Em Belém, Chuvoso durante o dia e à noite.
A temperatura máxima será de 29ºC e a mínima, de 24ºC.
A umidade relativa do ar varia de 69% a 91%.
Nesse sábado as condições do tempo mudam no Norte do País. A presença de uma massa de ar seco sobre o sul e oeste de Rondônia, assim como no leste do Acre, impede a ocorrência de chuva nessas áreas. O calor e a alta umidade favorecem a formação de nuvens carregadas sobre o centro-leste do Pará e sobre o Tocantins. O tempo fecha e há risco de temporal nessas áreas. No restante da Região, o sol predomina, as nuvens aumentam e ocorrem pancadas de chuva generalizadas.
As previsões são da Climatempo.
sábado, 2 de maio de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Maria Rita - Encontros e Despedidas
Maria Rita - Encontros e Despedidas
Composição: M. Nascimento E F. Brant
Mande notícias do mundo de lá
Diz quem fica
Me dê um abraço, venha me apertar
Tô chegando
Coisa que gosto é poder partir
Sem ter planos
Melhor ainda é poder voltar
Quando quero
Todos os dias é um vai-e-vem
A vida se repete na estação
Tem gente que chega pra ficar
Tem gente que vai pra nunca mais
Tem gente que vem e quer voltar
Tem gente que vai e quer ficar
Tem gente que veio só olhar
Tem gente a sorrir e a chorar
E assim, chegar e partir
São só dois lados
Da mesma viagem
O trem que chega
É o mesmo trem da partida
A hora do encontro
É também de despedida
A plataforma dessa estação
É a vida desse meu lugar
É a vida desse meu lugar
É a vida
Fonte: Letras.mus.br
Composição: M. Nascimento E F. Brant
Mande notícias do mundo de lá
Diz quem fica
Me dê um abraço, venha me apertar
Tô chegando
Coisa que gosto é poder partir
Sem ter planos
Melhor ainda é poder voltar
Quando quero
Todos os dias é um vai-e-vem
A vida se repete na estação
Tem gente que chega pra ficar
Tem gente que vai pra nunca mais
Tem gente que vem e quer voltar
Tem gente que vai e quer ficar
Tem gente que veio só olhar
Tem gente a sorrir e a chorar
E assim, chegar e partir
São só dois lados
Da mesma viagem
O trem que chega
É o mesmo trem da partida
A hora do encontro
É também de despedida
A plataforma dessa estação
É a vida desse meu lugar
É a vida desse meu lugar
É a vida
Fonte: Letras.mus.br
Um olhar pela lente
Foto divulgada pela Universidade Nacional de Seul mostra os primeiros cachorros transgênicos com uma proteína fluorescente que os deixam com brilho vermelho sob luz ultravioleta; a foto foi tirada quatro meses após o nascimento deles. Pesquisadores disseram que o experimento abre caminho para cães clonados servirem como modelo de animais na investigação de doenças humanas.A foto é da AFP.
Ministros do STF têm visões diferentes da Justiça
No Blog de Maurício Lima, editor-executivo da revista Exame:
Bastaram alguns poucos dias para que a polêmica entre os ministros Gilmar Mendes e Joaquim Barbosa ficasse relegada a um segundo plano. Do ponto de vista jornalístico, é compreensível. Com o câncer da ministra Dilma Rousseff, com a gripe suína e a sequência interminável de desatinos dos nossos parlamentares, era natural que a cena de pugilato verbal perdesse mesmo espaço nas manchetes de jornais e noticiários de tevê. Para quem está interessado em debater um dos mais importantes problemas brasileiros, porém, vale a pena voltar ao tema.
Nos bastidores, sabe-se que a força motriz por trás do bate-boca foi o antagonismo de visões sobre como a Justiça brasileira deve se comportar. Dono de uma trajetória que inclui passagem pelo Ministério Público, Joaquim Barbosa, o Joca, acha que é preciso fazer alguma coisa para evitar que apenas "pretos, pobres e prostitutas" sejam presos no Brasil. Imbuído deste espírito, Joca defende uma interpretação mais rigorosa quando o réu em questão for gente como Daniel Dantas ou Eliana Tranchesi.
Em ocasiões como essas, Gilmar Mendes se apega à letra fria da lei, à defesa daquilo que está escrito. Na hora de julgar, leva em consideração apenas o que está registrado nos autos. Essa postura ajuda a manter o respeito às instituições, mas não evita que algumas injustiças ocorram. Em um país como o Brasil, os mais ricos têm, de fato, mais chances de se livrar da cadeia do que o restante da população. Por causa desses posicionamentos antagônicos, é muito natural que "Joca" seja recebido como herói nas ruas do Rio de Janeiro e Gilmar Mendes seja celebrado apenas em sessões do STF, como a que ocorreu ontem.
Em relação ao arranca-rabo, já dei minha opinião em post anterior. Aos que não se lembram, um resumo: lugar de destempero é no botequim, em casa, no estádio de futebol, não na nossa Suprema Corte. Quanto à questão em si, melhorar a Justiça Brasileira, nenhum dos caminhos trilhados pela dupla Barbosa-Mendes parece ser a resposta.
Um bom início para remendar o Judiciário brasileiro é um choque de gestão. De acordo com dados compilados pelo site Consultor Jurídico, a Justiça brasileira trabalha um dia para dia descansado. Ou seja: está de folga durante seis meses do ano. Trata-se de um escândalo, um absurdo completo. Fora os feriados que os outros brasileiros usufruem, a Justiça tem sete feriados exclusivos, 20 dias de recesso, 60 dias de férias (enquanto o resto tem apenas 30) e uma série de outras regalias. Essa sem-vergonhice faz com que os processos no Brasil sejam julgados a passos de cágado. Uma ação demora em média 12 anos para terminar. Em alguns casos, quatro décadas.
É evidente que existem aqui e ali bons exemplos de eficiência. Que bom. Eles precisam ser urgentemente copiados e estendidos para todo o país. Pois se alguém deseja discutir soluções para a Justiça brasileira que trate de estudar a fundo as boas práticas daqui e do exterior. Que faça desta tarefa a sua luta (o cidadão comum agradece). O resto é jogar para a plateia, é fazer política de toga, esporte que Mendes e Barbosa têm praticado muito bem.
Bastaram alguns poucos dias para que a polêmica entre os ministros Gilmar Mendes e Joaquim Barbosa ficasse relegada a um segundo plano. Do ponto de vista jornalístico, é compreensível. Com o câncer da ministra Dilma Rousseff, com a gripe suína e a sequência interminável de desatinos dos nossos parlamentares, era natural que a cena de pugilato verbal perdesse mesmo espaço nas manchetes de jornais e noticiários de tevê. Para quem está interessado em debater um dos mais importantes problemas brasileiros, porém, vale a pena voltar ao tema.
Nos bastidores, sabe-se que a força motriz por trás do bate-boca foi o antagonismo de visões sobre como a Justiça brasileira deve se comportar. Dono de uma trajetória que inclui passagem pelo Ministério Público, Joaquim Barbosa, o Joca, acha que é preciso fazer alguma coisa para evitar que apenas "pretos, pobres e prostitutas" sejam presos no Brasil. Imbuído deste espírito, Joca defende uma interpretação mais rigorosa quando o réu em questão for gente como Daniel Dantas ou Eliana Tranchesi.
Em ocasiões como essas, Gilmar Mendes se apega à letra fria da lei, à defesa daquilo que está escrito. Na hora de julgar, leva em consideração apenas o que está registrado nos autos. Essa postura ajuda a manter o respeito às instituições, mas não evita que algumas injustiças ocorram. Em um país como o Brasil, os mais ricos têm, de fato, mais chances de se livrar da cadeia do que o restante da população. Por causa desses posicionamentos antagônicos, é muito natural que "Joca" seja recebido como herói nas ruas do Rio de Janeiro e Gilmar Mendes seja celebrado apenas em sessões do STF, como a que ocorreu ontem.
Em relação ao arranca-rabo, já dei minha opinião em post anterior. Aos que não se lembram, um resumo: lugar de destempero é no botequim, em casa, no estádio de futebol, não na nossa Suprema Corte. Quanto à questão em si, melhorar a Justiça Brasileira, nenhum dos caminhos trilhados pela dupla Barbosa-Mendes parece ser a resposta.
Um bom início para remendar o Judiciário brasileiro é um choque de gestão. De acordo com dados compilados pelo site Consultor Jurídico, a Justiça brasileira trabalha um dia para dia descansado. Ou seja: está de folga durante seis meses do ano. Trata-se de um escândalo, um absurdo completo. Fora os feriados que os outros brasileiros usufruem, a Justiça tem sete feriados exclusivos, 20 dias de recesso, 60 dias de férias (enquanto o resto tem apenas 30) e uma série de outras regalias. Essa sem-vergonhice faz com que os processos no Brasil sejam julgados a passos de cágado. Uma ação demora em média 12 anos para terminar. Em alguns casos, quatro décadas.
É evidente que existem aqui e ali bons exemplos de eficiência. Que bom. Eles precisam ser urgentemente copiados e estendidos para todo o país. Pois se alguém deseja discutir soluções para a Justiça brasileira que trate de estudar a fundo as boas práticas daqui e do exterior. Que faça desta tarefa a sua luta (o cidadão comum agradece). O resto é jogar para a plateia, é fazer política de toga, esporte que Mendes e Barbosa têm praticado muito bem.
Higiene nas padarias é indispensável
De um Anônimo, sobre a postagem Padarias precisam investir na diversidade de produtos:
E também precisam investir no básico da higiene: pias para os clientes lavarem as mãos antes de comer. Deveria ter uma lei obrigando os estabelecimentos a instalar pias, com sabão de qualidade e toalha de papel.
Já pensou quantas doenças seriam evitadas com essa simples medida?
E também precisam investir no básico da higiene: pias para os clientes lavarem as mãos antes de comer. Deveria ter uma lei obrigando os estabelecimentos a instalar pias, com sabão de qualidade e toalha de papel.
Já pensou quantas doenças seriam evitadas com essa simples medida?
Me engana que eu gosto
No Blog do Estado, sob o título acima:
Supera a desfaçatez o jogo de cena travado por caciques do PMDB e petistas que comandam o governo do Pará.
Volta à cena, com frequência, a notícia de que as relações políticas entre os dois aliados estariam tensas, à beira do rompimento. Mas a conversa não é bem assim.
