quinta-feira, 7 de abril de 2011
Mônica, de início, não pretende ir da defesa ao ataque
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| Mônica Pinto (na foto de Carlos Borges/O LIBERAL): ela sabe muito, mas de início pretende apresentar apenas fatos mostrem a legalidade de sua conduta |
Ela deve falar sobre as fraudes que ocorreram na Assembleia Legislativa na área de pessoal, sobretudo na concessão de empréstimo consignados.
A linha de defesa de Mônica Pinto será, de início, voltada apenas à apresentação de documentos - já revelados por ela mesma à Imprensa - que demonstrem a normalidade dos empréstimos consignados que lhe foram concedidos.
O que intriga é que Mônica, na condição de comissionada, não poderia ser beneficíária desse tipo de empréstimo, em geral restrito apenas a servidores efetivos, ou seja, os que integram os quadros do próprio órgão público onde trabalham.
Mas a ex-chefe da Seção de Pessoal da Assembleia já explicou, em entrevistas, que outros comissionados, além dela, também contraíram empréstimos consignados no Banco Santander.
O fato de estar inicialmente disposta apenas a se defender não significa que ela vá se negar a revelar fatos que possam individualizar responsabilidades nas fraudes, que teriam consistido inclusive na falsificação de documentos.
Para ir além dos fatos que Mônica Pinto já expôs publicamente, o delegado Rogério Moraes só precisa usar de argúcia. O que não é difícil, para policiais experiente como ele.
"Goste-se ou não, a privatização foi boa para a Vale"
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| Roger Agnelli: alvo das pressões do governo petista |
Aos exaltados petistas:
Goste-se ou não, a privatização foi boa para a Vale do Rio Doce e, por que não dizê-lo claramente?, para a economia brasileira; pelo menos, todos os analistas anuem em declarar que o patrimônio e lucro da empresa cresceram exponencialmente, sendo hoje, até onde sei, a segunda maior mineradora do mundo (perde apenas para a Anglo, uma mineradora australiana).
Depois, se o PT não gostou dos resultados da privatização, por que não a reestatizou? Porque seria loucura, é claro, diante dos bons resultados obtidos pela empresa, além de ser um mau sinal para os investidores internacionais.
O governo federal não tem 51% das ações da Vale, tanto é assim que pressionou o Bradesco para que o banco, que detém parte das ações (confesso que me esqueci o percentual do Bradesco), concordasse com a substituição do Sr. Roger Agneli do comando da mineradora, o que acabou conseguindo pela força política evidente de que usufrui (quem vai brigar com o governo federal, sabendo que este pode usar o seu enorme aparato fiscal para perseguir os empresários recalcitrantes em ceder aos ímpetos políticos; veja-se o que a presidente Cristina K. faz com o jornal El Clarín na Argentina).
A questão reside - e, aqui, estou de acordo com o senador paraense - no fato de que a intervenção do governo federal no comando da Vale foi de cunho eminentemente político e não porque as ações da empresa estivessem em queda. Ora, nossa experiência histórica indica que o governo federal fracassa quando tenta agir como um ator econômico, quando decide intervir no domínio estritamente econômico, tornando-se um competidor das demais empresas privadas. Há exceções, é claro, como é o caso da Petrobrás, cujas ações não pertencem, até onde sei, totalmente ao governo federal.
No caso da Vale a situação é bem outra. Quando deixou de ser estatal, cresceu exponencialmente, perseguindo o lucro, internacionalizando-se, satisfazendo seus acionistas, etc.
Mas aí vem dona Dilma pressionar, sob o olhar complacente de todos, o Bradesco para dar um golpe de misericórdia no Sr. Roger Agneli.
Havia riscos de que os acionistas tomassem algum prejuízo pela suposta má atuação do comando da Vale? Não!
Alguma notícia ou sinal prenunciava que a Vale não se recuperaria da recente crise financeira internacional decorrente da quebra do banco Leman Brothers? Não!
Então, por que o governo federal interveio com tanta gula no comando da poderosa Vale do Rio Doce?
Que responda dona Dilma ou os seus exaltados (e equivocados) seguidores!
Câmara Federal debate sobre Belo Monte
Vários representantes de povos indígenas e de comunidades que serão atingidas pelas obras da hidrelétrica de Belo Monte já confirmaram presença à audiência pública que será realizada nesta quinta-feira, a partir das 14 horas, no auditório João Batista, da Assembléia Legislativa do Pará. O evento é promovido pela Comissão de Direitos Humanos e Minoria, da Câmara Federal, e foi solicitada pelo deputado federal, Arnaldo Jordy (PPS/Pa), vice-presidente da Comissão. O Conselho Regional de Economia (Corecon) e Ministério Público Federal apóiam a iniciativa.
"Essa será a maior audiência pública até então realizada para debater Belo Monte", garante Arnaldo Jordy, que também colocará na pauta das discussões a recente decisão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA). A entidade solicitou ao governo brasileiro a suspensão imediata do processo de licenciamento e de construção da obra em função do potencial prejuízo que a construção da obra pode trazer aos direitos das comunidades tradicionais da bacia do rio Xingu.
Para a audiência foram convidados senadores, deputados, prefeitos, vereadores, Ministério das Minas e Energia, Eletrobrás, Associações Municipais, Instituto do Meio Ambiente da Amazônia, Associação Comercial, Consórcio de Municípios, Tribunal de Justiça do Estado, Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil, Confederação Nacional dos Bispos do Brasil, Universidades, Organizações Não Governamentais e outros órgãos e entidades interessados no debate da questão. Integrantes da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, da Câmara Federal, também virão a Belém. “A realização da audiência foi aprovada por unanimidade entre os membros da Comissão, porque entendem que as famílias não podem ser prejudicadas pela construção da hidrelétrica", disse Jordy.
Fonte: Assessoria de Imprensa
"Essa será a maior audiência pública até então realizada para debater Belo Monte", garante Arnaldo Jordy, que também colocará na pauta das discussões a recente decisão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA). A entidade solicitou ao governo brasileiro a suspensão imediata do processo de licenciamento e de construção da obra em função do potencial prejuízo que a construção da obra pode trazer aos direitos das comunidades tradicionais da bacia do rio Xingu.
Para a audiência foram convidados senadores, deputados, prefeitos, vereadores, Ministério das Minas e Energia, Eletrobrás, Associações Municipais, Instituto do Meio Ambiente da Amazônia, Associação Comercial, Consórcio de Municípios, Tribunal de Justiça do Estado, Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil, Confederação Nacional dos Bispos do Brasil, Universidades, Organizações Não Governamentais e outros órgãos e entidades interessados no debate da questão. Integrantes da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, da Câmara Federal, também virão a Belém. “A realização da audiência foi aprovada por unanimidade entre os membros da Comissão, porque entendem que as famílias não podem ser prejudicadas pela construção da hidrelétrica", disse Jordy.
Fonte: Assessoria de Imprensa
O que ele disse
"Só há uma razão para não querer investigar, para não viabilizar a transparência: estão querendo proteger funcionários envolvidos, deputados ou ex-deputados envolvidos?"
