terça-feira, 25 de março de 2014
PPS pleiteia a vaga de vice na chapa de Jatene
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| Mário Couto (PSDB-PA): candidato "natural" ao Senado ou a deputado federal? |
Para jornalistas, Joaquim Barbosa é melhor exasperado
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| Joaquim Barbosa: recusa em fazer parte da "estratégia de marketing" do ex-presidente Lula na África |
Por que não criar um cartel do consumidor?
Do leitor Everaldo Soares, sobre a postagem O MP nada pode fazer contra os supermercados. Pode?:
Existe uma situação, que o consumidor ainda não percebeu, porque nunca foi acostumado. Primeiro, porque a compra de supermercado em duas parcela é uma ilusão, porque se você parcela todo mês logo ela vai tornar uma inteira em 1 mês, mais o que querem é continuar assim mesmo. Não tem jeito.
O que o consumidor tem que pensar é que, na verdade, os supermercados são do consumidor. "Mas como assim?". Vamos pensar: quem mantém o supermercado é o consumidor; logo, ele é o verdadeiro dono, porque se ninguém comprar, como eles vão se sustentar?
Agora vem a solução que é muito simples: "criamos o cartel do consumidor", ou seja, partir da data-limite dos supermercados. Nós faremos da seguinte forma. Ninguém compra mais no Supermercado Líder, porque o Líder, por ser a maior rede de supermercados, iria sofrer muito mais com este boicote. E logo ele voltaria atrás , pois seu rendimento diário é de milhões, e também precisa de muito dinheiro pra sustentar sua estrutura. E assim, se todos passarem esta ideia para um parente ou amigo. Nós podemos mostrar que nós temos força também e que temos o nosso cartel.
Nos outros supermercados, diminuímos as compras. Ninguém compra compra ovos de Páscoa nos supermercados. Deixem eles ficarem com seus estoque encalhados.
Resumindo, você que tem a faca e o queijo na mão, não eles, seja mais conciente e pense nisso
Dona Dilma foi à despensa
O que ela disse
"Dona Francisca anda três horas de ônibus por dia para chegar aqui. Ela está extremamente grata porque estou podendo falar por ela."
Lucélia Santos, atriz, após uma foto sua no ônibus (acima) virar alvo de comentários nas redes sociais e listando propostas capazes de melhorar o transporte público para milhões de pessoas, entre elas sua faxineira.
segunda-feira, 24 de março de 2014
Desembargador é afastado sob suspeita de vender sentenças
Por unanimidade, o Plenário do
A decisão plenária foi tomada na análise do Pedido de Providências 0003624-67.2012.2.00.0000, que tem como requerente o Ministério Público Federal (MPF). A matéria foi relatada pelo ministro Francisco Falcão, corregedor nacional de Justiça. Sua proposta de abertura do PAD e de afastamento do desembargador foi seguida pela totalidade do Plenário.
O caso se refere à gestão do desembargador João Maroja à frente do TRE/PA, no biênio 2009-2011. Naquela ocasião, o então prefeito do município de Chaves,
Um mês após a publicação do acórdão, os políticos entraram com recurso especial, que foi considerado intempestivo pelo próprio desembargador João Maroja. Na sequência, a parte condenada ajuizou ação cautelar para conferir efeito suspensivo ao recurso especial. Conforme destacou o ministro Francisco Falcão, o próprio desembargador, que havia rejeitado o recurso especial anteriormente, acabou concedendo liminar que permitiu o retorno dos três políticos aos respectivos cargos.
“Ressalte-se que o desembargador representado, porquanto tenha reconhecido a intempestividade do recurso especial e lhe negado seguimento, acabou por deferir liminar na ação cautelar e suspendeu os efeitos do acórdão que havia confirmado a cassação dos referidos políticos”, destacou o ministro relator, acrescentando que após a decisão do desembargador começaram a surgir rumores de que o magistrado havia recebido R$ 1 milhão em troca da referida liminar. O pagamento da vantagem indevida teria sido intermediado pelo filho do presidente do TRE/PA, o advogado Leonardo do Amaral Maroja, que defendia o então prefeito de Chaves.