Quem pensar que o deputado Parsifal Pontes, líder da bancada na Assembléia Legislativa, fala por si está enganado.
Parsifal fala em nome de Jader Barbalho, o cacique maior, apesar deste dizer que não foi avisado previamente que seu liderado ia desfilar um rosário de queixas esta semana na Assembleia.
Quem pensar que as críticas dos peemedebistas ao secretariado de Ana Júlia são ignoradas pela chefe do Executivo estadual também está enganado.
Jader manda recado por seu pupilo apenas para barganhar. Ana Júlia ouve e entende o recado, mas finge que não é com ela.
E assim o enredo continua: Jader finge que vai romper, Ana Júlia finge que não quer rompimento.
Mas a verdade é que Jader não tem coragem de abrir mãos dos cargos que têm no governo e Ana Júlia finge que pode oferecer migalhas ao PMDB, mas o que dá como uma das mãos tira com a outra. E assim caminha a política paraense.
Supera a desfaçatez o jogo de cena travado por caciques do PMDB e petistas que comandam o governo do Pará.
Volta à cena, com frequência, a notícia de que as relações políticas entre os dois aliados estariam tensas, à beira do rompimento. Mas a conversa não é bem assim.
Quem pensar que o deputado Parsifal Pontes, líder da bancada na Assembléia Legislativa, fala por si está enganado.
Parsifal fala em nome de Jader Barbalho, o cacique maior, apesar deste dizer que não foi avisado previamente que seu liderado ia desfilar um rosário de queixas esta semana na Assembleia.
Quem pensar que as críticas dos peemedebistas ao secretariado de Ana Júlia são ignoradas pela chefe do Executivo estadual também está enganado.
Jader manda recado por seu pupilo apenas para barganhar. Ana Júlia ouve e entende o recado, mas finge que não é com ela.
E assim o enredo continua: Jader finge que vai romper, Ana Júlia finge que não quer rompimento.
Mas a verdade é que Jader não tem coragem de abrir mãos dos cargos que têm no governo e Ana Júlia finge que pode oferecer migalhas ao PMDB, mas o que dá como uma das mãos tira com a outra. E assim caminha a política paraense.
O que é “normal” para a Alunorte?
Do engenheiro Nelson Tembra sobre a postagem Alunorte multada em R$ 5 milhões:
O pessoal da Alunorte (Vale do Rio Doce) bem que tentou “driblar’ a fiscalização, mas, com a ação, Picanço, superintendente do Ibama, mostrou que honra a pátria e faz jus ao nome, ou seja, passou a p… (pena…). Mexe com quem está quieto!
Em nota, a Vale disse que vai recorrer da multa, pois o vazamento é culpa da natureza, a chuva que caiu não seria normal e foi ela que provocou o vazamento.
Partindo da premissa, para a Alunorte o “normal” deve ser o acúmulo de muita lama vermelha contendo elevados teores da cáustica e arsênio provenientes do beneficiamento da bauxita. O “normal” deve ser economizar, construindo o menor número de bacias de rejeitos possível. O “normal” deve ser não estabelecer uma boa margem de segurança no dimensionamento dessas barragens, para prevenir a possibilidade de vazamentos.
O “normal” é dizer que o vazamento da lama vermelha não representa riscos ao meio ambiente e populações ribeirinhas, quando sabemos que soda cáustica e arsênio são tóxicos e podem comprometer, como de fato comprometem todos os meios, físico, biótico e antrópico/socioeconômico, na medida em que afetam formas de sustentação e sobrevivência de comunidades ribeirinhas, principalmente recursos hídricos e ictiofauna.
O crime é culposo quando a ação ou omissão é prejudicial ao direito de outrem, mas não intencional; ao passo que o crime doloso é praticado por má-fé ou intenção de fraude para obter vantagem induzindo os outros ao erro. Acidentes ocorrem e não são intencionais, mas ter consciência das reais possibilidades de danos e negá-los para tentar eximir-se de responsabilidades é terrível. É subestimar ou subjugar a inteligência alheia.
O “normal” mesmo é para quem “adora”, ou a mídia convencional tradicional escrita e televisiva, que cobra milhões pela subsequente “maquiagem verde” ou “lavagem cerebral” em nossos “inocentes úteis”...
O pessoal da Alunorte (Vale do Rio Doce) bem que tentou “driblar’ a fiscalização, mas, com a ação, Picanço, superintendente do Ibama, mostrou que honra a pátria e faz jus ao nome, ou seja, passou a p… (pena…). Mexe com quem está quieto!
Em nota, a Vale disse que vai recorrer da multa, pois o vazamento é culpa da natureza, a chuva que caiu não seria normal e foi ela que provocou o vazamento.
Partindo da premissa, para a Alunorte o “normal” deve ser o acúmulo de muita lama vermelha contendo elevados teores da cáustica e arsênio provenientes do beneficiamento da bauxita. O “normal” deve ser economizar, construindo o menor número de bacias de rejeitos possível. O “normal” deve ser não estabelecer uma boa margem de segurança no dimensionamento dessas barragens, para prevenir a possibilidade de vazamentos.
O “normal” é dizer que o vazamento da lama vermelha não representa riscos ao meio ambiente e populações ribeirinhas, quando sabemos que soda cáustica e arsênio são tóxicos e podem comprometer, como de fato comprometem todos os meios, físico, biótico e antrópico/socioeconômico, na medida em que afetam formas de sustentação e sobrevivência de comunidades ribeirinhas, principalmente recursos hídricos e ictiofauna.
O crime é culposo quando a ação ou omissão é prejudicial ao direito de outrem, mas não intencional; ao passo que o crime doloso é praticado por má-fé ou intenção de fraude para obter vantagem induzindo os outros ao erro. Acidentes ocorrem e não são intencionais, mas ter consciência das reais possibilidades de danos e negá-los para tentar eximir-se de responsabilidades é terrível. É subestimar ou subjugar a inteligência alheia.
O “normal” mesmo é para quem “adora”, ou a mídia convencional tradicional escrita e televisiva, que cobra milhões pela subsequente “maquiagem verde” ou “lavagem cerebral” em nossos “inocentes úteis”...
Assembleia discutirá ações emergenciais contra enchentes
Os deputados estaduais Alexandre Von (PSDB) e Carlos Martins (PT) requereram a realização de sessão especial para tratar exclusivamente de assuntos relacionados às enchentes que assolam os municípios do Oeste do Pará e sobre as ações que estão sendo desenvolvidas pelos órgãos do governo do Estado e do governo Federal, em apoio aos municípios e às famílias atingidas. O objetivo principal será o de fazer uma avaliação das ações desenvolvidas até o presente momento e agilizar os procedimentos do que ainda pode e deve ser feito para minimizar os efeitos dessa calamidade junto à população diretamente afetada.
Os parlamentares propuseram, no requerimento, que sejam convidados para participar da sessão especial o secretário de Estado de Integração Regional, André Farias; a secretária de Estado de Saúde Pública, Laura Rossetti; o coordenador Estadual da Defesa Civil e Comandante do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Pará, coronel Paulo Gérson Novaes de Almeida; o gerente Executivo do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis no Pará, Aníbal Picanço, e todos os prefeitos e coordenadores da Defesa Civil dos municípios da Região Oeste do Pará. A expectativa dos autores da proposta é a de que a sessão ocorra ainda na próxima semana.
Fonte: Assessoria Parlamentar
Os parlamentares propuseram, no requerimento, que sejam convidados para participar da sessão especial o secretário de Estado de Integração Regional, André Farias; a secretária de Estado de Saúde Pública, Laura Rossetti; o coordenador Estadual da Defesa Civil e Comandante do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Pará, coronel Paulo Gérson Novaes de Almeida; o gerente Executivo do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis no Pará, Aníbal Picanço, e todos os prefeitos e coordenadores da Defesa Civil dos municípios da Região Oeste do Pará. A expectativa dos autores da proposta é a de que a sessão ocorra ainda na próxima semana.
Fonte: Assessoria Parlamentar
Títulos irregulares de terra multiplicam Pará por dois
Um estudo conduzido pelas principais instituições que atuam na questão fundiária revela a dimensão da grilagem de terras no Pará. Depois de três anos, cruzando informações de várias fontes, constatou-se que 6.102 títulos de terra registrados nos cartórios estaduais contêm irregularidades. Somados, os papéis representam mais de 110 milhões de hectares, quase um Pará a mais, em áreas possivelmente griladas.
A magnitude dos problemas nos registros – que abrangem de fraudes evidentes à erros de escriturários - levou a um pedido, dirigido à Corregedoria do Interior do Tribunal de Justiça, para que iniciasse imediatamente o cancelamento administrativo de todos os títulos irregulares, já bloqueados por medida do próprio TJ. A desembargadora Maria Rita Lima Xavier, corregedora do Interior, negou o pedido no último mês de março.
A comissão responsável pelo estudo – Comissão Permanente de Monitoramento, Estudo e Assessoramento das Questões Ligadas à Grilagem – criada pelo próprio TJ, resolveu recorrer ao Conselho Nacional de Justiça, para que determine o cancelamento administrativo dos papéis com evidência de grilagem ou incorreção. A petição foi enviada por Correio, ontem, ao CNJ.
Na prática, o cancelamento administrativo pode evitar que se iniciem simultaneamente mais de 6 mil processos judiciais para tramitar pelos já abarrotados gabinetes do Judiciário paraense. “Os indícios de fraude são evidentes demais para ficarem esperando processo judicial”, argumenta Felício Pontes Jr, procurador da República e representante do Ministério Público Federal na comissão.
A posição de Pontes Jr. é compartilhada por outros integrantes da Comissão, que subscrevem o pedido para cancelamento dos títulos: o MP do Estado, o Iterpa e a PGE.
Os outros membros da Comissão são representantes do TJ, do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, Advocacia Geral da União, Ordem dos Advogados do Brasil, Federação dos Trabalhadores na Agricultura, Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos, Comissão Pastoral da Terra e Federação da Agricultura do Estado do Pará.
Origem - Para as instituições que vão ao CNJ, o cancelamento administrativo é uma chance de sanar, respeitando o direito à defesa, mas com rapidez, boa parte da confusão fundiária paraense. Os dados levantados permitem chegar à origem de muitos dos conflitos antigos e recentes do Estado campeão de violência no campo.