Edmilson Rodrigues, deputado estadual (PSOL), em entrevista a O LIBERAL de hoje sobre a resistência de parlamentares em assinar a CPI proposta por ele, para investigar as fraudes na folha de pessoal da Assembleia Legislativa do Estado.
Edmilson Rodrigues, deputado estadual (PSOL), em entrevista a O LIBERAL de hoje sobre a resistência de parlamentares em assinar a CPI proposta por ele, para investigar as fraudes na folha de pessoal da Assembleia Legislativa do Estado.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Um olhar pela lente
Trabalhador tira um cochilo rodeado por patos em uma fazenda na periferia de Jiaxing, na província de Zhejiang, China.
A foto é da Reuters.
A foto é da Reuters.
Eleições Diretas para OAB
Por STANLEY MARTINS FRASÃO, no Consultor Jurídico
Durante a ditadura, os Departamentos de Ordem Política e Social (DOPS) ficaram fortificados, onde muitos foram detidos, torturados e de alguns até a vida teve ceifada. Figuras do povo, escritores, políticos, estudantes, dentre outros foram “hóspedes” do DOPS.
Em São Paulo temos um bom exemplo quando se fala do prédio sede do extinto DOPS. Trata-se da transformação do prédio da Praça General Osório, 66, em centro cultural, abrigando o Memorial da Resistência e o Museu do Imaginário do Povo Brasileiro.
Em Minas Gerais, a Constituição Mineira de 1989 determinou a transferência da documentação do extinto DOPS para o Arquivo Público Mineiro, o que ocorreu em 1998. Mais informações a respeito podem ser obtidas no Fundo Departamento de Ordem e Política Social de Minas Gerais, acessando o site: (http://www.siaapm.cultura.mg.gov.br/modules/fundos_colecoes/brtacervo.php?cid=19)
O extinto DOPS mineiro teve sua sede na Avenida Afonso Pena, 2.351, em Belo Horizonte, onde atualmente funciona o Departamento de Investigação Antidrogas.
Minas, berço da liberdade, bem que poderia receber de presente e ver a transformação do prédio do extinto DOPS em Museu Mineiro da Liberdade, ideia da empresária Cássia Ximenes, visando abrigar e dar conhecimento a todos do período ditatorial vivido em Minas Gerais.
Aliás, por falar em liberdade, venho, há tempos, mais precisamente desde julho de 2003(http://www.migalhas.com.br/mostra_noticia.aspx?cod=2184), propagando a necessidade de Eleições Diretas no Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil.
É isso mesmo, os Advogados lutaram pelas “Diretas Já” para Presidência da República em 1983/84, mas ainda vivem sob a regência do Ato Institucional 1, o AI-1, que determinou que a eleição para presidente da República fosse indireta, e assim em 15 de abril de 1964 o General Humberto de Alencar Castello Branco foi anunciado presidente. Em seguida, o AI-2, consolidou a eleição indireta para presidente, com direito a voto nominal e declarado em microfone aberto pelos deputados e senadores.
A PEC 5/1983, conhecida como emenda Dante de Oliveira, trazia em seu texto as eleições diretas para presidente da República no Brasil, mas foi rejeitada na Câmara dos Deputados e eleitos indiretamente, Tancredo Neves e José Sarney, presidente e vice presidente, respectivamente. Finalmente, em 15 de março de 1990 tomou posse o primeiro presidente eleito pelo voto direto desde 1961, Collor de Melo.
O Estatuto da Ordem dos Advogados do Brasil, Lei 4.215, de 27 de abril de 1963, estabeleceu em seu artigo 7º a eleição indireta para a Presidência da OAB. O novo Estatuto da Advocacia e da OAB, Lei 9.806, de 4 de julho de 1994, revogou a Lei 4.215, mas manteve a eleição indireta para a Presidência da OAB. Contraditoriamente, afinal a OAB lutou bravamente contra o golpe militar de 64 e o período ditatorial, mas acatou a herança ditatorial da eleição indireta, imposta até hoje aos advogados.
O deputado federal Lincoln Portela é o autor do PL 804/2007, que permitirá a eleição direta para a Diretoria do Conselho Federal da OAB, que se espera seja votado e aprovado para permitir aos advogados a liberdade de escolher o seu presidente nacional.
Diretas Já para o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil.
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STANLEY MARTINS FRASÃO é advogado e sócio do escritório Homero Costa Advogados
Durante a ditadura, os Departamentos de Ordem Política e Social (DOPS) ficaram fortificados, onde muitos foram detidos, torturados e de alguns até a vida teve ceifada. Figuras do povo, escritores, políticos, estudantes, dentre outros foram “hóspedes” do DOPS.
Em São Paulo temos um bom exemplo quando se fala do prédio sede do extinto DOPS. Trata-se da transformação do prédio da Praça General Osório, 66, em centro cultural, abrigando o Memorial da Resistência e o Museu do Imaginário do Povo Brasileiro.
Em Minas Gerais, a Constituição Mineira de 1989 determinou a transferência da documentação do extinto DOPS para o Arquivo Público Mineiro, o que ocorreu em 1998. Mais informações a respeito podem ser obtidas no Fundo Departamento de Ordem e Política Social de Minas Gerais, acessando o site: (http://www.siaapm.cultura.mg.gov.br/modules/fundos_colecoes/brtacervo.php?cid=19)
O extinto DOPS mineiro teve sua sede na Avenida Afonso Pena, 2.351, em Belo Horizonte, onde atualmente funciona o Departamento de Investigação Antidrogas.
Minas, berço da liberdade, bem que poderia receber de presente e ver a transformação do prédio do extinto DOPS em Museu Mineiro da Liberdade, ideia da empresária Cássia Ximenes, visando abrigar e dar conhecimento a todos do período ditatorial vivido em Minas Gerais.
Aliás, por falar em liberdade, venho, há tempos, mais precisamente desde julho de 2003(http://www.migalhas.com.br/mostra_noticia.aspx?cod=2184), propagando a necessidade de Eleições Diretas no Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil.
É isso mesmo, os Advogados lutaram pelas “Diretas Já” para Presidência da República em 1983/84, mas ainda vivem sob a regência do Ato Institucional 1, o AI-1, que determinou que a eleição para presidente da República fosse indireta, e assim em 15 de abril de 1964 o General Humberto de Alencar Castello Branco foi anunciado presidente. Em seguida, o AI-2, consolidou a eleição indireta para presidente, com direito a voto nominal e declarado em microfone aberto pelos deputados e senadores.
A PEC 5/1983, conhecida como emenda Dante de Oliveira, trazia em seu texto as eleições diretas para presidente da República no Brasil, mas foi rejeitada na Câmara dos Deputados e eleitos indiretamente, Tancredo Neves e José Sarney, presidente e vice presidente, respectivamente. Finalmente, em 15 de março de 1990 tomou posse o primeiro presidente eleito pelo voto direto desde 1961, Collor de Melo.
