo midiático montado pelo presidente Hugo Chávez em torno da vaga promessa das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) de libertar três reféns só poderia terminar em fiasco. O caudilho venezuelano, que havia sido exonerado pelo presidente Álvaro Uribe das funções de mediador do conflito colombiano, quando exorbitou de suas atribuições, não é a raposa política que a sua máquina de propaganda pinta. Chávez acreditou piamente na oferta de libertação dos três reféns, que as Farc apresentaram como um ato de “desagravo” a ele, por ter sido dispensado abruptamente por Uribe. E montou uma espalhafatosa operação para acolher as vítimas da narcoguerrilha, que só seriam entregues ao governo venezuelano, por exigência da liderança das Farc. O presidente Álvaro Uribe permitiu o uso de solo colombiano para a operação dirigida por Chávez e passou, apenas, a observar os acontecimentos a distância.
O caudilho dirigiu, soberano, o espetáculo. São inesquecíveis as cenas, transmitidas pela televisão, do presidente Hugo Chávez, vestido com uniforme militar de campanha, explicando a jornalistas e representantes de países vizinhos, França e Suíça - convocados para testemunhar o triunfo do caudilho - como seria feita a entrega dos reféns. Debruçado sobre um mapa, nele traçou as rotas que seriam seguidas pelos helicópteros venezuelanos. Seus minutos de fama como grande estadista e estrategista militar esvaíram-se rapidamente.
As Farc não entregaram suas vítimas e o circo foi desarmado melancolicamente.


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A oposição paga o pato

Na FOLHA DE S.PAULO:

Governo mira emendas da oposição para cortar gastos
Equipe econômica quer também reduzir despesas com passagens e diárias

A equipe econômica do governo definiu três diretrizes para reduzir gastos e dar o troco na oposição pela rejeição da CPMF: 1) promover um corte "salgado" nas emendas parlamentares; 2) reduzir drasticamente os gastos com passagens e diárias; e 3) bloquear parte do Orçamento até abril.
Segundo apurou a Folha, a tesoura do governo causará estrago maior nas emendas de bancada, aquelas feitas por partidos políticos. A idéia que dominava os debates até a noite de sexta-feira era priorizar cortes nas emendas da oposição no Senado, justamente onde a prorrogação da CPMF foi derrubada em dezembro.
A chamada junta orçamentária, composta por técnicos da Fazenda, do Planejamento e do Banco Central ainda não havia fechado percentagens ou números até a noite de sexta.
Passado o alarme do fim da CPMF, os técnicos foram aos cálculos. Vêm mapeando as viagens e diárias de cada ministério, para estimar quanto é possível economizar. Concentram os questionamentos nas viagens de servidores realizadas às segundas e sextas-feiras, usualmente desculpas para retorno ao Estado de origem.
A terceira diretriz esconde uma maldade política. Ao bloquear, ou "contingenciar" no jargão técnico, a equipe econômica deixará ministérios como Turismo e Esportes com o orçamento virtualmente cortado dadas as restrições de ano eleitoral. Quando os recursos retidos começarem a ser liberados (o que costuma ocorrer em maio), os ministérios não teriam tempo hábil para empregar o dinheiro, pois terá começado a proibição de gastos em período de eleições.


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Enganaram mesmo Hugo Chávez

Na FOLHA DE S.PAULO:

Farc confirmam que o menino do DNA é Emmanuel
Em nota, guerrilha corrobora afirmação de Uribe de que garoto que seria libertado não estava mais em cativeiro

As Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) confirmaram em nota na madrugada de ontem que o menino localizado em Bogotá é mesmo Emmanuel, filho da refém Clara Rojas e de um membro da guerrilha, que até o último mês se pensava detido na selva.
A confirmação chegou pouco após a Procuradoria Geral da Colômbia informar que resultados preliminares de exames de DNA indicam que um garoto de três anos e meio sob custódia do Estado desde 2005 é Emmanuel.
O menino, registrado como Juan David Gómez Tapiero, chegou a uma instituição social por meio de um homem que se dizia seu tio-avô, em San José del Guaviare (centro-sul), segundo informações coletadas pelo governo. Mais tarde o homem teria admitido que o menino "pertencia às Farc" e alegado que a guerrilha havia tentado recuperá-lo até o dia 30 de dezembro último.
De acordo com o comunicado das Farc, a criança "não poderia ficar no meio das operações bélicas do Plano Patriota [ofensiva do Exército colombiano] (...) Por isso, esse menino, de pai guerrilheiro, foi deixado em Bogotá sob os cuidados de pessoas honradas enquanto se firmava o acordo humanitário", diz o texto, datado de 2 de janeiro.
A guerrilha acusa o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, de "seqüestrar" Emmanuel em Bogotá "com o infeliz propósito de sabotar a entrega" do menino, de sua mãe e da ex-congressista seqüestrada Consuelo Gonzáles ao presidente da Venezuela, Hugo Chávez.