Entre os imóveis com títulos irregulares está, por exemplo, a fazenda Espírito Santo, em Xinguara, palco de violência no último dia 18 de abril. Com quase oito mil hectares, é uma das propriedades vendidas a partir de um título de aforamento, situação muito comum no sudeste do Pará.
O aforamento é um documento usado para conceder terras públicas a particulares sob certas condições. Se as condições fossem desobedecidas, as terras deveriam voltar para o domínio público. No caso da Espírito Santo, o particular não cumpriu as exigências mas, em vez de perder o direito às terras, as vendeu ilegalmente.
Situação idêntica é a da fazenda Balalaica, em Ipixuna do Pará, com mais de 34 mil hectares, e registro de assassinatos, conflitos e crimes ambientais. Os títulos da fazenda são considerados nulos pelo Instituto de Terras do Pará e, para piorar, 18 mil hectares estão sobre um território indígena, de propriedade da União.
Também entre os episódios de grilagem mais famosos do Pará está o do “fantasma” Carlos Medeiros, ente juridica e fisicamente inexistente que acumula 167 títulos de terra irregulares. Todos os títulos de Medeiros, em dez municípios paraenses, somando 1,8 milhões de hectares, estão bloqueados.
As três situações citadas se repetem milhares de vezes entre os 6.102 títulos bloqueados e serão resolvidas definitivamente se o CNJ determinar que o cancelamento pode ser feito por via administrativa, como propôem as instituições.
Fonte: Assessoria de Imprensa do MPF
A magnitude dos problemas nos registros – que abrangem de fraudes evidentes à erros de escriturários - levou a um pedido, dirigido à Corregedoria do Interior do Tribunal de Justiça, para que iniciasse imediatamente o cancelamento administrativo de todos os títulos irregulares, já bloqueados por medida do próprio TJ. A desembargadora Maria Rita Lima Xavier, corregedora do Interior, negou o pedido no último mês de março.
A comissão responsável pelo estudo – Comissão Permanente de Monitoramento, Estudo e Assessoramento das Questões Ligadas à Grilagem – criada pelo próprio TJ, resolveu recorrer ao Conselho Nacional de Justiça, para que determine o cancelamento administrativo dos papéis com evidência de grilagem ou incorreção. A petição foi enviada por Correio, ontem, ao CNJ.
Na prática, o cancelamento administrativo pode evitar que se iniciem simultaneamente mais de 6 mil processos judiciais para tramitar pelos já abarrotados gabinetes do Judiciário paraense. “Os indícios de fraude são evidentes demais para ficarem esperando processo judicial”, argumenta Felício Pontes Jr, procurador da República e representante do Ministério Público Federal na comissão.
A posição de Pontes Jr. é compartilhada por outros integrantes da Comissão, que subscrevem o pedido para cancelamento dos títulos: o MP do Estado, o Iterpa e a PGE.
Os outros membros da Comissão são representantes do TJ, do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, Advocacia Geral da União, Ordem dos Advogados do Brasil, Federação dos Trabalhadores na Agricultura, Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos, Comissão Pastoral da Terra e Federação da Agricultura do Estado do Pará.
Origem - Para as instituições que vão ao CNJ, o cancelamento administrativo é uma chance de sanar, respeitando o direito à defesa, mas com rapidez, boa parte da confusão fundiária paraense. Os dados levantados permitem chegar à origem de muitos dos conflitos antigos e recentes do Estado campeão de violência no campo.
Entre os imóveis com títulos irregulares está, por exemplo, a fazenda Espírito Santo, em Xinguara, palco de violência no último dia 18 de abril. Com quase oito mil hectares, é uma das propriedades vendidas a partir de um título de aforamento, situação muito comum no sudeste do Pará.
O aforamento é um documento usado para conceder terras públicas a particulares sob certas condições. Se as condições fossem desobedecidas, as terras deveriam voltar para o domínio público. No caso da Espírito Santo, o particular não cumpriu as exigências mas, em vez de perder o direito às terras, as vendeu ilegalmente.
Situação idêntica é a da fazenda Balalaica, em Ipixuna do Pará, com mais de 34 mil hectares, e registro de assassinatos, conflitos e crimes ambientais. Os títulos da fazenda são considerados nulos pelo Instituto de Terras do Pará e, para piorar, 18 mil hectares estão sobre um território indígena, de propriedade da União.
Também entre os episódios de grilagem mais famosos do Pará está o do “fantasma” Carlos Medeiros, ente juridica e fisicamente inexistente que acumula 167 títulos de terra irregulares. Todos os títulos de Medeiros, em dez municípios paraenses, somando 1,8 milhões de hectares, estão bloqueados.
As três situações citadas se repetem milhares de vezes entre os 6.102 títulos bloqueados e serão resolvidas definitivamente se o CNJ determinar que o cancelamento pode ser feito por via administrativa, como propôem as instituições.
Fonte: Assessoria de Imprensa do MPF
Efeito Sidou derrota chapa simpática à direção da Casf
O efeito da demissão do jornalista Francisco Sidou (leia aqui e aqui) foi devastador para a atual diretoria da Casf, cujo presidente, José Prado, está há 15 anos no cargo.
Na eleição de ontem do Conselho Fiscal, a chapa 2 obteve 1.057votos contra 331 da Chapa 1, que tinha a simpatia do presidente da entidade.
A vitória da Chapa 2 de goleada foi considerada uma reprovação ao atual modelo de gestão da Casf.
Foi, também, um voto de protesto pelos últimos acontecimentos na entidade, que redundaram na demissão de vários funcionários.
A derrota de Prado antecipa o que pode vir no ano que vem, quando haverá eleição para o comando da própria entidade.
Na eleição de ontem do Conselho Fiscal, a chapa 2 obteve 1.057votos contra 331 da Chapa 1, que tinha a simpatia do presidente da entidade.
A vitória da Chapa 2 de goleada foi considerada uma reprovação ao atual modelo de gestão da Casf.
Foi, também, um voto de protesto pelos últimos acontecimentos na entidade, que redundaram na demissão de vários funcionários.
A derrota de Prado antecipa o que pode vir no ano que vem, quando haverá eleição para o comando da própria entidade.
Puty é “o cara”
Sua Excelência o chefe da Casa Civil do governo do Estado, Cláudio Puty (na foto), protagonizou na última quarta-feira um momento, digamos, tocante: personificou o companheiro que, muito embora por alguns minutos, desceu do pedestal de saber no qual foi entronizado pelos refinamentos acadêmicos para render-se a questões mais próximas da realidade.E para que tudo isso?
Para demonstrar que ele, o ilustrado companheiro, abraçou fogosamente as causas femininas.
A efeméride – ohhh! – registrou-se durante a saída, com destino a Belo Horizonte (MG), de um ônibus liberado pelo governo do Estado, com letreiro e tudo. O busão conduz 40 moças que a estas horas estão na estrada, rumo a BH, onde participarão do Encontro de Mulheres Estudantes da UNE, a União Nacional dos Estudantes.
A coordenação fica por conta da Marcha Mundial de Mulheres, agrupamento ligado à DS, que reúne 15 meninas no Pará.
Custo da viagem: R$ 20 mil estimados, que serão pagos com o seu, com o meu, com o nosso... Você sabe.
Mas, como gastos assim já nem se constituem mais novidade, ainda que não deixem de ser revoltantes, voltemos a Puty.
A saída do ônibus atrasou 30 minutos porque, segundo circulou entre as participantes da caravana, “um cara muito importante”, que se empenhou muito para viabilizar a ida a Belo Horizonte, ainda teria que fazer uma saudação, conforme informaram as coordenadoras da viagem.
O "cara" era ele, o próprio Puty.
Eis que Sua Excelência, emoção à flor d’alma, disse que estava muito emocionado porque era a primeira vez que discursava num ônibus - e logo ele, que alega ter ampla história no movimento estudantil...
Disse ainda que a governadora Ana Júlia o encarregara de comparecer pessoalmente às despedidas da delegação feminina para saudá-la em nome dela, que é mulher e considera importante que as meninas comecem a se organizar para participar de mobilizações que as levem a eventos como o marcado para a capital mineira.
E aí?
E aí que não se tem conhecimento ao certo se as meninas sabem que Puty é candidato – aliás, é candidatíssimo – a deputado federal nas eleições de 2010.
E não se tem conhecimento, igualmente, se as integrantes da caravana sabem da profundidade da crise que afeta o Estado, o que levou a governadora Ana Júlia a anunciar recentemente duras medidas de contenção de despesas.
Se elas não sabem sobre essas coisas, há muitos que sabem.
E mesmo assim, a mensagem transmitida por Puty é de que o Estado, apesar de tantos pesares, apoia os “movimentos sociais”.
Então, tá!
Liberado repasse de verbas ao município de Belém
O presidente do TRF, desembargador federal Jirair Aram Meguerian (na foto), deferiu o pedido do Município de Belém para suspender medida que impedia a União de repassar verbas federais, para a saúde, ao Município de Belém.O Município recorreu ao TRF para contestar a ordem judicial que suspendera o repasse de verbas federais para o Município de Belém, determinando que os valores repassados fossem colocados à disposição do Juízo, condicionando a liberação dos valores a uma solicitação do Secretário Municipal de Saúde, seguida de aprovação de uma comissão tríplice (nomeada pelo Juízo e constituída por representantes dos governos federal, estadual e municipal).
De acordo com o pedido do Município de Belém, o Ministério Público Federal ajuizou ação civil pública perante o juízo de 1.ª instância por alegado atraso no repasse de verbas do SUS aos prestadores de serviços de saúde. Conta que os atrasos existentes eram referentes às competências de alguns meses dos anos de 2004 e 2005. Explica que após ordem para que o repasse fosse regularizado, o fato ocorreu de maneira parcial. O órgão ministerial então requereu à Justiça o sequestro de verba pública municipal em valor suficiente a garantir o pagamento dos repasses em atraso, o que foi deferido. Conta que depois de celebrados acordos de parcelamento da dívida e após o pagamento de parcelas devidas, o Juízo determinou o desbloqueio do valor sequestrado. Mas o MPF requereu a restauração do sequestro de verba pública, alegando que o Município não demonstrou o destino da verba desbloqueada, "tendo sido deferido o requerimento de restauração da liminar se sequestro do valor de R$ 17.895.961,34".