O Estatuto da Ordem dos Advogados do Brasil, Lei 4.215, de 27 de abril de 1963, estabeleceu em seu artigo 7º a eleição indireta para a Presidência da OAB. O novo Estatuto da Advocacia e da OAB, Lei 9.806, de 4 de julho de 1994, revogou a Lei 4.215, mas manteve a eleição indireta para a Presidência da OAB. Contraditoriamente, afinal a OAB lutou bravamente contra o golpe militar de 64 e o período ditatorial, mas acatou a herança ditatorial da eleição indireta, imposta até hoje aos advogados.
O deputado federal Lincoln Portela é o autor do PL 804/2007, que permitirá a eleição direta para a Diretoria do Conselho Federal da OAB, que se espera seja votado e aprovado para permitir aos advogados a liberdade de escolher o seu presidente nacional.
Diretas Já para o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil.
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STANLEY MARTINS FRASÃO é advogado e sócio do escritório Homero Costa Advogados
Deputados relançam Frente de Combate à Corrupção
Do Congresso em Foco
Foi relançada na Câmara nesta terça-feira (5) a Frente Parlamentar de Combate à Corrupção, grupo liderado pelos deputados Paulo Rubem Santiago (PDT-PE) e Francisco Praciano (PT-AM). O colegiado tem o objetivo de pressionar as lideranças partidárias a votar 17 proposições sobre o tema prontas para a apreciação em plenário. Outras 100 matérias com disposições correlatas estão em tramitação na Casa.
O acúmulo de proposições anticorrupção na Câmara foi tema de reunião realizada, em março, entre Paulo Rubem e Francisco e o presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), César Mattar Jr., na sede da entidade. Convidado pelos deputados, César participou da solenidade de lançamento do colegiado.
Ambos os deputados enfatizaram a importância de que entidades de classe reforcem as reivindicações da frente parlamentar. Segundo a assessoria de imprensa da Conamp, os líderes do colegiado terão como primeira ação requerer ao presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), que as propostas sejam rapidamente incluídas na pauta de votações plenárias. “O apoio [da Conamp à frente] está garantido, em especial porque tais projetos incluem-se entre os de interesse direto do Ministério Público e da sociedade brasileira”, declarou César Mattar.
Mais de 200 deputados compõem o colegiado.
“A pauta [da frente] não é de denuncismo, é de inovação na legislação brasileira. Para organizarmos melhor o Estado, para termos um Estado mais eficiente, para permitirmos que se eduque a sociedade e se crie a cultura do combate à corrupção”, disse Francisco Praciano, em discurso feito no Plenário da Câmara.
Foi relançada na Câmara nesta terça-feira (5) a Frente Parlamentar de Combate à Corrupção, grupo liderado pelos deputados Paulo Rubem Santiago (PDT-PE) e Francisco Praciano (PT-AM). O colegiado tem o objetivo de pressionar as lideranças partidárias a votar 17 proposições sobre o tema prontas para a apreciação em plenário. Outras 100 matérias com disposições correlatas estão em tramitação na Casa.
O acúmulo de proposições anticorrupção na Câmara foi tema de reunião realizada, em março, entre Paulo Rubem e Francisco e o presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), César Mattar Jr., na sede da entidade. Convidado pelos deputados, César participou da solenidade de lançamento do colegiado.
Ambos os deputados enfatizaram a importância de que entidades de classe reforcem as reivindicações da frente parlamentar. Segundo a assessoria de imprensa da Conamp, os líderes do colegiado terão como primeira ação requerer ao presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), que as propostas sejam rapidamente incluídas na pauta de votações plenárias. “O apoio [da Conamp à frente] está garantido, em especial porque tais projetos incluem-se entre os de interesse direto do Ministério Público e da sociedade brasileira”, declarou César Mattar.
Mais de 200 deputados compõem o colegiado.
“A pauta [da frente] não é de denuncismo, é de inovação na legislação brasileira. Para organizarmos melhor o Estado, para termos um Estado mais eficiente, para permitirmos que se eduque a sociedade e se crie a cultura do combate à corrupção”, disse Francisco Praciano, em discurso feito no Plenário da Câmara.
Depoimento de Mônica Pinto fica para amanhã
O depoimento de Mônica Pinto ao delegado Rogério Moraes, da Delegacia de Investigações e Operações Especiais (Dioe), foi transferido de hoje para amanhã, às 14h30.
Ex-servidora da Assembleia Legislativa, onde atuou por vários anos na área de pessoal, Mônica Pinto, acredita a polícia, poderá esclarecer muita coisa sobre as fraudes na folha de pessoal - estimadas em R$ 2 milhões -, sobretudo nas operações de empréstimos consignados. Ela já se negou a depor perante comissão sindicância que apura as fraudes na Assembleia, mas já decidiu que vai à polícia.
Ex-funcionários do Banco Santander, a instituição financeira que mantinha convênio com a Assembleia, para a concessão dos empréstimos, já disseram à polícia que não chegaram a observar que, em alguns contracheques, servidores apareciam como exercentes de cargos comissionados, mas em outros documentos estavam na condição de integrantes do quadro efetivo da Casa. Os empréstimos consignados só podem ser concedidos a quem é efetivo.
O delegado Rogério Moraes, que está conduzindo o inquérito, submeterá os documentos a perícias para detectar se foram falsificados.
Ex-servidora da Assembleia Legislativa, onde atuou por vários anos na área de pessoal, Mônica Pinto, acredita a polícia, poderá esclarecer muita coisa sobre as fraudes na folha de pessoal - estimadas em R$ 2 milhões -, sobretudo nas operações de empréstimos consignados. Ela já se negou a depor perante comissão sindicância que apura as fraudes na Assembleia, mas já decidiu que vai à polícia.
Ex-funcionários do Banco Santander, a instituição financeira que mantinha convênio com a Assembleia, para a concessão dos empréstimos, já disseram à polícia que não chegaram a observar que, em alguns contracheques, servidores apareciam como exercentes de cargos comissionados, mas em outros documentos estavam na condição de integrantes do quadro efetivo da Casa. Os empréstimos consignados só podem ser concedidos a quem é efetivo.
O delegado Rogério Moraes, que está conduzindo o inquérito, submeterá os documentos a perícias para detectar se foram falsificados.
Senador rejeita recomendação da OEA
O Senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), eleito nesta terça-feira (05) presidente da subcomissão de acompanhamento das obras de Belo Monte no Senado definiu como "absurda" a recomendação da Organização dos Estados Americanos (OEA) para que o Brasil suspenda todo o processo de licenciamento e as obras da hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. (Ouçam acima o aúdio).
"Se por algum motivo as ações comprometidas pelo Governo Federal não acontecerem, o Senado Federal é que irá solicitar a paralisação das obras. Não há necessidade que OEA ou qualquer personalidade estrangeira ou ONG vir ao Brasil solicitar que as obras parem. É o próprio Senado, que representa os Estados do Brasil que irá fazê-lo se assim for necessário", destacou Flexa.
"Com relação à notícia que a OEA pede que as obras não sejam iniciadas, ao meu juízo isso é um absurdo. Uma intromissão na soberania de um país e que seria muito bem aceita se, ao invés da OEA vir dessa forma solicitando uma ação de não-início ou paralisação de uma obra em nosso país, que ela viesse como colaboração... apontando na sua visão qual a ação que deveria ser melhorada e de que forma, não só dizer mas também de que forma melhorar, para que nós, brasileiros, acolhendo a contribuição pudéssemos avaliar e aceitar ou não. Mas da forma como foi formalizado, deve ser rechaçada de pronto de parte do governo brasileiro", disse.