“O Ministério Público Federal aponta que, nesse ínterim, circulavam pelo município de Chaves rumores de que o desembargador representado teria recebido dinheiro em troca da prolação da referida decisão, por intermédio de seu filho, o advogado Leonardo do Amaral Maroja. Asseverou o parquet(MPF) que o proceder do magistrado, por si só, já seria censurável sob o aspecto processual: atuar em um processo em que
O relator também informou, em seu voto, que a Procuradoria Regional Eleitoral do Pará apresentou declarações gravadas que reforçam os indícios de venda de sentença por parte do desembargador João Maroja. “O procurador regional eleitoral apresentou declarações gravadas magneticamente, as quais sugerem que o desembargador Maroja proferiu a decisão de retorno motivado pelo pagamento de vultosa quantia que poderá chegar a R$ 1 milhão.”
O ministro Francisco Falcão acrescentou que, conforme a representação do MPF, houve situação análoga no município paraense de São Miguel do Guamá. O então prefeito Vildemar Rosa Fernandes, depois de cassado pela Justiça Eleitoral, retornou ao cargo também por força de decisão do desembargador João Maroja, “sendo que no município já circularia a informação de que, ainda que fosse cassado, o prefeito permaneceria no cargo por conta de um acerto com
O Plenário do CNJ, além de instaurar o PAD e afastar o desembargador João Maroja, acolheu a proposta do ministro Francisco Falcão de encaminhar à Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil do Pará (OAB/PA) informações sobre a conduta do advogado Leonardo do Amaral Maroja, filho do desembargador João Maroja, para as providências que forem necessárias. Segundo informou o ministro relator, o Superior
Jorge Vasconcellos
Agência CNJ de Notícias
Desembargador do Pará é afastado pelo CNJ
O desembargador
O magistrado responde a um processo que apura supostas irregularidades que ele teria cometido quando atuava no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
O blog entrou em contato, há pouco, com o
Puty, Ganzer e Regina Barata são alternativas no PT
O PT do Pará não tem mais apenas um, mas dois nomes que se oferecem como opções para disputar o governador do Estado pelo partido, nas eleições de outubro. No Encontro Municipal de Belém, ocorrido no último sábado, o deputado estadual Valdiz Ganzer (à direita, na foto) também teve seu nome aprovado como pré-candidato, somando-se ao deputado federal Cláudio Puty, que há mais de um mês formalizou sua pretensão, e das tendências que o apoiam, de disputar o governo já no primeiro turno.
No mesmo Encontro do último sábado, a Democracia Socialista - tendência a que pertencem Puty e a ex-governadora Ana Júlia Carepa - a AE (Articulação de Esquerda) e a PV (Pororoca Vermelha), além de apoios avulsos, lançaram o nome da ex-vereadora de Belém e ex-deputada estadual Regina Barata para concorrer ao Senado.
Quando o PT for selar seus candidatos majoritários ao pleito de outubro, Valdir Ganzer e Cláudio Puty terão seus nomes apreciados como aptos a disputar o governo, em contraponto aos segmentos que defendem, já no primeiro turno, uma aliança com o PMDB, que lançaria Helder Barbalho ao governo do Estado. Da mesma forma, os petistas terão que decidir entre indicar Paulo Rocha ou a ex-vereadora Regina Barata, que também pertence à Democracia Socialista.
Em conversa com o Espaço Aberto, ontem à noite, ela ressaltou que o lançamento de seu nome como opção para disputar o Senado é consequência natural da decisão de várias tendências do partido, que apostam numa chapa própria no primeiro turno como a estratégia eleitoral mais conveniente ao PT, que deixaria para aprofundar a política de alianças num eventual segundo turno, dando preferência, aí sim, ao PMDB. Militante histórica do partido, ela já se pronunciou publicamente em favor da chapa própria (ouça o áudio que está acima).
O blog também apurou que a indicação do nome de Regina Barata para disputar o Senado decorre de uma preocupação que os petistas se poupam de externar publicamente, mas que começa a frequentar, cada vez mais, as articulações de bastidores. Trata-se da possibilidade de que Paulo Rocha venha a ser considerado inelegível para disputar as eleições deste ano.
Conforme o Espaço Aberto já informou, especialistas em legislação sustentam que a candidatura de Paulo Rocha ao Senado, caso realmente venha a ser confirmar, poderá empacar já no Tribunal Regional Eleitoral do Pará.