Entendeu o desembargador que a decisão de 1º grau, ao vincular a liberação do repasse das verbas federais às condições já referidas, causa "grave lesão à ordem administrativa, pois interfere na esfera de competência da administração pública, a quem cabe determinar, com base nos critérios de conveniência e oportunidade, de que forma ocorrerá a aplicação das verbas destinadas à saúde", deferindo, desta forma, sua suspensão.
Fonte: Tribunal Regional Federal da 1ª Região
STF decide que Lei de Imprensa é inconstitucional
Por RODRIGO HAIDAR, do Consultor Jurídico
A Lei de Imprensa de 1967 é inconstitucional. Por sete votos a quatro, o Supremo Tribunal Federal julgou, nesta quinta-feira (30/4), que a Lei 5.250/67 não foi recepcionada pela nova ordem democrática. Com a decisão, a norma é excluída totalmente do ordenamento jurídico.
Além do relator do processo, ministro Carlos Britto, votaram pela extinção da Lei de Imprensa os ministros Menezes Direito, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Eros Grau, Cezar Peluso e Celso de Mello. O argumento comum entre eles foi o de que a Lei 5.250/67 foi criada a partir de uma ótica punitiva e cerceadora da liberdade de expressão. Por isso, não pode sobreviver na atual ordem jurídica.
Os ministros discutiram o possível vácuo legislativo criado com a revogação total da lei. A polêmica questão do direito de resposta ganhou especial atenção no voto dos ministros Celso de Mello e Gilmar Mendes. Para o decano, a regra constitucional que garante o direito de resposta é mais do que suficiente para regular a questão. Já para o presidente do Supremo, a supressão das regras que regulam o direito de resposta desequilibrará a relação entre cidadãos e a imprensa.
Celso de Mello citou o inciso V do artigo 5º da Constituição: “Art. 5º (...). V — É assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além de indenização por dano material, moral ou à imagem”. Diante do texto constitucional, o ministro afirmou que “torna-se desnecessária a intervenção concretizadora do legislador comum. A ausência de regulação legislativa não se revelará obstáculo ao exercício do direito de resposta”. Trocando em miúdos, a regra está bem clara na Constituição, segundo o ministro.
Gilmar Mendes reclamou que o tribunal está jogando fora uma regulamentação razoável e deferindo ao juiz regular, caso a caso, o direito de resposta. “Isso não é bom nem para as empresas, nem para os cidadãos”, disse. “Eles podem entrar em uma selva hermenêutica."
O ministro Cezar Peluso ressaltou que alguns artigos da atual Lei de Imprensa foram perfeitamente recepcionados pela Constituição. Mas, para o ministro, manter apenas alguns artigos faria a norma “perder sua organicidade”. Para Peluso, “até que o Congresso edite, se entender que deva, uma lei de imprensa nos termos dessa própria Constituição, se deve deixar ao Judiciário a competência para decidir direito de resposta e outros direitos correlatos”.
Apesar das discussões, a maioria dos ministros votou para derrubar a lei e concordou com os argumentos do deputado federal Miro Teixeira (PDT-RJ) de que a liberdade de expressão não pode ser regulamentada. O deputado é o advogado do PDT, autor da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, que sustenta que a Lei de Imprensa não foi recepcionada pela Constituição de 88.
Mais aqui.
A Lei de Imprensa de 1967 é inconstitucional. Por sete votos a quatro, o Supremo Tribunal Federal julgou, nesta quinta-feira (30/4), que a Lei 5.250/67 não foi recepcionada pela nova ordem democrática. Com a decisão, a norma é excluída totalmente do ordenamento jurídico.
Além do relator do processo, ministro Carlos Britto, votaram pela extinção da Lei de Imprensa os ministros Menezes Direito, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Eros Grau, Cezar Peluso e Celso de Mello. O argumento comum entre eles foi o de que a Lei 5.250/67 foi criada a partir de uma ótica punitiva e cerceadora da liberdade de expressão. Por isso, não pode sobreviver na atual ordem jurídica.
Os ministros discutiram o possível vácuo legislativo criado com a revogação total da lei. A polêmica questão do direito de resposta ganhou especial atenção no voto dos ministros Celso de Mello e Gilmar Mendes. Para o decano, a regra constitucional que garante o direito de resposta é mais do que suficiente para regular a questão. Já para o presidente do Supremo, a supressão das regras que regulam o direito de resposta desequilibrará a relação entre cidadãos e a imprensa.
Celso de Mello citou o inciso V do artigo 5º da Constituição: “Art. 5º (...). V — É assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além de indenização por dano material, moral ou à imagem”. Diante do texto constitucional, o ministro afirmou que “torna-se desnecessária a intervenção concretizadora do legislador comum. A ausência de regulação legislativa não se revelará obstáculo ao exercício do direito de resposta”. Trocando em miúdos, a regra está bem clara na Constituição, segundo o ministro.
Gilmar Mendes reclamou que o tribunal está jogando fora uma regulamentação razoável e deferindo ao juiz regular, caso a caso, o direito de resposta. “Isso não é bom nem para as empresas, nem para os cidadãos”, disse. “Eles podem entrar em uma selva hermenêutica."
O ministro Cezar Peluso ressaltou que alguns artigos da atual Lei de Imprensa foram perfeitamente recepcionados pela Constituição. Mas, para o ministro, manter apenas alguns artigos faria a norma “perder sua organicidade”. Para Peluso, “até que o Congresso edite, se entender que deva, uma lei de imprensa nos termos dessa própria Constituição, se deve deixar ao Judiciário a competência para decidir direito de resposta e outros direitos correlatos”.
Apesar das discussões, a maioria dos ministros votou para derrubar a lei e concordou com os argumentos do deputado federal Miro Teixeira (PDT-RJ) de que a liberdade de expressão não pode ser regulamentada. O deputado é o advogado do PDT, autor da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, que sustenta que a Lei de Imprensa não foi recepcionada pela Constituição de 88.
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O que ele disse
“Como todo brasileiro, meu pai acha que é treinador.”Luís Cláudio Lula da Silva, o Lulinha, auxiliar de preparação física no Palmeiras e filho do presidente Lula, que é corintiano, ao comentar sobre os palpites do pai sobre futebol.
Um morto, dois feridos e dez reféns em Outeiro
No AMAZÔNIA:
Um assalto com dez reféns a uma serraria na tarde de ontem terminou com duas pessoas baleadas - um policial e um assaltante - e um bandido morto. O crime aconteceu na Estrada do Maracacuera, no Distrito Industrial de Outeiro, e começou por volta das 16 horas. O atentado mobilizou duas viaturas da Ronda Ostensiva Tática Metropolitana (Rotam) e quatro viaturas do 10º Batalhão da Polícia Militar, de Icoaraci. O coronel Barata, comandante do Batalhão, foi o responsável pela operação de rendimento de Eduardo Nazareno Silva Reis, o 'Guto', 27, que manteve, sob a mira de um revólver calibre 38, funcionários e compradores de uma outra serraria à frente da serraria assaltada. Nenhum refém saiu machucado e o caso foi registrado na Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio de Icoaraci.
De acordo com testemunhas, o assalto começou pouco antes das 16h, em uma serraria bem ao início da Estrada do Maracacuera. Três homens se apresentaram à portaria e perguntaram pelo escritório, imaginando ser ontem dia de pagamento - e não era. 'Nós percebemos a situação e avisamos à polícia, havia um posto policial bem perto dali', disse uma testemunha que não quis se identificar. Na tentativa de fuga, ainda segundo testemunhas, os três teriam rendido o motorista de um caminhão da Trans Cabral Service e tomado o veículo de assalto. 'Nesse momento, a polícia chegou e começou a troca de tiros entre bandidos e polícia', afirmou a mesma testemunha, versão confirmada pelo Cabo Abreu, da Rotam. Um integrante do trio de prenome 'Carlos' foi atingido e morto, enquanto que outro, conhecido como 'Pepê', foi baleado e encaminhado para o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE). O soldado Alan, da PM, foi atingido na perna e também encaminhado para o HMUE. A polícia não encontrou documentos com os dois assaltantes e estava em busca de descobrir a real identidade de ambos.
Já o terceiro integrante do bando, que seria Eduardo, teria saído correndo e entrado na guarita de uma serraria logo à frente. Foi nesse momento que, com a arma em punho, ele fez dez reféns no local, entre funcionários e compradores. Policiais cercaram a área e começaram as negociações com Eduardo, que exigiu a presença de familiares e da imprensa para se entregar. Às 16h50, chegaram a irmã de Eduardo, identificada como 'Lene' e a esposa dele, que não quis se identificar e nem falar com a imprensa. As duas choravam muito, principalmente a irmã, e foram levadas para onde Eduardo fazia os reféns, para um rápido diálogo.
Aniversário - Antes de se entregar, Eduardo chegou a liberar três reféns. Sandoval Melo dos Santos, vigilante da serraria onde Eduardo se abrigou, foi o terceiro a ser solto e contou que o assaltante estava calmo e prometeu não machucar ninguém. 'Ele não nos ameaçou em nenhum momento. Entrou pela porta da frente, anunciou o assalto, mas disse que estava fazendo aquilo para se proteger. Disse também que era aniversário dele e que precisava do dinheiro', revelou a vítima.
Um assalto com dez reféns a uma serraria na tarde de ontem terminou com duas pessoas baleadas - um policial e um assaltante - e um bandido morto. O crime aconteceu na Estrada do Maracacuera, no Distrito Industrial de Outeiro, e começou por volta das 16 horas. O atentado mobilizou duas viaturas da Ronda Ostensiva Tática Metropolitana (Rotam) e quatro viaturas do 10º Batalhão da Polícia Militar, de Icoaraci. O coronel Barata, comandante do Batalhão, foi o responsável pela operação de rendimento de Eduardo Nazareno Silva Reis, o 'Guto', 27, que manteve, sob a mira de um revólver calibre 38, funcionários e compradores de uma outra serraria à frente da serraria assaltada. Nenhum refém saiu machucado e o caso foi registrado na Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio de Icoaraci.