Lembrem-se dos nazistas...
De um Anônimo, sobre a postagem Zé Dirceu já disse faz tempos... E nunca foi contestado!:
Como os nazistas fizeram no passado, os petistas tentam agora repetir mil vezes uma mentira - a de que o Mensalão não existiu - na esperança de que possam, assim, ludibriar o sofrido povo brasileiro.
Como os nazistas fizeram no passado, os petistas tentam agora repetir mil vezes uma mentira - a de que o Mensalão não existiu - na esperança de que possam, assim, ludibriar o sofrido povo brasileiro.
Recurso de Jader ainda parado no gabinete de Barbosa
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| O RE 631102, de Jader, paradíssimo no gabinete de Barbosa. |
O recurso está parado por desde o dia 18 de outubro.
Dali não sai, dali ninguém o tira.
Sem o acórdão, que deve ser elaborado pelo gabinete de Barbosa, o relator, os advogados do PMDB ainda não podem entrar com embargos de declaração para viabilizar a chegada de Jader ao Senado.
Por isso, conforme explicou o blog, a alternativa que se oferece é pedir uma certidão do julgamento de 23 de março último, em que foi provido o RE 633703, do deputado mineiro Leonídio Bouças, que teve, ao contrário de Jader, provido recurso que acabou decretando a invalidade da Lei da Ficha Limpa para o pleito de 2010.
Com a certidão, pretendem acelerar os passos, para que a decisão produza seus efeitos antes mesmo da divulgação dos acórdãos, que sempre é demorada.
Petição quer suspensão da licença de Belo Monte
A comunidade Instituto Maria Nonato botou no ar uma petição pública que apela à presidente Dilma Rousseff a suspensão administrativa da licença de instalação da hidrelétrica de Belo Monte.
Segundo a petição, todo o "processo de licenciamento está revestido de polêmicas jurídicas, com ações judiciais questionando, inclusive, a qualidade e a quantidade das audiências públicas e até a própria licença de instalação recentemente suspensa por decisão judicial."
Para assinar a petição, clique aqui.
A íntegra, você lê aí embaixo.
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Considerando o início das obras de construção do Aproveitamento Hidrelétrico de Belo Monte pelo consórcio Norte Energia – NESA, um empreendimento com capacidade instalada de 11.231,1 MW, cujo o reservatório ocupará uma área de 516 quilômetros quadrados, nos municípios de Vitória do Xingu, Altamira e Brasil Novo.
Considerando que as obras liberadas trarão impactos ambientais e sociais que serão suportados pelas populações de onze municípios paraenses da região do Xingu, dentre eles: aumento de população em aproximadamente cem mil pessoas; redução da vazão de cem quilômetros do Rio Xingu, na conhecida Volta Grande; pressão sobre os equipamentos urbanos de saúde, educação, coleta e tratamento de lixo, segurança pública; desmatamento e afugentamento de fauna; alagamento de áreas urbanas e rural, atingindo dezoito mil pessoas; alteração na vida econômica de pessoas que retiram sua sobrevivência do Rio Xingu; alteração no modo de vida das populações indígenas, em especial o povo Arara da Volta Grande, o povo Juruna da Aldeia Paquiçamba e do Km 17.
Considerando que todos impactos foram estudados e as formas de superação ou mitigação estão previstas em programas do EIA/RIMA e nas condicionantes do licenciamento prévio e de instalação, que fiscalizar e apoiar a população no fiel cumprimento destas condições é de fundamental importância para evitar que o Estado do Pará seja penalizado e tenha que arcar com as consequências deste empreendimento.
Considerando que todo processo de licenciamento está revestido de polemicas jurídicas, com ações judiciais questionando, inclusive, a qualidade e a quantidade das audiências públicas e até a própria licença de instalação recentemente suspensa por decisão judicial.
Os cidadãos abaixo identificados requerem a S. Excia, presidenta da República Federativa do Brasil, Dilma Rousseff a suspensão administrativa da Licença de Instalação n.º 770/2011; e a imediata criação do Grupo Interinstitucional previsto na condicionante 2.2 da Licença Prévia, sugerindo que do grupo façam parte as seguintes instituições ou entidades: OAB, MPF, MPE, FIEPA, Fort Xingu, Governo do Estado do Pará, Consórcio de Prefeitos, Sindicato dos Urbanitários, Federação dos Trabalhadores e Movimento Xingu Vivo Para Sempre
Os signatários
Segundo a petição, todo o "processo de licenciamento está revestido de polêmicas jurídicas, com ações judiciais questionando, inclusive, a qualidade e a quantidade das audiências públicas e até a própria licença de instalação recentemente suspensa por decisão judicial."
Para assinar a petição, clique aqui.
A íntegra, você lê aí embaixo.
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Considerando o início das obras de construção do Aproveitamento Hidrelétrico de Belo Monte pelo consórcio Norte Energia – NESA, um empreendimento com capacidade instalada de 11.231,1 MW, cujo o reservatório ocupará uma área de 516 quilômetros quadrados, nos municípios de Vitória do Xingu, Altamira e Brasil Novo.
Considerando que as obras liberadas trarão impactos ambientais e sociais que serão suportados pelas populações de onze municípios paraenses da região do Xingu, dentre eles: aumento de população em aproximadamente cem mil pessoas; redução da vazão de cem quilômetros do Rio Xingu, na conhecida Volta Grande; pressão sobre os equipamentos urbanos de saúde, educação, coleta e tratamento de lixo, segurança pública; desmatamento e afugentamento de fauna; alagamento de áreas urbanas e rural, atingindo dezoito mil pessoas; alteração na vida econômica de pessoas que retiram sua sobrevivência do Rio Xingu; alteração no modo de vida das populações indígenas, em especial o povo Arara da Volta Grande, o povo Juruna da Aldeia Paquiçamba e do Km 17.
Considerando que todos impactos foram estudados e as formas de superação ou mitigação estão previstas em programas do EIA/RIMA e nas condicionantes do licenciamento prévio e de instalação, que fiscalizar e apoiar a população no fiel cumprimento destas condições é de fundamental importância para evitar que o Estado do Pará seja penalizado e tenha que arcar com as consequências deste empreendimento.
Considerando que todo processo de licenciamento está revestido de polemicas jurídicas, com ações judiciais questionando, inclusive, a qualidade e a quantidade das audiências públicas e até a própria licença de instalação recentemente suspensa por decisão judicial.