O argumento para essa formulação é singelo. Ampara-se na alínea “k”, introduzida pela pela Lei Complementar nº 135/2010 (popularmente como Lei da Ficha Limpa) na Lei Complementar nº 064/1990, que trata das inelegibilidades.
Diz o mencionado dispositivo que são inelegíveis “o Presidente da República, o Governador de Estado e do Distrito Federal, o Prefeito, os membros do Congresso Nacional, das Assembleias Legislativas, da Câmara Legislativa, das Câmaras Municipais, que renunciarem a seus mandatos desde o oferecimento de representação ou petição capaz de autorizar a abertura de processo por infringência a dispositivo da Constituição Federal, da Constituição Estadual, da Lei Orgânica do Distrito Federal ou da Lei Orgânica do Município, para as eleições que se realizarem durante o período remanescente do mandato para o qual foram eleitos e nos 8 (oito) anos subsequentes ao término da legislatura.”
Após ter renunciado em 2005, para escapar de um processo por quebra de decoro em decorrência de seu envolvimento no mensalão, Paulo Rocha se candidatou ao pleito de 2006 e se elegeu para novo mandato de deputado federal. E também se candidatou ao pleito de 2010, quando disputou o Senado, com permissão do Supremo Tribunal Federal, que firmou o entendimento de que a Lei da Ficha Limpa só poderia começar a viger a partir das eleições de 2012, e não para as de 2010.
Acredita-se que ele poderá ser declarado inelegível, mesmo que, depois de sua renúncia, já tenha cumprido um mandato inteirinho, em 2006, e tenha concorrido ao pleito subsequente, em 2010.
PGE diz que concurso oferecerá apenas duas vagas
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| Caio Trindade: "A quase totalidade das recomendações do MP já eram atendidas pela PGE". A foto é de Agência Pará. |
O chefe da PGE, Caio Trindade, garantiu ao Espaço Aberto, no último final de semana, que deverão ser "apenas duas vagas para provimento do cargo de procurador do Estado". Ele também aproveitou para rebater várias críticas ao certame, uma delas do deputado federal Cláudio Puty (PT-PA).
Em pronunciamento na Câmara, na última sexta-feira, Puty, além de afirmar que o processo seletivo ofereceria 40 vagas, afirmação negada enfaticamente pela PGE, também criticou a composição da comissão do concurso.
"Dos seis membros, quatro ocupam cargos comissionados, diretamente subordinados ao procurador-geral do Estado, Caio Trintade. A chefa de gabinete, do PGE-PA, é quem presidirá a comissão, além de dois assessores diretos do gabinete e mais um coordenador da procuradoria consultiva", disse o deputado.
No ano passado, lembrou o parlamentar, a PGE firmou com Ministério Público do Trabalho a recomendação 04/2013, publicada inclusive no Diário Oficial do Estado, "por causa de ações judiciais e denúncias de favorecimento de alguns candidatos no último concurso do órgão."
Transparência
Em nota remetida ao blog, Caio Trindade informou que, "nos termos do artigo 22 da Lei Complementar 041/2002, que rege a PGE, a Comissão do Concurso será composta por um (1) Procurador do Estado, um (1) representante da OAB, o que se encontra previsto no art. 132 da Constituição Federal, e mais quatro (4) bacharéis em Direito sendo dois (2), preferencialmente, Procuradores do Estado."
Jatene e a remoção das pedras da "política antiga"
Olhem só, meus caros.
Pouca gente sabe ainda.
Mas o governador Simão Jatene também é facebookeiro.
Sim, Sua Excelência tem um perfil no Facebook.
Na última sexta-feira, dia 21, Jatene fez uma postagem lá.
Confiram o final:
"Nesse sentido, o derrocamento do Pedral do Lourenço tem uma enorme simbologia. Muito mais do que tirar esse conjunto de pedras do caminho da hidrovia, temos que ter força, coragem e ousadia de retirar da nossa sociedade as pedras de uma política antiga e antiquada, por vezes revestida da dissimulação e da esperteza, como se fosse correto colocar o futuro das pessoas ao sabor das conveniências e vaidades pessoais. Isto é algo que não se faz com máquinas. Mas apenas através do envolvimento, do conhecimento, do esclarecimento e de uma consciência política que coloque o Estado acima dos interesses pessoais, dos governos e dos partidos".