De acordo com testemunhas, o assalto começou pouco antes das 16h, em uma serraria bem ao início da Estrada do Maracacuera. Três homens se apresentaram à portaria e perguntaram pelo escritório, imaginando ser ontem dia de pagamento - e não era. 'Nós percebemos a situação e avisamos à polícia, havia um posto policial bem perto dali', disse uma testemunha que não quis se identificar. Na tentativa de fuga, ainda segundo testemunhas, os três teriam rendido o motorista de um caminhão da Trans Cabral Service e tomado o veículo de assalto. 'Nesse momento, a polícia chegou e começou a troca de tiros entre bandidos e polícia', afirmou a mesma testemunha, versão confirmada pelo Cabo Abreu, da Rotam. Um integrante do trio de prenome 'Carlos' foi atingido e morto, enquanto que outro, conhecido como 'Pepê', foi baleado e encaminhado para o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE). O soldado Alan, da PM, foi atingido na perna e também encaminhado para o HMUE. A polícia não encontrou documentos com os dois assaltantes e estava em busca de descobrir a real identidade de ambos.
Já o terceiro integrante do bando, que seria Eduardo, teria saído correndo e entrado na guarita de uma serraria logo à frente. Foi nesse momento que, com a arma em punho, ele fez dez reféns no local, entre funcionários e compradores. Policiais cercaram a área e começaram as negociações com Eduardo, que exigiu a presença de familiares e da imprensa para se entregar. Às 16h50, chegaram a irmã de Eduardo, identificada como 'Lene' e a esposa dele, que não quis se identificar e nem falar com a imprensa. As duas choravam muito, principalmente a irmã, e foram levadas para onde Eduardo fazia os reféns, para um rápido diálogo.
Aniversário - Antes de se entregar, Eduardo chegou a liberar três reféns. Sandoval Melo dos Santos, vigilante da serraria onde Eduardo se abrigou, foi o terceiro a ser solto e contou que o assaltante estava calmo e prometeu não machucar ninguém. 'Ele não nos ameaçou em nenhum momento. Entrou pela porta da frente, anunciou o assalto, mas disse que estava fazendo aquilo para se proteger. Disse também que era aniversário dele e que precisava do dinheiro', revelou a vítima.
Instituto investiga 8 casos
No AMAZÔNIA:
Oito possíveis casos de gripe suína estão sob investigação no Instituto Evandro Chagas, em Belém. Nenhum deles envolve paraenses. Estão sendo analisadas quatro amostras do Amazonas, três do Rio Grande do Norte e uma proveniente do Ceará. De acordo com o vice-diretor do instituto, Wyller Alencar de Melo, este número irá aumentar já que amostras coletadas na Paraíba devem chegar hoje. Além do Pará, o Evandro Chagas atende à demanda de oitos Estados brasileiros isso porque no Brasil, apenas três laboratórios públicos estão habilitados a diagnosticar a doença: Instituto Evandro Chagas (PA), Instituto Adolf Lutz (SP) e Fundação Oswaldo Cruz (RJ).
Até agora, o Pará apresentou apenas um caso suspeito da doença - que segundo determinação do Ministério da Saúde, passa a se chamar influenza A e não mais gripe suína -, porém já descartado, segundo Wyller Alencar. Ele afirmou acreditar na rápida produção de uma vacina para combater o vírus. 'As vacinas contra gripe demoram em média seis meses para serem produzidas, mas acredito que com ajuda da engenharia genética esse tempo possa ser reduzido drasticamente', declarou. Porém, de acordo com o presidente do único laboratório da América Latina com capacidade para produzir o medicamento, o Instituto Butantan, em São Paulo, os avanços da engenharia genética podem esbarrar na burocracia.
Isaías Raw, diretor-presidente do Butantan, afirma que o instituto já possui a tecnologia para a produção do medicamento, no entanto, 'para receber amostras do vírus da gripe suína, ou qualquer material genético ou transgênico, precisamos de uma autorização da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia. Isso poderia levar dois meses. Nesse caso, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) poderia autorizar em regime de urgência a entrada das amostras de vírus para que as pesquisas comecem', diz Raw.
De acordo com o diretor, receberiam a vacina, pessoas que tiveram contato com infectados pelo Influenza A. 'Seria uma vacina para conter a propagação da gripe suína. É diferente da vacinação que fazemos com os idosos, que é preventiva. Com isso, não seria necessário um grande número de doses', afirma Raw. As atuais vacinas contra a gripe, inclusive a que está sendo distribuída para a população idosa do Brasil, não previne contra a Inflenza A.
Oito possíveis casos de gripe suína estão sob investigação no Instituto Evandro Chagas, em Belém. Nenhum deles envolve paraenses. Estão sendo analisadas quatro amostras do Amazonas, três do Rio Grande do Norte e uma proveniente do Ceará. De acordo com o vice-diretor do instituto, Wyller Alencar de Melo, este número irá aumentar já que amostras coletadas na Paraíba devem chegar hoje. Além do Pará, o Evandro Chagas atende à demanda de oitos Estados brasileiros isso porque no Brasil, apenas três laboratórios públicos estão habilitados a diagnosticar a doença: Instituto Evandro Chagas (PA), Instituto Adolf Lutz (SP) e Fundação Oswaldo Cruz (RJ).
Até agora, o Pará apresentou apenas um caso suspeito da doença - que segundo determinação do Ministério da Saúde, passa a se chamar influenza A e não mais gripe suína -, porém já descartado, segundo Wyller Alencar. Ele afirmou acreditar na rápida produção de uma vacina para combater o vírus. 'As vacinas contra gripe demoram em média seis meses para serem produzidas, mas acredito que com ajuda da engenharia genética esse tempo possa ser reduzido drasticamente', declarou. Porém, de acordo com o presidente do único laboratório da América Latina com capacidade para produzir o medicamento, o Instituto Butantan, em São Paulo, os avanços da engenharia genética podem esbarrar na burocracia.
Isaías Raw, diretor-presidente do Butantan, afirma que o instituto já possui a tecnologia para a produção do medicamento, no entanto, 'para receber amostras do vírus da gripe suína, ou qualquer material genético ou transgênico, precisamos de uma autorização da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia. Isso poderia levar dois meses. Nesse caso, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) poderia autorizar em regime de urgência a entrada das amostras de vírus para que as pesquisas comecem', diz Raw.
De acordo com o diretor, receberiam a vacina, pessoas que tiveram contato com infectados pelo Influenza A. 'Seria uma vacina para conter a propagação da gripe suína. É diferente da vacinação que fazemos com os idosos, que é preventiva. Com isso, não seria necessário um grande número de doses', afirma Raw. As atuais vacinas contra a gripe, inclusive a que está sendo distribuída para a população idosa do Brasil, não previne contra a Inflenza A.
Poluição de rio é atestada
No AMAZÔNIA:
Uma equipe de pesquisadores do Instituto Evandro Chagas (IEC) coletou ontem mais amostras de água e de solo nas cabeceiras do rio Murucupi e na região atingida pelos rejeitos de bauxita da Alunorte (Alumina Norte do Brasil S. A). O pesquisador Marcelo Lima, coordenador do Programa de Monitoramento e Controle em Saúde e Meio Ambiente dos Municípios de Abaetetuba e Barcarena, adiantou aoAmazônia que já está comprovada a alteração do ph da água de 5 para 9. Isso siginifica que a água saiu da condição natural de ph levemente ácido para alcalino. 'Essa característica siginifica que tem um compromotimento da vida do rio e da quantidade de oxigênio na água, estivemos lá na véspera do vazamento e temos todos os índices do dia anterior', ressaltou o pesquisador do IEC, contrariando a afirmação do laudo publicado pela Alunorte.
Os fiscais do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), que vistoriaram ontem a bacia de rejeitos de bauxita da fábrica da Alunorte de onde houve vazamento que contaminou a nascente do rio Murucupi e outros afluentes, além do solo da floresta na região do município de Barcarena e poços de várias comunidades, disseram que a empresa tomou apenas medidas paliativas, mas conseguiu conter, por hora, o problema. A parte superior da bacia principal de rejeitos da Alunorte foi reforçada com mais sacos de argila, como já havia sido tentado na segunda-feira passada (27) quando houve o vazamento, e coberta com manta impermeável para conter estragos da chuva, que diminuiu bastante na região. Mas os técnicos do Ibama ressaltaram que o 'arranjo' não é a solução definitiva.
Na segunda-feira, 4, engenheiros e técnicos da Alunorte irão se reunir com o superintendente do Ibama no Pará, Aníbal Picanço, e a equipe de engenharia e fiscalização do instituto, que vai apresentar um relatório sobre os impactos do vazamento de rejeitos e os problemas encontrados. A extensão da parede por onde houve vazamento está sendo calculada pelos técnicos do instituto através de imagens de satélite.
O Ibama informou que a Alunorte terá que pagar as multas de R$ 5 milhões por causa do crime ambiental e a de R$ 100 mil por ter dificultado a entrada dos fiscais do instituto para vistoriar as bacias no dia do vazamento e retardar a entrada também no dia seguinte. A única multa que poderá ser revista é a de R$ 50 mil por dia, aplicada caso a empresa não conseguisse conter o vazamento de rejeitos, que contêm soda cáustica e arsênio, e que além de contaminar o meio ambiente está impedindo o uso e consumo pelos moradores da região.
O Ibama aguarda os laudos do Centro de Perícia Científica Renato Chaves (CPCRC) e do Instituto Evandro Chagas (IEC) para avaliar a totalidade dos danos ambientais, principalmente no rio Murucupi, o mais atingido pelos rejeitos de lama vermelha da bauxita.
Uma equipe de pesquisadores do Instituto Evandro Chagas (IEC) coletou ontem mais amostras de água e de solo nas cabeceiras do rio Murucupi e na região atingida pelos rejeitos de bauxita da Alunorte (Alumina Norte do Brasil S. A). O pesquisador Marcelo Lima, coordenador do Programa de Monitoramento e Controle em Saúde e Meio Ambiente dos Municípios de Abaetetuba e Barcarena, adiantou aoAmazônia que já está comprovada a alteração do ph da água de 5 para 9. Isso siginifica que a água saiu da condição natural de ph levemente ácido para alcalino. 'Essa característica siginifica que tem um compromotimento da vida do rio e da quantidade de oxigênio na água, estivemos lá na véspera do vazamento e temos todos os índices do dia anterior', ressaltou o pesquisador do IEC, contrariando a afirmação do laudo publicado pela Alunorte.