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O tempo

Neste domingo, o tempo em todo o estado será encoberto a nublado com chuva nas regiões centro, oeste e sudoeste. Nas demais áreas, será nublado a encoberto com chuva.
Em Belém, nublado passando a encoberto com chuva.
As previsões são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

As manchetes do domingo

O ESTADO DE S. PAULO
"Planalto espera que pacote do IOF reduza o consumo"

JORNAL DA TARDE
"IOF ressuscita o cheque pré-datado"

FOLHA DE S. PAULO
"Emprego formal avança onde qualificação é menor"

O GLOBO (RJ)
"Bandidos armados roubam um carro a cada 12 minutos no Rio"

CORREIO BRAZILIENSE (DF)
"Suspeito de ter febre amarela morre em Goiás"

ZERO HORA (RS)
"O Brasil que dá certo"

DIÁRIO CATARINENSE
"Turismo: SC registra o melhor início de temporada"

ESTADO DE MINAS
"Fim da CPMF muda aplicações financeiras"

CORREIO POPULAR (CAMPINAS)
"RMC tem 13 municípios com chances de reeleger prefeito"

GAZETA DO POVO (PARANÁ)
"Quem vai investir e ganhar dinheiro em 2008"

CORREIO DO POVO (RIO GRANDE DO SUL)
"Levantamento mostra gastos de deputados gaúchos"

sábado, 5 de janeiro de 2008

Jefferson e as "donzelas furadas do PT"

No blog do Roberto Jefferson, aquele que, no auge do escândalo do mensalão, recomendou ao então ministro-chefe da Casa Civil e todo-poderoso da República, José Dirceu: "Sai daí, Zé. Sai daí logo antes que você faça réu um homem inocente, o presidente Lula".

O mundo gira
Anotem aí. O vértice de poder está mudando. Lula já ouve outras pessoas além de José Dirceu & Cia. O PMDB se fortalece, e a turma que o Zé pôs no governo começa a se enfraquecer - ministros e afins; na perda do poder político, ele tenta voltar às origens, a buscar de novo o apoio da opinião pública, aos mares onde sempre navegou com desenvoltura e do qual foi atirado fora com as denúncias do mensalão. Quem não deve ter gostado da nova performance foram as donzelas furadas do PT gaúcho...

Reféns da insegurança

“O Brasil vive marcado pela tragédia, violência, latrocínios, atentados, assaltos e crimes brutais que assustam e viram rotinas. 2007 foi marcado por um aumento na já grande sensação de insegurança que toma conta dos brasileiros e particularmente dos paraenses. O que nos entristece e nos deixa arredios é que muitos desses crimes são cometidos pela própria polícia. O povo vive refém da insegurança e teme a brutalidade dos bandidos.”

É um trecho do artigo intitulado “Os muros da intolerância”, de Sergio Barra, que o Espaço Aberto publica amanhã.

Venda de hospital em pauta

Ainda não há consenso sobre a venda do Hospital da Ordem Terceira para a Unimed. Mas já existe proposta formal para que o negócio se concretize.
O martelo sobre o assunto será batido nos próximos dias, em assembléia-geral com a participação dos controladores do hospital.

A Praça Batista Campos pede socorro

No dia 12 de janeiro, quando Belém cumple años, convém que a Prefeitura marque alguma programação na Praça Batista Campos.
Será uma imperdível oportunidade de se comemorar, com todas as fanfarras a que os munícipes têm direito, um ano de obras. Mas são obras que ninguém vê. Ou vê muito pouco.
Demorou um ano, vejam só, até mesmo para se afixar - bem na esquina da Padre Eutíquio com a Mundurucus – uma placa informando que ali se procede à revitalização da praça.
Em um ano, as reformas limitaram-se à pintura de bancos e à recuperação de lixeiras. E as calçadas, que realmente deveriam merecer a prioridade na recuperação? Estão do mesmo jeito em que sempre estiveram: totalmente esburacadas. Já não são mais algumas pedras que estão soltas. São buracos que se formaram, com riscos para os caminhantes de todos os dias, sobretudo idosos.
O que todos apostam é que as obras vão se estender por mais alguns meses. Quando chegar lá por setembro, e com o prefeito recandidato na reta final de campanha para as eleições de outubro, a prefeitura vai ajeitar as calçadas em alguns dias e a praça será reinaugurada com todas as pompas do mundo.
E aí vão dizer, no comício, que aquela é mais uma obra estruturante da atual administração, digna daquelas que Antônio Lemos deixou.
Pobre Belém, por que alguns não gostam de ti?