Pronto.
E ponto.
Até o início da madrugada de hoje, a postagem já tinha cerca de 450 curtidas e quase 150 compartilhamentos.
Se vocês estiverem interessado em ler a postagem completa, clique aqui.
Ah, sim.
A foto acima, em que Jatene aparece ao lado da presidente Dilma, foi pinçada da própria postagem.
TAM cancela voo e provoca revolta entre passageiros
Nota - Por meio de nota, a TAM informou que o voo JJ8093 teve o seu pouso alternado para Fortaleza em razão do mau tempo em Belém. 'Após aguardar a melhoria das condições climáticas, a aeronave decolou para a capital paraense, onde pousou às 17h20. Por conta do procedimento, a tripulação do voo teve que ser substituída para não ultrapassar o limite de horas de trabalho, o que é proibido por lei. Esse cuidado visa a assegurar prioritariamente a segurança dos voos. (...) Com isso os voos JJ8092 (Belém - Miami) e JJ8057 (Miami - Rio de Janeiro/Galeão) foram cancelados e reprogramados para amanhã (24), como JJ9354 e JJ9355, respectivamente', informa a nota. A TAM acrescentou que 'lamenta os transtornos e ressalta que prestou toda a assistência aos clientes.
Audiência pública discute reforma de teatro
Requerida pelo deputado federal Arnaldo Jordy, após uma reunião com uma comissão composta por representantes do segmento da Cultura Popular do estado, formada por Cordões de Pássaros, Bois Bumbas e Grupos Folclóricos, o parlamentar solicitou ao Secretário de Cultura,Paulo Chaves, que essa conversa entre os segmentos culturais, o governo e a sociedade pudesse acontecer, para que todos participem deste processo.
A restauração e reconstrução do Teatro São Cristóvão é prédio da União Beneficente dos Chauffeurs, de 1930. É uma das grandes conquistas junto ao governo federal do mandato do deputado Jordy e do governo do Estado. Para Jordy, a liberação dos recursos e o projeto, constituem uma das maiores conquistas para os artistas e profissionais da cultura popular paraense.
Essa é mais uma vitória das inúmeras ações de Jordy junto ao Ministério da Cultura. Em 2011, Jordy cobrou da ministra Ana de Holanda recursos para o projeto do novo “Teatro dos Pássaros” e também o aumento do percentual de repasses ao Pará e à Amazônia, da Lei Rouanet, que em 2009 destinou apenas 0,4% para todos os estados do Norte, contra 67% somente para Rio de Janeiro e São Paulo. As reivindicações, através de requerimentos e constantes reuniões, continuaram com a Ministra Marta Suplicy, em 2012 e 2013. Até que em fevereiro deste ano, o convênio foi assinado Com o início das obras no prédio, ele foi desapropriado para a reconstrução do teatro mais popular do Pará,previstas para o próximo mês de abril, com um orçamento já autorizado de doze milhões de reais.
Fonte: Assessoria de Imprensa
Teatro de provocações
Há que se viver um dia de cada vez, tentar diminuir a ansiedade e encontrar o equilíbrio que todo ser humano necessita. É até compreensível que estejamos todos pressionados, com pouco tempo e muito a fazer. Perde-se no lugar comum a informação preciosa - ou ela fica em segundo plano ou é eliminada. Perde-se o hábito de ouvir o que é correto. Difunde-se e, não é história, uma cultura de só se levar vantagem. Vivemos a era em que as pessoas simplesmente querem mais e percebem que têm força para impor suas exigências. Isso gera uma erosão de poder. Alguém poderia retrucar dizendo que não vivemos o fim, mas a proliferação do poder.
Hoje, há simplesmente mais gente em condições de competir. Seja na política, na economia, na guerra pelos cargos e informações privilegiadas. A vida anda mais complicada para quem detém o poder e relativamente mais fácil para quem quer entrar no jogo. Gente mais bem informada, ávida pela integração ao mundo do consumo, impaciente com a inépcia e a corrupção dos governos. Os ativistas digitais estão de olho na informação, saíram às ruas. O resultado é paradoxal: para os donos do poder, as coisas ficaram mais difíceis. O poder se tornou, por definição, mais instável.