Os fiscais do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), que vistoriaram ontem a bacia de rejeitos de bauxita da fábrica da Alunorte de onde houve vazamento que contaminou a nascente do rio Murucupi e outros afluentes, além do solo da floresta na região do município de Barcarena e poços de várias comunidades, disseram que a empresa tomou apenas medidas paliativas, mas conseguiu conter, por hora, o problema. A parte superior da bacia principal de rejeitos da Alunorte foi reforçada com mais sacos de argila, como já havia sido tentado na segunda-feira passada (27) quando houve o vazamento, e coberta com manta impermeável para conter estragos da chuva, que diminuiu bastante na região. Mas os técnicos do Ibama ressaltaram que o 'arranjo' não é a solução definitiva.
Na segunda-feira, 4, engenheiros e técnicos da Alunorte irão se reunir com o superintendente do Ibama no Pará, Aníbal Picanço, e a equipe de engenharia e fiscalização do instituto, que vai apresentar um relatório sobre os impactos do vazamento de rejeitos e os problemas encontrados. A extensão da parede por onde houve vazamento está sendo calculada pelos técnicos do instituto através de imagens de satélite.
O Ibama informou que a Alunorte terá que pagar as multas de R$ 5 milhões por causa do crime ambiental e a de R$ 100 mil por ter dificultado a entrada dos fiscais do instituto para vistoriar as bacias no dia do vazamento e retardar a entrada também no dia seguinte. A única multa que poderá ser revista é a de R$ 50 mil por dia, aplicada caso a empresa não conseguisse conter o vazamento de rejeitos, que contêm soda cáustica e arsênio, e que além de contaminar o meio ambiente está impedindo o uso e consumo pelos moradores da região.
O Ibama aguarda os laudos do Centro de Perícia Científica Renato Chaves (CPCRC) e do Instituto Evandro Chagas (IEC) para avaliar a totalidade dos danos ambientais, principalmente no rio Murucupi, o mais atingido pelos rejeitos de lama vermelha da bauxita.
Alunorte nega haver crime ambiental
No AMAZÔNIA:
Em uma coletiva de imprensa realizada ontem à tarde, a Alunorte afirma que não houve crime ambiental em relação ao vazamento de lama vermelha e resíduos de bauxita com soda cáustica da principal bacia de rejeitos da fábrica da empresa para o rio Mucurupi. O presidente da empresa, Ricardo Carvalho, disse que não ocorreu falha no sistema da Alunorte e que o material que entrou em contato com rio não representa perigo nem para as pessoas nem para os peixes presentes nele. Segundo ele, o vazamento foi causado em função de um temporal de intensidade nunca antes registrada na história da região e não por falha no sistema de contenção da Alunorte. Quantos aos possíveis danos que os ribeirinhos possam ter sofrido devido ao vazamento, a Alunorte disse que ontem à tarde o diretor diretor industrial da empresa fez uma reunião com os principais lideres comunitários da região afetada. O objetivo do encontro foi esclarecer o impacto do vazamento nas famílias que habitam o local e as curiosidades da população ribeirinha.
Em uma coletiva de imprensa realizada ontem à tarde, a Alunorte afirma que não houve crime ambiental em relação ao vazamento de lama vermelha e resíduos de bauxita com soda cáustica da principal bacia de rejeitos da fábrica da empresa para o rio Mucurupi. O presidente da empresa, Ricardo Carvalho, disse que não ocorreu falha no sistema da Alunorte e que o material que entrou em contato com rio não representa perigo nem para as pessoas nem para os peixes presentes nele. Segundo ele, o vazamento foi causado em função de um temporal de intensidade nunca antes registrada na história da região e não por falha no sistema de contenção da Alunorte. Quantos aos possíveis danos que os ribeirinhos possam ter sofrido devido ao vazamento, a Alunorte disse que ontem à tarde o diretor diretor industrial da empresa fez uma reunião com os principais lideres comunitários da região afetada. O objetivo do encontro foi esclarecer o impacto do vazamento nas famílias que habitam o local e as curiosidades da população ribeirinha.
Protesto contra Semec
No AMAZÔNIA:Um grupo de 50 funcionários da Escola Bosque Eidorfe Moreira, da prefeitura de Belém, manifestaram seu descontentamento com o que eles chamam de 'arbitrariedade' da presidente da instituição e secretária municipal de Educação, Terezinha Gueiros. Com palavras de ordem: 'Não adianta ponto cortar porque nós vamos paralisar', a manifestação foi feita na manhã de ontem, com os participantes caminhando pelas ruas do Outeiro com o objetivo de chamar a atenção da população local.
Ricardo Tavares, professor da Escola Bosque, diz que a paralisação de ontem foi a terceira realizada pelos funcionários, que discordam das ações da atual administração. 'São ações arbitrárias, sofremos assédio moral porque em nada que solicitamos somos atendidos. Discordamos da política adotada pela administração e não podemos cruzar os braços', disparou o professor.
Ainda segundo o professor Ricardo, os quase 100 concursados que assumiram seus cargos em julho do ano passado sofreram 20,84% de perdas salariais e que até agora não houve qualquer comprometimento da Secretaria Municipal de Educação (Semec) em solucionar o problema. 'Queremos o reembolso e uma retratação pública, pois além dessas perdas, tivemos um desconto na folha de pagamento que foi garantido em documento que não seria feito. Temos os mesmos direitos dos outros servidores públicos', reclama Ricardo Tavares.
Segundo o professor, o ponto dos funcionários seria alterado pela coordenação da Escola Bosque. 'Temos informações de que alguns professores assinam o ponto em um horário e a coordenação modifica tudo', denuncia.
Com cerca de 2 mil alunos, a escola possui, ainda, seis unidades pedagógicas que atendem às ilhas no entorno do Outeiro, além de uma escola de pesca e a sede principal. No entanto, os professores reclamam que o foco principal, que é o de promover educação ambiental, não é atendido. 'Aqui não existe educação ambiental. Essa é uma escola mascarada. O que a imprensa mostra, de que a Escola Bosque é um modelo de educação ambiental, não existe.', criticou a professora Augusta Freitas.
Ofir Loyola quer comprovante de residência para fazer exame
No AMAZÔNIA:
O paciente Domingos Pinheiro Gonçalves, 55, que foi diagnosticado no hospital Ofir Loyola, com um tumor no lado esquerdo do pulmão, em fevereiro deste ano, precisa ser operado, mas não está recebendo atendimento adequado no hospital. Foi o que informou a cunhada, Benedita Trindade Gonçalves, 56, 'os médicos solicitaram os exames pré-operatórios, porém, até agora, eu não consegui marcar nenhum', reclama. A coordenação do hospital disse à acompanhante que o procedimento só seria possível se fosse apresentado um comprovante de residência no nome do paciente ou dos pais. Benedita contou que o cunhado sofre de problemas mentais e por isso não tem residência fixa. Ele mora em Belém, na casa do irmão, onde também reside a mãe de 90 anos.
Além disso, Benedita disse também que não consegue internar o cunhado e que, a cada dia passado, os sintomas da doença se agravam. 'Eu já fui no Ofir Loyola várias vezes, solicitar os exames e também saber por que não querem fazer a internação. Eles alegam que o caso ainda está em investigação e que não é possível marcar os exames sem apresentar um comprovante de residência no nome dele ou dos pais', afirma.
Segundo a assessoria do Ofir Loyola, o hospital está cumprido às ordens que foram rapassadas pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesma). E que no ofício enviado no dia 1º de março, a Sesma informa que a autorização para a realização de exames tem de vir de lá. A assessoria alegou ainda, que os pacientes devem enviar os documentos, inclusive comprovante de residência, podendo ser de água, luz ou telefone, no nome do titular ou do pai/mãe.
A chefe do serviço de alta complexidade do departamento de regulação da Sesma, Graça Soutelo, esclarece a situação dizendo que os pacientes têm apenas de enviar à Sesma a documentação para que seja feita a autorização dos exames. O procedimento é simples e a ordem é para todos os hospitais de Belém. Segundo Graça, isso está sendo feito para que a Sesma possa saber a origem dos pacientes que chegam nos hospitais de Belém.
O paciente Domingos Pinheiro Gonçalves, 55, que foi diagnosticado no hospital Ofir Loyola, com um tumor no lado esquerdo do pulmão, em fevereiro deste ano, precisa ser operado, mas não está recebendo atendimento adequado no hospital. Foi o que informou a cunhada, Benedita Trindade Gonçalves, 56, 'os médicos solicitaram os exames pré-operatórios, porém, até agora, eu não consegui marcar nenhum', reclama. A coordenação do hospital disse à acompanhante que o procedimento só seria possível se fosse apresentado um comprovante de residência no nome do paciente ou dos pais. Benedita contou que o cunhado sofre de problemas mentais e por isso não tem residência fixa. Ele mora em Belém, na casa do irmão, onde também reside a mãe de 90 anos.
Além disso, Benedita disse também que não consegue internar o cunhado e que, a cada dia passado, os sintomas da doença se agravam. 'Eu já fui no Ofir Loyola várias vezes, solicitar os exames e também saber por que não querem fazer a internação. Eles alegam que o caso ainda está em investigação e que não é possível marcar os exames sem apresentar um comprovante de residência no nome dele ou dos pais', afirma.
Segundo a assessoria do Ofir Loyola, o hospital está cumprido às ordens que foram rapassadas pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesma). E que no ofício enviado no dia 1º de março, a Sesma informa que a autorização para a realização de exames tem de vir de lá. A assessoria alegou ainda, que os pacientes devem enviar os documentos, inclusive comprovante de residência, podendo ser de água, luz ou telefone, no nome do titular ou do pai/mãe.
A chefe do serviço de alta complexidade do departamento de regulação da Sesma, Graça Soutelo, esclarece a situação dizendo que os pacientes têm apenas de enviar à Sesma a documentação para que seja feita a autorização dos exames. O procedimento é simples e a ordem é para todos os hospitais de Belém. Segundo Graça, isso está sendo feito para que a Sesma possa saber a origem dos pacientes que chegam nos hospitais de Belém.
Tenoné louva sua padroeira com Círio
No AMAZÔNIA:
Moradores do bairro do Tenoné festejam hoje o Círio de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. A procissão sai da capela que fica localizada na rodovia Augusto Montenegro km 9, às 7 horas, e vai para a igreja matriz, localizada na 6° linha do bairro, com previsão de chegada às 10 horas. Durante o trajeto haverá queima de fogos, carros de anjos e homenagens que são feitas pelos devotos que vêm tanto do bairro quanto dos municípios do interior do Estado.