A nova febre dos japoneses

Segunda da Wikipedia, e-book “é um livro em formato digital que pode ser lido em equipamentos eletrônicos tais como computadores, PDAs ou até mesmo celulares que suportem esse recurso”.
Quando surgiram o meio editorial ficou alvoroçado. Muita discussão foi levantada em torno do fim do livro de papel, mas o que se viu foi que as mudanças – caso ocorressem – demorariam muito mais para surtir algum efeito. Alías, até hoje não causaram maiores impactos.
No Japão, porém, um novo fenômeno vem conquistando os leitores: os “romances de celular”. Chamados keitai shosetsu, em japonês, são narrativas curtas que muitas vezes contam com interação do leitor e são influenciadas pelos mangás, as histórias em quadrinhos de muito sucesso no país.

Leia mais no Blog da Contexto.

Criadouro de mosquitos a céu aberto

O leitor Jorge Bastos informa que dia desses entrou, sem querer, no site da Secretaria Municipal de Saúde. E encontrou por lá a informação de que Belém conta com um Centro de Controle de Zoonoses, ali descrito como um dos “mais bem aparelhados e capacitados do Brasil.”
Lembra ainda que, nos períodos de maior ocorrência de chuvas, doenças como a dengue têm maior incidência. Diante disso, e como caminha todas as manhãs sem alhear-se do que está à sua volta, depara com o que classifica de “um verdadeiro criadouro de mosquitos, além de outros animais que podem transmitir doenças letais aos seres humanos”.
O endereço do criadouro é o seguinte: terreno baldio, sem nenhum tipo de cercado, na esquina da Avenida Conselheiro Furtado com a Rua dos Tupinambás, bairro do Jurunas. “É uma ilha de sujeira em uma área de densa população”, acrescenta o leitor.
Há muito tempo, segundo Bastos, há uma briga de gato e rato entre os que depositam lixo no local e algum agente público ou privado - ainda não deu para ver quem vai lá - que retira o lixo.
“Embora retirar o lixo seja medida saneadora, isso não tem sido eficaz, uma vez que no trabalho tem-se utilizado uma escavadeira, que tem está provocando o desnivelamento do terreno e propicia a formação de pequenas lagoas no local, as quais poderão - se já não vem ocorrendo - tornar-se verdadeiras incubadoras para procriação dos mosquitos da denge. Sem contar que a sujeira, que não é removida plenamente e/ou é logo substituída, torna-se um ambiente propício para a proliferação de ratos, escorpiões, baratas etc.”, diz Jorge Bastos.
Ele propõe as seguintes medidas:
* Vigilância 24 horas e repressão a quem deposita lixo no local;
* Nivelação do terreno;
* Levantamento de muro;
* Regularização e destinação de uso do local.

Um partido à procura de candidato

Na coluna “Painel” da Folha de S.Paulo:

Acéfalo
O PSDB procura seu candidato a prefeito de Belém (PA) entre dois ex-governadores tucanos. Está difícil: Simão Jatene quer se guardar para a disputa de 2010, enquanto Almir Gabriel anuncia que pretende se aposentar e mudar para São Paulo, onde vivem seus filhos.