Os cidadãos abaixo identificados requerem a S. Excia, presidenta da República Federativa do Brasil, Dilma Rousseff a suspensão administrativa da Licença de Instalação n.º 770/2011; e a imediata criação do Grupo Interinstitucional previsto na condicionante 2.2 da Licença Prévia, sugerindo que do grupo façam parte as seguintes instituições ou entidades: OAB, MPF, MPE, FIEPA, Fort Xingu, Governo do Estado do Pará, Consórcio de Prefeitos, Sindicato dos Urbanitários, Federação dos Trabalhadores e Movimento Xingu Vivo Para Sempre
Os signatários
Todo mundo sob investigação
Do leitor Getúlio Theixeira, sobre a postagem Só perícia dirá se documentos foram forjados:
Há muito que reconhecidadas inteligências científicas afirmam que o grande problema da humanidade é a comunicação, aliás, a falta ou a má comunicação.
Agora, imaginem quando isso é proposital. Pois é o que está parecendo. As notícias sobre o caso são cada vez mais raras.
É óbvio que existe crime. Existindo crime, existe(m) culpado(s), mas quem são?
Na condição de profissional da área de RH, eu sei que temos alguns privilégios, tais como, acesso ao sistema, acesso às informações gerenciais e contato permanente com gerentes de bancos ou similares.
Uma coisa é certa, nada aconteceu sem o consentimento de ambas as partes.
Portanto, todos os envolvidos devem ser investigados, e se culpados, punidos. Sejam bancários ou servidores da Alepa.
Há muito que reconhecidadas inteligências científicas afirmam que o grande problema da humanidade é a comunicação, aliás, a falta ou a má comunicação.
Agora, imaginem quando isso é proposital. Pois é o que está parecendo. As notícias sobre o caso são cada vez mais raras.
É óbvio que existe crime. Existindo crime, existe(m) culpado(s), mas quem são?
Na condição de profissional da área de RH, eu sei que temos alguns privilégios, tais como, acesso ao sistema, acesso às informações gerenciais e contato permanente com gerentes de bancos ou similares.
Uma coisa é certa, nada aconteceu sem o consentimento de ambas as partes.
Portanto, todos os envolvidos devem ser investigados, e se culpados, punidos. Sejam bancários ou servidores da Alepa.
O que ele disse
"Contra fatos não há argumentos, o governo está implantando uma ditadura nesse Brasil. Acorda, Brasil! O governo faz hoje o que quer."
Senador Mário Couto (PSDB-PA), ao considerar que o governo petista teve ingerência sobre a mineradora Vale, no episódio da saída de Roger Agnelli da direção da empresa.
Senador Mário Couto (PSDB-PA), ao considerar que o governo petista teve ingerência sobre a mineradora Vale, no episódio da saída de Roger Agnelli da direção da empresa.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Lutar por uma nova Vale
No Blog do Bordalo, sob o título acima:
Liderados pelo fundo de pensão Previ (dos funcionários do Banco do Brasil), os acionistas controladores da Vale, com acordo do governo - legítimo e legal - indicaram um substituto para Roger Agnelli: Murilo Pinto de Oliveira Ferreira, 58, ex-diretor da mineradora e formado em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas.
Hoje, a correlação de forças na empresa é assim: Previ (a maior acionista, com 49% do capital), Bradesco (21,21%), a trading japonesa Mitsui (18,24%) e BNDESpar (11,51%). Um saldo de 60,5% das ações na área de influência do governo e a mudança, segundo apontam os sinais, visa dar consonância entre a ação de uma empresa que hoje, na prática, é de capital misto, com a orientação desenvolvimentista e distributivista do nosso governo. Podemos e devemos fazer a Vale cumprir um papel essencial para o desenvolvimento econômico e social do Brasil nos modos da Petrobrás. Não existe nenhum motivo para a Vale se comportar filosoficamente nos termos que o fez durante a crise de 2009, quando anunciou cortes e mais cortes, como se fosse uma empresa que nada devesse ao país e à sociedade brasileira, apesar do seu tamanho, importância e apoio governamental que possui.
Um exemplo claro dessa contradição é que Agnelli insistia numa estratégia de focar investimentos no exterior e em minério de ferro, e não siderurgia, como queria o setor ligado ao governo. Ora, manda às favas toda a demanda de verticalização da produção, industrialização que está na base da atividade empreendedora da Vale por uma visão de lucro fácil pelo lucro. Uma visão neoliberal que tinha como âmago o investidor e não o país como um todo.
Por isso, a grande imprensa tucana e a oposição chiam, porque queriam a Vale de costas ao interesse nacional, servindo aos consórcios privados que compraram-na nos anos de FHC, numa jogada de mão dupla que todos conhecem ou escutaram falar. Mas, o que está em jogo é o modelo de desenvolvimento que cada um defende e o do PT e de seus aliados é sim da intervenção política democrática na economia para produzir justiça social e não a selva de que a iniciativa privada faz o que bem entende e a sociedade paga o preço das escolhas dos grandes capitalistas.
Agora vamos esperar, torcer e lutar para essa mudança trazer pelo menos parte dos benefícios que o Pará almeja a tantos anos. Todos já estão carecas de saber que a proporção do que a Vale "leva" para o que ela "deixa" de ICMS está longe de ser das mais justas e nisso residiu o crime da privatização da empresa. Com as riquezas de nosso subsolo poderíamos fazer uma verdadeira revolução industrial com tucupí. E é nesse sentido que queremos atuar para ajudar a nova Vale a nos proporcionar.
Temos, mais do que nunca, aproveitar essa "janela", para reunir empresários, movimentos sociais, políticos, intelectuais, imprensa e o povo em geral para conquistar esse objetivo.
Liderados pelo fundo de pensão Previ (dos funcionários do Banco do Brasil), os acionistas controladores da Vale, com acordo do governo - legítimo e legal - indicaram um substituto para Roger Agnelli: Murilo Pinto de Oliveira Ferreira, 58, ex-diretor da mineradora e formado em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas.
Hoje, a correlação de forças na empresa é assim: Previ (a maior acionista, com 49% do capital), Bradesco (21,21%), a trading japonesa Mitsui (18,24%) e BNDESpar (11,51%). Um saldo de 60,5% das ações na área de influência do governo e a mudança, segundo apontam os sinais, visa dar consonância entre a ação de uma empresa que hoje, na prática, é de capital misto, com a orientação desenvolvimentista e distributivista do nosso governo. Podemos e devemos fazer a Vale cumprir um papel essencial para o desenvolvimento econômico e social do Brasil nos modos da Petrobrás. Não existe nenhum motivo para a Vale se comportar filosoficamente nos termos que o fez durante a crise de 2009, quando anunciou cortes e mais cortes, como se fosse uma empresa que nada devesse ao país e à sociedade brasileira, apesar do seu tamanho, importância e apoio governamental que possui.
Um exemplo claro dessa contradição é que Agnelli insistia numa estratégia de focar investimentos no exterior e em minério de ferro, e não siderurgia, como queria o setor ligado ao governo. Ora, manda às favas toda a demanda de verticalização da produção, industrialização que está na base da atividade empreendedora da Vale por uma visão de lucro fácil pelo lucro. Uma visão neoliberal que tinha como âmago o investidor e não o país como um todo.
Por isso, a grande imprensa tucana e a oposição chiam, porque queriam a Vale de costas ao interesse nacional, servindo aos consórcios privados que compraram-na nos anos de FHC, numa jogada de mão dupla que todos conhecem ou escutaram falar. Mas, o que está em jogo é o modelo de desenvolvimento que cada um defende e o do PT e de seus aliados é sim da intervenção política democrática na economia para produzir justiça social e não a selva de que a iniciativa privada faz o que bem entende e a sociedade paga o preço das escolhas dos grandes capitalistas.