A festividade começou ontem com a trasladação seguindo o percurso capela/igreja. Hoje, será feito o percurso inverso que corresponde a 4 quilômetros das ruas do bairro. O transporte da berlinda será feito da mesma forma como no círio de Nossa Senhora de Nazaré. Ela também estará decorada com rosas naturais. E a festividade não termina por aí. As comemorações continuam todos os dias até o próximo domingo dia 10 com missas diárias dentro da própria capela e ainda com os eventos culturais.
Moradores do bairro do Tenoné festejam hoje o Círio de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. A procissão sai da capela que fica localizada na rodovia Augusto Montenegro km 9, às 7 horas, e vai para a igreja matriz, localizada na 6° linha do bairro, com previsão de chegada às 10 horas. Durante o trajeto haverá queima de fogos, carros de anjos e homenagens que são feitas pelos devotos que vêm tanto do bairro quanto dos municípios do interior do Estado.
A festividade começou ontem com a trasladação seguindo o percurso capela/igreja. Hoje, será feito o percurso inverso que corresponde a 4 quilômetros das ruas do bairro. O transporte da berlinda será feito da mesma forma como no círio de Nossa Senhora de Nazaré. Ela também estará decorada com rosas naturais. E a festividade não termina por aí. As comemorações continuam todos os dias até o próximo domingo dia 10 com missas diárias dentro da própria capela e ainda com os eventos culturais.
Programação festeja o Dia do Trabalhador
No AMAZÔNIA:
Diferentemente dos anos anteriores, as entidades sindicais do Pará não restringiram as comemorações do Dia do Trabalhador somente a Belém. Haverá programações em vários municípios do Estado. A Central Única dos Trabalhadores (CUT/PA) promove hoje uma convenção que contará com a participação de 600 convidados da área rural de Tailândia. No evento, que se inicia às 15 horas, serão debatidos os impactos causados pela Operação Arco de Fogo, realizada no ano passado - quando ocorreu uma rigorosa fiscalização que resultou no fechamento de inúmeras madeireiras e em consequentes demissões.
A Força Sindical pretende reunir 2 mil pessoas na Praça da Matriz, em Marituba, a partir das 9 horas de hoje. O evento será marcado por um ato em defesa dos trabalhadores, além de shows de bandas regionais e sorteio de brindes. A entidade também estendeu a sua programação aos municípios de Marabá, Barcarena, Parauapebas e Castanhal, onde pretende concentrar, no total, 5 mil pessoas.
Segundo Ivo Borges, presidente da Força Sindical no Pará, os trabalhadores não têm motivos para comemorar e o momento é de reflexão. 'Este semestre está perdido. A indústria da transformação no Pará está sofrendo muito com a crise. Estamos pagando por uma coisa nós não causamos. Ainda ficamos sem as duas parcelas adicionais do seguro-desemprego', lembra. O Pará ficou de fora da lista de Estados beneficiados pela medida do governo federal.
Em Belém, o movimento sindical, coordenado pela Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) e União Geral de Trabalhadores (UGT), vai se reunir hoje na Praça da República, a partir das 9 horas. Na ocasião será realizado um ato em defesa do Pará e de seu desenvolvimento, quando será lembrado que os representantes das entidades são contra o pedido de intervenção federal proposto pela senadora Kátia Abreu (DEM-TO).
Para Gilvan dos Anjos, secretário da UGT, durante o encontro será feito um balanço dos números do mercado de trabalho no Estado. 'Estamos passando por um momento delicado, em que o desemprego tem sido crescente, conforme mostram os números analisados pelo Dieese. Uma intervenção federal, neste momento, afastaria completamente os investidores que ainda apostam em nosso Estado', avalia.
Segundo Domingos Elleres, presidente da NCST, a data é importante para lembrar aos trabalhadores a necessidade de se unir. 'A união, neste momento de crise, é fundamental para mantermos nossos trabalhos - por isso convocamos os trabalhadores para este grande encontro', diz. Érico Leal, secretário geral da CTB, lembra que é preciso que tanto o governo quanto a iniciativa privada invistam no Estado para fortalecer o mercado interno. 'O investimento rende aos trabalhadores desenvolvimento e confirma a valorização da nossa mão-de-obra', acrescenta.
Diferentemente dos anos anteriores, as entidades sindicais do Pará não restringiram as comemorações do Dia do Trabalhador somente a Belém. Haverá programações em vários municípios do Estado. A Central Única dos Trabalhadores (CUT/PA) promove hoje uma convenção que contará com a participação de 600 convidados da área rural de Tailândia. No evento, que se inicia às 15 horas, serão debatidos os impactos causados pela Operação Arco de Fogo, realizada no ano passado - quando ocorreu uma rigorosa fiscalização que resultou no fechamento de inúmeras madeireiras e em consequentes demissões.
A Força Sindical pretende reunir 2 mil pessoas na Praça da Matriz, em Marituba, a partir das 9 horas de hoje. O evento será marcado por um ato em defesa dos trabalhadores, além de shows de bandas regionais e sorteio de brindes. A entidade também estendeu a sua programação aos municípios de Marabá, Barcarena, Parauapebas e Castanhal, onde pretende concentrar, no total, 5 mil pessoas.
Segundo Ivo Borges, presidente da Força Sindical no Pará, os trabalhadores não têm motivos para comemorar e o momento é de reflexão. 'Este semestre está perdido. A indústria da transformação no Pará está sofrendo muito com a crise. Estamos pagando por uma coisa nós não causamos. Ainda ficamos sem as duas parcelas adicionais do seguro-desemprego', lembra. O Pará ficou de fora da lista de Estados beneficiados pela medida do governo federal.
Em Belém, o movimento sindical, coordenado pela Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) e União Geral de Trabalhadores (UGT), vai se reunir hoje na Praça da República, a partir das 9 horas. Na ocasião será realizado um ato em defesa do Pará e de seu desenvolvimento, quando será lembrado que os representantes das entidades são contra o pedido de intervenção federal proposto pela senadora Kátia Abreu (DEM-TO).
Para Gilvan dos Anjos, secretário da UGT, durante o encontro será feito um balanço dos números do mercado de trabalho no Estado. 'Estamos passando por um momento delicado, em que o desemprego tem sido crescente, conforme mostram os números analisados pelo Dieese. Uma intervenção federal, neste momento, afastaria completamente os investidores que ainda apostam em nosso Estado', avalia.
Segundo Domingos Elleres, presidente da NCST, a data é importante para lembrar aos trabalhadores a necessidade de se unir. 'A união, neste momento de crise, é fundamental para mantermos nossos trabalhos - por isso convocamos os trabalhadores para este grande encontro', diz. Érico Leal, secretário geral da CTB, lembra que é preciso que tanto o governo quanto a iniciativa privada invistam no Estado para fortalecer o mercado interno. 'O investimento rende aos trabalhadores desenvolvimento e confirma a valorização da nossa mão-de-obra', acrescenta.
Frustrações e incertezas
No AMAZÔNIA:
Apesar da experiência e dos muitos títulos conquistados, o goleiro Adriano confessa que nunca sentiu tanta frustração como a eliminação do Remo pelo São Raimundo. 'Deu vontade de chorar ao ver o torcedor deixando o estádio cabisbaixo. Foi um momento muito triste na minha carreira', disse o jogador de 34 anos. Ele está no clube há três anos, jogou 116 partidas e na próxima segunda-feira poderá acertar sua saída do clube no qual, pelo menos no momento, é o único ídolo.
Bicampeão paraense, Adriano, apesar dos longos oito meses de inatividade que o Leão terá pela frente, disse que gostaria muito de permanecer viculado ao Leão Azul. No entanto, ele sabe que será impossível evitar uma transferência para outro clube. 'Preciso trabalhar', declara.
'Nunca joguei para uma torcida tão fiel como essa. Em todos os jogos ela estava nos apoiando e pena que não pudemos retribuir prosseguindo na competição', reconhece. 'O futebol está sempre pregando peça, porque continuo entendendo que nosso time era bom e em campo mostrou isso em vários jogos do campeonato.'
Na segunda-feira, quando tudo deve ser resolvido, Adriano espera receber o mês de abril. Depois deve viajar para o Espírito Santo, onde pretende passar as férias ao lado da família. Mas ele não sabe se voltará dia 1º de junho com o restante do elenco azulino. 'Não sei, porque o acerto final a gente pode fazer por telefone, mas gostaria de retornar e passar um pouco de minha experiência aos mais novos', comentou.
Um dos possíveis destinos do 'Paredão' é o Águia de Marabá, que já confirmou interesse na contratação do arqueiro. Ele seria o principal reforço para a disputada da Série C do Brasileiro. Já uma possível 'travessia' para o Paysandu é tratada como algo muito distante para o jogador.
Adriano tem contrato até final do ano com Remo e dificilmente seria cedido por empréstimo ao arquirrival. Por outro lado, ele tem uma ação na Justiça do Trabalho contra o clube - cobrando R$ 200 mil em salários atrasados - e poderia usar esse débito para negociar uma possível rescisão de contrato.
Se por um lado a desclassificação foi uma frustração muito grande, por outro lado, Adriano aponta o lado positivo. 'O clube possui muitos jogadores talentosos e basta fazer um planejamento, lançar a garotada no momento certo, intercalando com alguns jogadores experientes que no próximo Paraense o Remo terá um time forte. E seria interessante a permanência de vários jogadores, porque eles demonstraram identificação com o clube', recomenda o goleiro.
Apesar da experiência e dos muitos títulos conquistados, o goleiro Adriano confessa que nunca sentiu tanta frustração como a eliminação do Remo pelo São Raimundo. 'Deu vontade de chorar ao ver o torcedor deixando o estádio cabisbaixo. Foi um momento muito triste na minha carreira', disse o jogador de 34 anos. Ele está no clube há três anos, jogou 116 partidas e na próxima segunda-feira poderá acertar sua saída do clube no qual, pelo menos no momento, é o único ídolo.
Bicampeão paraense, Adriano, apesar dos longos oito meses de inatividade que o Leão terá pela frente, disse que gostaria muito de permanecer viculado ao Leão Azul. No entanto, ele sabe que será impossível evitar uma transferência para outro clube. 'Preciso trabalhar', declara.