Para quem contesta o poder, no caso a oposição, as coisas não ficaram necessariamente mais fáceis. Nesse acerto de contas com o governo, a turma do chamado Blocão (na imagem acima) e seu teatro político está deixando a presidente Dilma Rousseff à beira de um ataque de nervos. A Câmara impõe uma derrota histórica à presidente. Ela reage tentando isolar PMDB e seu líder, Eduardo Cunha (RJ). Nessa pressão, mais uma arma poderosa do líder do PMDB na Câmara para emparedar o governo e deixar a presidente irritada.
Essa nova arma secreta que o partido aliado da presidente tem para usar contra o governo contém uma só página. Trata-se de um documento, assinado pelos presidentes de 14 diretórios estaduais do partido que exige antecipação de junho para abril da convenção marcada para corroborar a aliança com o PT e a indicação de Michel Temer como vice na chapa da presidente Dilma. O PMDB é expert nesses assuntos. Os rebelados exigem unir à discussão sobre a reeleição da presidente à crise no Congresso e, assim, aumentar o seu insaciável poder de barganha. Tudo arquitetado pelo estrategista Eduardo Cunha, por quem a presidente afirma que ele quer derrubar o governo, portanto, não quer dialogo mais nenhum e que no Palácio do Planalto ele não entra mais.
A presidente tem dificuldade em entender como funciona o Congresso, sem jogo de cintura tão necessário nesses momentos de dificuldades e nunca se interessou por política. Como é autoritária, ninguém consegue chegar perto dela para explicar seu maior erro tático em seus três anos de conturbada relação com o Parlamento. Um erro grave fez o Blocão apontar sua artilharia na direção do Planalto. Dilma, seus ministros e seu governo foram metralhados sem dó e sem piedade pelos deputados. A presidente acredita que se trata de uma conspiração de um lobo solitário da política. Sabe-se que o problema não está só em Cunha, mas em vários deputados do PT e do PMDB, passando por partidos nanicos e demais partidos de aluguel.
Nesse teatro de provocações, coreografado por Cunha, a oposição deve calcular e verificar sobre o quanto a crise pode atrapalhar Dilma. Não precisa nem pesquisar que, nas coxias, Eduardo Campos e Aécio Neves atuam em perfeita sintonia com o Blocão, na intenção de enfraquecer o governo em Brasília e afanar palanques regionais da presidente. Enquanto isso, para deixar o palco mais animado, existe a possibilidade de FHC, que recuperou sua imagem, vir a ser o vice de Aécio. A pressão é forte. Eles acham que FHC ajudará Aécio a vencer em São Paulo, e isso seria decisivo para um segundo turno das eleições. A amigos, FHC disse que em último caso, concorrerá. E mais, precisamos ainda ver o desempenho do Brasil na Copa do Mundo.
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SERGIO BARRA é médico e professor
sergiobarra9@gmail.com
O que ele disse
"Embora, antes desse desdobramento eu tivesse declarado que a apuração poderia ser feita por mecanismos do Estado, creio que é o caso de ampliar a apuração. O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, conduzirá o tema, em nome do partido, podendo mesmo requerer, com meu apoio, uma CPMI."
Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente da República (PSDB), pedindo que todos esqueçam o que ele disse, quando se considerou contrário a uma CPI para investigar a compra de refinaria no Texas pela Petrobras.
sexta-feira, 21 de março de 2014
Cabe ao STF julgar ajuda de custo a magistrado
Bacharéis vão à Justiça para obter registro no Crea
Recomendação do MP faz prevalecer o bom senso
“O risco da atividade econômica é única do empresário”
Aliás, o MP (que merece todo respeito) tem se pautado - pelo menos na mídia - por temas de pouca repercussão em termos de benefícios.
É a proibição de caranguejo, proibição de birita em estádio, a tal da liga neutra do açaí, cancelamento de Re-Pa e, agora, a investigação a respeito do parcelamento...
Eu queria ver o MP mandar tocar a obra da Estrada Nova, fechar o Pronto Socorro da 14 de Março (lá morre gente todo dia por falta de atendimento), pedir a prisão de prefeito, governador etc...
Vai chegar o dia


