Agora vamos esperar, torcer e lutar para essa mudança trazer pelo menos parte dos benefícios que o Pará almeja a tantos anos. Todos já estão carecas de saber que a proporção do que a Vale "leva" para o que ela "deixa" de ICMS está longe de ser das mais justas e nisso residiu o crime da privatização da empresa. Com as riquezas de nosso subsolo poderíamos fazer uma verdadeira revolução industrial com tucupí. E é nesse sentido que queremos atuar para ajudar a nova Vale a nos proporcionar.
Temos, mais do que nunca, aproveitar essa "janela", para reunir empresários, movimentos sociais, políticos, intelectuais, imprensa e o povo em geral para conquistar esse objetivo.
Fotógrafo de Brasília sofre ameaça de morte
Por Fábio Góis, do Congresso em Foco
A segunda-feira sem deliberações no Senado abriu espaço para a realização de reuniões em comissões temáticas. Em uma delas, promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), o Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal (SJPDF) saiu em defesa do repórter fotográfico Victor Antônio Soares Filho, vítima de violência durante seu trabalho no último dia 30, em Brasília. A ação criminosa, segundo relato do presidente do sindicato, Lincoln Macário, convidado da comissão, quase levou à morte do profissional de imprensa.
A segunda-feira sem deliberações no Senado abriu espaço para a realização de reuniões em comissões temáticas. Em uma delas, promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), o Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal (SJPDF) saiu em defesa do repórter fotográfico Victor Antônio Soares Filho, vítima de violência durante seu trabalho no último dia 30, em Brasília. A ação criminosa, segundo relato do presidente do sindicato, Lincoln Macário, convidado da comissão, quase levou à morte do profissional de imprensa.
Victor foi contratado por uma empresa de comunicação amazonense para registrar uma operação de busca e apreensão da Polícia Federal (PF) em um edifício no Setor de Indústrias Gráficas, na região central da capital. Durante a diligência, segundo o presidente do SJPDF, ele foi espancado e quase arremessado do terceiro andar do prédio por Afonso Luciano Gomes Amâncio e seu filho homônimo, ambos investigados pela PF por outros crimes no Amazonas. Eles ainda fizeram ameaças de morte ao fotojornalista, de acordo com Lincoln.
Dois agentes da PF que participavam da operação intervieram em socorro a Victor, mas a ação extra não impediu que os agressores fizessem a ameaça na frente de um delegado. Ainda segundo Lincoln, o delegado ofereceu ajuda depois das agressões e declarou apoio a uma denúncia do sindicato, que encaminhou registros sobre o episódio ao Ministério da Justiça. O caso também está em análise na Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
Presidente da CDH, Paulo Paim (PT-RS) disse que, além de acompanhar os desdobramentos das investigações no ministério e na secretaria, promoverá audiência pública sobre atentados contra jornalistas.
Dois agentes da PF que participavam da operação intervieram em socorro a Victor, mas a ação extra não impediu que os agressores fizessem a ameaça na frente de um delegado. Ainda segundo Lincoln, o delegado ofereceu ajuda depois das agressões e declarou apoio a uma denúncia do sindicato, que encaminhou registros sobre o episódio ao Ministério da Justiça. O caso também está em análise na Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
Presidente da CDH, Paulo Paim (PT-RS) disse que, além de acompanhar os desdobramentos das investigações no ministério e na secretaria, promoverá audiência pública sobre atentados contra jornalistas.
A volta do "mensalão"
No Blog do Luis Nassif
Época traz de volta o caso «mensalão» (clique aqui).
Coloca lateralmente na matéria políticos do PSDB apoiados por Valério. O esquema é suprapartidário. Mas a ênfase é no “mensalão”.
O esquema aparentemente foi similar ao de Minas: ressarcimento de gastos de campanha. Não sei se melhora ou piora o quadro, mas este é o fato. E destinava-se obviamente a comprar o apoio dos beneficiados.
Marcos Valério cobria gastos de campanha de Azeredo, Brandt, Pimentel e Lula. Não há nada que desminta Freud Godoy, de que recebeu pagamento por serviços de segurança prestados a Lula na campanha. Era essa a função dele; e a de Valério era ajudar a financiar campanhas de quem quer que fosse.
A matéria não chega a livrar a cara de Daniel Dantas, o principal financiador do “valerioduto”. Mostra que foram assinados contratos fictícios visando repassar recursos para as agências de Marcos Valério. Mas o coloca como “vítima” do novo governo que assumia.
Certamente as revelações sobre Dantas jamais sairiam na Veja, depois de firmado o acordo entre eles.
Lembro que foi o fato de apontar Dantas como financiador do valerioduto que provocou os ataques do colunista da Veja ao Franklin Martins, no Globo, e a mim, na Folha e a reação de ambos os jornais, rifando seus colunistas.
Ainda não tenho uma opinião conclusiva sobre o que levou os jornais a esse mergulho no apoio a Dantas. No caso da Veja, inicialmente páginas de publicidade; depois, talvez o processo de capitalização da Abril. No da Folha – que se meteu até o pescoço no jogo – talvez a parceria com uma grande tele, já sabendo que as teles seriam as futuras grandes adversárias.
Mais aqui.
Época traz de volta o caso «mensalão» (clique aqui).
É matéria jornalisticamente mais sólida que as da "Veja". Peca por generalizações e manipulação de ênfases.
O esquema Marcos Valério surgiu em Minas, serviu inicialmente ao PSDB, depois espraiou-se democraticamente por outros partidos até fechar o acordo com Delúbio Soares. Era um esquema que mesclava trabalho de agência de publicidade e financiamento de campanha.
Faz parte das manchas trazidas pelos esquemas de financiamento de campanha.
A revista pega os pagamentos das agências de Valério e seleciona aqueles para pessoas que ela quer fuzilar. Se procurar a fundo, irá encontrar pagamentos para a Época, Veja, Folha, Estado, simplesmente porque era a agência da Visanet e do Banco do Brasil, além da Brasil Telecom, Telemig Celular e Amazonia Celular.
Colocar na lista Paulo Betti e Lanzetta faz parte do estilo que o repórter levou de Veja para a Época. Pena que essa irresponsabilidade se faça em uma revista normalmente mais criteriosa.
zetta trabalhou para Valério, fazendo assessoria no episódio do mensalão; e Paulo Betti tem uma ONG conhecida. Daqui a pouco, o repórter será capaz de acusar donos de restaurante que emitiram notas de estarem em conluio com Valério. O esquema Marcos Valério surgiu em Minas, serviu inicialmente ao PSDB, depois espraiou-se democraticamente por outros partidos até fechar o acordo com Delúbio Soares. Era um esquema que mesclava trabalho de agência de publicidade e financiamento de campanha.
Faz parte das manchas trazidas pelos esquemas de financiamento de campanha.