'Nunca joguei para uma torcida tão fiel como essa. Em todos os jogos ela estava nos apoiando e pena que não pudemos retribuir prosseguindo na competição', reconhece. 'O futebol está sempre pregando peça, porque continuo entendendo que nosso time era bom e em campo mostrou isso em vários jogos do campeonato.'
Na segunda-feira, quando tudo deve ser resolvido, Adriano espera receber o mês de abril. Depois deve viajar para o Espírito Santo, onde pretende passar as férias ao lado da família. Mas ele não sabe se voltará dia 1º de junho com o restante do elenco azulino. 'Não sei, porque o acerto final a gente pode fazer por telefone, mas gostaria de retornar e passar um pouco de minha experiência aos mais novos', comentou.
Um dos possíveis destinos do 'Paredão' é o Águia de Marabá, que já confirmou interesse na contratação do arqueiro. Ele seria o principal reforço para a disputada da Série C do Brasileiro. Já uma possível 'travessia' para o Paysandu é tratada como algo muito distante para o jogador.
Adriano tem contrato até final do ano com Remo e dificilmente seria cedido por empréstimo ao arquirrival. Por outro lado, ele tem uma ação na Justiça do Trabalho contra o clube - cobrando R$ 200 mil em salários atrasados - e poderia usar esse débito para negociar uma possível rescisão de contrato.
Se por um lado a desclassificação foi uma frustração muito grande, por outro lado, Adriano aponta o lado positivo. 'O clube possui muitos jogadores talentosos e basta fazer um planejamento, lançar a garotada no momento certo, intercalando com alguns jogadores experientes que no próximo Paraense o Remo terá um time forte. E seria interessante a permanência de vários jogadores, porque eles demonstraram identificação com o clube', recomenda o goleiro.
Decidido: Vélber está fora
No AMAZÔNIA:
O técnico do Paysandu, Édson Gaúcho, já decidiu. O meio-campista Vélber, principal ídolo da Fiel, está fora do jogo deste domingo, contra o São Raimundo, que abre a decisão do Campeonato Paraense. Numa conversa reservada com membros da comissão técnica bicolor, em Barcarena, o comandante do Papão bateu o martelo e decidiu deixar a volta do meia à equipe somente na segunda e última partida da final, dia 9 de maio, no Mangueirão. A informação foi passada pelo coordenador de futebol do clube, Charles Guerreiro. De acordo com Guerreiro, o treinador e seus assistentes acham temeroso utilizar o jogador no confronto de abertura da Taça Açaí.
Vélber foi dado como apto pelo departamento médico, após ter se recuperado de uma cirurgia no joelho. O jogador, que há três semanas não treina com bola, chegou a ficar três semanas em tratamento fisioterápico intensivo, imaginando que poderia enfrentar a Pantera. A decisão tomada por Gaúcho não agradou, em princípio, ao atleta, que vem recuperando o condicionamento físico. Depois, ele acabou se conformando com a ausência na partida de domingo. 'Se o treinador acha que assim é melhor, vou acatar a posição dele sem problema', resignou-se.
Ontem pela manhã, Vélber esteve na Curuzu, onde se movimentou ao lado do zagueiro Bernardes, que retornou de Barcarena com suspeita de contusão na coxa direita. O exame feito pelo defensor, no entanto, não confirmou a lesão. Mesmo assim Bernardo não retornará mais a Barcarena para se reintegrar ao elenco na intertemporada. 'Ele vai continuar aqui, já que o grupo já retorna no sábado', justificou o coordenador de futebol Charles Guerreiro.
A volta do elenco à capital estava prevista, inicialmente, para hoje. Contudo, Gaúcho resolveu manter o elenco por mais um dia em Barcarena. A viagem de volta está marcada para amanhã, depois do almoço. Existe a possibilidade de o time bicolor realizar hoje um jogo treino contra a equipe amadora da localizadade de São Francisco. A partida deveria ter acontecido na terça-feira, no campo da subprefeitura de Barcarena, na Vila dos Cabanos, mas acabou sendo cancelada. Como hoje é feriado e os jogadores adversários estão de folga em seus empregos, o jogo pode ser realizado. O assunto ficou de ser discutido pelo treinador e o restante da comissão técnica do Paysandu.
O técnico do Paysandu, Édson Gaúcho, já decidiu. O meio-campista Vélber, principal ídolo da Fiel, está fora do jogo deste domingo, contra o São Raimundo, que abre a decisão do Campeonato Paraense. Numa conversa reservada com membros da comissão técnica bicolor, em Barcarena, o comandante do Papão bateu o martelo e decidiu deixar a volta do meia à equipe somente na segunda e última partida da final, dia 9 de maio, no Mangueirão. A informação foi passada pelo coordenador de futebol do clube, Charles Guerreiro. De acordo com Guerreiro, o treinador e seus assistentes acham temeroso utilizar o jogador no confronto de abertura da Taça Açaí.
Vélber foi dado como apto pelo departamento médico, após ter se recuperado de uma cirurgia no joelho. O jogador, que há três semanas não treina com bola, chegou a ficar três semanas em tratamento fisioterápico intensivo, imaginando que poderia enfrentar a Pantera. A decisão tomada por Gaúcho não agradou, em princípio, ao atleta, que vem recuperando o condicionamento físico. Depois, ele acabou se conformando com a ausência na partida de domingo. 'Se o treinador acha que assim é melhor, vou acatar a posição dele sem problema', resignou-se.
Ontem pela manhã, Vélber esteve na Curuzu, onde se movimentou ao lado do zagueiro Bernardes, que retornou de Barcarena com suspeita de contusão na coxa direita. O exame feito pelo defensor, no entanto, não confirmou a lesão. Mesmo assim Bernardo não retornará mais a Barcarena para se reintegrar ao elenco na intertemporada. 'Ele vai continuar aqui, já que o grupo já retorna no sábado', justificou o coordenador de futebol Charles Guerreiro.
A volta do elenco à capital estava prevista, inicialmente, para hoje. Contudo, Gaúcho resolveu manter o elenco por mais um dia em Barcarena. A viagem de volta está marcada para amanhã, depois do almoço. Existe a possibilidade de o time bicolor realizar hoje um jogo treino contra a equipe amadora da localizadade de São Francisco. A partida deveria ter acontecido na terça-feira, no campo da subprefeitura de Barcarena, na Vila dos Cabanos, mas acabou sendo cancelada. Como hoje é feriado e os jogadores adversários estão de folga em seus empregos, o jogo pode ser realizado. O assunto ficou de ser discutido pelo treinador e o restante da comissão técnica do Paysandu.
O esquema VIP no Judiciário
Na ISTOÉ:Na mesma semana em que a Câmara dos Deputados se viu pressionada pela opinião pública a acabar com a chamada "farra das passagens aéreas", documentos obtidos com exclusividade por ISTOÉ demonstram que, na Esplanada dos Ministérios, a obtenção de privilégios pessoais ou para parentes, graças à função pública, não estava restrita ao Legislativo. Doze ofícios do Superior Tribunal de Justiça (STJ), emitidos entre fevereiro e dezembro de 2008, revelam que familiares e amigos do ministro Carlos Alberto Menezes Direito, do Supremo Tribunal Federal (STF), tinham acesso a um esquema VIP nos embarques e desembarques internacionais no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.
Assim, era possível ir a Paris numa classe superior à determinada pela passagem e voltar de Miami sem passar pelos trâmites impostos pela Receita Federal aos cidadãos comuns, que muitas vezes se veem obrigados a abrir as malas nos saguões de desembarque. Familiares e amigos do ministro também não ficavam nas filas que antecedem os equipamentos de raio X da Polícia Federal e tinham franqueado acesso a áreas restritas do aeroporto.
O Superior Tribunal de Justiça tem, no Rio de Janeiro e em São Paulo, representações destinadas a facilitar o deslocamento dos ministros quando estão a serviço da corte. Direito foi ministro do STJ durante 11 anos, mas em agosto de 2007 o presidente Lula o indicou para o Supremo Tribunal Federal. Direito, contudo, continuou a usar a estrutura do outro tribunal para facilitar o trânsito da mulher, dos filhos, da nora e de amigos no Aeroporto Internacional do Galeão.
Em 10 de fevereiro do ano passado, por exemplo, Carlos Gustavo Vianna Direito, juiz do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, e sua mulher, Theresa Direito, chegaram ao Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, no Rio de Janeiro, às 7h25. Viajaram no voo 0442 da Air France, procedente de Paris. Três dias antes, em 7 de fevereiro, o ofício 018/08 do Superior Tribunal de Justiça, informava ao inspetor-chefe da Receita Federal no aeroporto, Elis Marcio Rodrigues e Silva, que Carlos Gustavo é filho de Carlos Alberto Menezes Direito, ministro do Supremo Tribunal Federal, e solicitava que ele e a mulher recebessem "atendimento especial para o desembarque".
Mais aqui.
O tempo
Em Belém, sol com muitas nuvens durante o dia. Períodos de nublado, com chuva a qualquer hora.
A temperatura máxima será de 30ºC e a mínima, de 24ºC.
A umidade relativa do ar varia de 57% a 89%.
Nesta sexta-feira, a instabilidade cresce na região Norte. Na maior parte da região, o sol aparece entre muitas nuvens e ocorrem pancadas de chuva a qualquer momento do dia. No Sudoeste do Amazonas, no Acre e na maior parte de Rondônia, assim como na região de Manaus, no noroeste do Pará e em Roraima, as nuvens diminuem , o sol aparece e as pancadas de chuva ocorrem no período da tarde. No sul de Rondônia o tempo segue aberto e sem chuva.
As previsões são da Climatempo.
A temperatura máxima será de 30ºC e a mínima, de 24ºC.
A umidade relativa do ar varia de 57% a 89%.
Nesta sexta-feira, a instabilidade cresce na região Norte. Na maior parte da região, o sol aparece entre muitas nuvens e ocorrem pancadas de chuva a qualquer momento do dia. No Sudoeste do Amazonas, no Acre e na maior parte de Rondônia, assim como na região de Manaus, no noroeste do Pará e em Roraima, as nuvens diminuem , o sol aparece e as pancadas de chuva ocorrem no período da tarde. No sul de Rondônia o tempo segue aberto e sem chuva.
As previsões são da Climatempo.
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