O ano eleitoral e o voto


ROBERTO DA PAIXÃO JÚNIOR

Dois mil e oito é ano de eleições, e outra vez seremos chamados a escolher representantes para cuidar do dinheiro público.
Cansados dos governantes que enriqueceram ilicitamente à custa de tais recursos e daqueles que se serviram do poder apenas para satisfazer interesses pessoais, resta-nos saber como escolhê-los.
Se partirmos do princípio segundo o qual não existe ser humano perfeito, quais devem ser as características dessas pessoas? Sem pretensão de acerto, relacionamos adiante algumas que achamos essenciais.
A primeira, a busca pelo conhecimento. Cremos que não basta ao candidato ser detentor de eventuais graduações universitárias ou títulos acadêmicos, conforme demonstrado pela História recente do nosso País. Antes de tudo, será preciso que ele se movimente para alcançar valores que não possui, o que estabelecerá um ambiente íntimo capaz de exteriorizar ao eleitor os seus mais sinceros propósitos.
A segunda, a lembrança de compromissos assumidos. Candidato que não tem essa capacidade é quase certo que não cumprirá com programas adotados em campanha. Trata-se, pois, da aptidão humana para quitar dívidas, situação inseparável do atributo de honestidade que deve nortear o comportamento político.
Como terceira característica, catalogamos o empenho na conquista de valores morais. Para tanto, o combate interior contra idéias de corrupção pode ajudar bastante o candidato. Também nunca será demais lembrar que a autoridade moral é força irresistível capaz de atrair não só o eleitor, mas aqueles que desejam sustentar um governo por meio da justiça e da paz social.
Outro atributo é a confiança. Nesse sentido, a sinceridade deve ser o ponto de referência do candidato. Jamais mentir sobre o que pode fazer em prol da sociedade. Não deverá, portanto, elaborar promessas que estejam fora do atual quadro financeiro do ente federativo para o qual pretende se candidatar, evitando, assim, fomentar expectativas fantasiosas.
O candidato também deve ser humilde para lembrar que, se um dia alcançar o triunfo, chegou lá não porque seja detentor de alguma habilidade política, mas porque foi erguido pela vontade de um corpo social sem esperança e cansado de sofrer em nome da democracia, que só costuma bater na sua porta para pedir votos.
Por fim, cabe ao candidato ter a capacidade de aprender que o patrimônio que vai administrar não é dele nem seu, mas nosso, e que por isso não há espaço para proveitos pessoais. Afinal, vige na administração o princípio do interesse público.
A falta dessas qualidades constitui, hoje, objeto de grande preocupação das empresas de marketing, que quase sempre procuram criá-las artificialmente. Entretanto, encobrir esses defeitos é minimizar a capacidade de entendimento do eleitor, que não suporta ver desperdiçado seu voto com quem não merece a sua confiança. Não foi por outro motivo que grafamos as palavras busca, lembrança, empenho e conquista na frente daquelas qualidades, exatamente por saber que ninguém as ostenta no conjunto.
Assim, por conta da dificuldade de encontrar pessoas com essas qualidades, cabe ao eleitor investigar as ações do seu candidato. Se ele procura reeleger-se, verifique, por exemplo, junto ao Ministério Público, ao Tribunal de Contas e à Justiça se há alguma pendência que o comprometa. Caso tente se eleger pela primeira vez, analise a sua vida pregressa para saber se é merecedor da sua confiança. Do contrário, é melhor procurar outro em quem votar.

Roberto da Paixão Júnior é especialista em Direito do Estado

O que ele disse

"Não sei se é um defeito ou uma virtude, mas sou fiel"
Kaká, o melhor do jogandor mundo e casado, chutando pra fora uma fã que lhe pediu para passar com ela "uma noite, só uma noite, e mais nada".

A preliminar da volta às aulas, por Waldez


Regras são questão de sobrevivência


Na VEJA:

A vida com instruções
Num mundo cada vez mais complexo, em que os desafios no convívio social, familiar e profissional aumentam em progressão geométrica, adotar regras se tornou uma questão de sobrevivência. Mas é preciso saber escolher as que funcionam

A certa altura do livro O Apanhador no Campo de Centeio, o célebre romance de J.D. Salinger, o professor Spencer diz ao aluno rebelde Holden Caulfield: "A vida é um jogo, rapaz. E ele deve ser jogado de acordo com as regras". O Apanhador foi escrito no início dos anos 50, em um tempo em que as regras para viver em sociedade eram em sua maioria guiadas pelo instinto, pelo bom senso, pela naturalidade, dando-se chance à sorte, ao destino, às surpresas. Hoje é diferente. As regras são produzidas em linhas de montagem e viraram mercadorias cada vez mais valorizadas. Jamais houve tanta gente vendendo e comprando ensinamentos sobre como se comportar no trabalho, conquistar o parceiro ideal, ficar mais bonito, melhorar o casamento, educar os filhos, falar bem em público, ganhar mais dinheiro... A lista é interminável.

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