A revista pega os pagamentos das agências de Valério e seleciona aqueles para pessoas que ela quer fuzilar. Se procurar a fundo, irá encontrar pagamentos para a Época, Veja, Folha, Estado, simplesmente porque era a agência da Visanet e do Banco do Brasil, além da Brasil Telecom, Telemig Celular e Amazonia Celular.
Colocar na lista Paulo Betti e Lanzetta faz parte do estilo que o repórter levou de Veja para a Época. Pena que essa irresponsabilidade se faça em uma revista normalmente mais criteriosa.
Coloca lateralmente na matéria políticos do PSDB apoiados por Valério. O esquema é suprapartidário. Mas a ênfase é no “mensalão”.
O “mensalão”
Há enorme dose de confusão na discussão sobre se existiu ou não o “mensalão”. Não se discute que existiram pagamentos, ressarcimento de campanha ou o que seja a políticos de vários partidos da base do governo – além de partidos da oposição, na sua derivada mineira. É evidente que houve pagamentos. O que caracterizaria o “mensalão” seria a existência ou não de pagamentos continuados. Aparentemente, o inquérito da PF não conseguiu comprovar a existência de pagamentos continuados.Pelo menos não existe a menor indicação na matéria.O esquema aparentemente foi similar ao de Minas: ressarcimento de gastos de campanha. Não sei se melhora ou piora o quadro, mas este é o fato. E destinava-se obviamente a comprar o apoio dos beneficiados.
Marcos Valério cobria gastos de campanha de Azeredo, Brandt, Pimentel e Lula. Não há nada que desminta Freud Godoy, de que recebeu pagamento por serviços de segurança prestados a Lula na campanha. Era essa a função dele; e a de Valério era ajudar a financiar campanhas de quem quer que fosse.
A matéria não chega a livrar a cara de Daniel Dantas, o principal financiador do “valerioduto”. Mostra que foram assinados contratos fictícios visando repassar recursos para as agências de Marcos Valério. Mas o coloca como “vítima” do novo governo que assumia.
Certamente as revelações sobre Dantas jamais sairiam na Veja, depois de firmado o acordo entre eles.
Lembro que foi o fato de apontar Dantas como financiador do valerioduto que provocou os ataques do colunista da Veja ao Franklin Martins, no Globo, e a mim, na Folha e a reação de ambos os jornais, rifando seus colunistas.
Ainda não tenho uma opinião conclusiva sobre o que levou os jornais a esse mergulho no apoio a Dantas. No caso da Veja, inicialmente páginas de publicidade; depois, talvez o processo de capitalização da Abril. No da Folha – que se meteu até o pescoço no jogo – talvez a parceria com uma grande tele, já sabendo que as teles seriam as futuras grandes adversárias.
Mais aqui.
Escolha a Marta em quem você que acreditar
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| Marta Suplicy: ela condena Bolsonaro, mas já insinuou que Kassab é homossexual porque não é casado |
Aliás, entre os trogloditas, Bolsonaro é o pior.
Ele é, como diríamos, o primus inter pares entre os piores.
São bem-vindas todas as manifestações de repúdio a Bolsonaro, por ter atacado gays e negros sob o manto da imunidade parlamentar, que ele só tem, como se sabe, quando se pronuncia da tribuna do Legislativo. Fora dela, está sujeito a ações judiciais.
São bem-vindos a repulsa e o empenho de muita gente para vê-lo cassado, o que será difícil. Mas nunca é demais tentar.
Convém, todavia, avaliar a autoridade moral de alguns críticos do troglodita Bolsonaro.
É o caso, por exemplo, de dona Marta Suplicy, o suprassumo da arrogância.
A distinta, que às vezes parece vislumbrar à sua frente apenas um monte de Suplicy, que já ousou até impor regras vernaculares sobre como devem tratar a presidente Dilma Rousseff no Senado, deu uma entrevista à radio Estadão ESPN.
Disse assim:
"Espero que ele [Bolsonaro] vá para a Comissão de Ética e que seja cassado. Porque ele é recorrente no ato de desqualificar e tornar uma discussão que pode ser feita em alto nível numa discussão de baixo calão que não leva a nada, a não ser a desarmonia da sociedade."
Putz!
Grande, dona Marta!
Grande hipocrisia!
Essa mesma senhôura politicamente correta, que desfralda as bandeiras das minorias, é aquela que já insinuou porcamente, agressivamente, indignamente, sujamente e hipocritamente que o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, seria homossexual, fato ocorrido quando ambos disputavam as eleições para a prefeitura paulistana, em 2008.
Em qual Marta a gente deve acreditar?
Na que insinuou porcamente que um homem público, seu adversário político-eleitoral, é homossexual apenas porque não é casado?
Ou devemos acreditar na que condena o troglodita Bolsonaro?
Zé Dirceu já disse faz tempos... E nunca foi contestado!
Do advogado Ismael Moraes, sobre a frase de Lula no final de seu mandado de presidente, dizendo que o mensalão não passava de uma farsa:
É excepcional e imperdível a leitura do perfil feito pela Revista Piauí do José Dirceu em 2008. A partir das fls. 49, ele confessa que havia mesmo o "mensalão". E mais: saiu publicado que ele, Dirceu, foi culpado por uma "política" que não era sua, era do Lula. Isso mesmo, está lá com todas as letras: era uma política do Lula. E isso nunca foi contestado. E o cara de pau mor, o Lula, vem dizer que ele nem existiu...
Só agora, há algumas semanas, tomei contato com esse material e, confesso, mudei um pouco a minha opinião sobre o Zé Dirceu, passei a ver até uma certa dignidade na pessoa dele, ao admitir certas coisas e pela fidelidade de absorver sozinho toda a carga pelo evento. Leiam: Vultos da República - Os Melhores Perfis da Revista Piauí (Cia. das Letras)
É excepcional e imperdível a leitura do perfil feito pela Revista Piauí do José Dirceu em 2008. A partir das fls. 49, ele confessa que havia mesmo o "mensalão". E mais: saiu publicado que ele, Dirceu, foi culpado por uma "política" que não era sua, era do Lula. Isso mesmo, está lá com todas as letras: era uma política do Lula. E isso nunca foi contestado. E o cara de pau mor, o Lula, vem dizer que ele nem existiu...
Só agora, há algumas semanas, tomei contato com esse material e, confesso, mudei um pouco a minha opinião sobre o Zé Dirceu, passei a ver até uma certa dignidade na pessoa dele, ao admitir certas coisas e pela fidelidade de absorver sozinho toda a carga pelo evento. Leiam: Vultos da República - Os Melhores Perfis da Revista Piauí (Cia. das Letras)
Só perícia dirá se documentos foram forjados
A polícia ainda está intrigada com o fato de não ter sido detectada, pelo Banco Santander, qualquer anormalidade nos documentos que funcionários da Assembleia Legislativa apresentaram para se habilitar aos empréstimos consignados.
Até agora, pelo que já se sabe dos depoimentos colhidos pela Divisão de Investigações e Operações Especiais (Dioe), no inquérito instaurado para apurar as fraudes na folha de pessoal da AL, todos os procedimentos seguidos pelo banco seguiram padrões obedecidos na concessão de consignados para outros órgãos.
A polícia terá de submeter contracheques e outros documentos a uma perícia técnica, na tentativa de descobrir se realmente foram forjados para iludir a atenção - e a vigilância - dos funcionários da instituição bancária.
Até agora, pelo que já se sabe dos depoimentos colhidos pela Divisão de Investigações e Operações Especiais (Dioe), no inquérito instaurado para apurar as fraudes na folha de pessoal da AL, todos os procedimentos seguidos pelo banco seguiram padrões obedecidos na concessão de consignados para outros órgãos.
A polícia terá de submeter contracheques e outros documentos a uma perícia técnica, na tentativa de descobrir se realmente foram forjados para iludir a atenção - e a vigilância - dos funcionários da instituição bancária.
E agora? Como desmontar a "farsa" do Mensalão?
A matéria da revista Época, desvendando a anatomia do valerioduto, é simplesmente devastadora.
Se é devastadora, é porque a fonte em que se amparou a revista para publicar a reportagem, também é devastadora.
A fonte, sabe-se, é um relatório produzido pela Polícia Federal a pedido do ministro relator do Mensalão no Supremo, Joaquim Barbosa.
O mais interessante é o silêncio de personalidades petistas sobre o assunto.
A partir do ex-presidente Lula.
Ele trombeteou, no finalzinho de seu mandato, que se dedicaria, uma vez fora do poder, a desmontar o Mensalão, que chamou de farsa.
Antes de publicar a matéria, a revista tentou ouvir Lula.
Ele se recusou a falar.
Recusou-se por quê?
Vai ver, Lula está empenhado em catar as, digamos, contraprovas para desmontar o relatório circunstanciado, detalhado, anatomicamente perfeito, ao mostrar como é que dinheiros públicos escorreram pelo valerioduto e serviram, vejam só, até mesmo para pagar serviços de segurança - privados, vale dizer - na campanha presidencial de Lula.
E agora?
E agora é que vamos ver em quanto tempo o Supremo vai julgar essa parada.
Se esse caso do Mensalão prescrever por demora no julgamento, então será preciso rever totalmente os conceitos sobre justiça.
Fora de brincadeira.
Se é devastadora, é porque a fonte em que se amparou a revista para publicar a reportagem, também é devastadora.
A fonte, sabe-se, é um relatório produzido pela Polícia Federal a pedido do ministro relator do Mensalão no Supremo, Joaquim Barbosa.
O mais interessante é o silêncio de personalidades petistas sobre o assunto.
A partir do ex-presidente Lula.
Ele trombeteou, no finalzinho de seu mandato, que se dedicaria, uma vez fora do poder, a desmontar o Mensalão, que chamou de farsa.
Antes de publicar a matéria, a revista tentou ouvir Lula.
Ele se recusou a falar.
Recusou-se por quê?
Vai ver, Lula está empenhado em catar as, digamos, contraprovas para desmontar o relatório circunstanciado, detalhado, anatomicamente perfeito, ao mostrar como é que dinheiros públicos escorreram pelo valerioduto e serviram, vejam só, até mesmo para pagar serviços de segurança - privados, vale dizer - na campanha presidencial de Lula.
E agora?
E agora é que vamos ver em quanto tempo o Supremo vai julgar essa parada.
Se esse caso do Mensalão prescrever por demora no julgamento, então será preciso rever totalmente os conceitos sobre justiça.
Fora de brincadeira.
Promotor se dispõe a falar sobre ação contra policiais
O promotor de justiça Armando Brasil Teixiera, da 2ª Promotoria de Justiça Militar, já encaminhou ofício ao presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa, deputado João Salame (PPS), colocando-se à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos sobre a denúncia oferecida contra três policiais militares, acusados da prática do crime de concussão contra duas pessoas, no município de Altamira.
A denúncia foi encaminhada à Justiça Militar contra o sargento PM Laurivan de Freitas Ramos e contra os cabos Heldo Campos Amaral e Epitácio da Silva Nascimento. Eles estão sendo processados porque teriam exigido para não prender um suspeito da prática do crime de pedofilia.
A denúncia foi encaminhada à Justiça Militar contra o sargento PM Laurivan de Freitas Ramos e contra os cabos Heldo Campos Amaral e Epitácio da Silva Nascimento. Eles estão sendo processados porque teriam exigido para não prender um suspeito da prática do crime de pedofilia.
Murilo Ferreira é escolhido para dirigir a Vale
Da Folha Online
Os acionistas controladores da Valepar S.A, empresa que controla a Vale, indicaram Murilo Ferreira para o cargo de presidente-executivo da mineradora em substituição a Roger Agnelli. A decisão foi tomada durante reunião na noite desta segunda-feira.
A indicação de Ferreira ainda precisa ser aprovada pelo Conselho de Administração da Vale.
Se aprovado, Ferreira assume o cargo a partir de 22 de maio, quando termina o mandato de Agnelli.
Murilo Ferreira, 58, é graduado em administração pela FGV-SP, pós-graduado em administração e finanças pela FGV-RJ e tem especialização pela IMD Business School, de Lausanne (Suíça).
De acordo com nota divulgado pela Valepar, Murilo Ferreira tem mais de 30 anos de experiência no setor de mineração e ingressou na Vale em 1998 como diretor da Vale do Rio Doce Alumínio. Passou diversos cargos executivos até sua saída em 2008, quando era presidente da Vale Inco (atual Vale Canadá) e diretor-executivo de Níquel e Comercialização de Metais Base da Vale.
Os acionistas controladores da Valepar S.A, empresa que controla a Vale, indicaram Murilo Ferreira para o cargo de presidente-executivo da mineradora em substituição a Roger Agnelli. A decisão foi tomada durante reunião na noite desta segunda-feira.
A indicação de Ferreira ainda precisa ser aprovada pelo Conselho de Administração da Vale.
Se aprovado, Ferreira assume o cargo a partir de 22 de maio, quando termina o mandato de Agnelli.
Murilo Ferreira, 58, é graduado em administração pela FGV-SP, pós-graduado em administração e finanças pela FGV-RJ e tem especialização pela IMD Business School, de Lausanne (Suíça).
De acordo com nota divulgado pela Valepar, Murilo Ferreira tem mais de 30 anos de experiência no setor de mineração e ingressou na Vale em 1998 como diretor da Vale do Rio Doce Alumínio. Passou diversos cargos executivos até sua saída em 2008, quando era presidente da Vale Inco (atual Vale Canadá) e diretor-executivo de Níquel e Comercialização de Metais Base da Vale.
O que ele disse
"Aceitar essa tese de que o mensalão foi obra de ficção é aceitar subdesenvolvimento cultural do país"
Álvaro Dias, senador (PSDB-PR), alertando para a necessidade de o Supremo Tribunal Federal dar celeridade ao processo de responsabilização civil e penal para evitar a prescrição do crime de formação de quadrilha.
Álvaro Dias, senador (PSDB-PR), alertando para a necessidade de o Supremo Tribunal Federal dar celeridade ao processo de responsabilização civil e penal para evitar a prescrição do crime de formação de quadrilha.
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