Senhoras e Senhores.
O pessoal aqui da redação, como sabem, ainda está de férias.
Mas é incontrolável fazer esta postagem para, ao mesmo tempo, fazer uma constatação.
A constatação é: Duciomar, o huno, além de huno é mau que nem pica-pau.
Fora de brincadeira.
Duciomar é o cara.
Em seu próprio partido, o PTB, ele é tido como a primeira liderança que desaglutina, que dispersa, que não mobiliza.
A menos que aglutinações e mobilizações convirjam para seus propósitos, é claro.
Olhem só agora.
Duciomar fritou em fogo brando Almir Gabriel durante meses.
Duciomar não quer Almir Gabriel como candidato do PTB a prefeito de Belém.
E isso é não é de hoje, não.
É de trocentos ontem.
Olhem aqui este trecho de postagem do blog, publicada em 24 de outubro do ano passado, sob o título Almir será bem-vindo ao PTB?:
Almir, sabem todos e todos sabem, tem um vezo, digamos assim, meio (meio?) personalista.
Ou por outras palavras: onde ele está, pretende tornar-se incontrastável.
Então, a pergunta que não quer calar: Almir vai se render à liderança de Duciomar Costa?
Outra, que também quer calar: o doutor vai se conformar em ser tratado como os demais petebistas, que já estão há mais tempo na legenda?
Agora, vejam trecho de outra postagem, esta mais recente de, 13 de março deste ano, intitulada PTB se encaminha para ter disputa na convenção:
Até agora, Almir Gabriel era tido como o único e insubstituível candidato petebista à sucessão de Duciomar, o huno, pior prefeito que a capital paraense já teve, em seus quase 400 anos de História.
Pois não é que, nas últimas semanas, a coisa tem, digamos assim, desandado contrariamente às pretensões de Almir?
Duciomar, na surdina - mas nem tanto -, tem estimulado alguns quadros (não é assim que os chamam?) do PTB a bater chapa na convenção.
Pronto.
Eis que chegamos a maio.
E Almir, tudo indica, bateu em retirada.
Não pretende mais ser candidato ao PTB.
Sabe que será dura a parada interna com Duciomar, que, por sua vez, prefere Anivaldo Vale (PR) candidato.
É assim.
Duciomar, o huno, virou pica-pau.
quinta-feira, 10 de maio de 2012
O ritmo das águas
Quem for a Versalhes por esta época e não quiser se acotovelar pelos corredores e demais aposentos e dependências do château, que são imensos, mas se tornam minúsculos diante do trânsito de milhares de turistas, basta sair para os jardins e relaxar, apreciando coisas como as que aparecem nessas imagens feitas pelo Espaço Aberto.
É a Dança das Águas.
O palco dos espetáculos são as fontes dos imensos jardins do palácio.
A coreografia das águas é orientada pelo ritmo de músicas clássicas.
O ingresso para quem quiser assistir já está embutido no preço dos acesso aos jardins.
Em julho, a Dança das Águas ocorre durante festival que se realiza à noite.
domingo, 6 de maio de 2012
"Não somos um país qualquer. Somos a França".
"Não somos um país qualquer. Somos a França", proclamou François Hollande, no primeiro discurso como presidente eleito, na disputa em que venceu o atual mandatário francês, Nicolas Sarkozy. A vitória foi apertadíssima: 50,8% dos votos contra 49,2%
A festa foi na Bastilha, local emblemático das comemorações dos franceses. O correspondente internacional, digamos assim, do Espaço Aberto esteve lá para conferir e fez essas imagens aí.
O som do vídeo é o do ambiente, para vocês peceberem as exaltações dos partidários de Hollande comemorando a vitória.
O presidente eleito não votou aqui em Paris. Votou na cidadezinha de Tulle - onde já foi prefeito -, a 400 quilômetros da capital francesa.
Um telão instalado na Bastilha - onde milhares de pessoas ainda se concentram até agora, quando já são 23h30 aqui em Paris - transmitiu ao vivo o primeiro pronunciamento de Hollande.
Ele prometeu governar para todos, inclusive, para os eleitores de Sarkozy.
Disse que juventude e justiça serão os dois pilares de seu governo.
Prometeu que suas decisões sempre serão pautadas para que o governo procure contemplar os anseios de de libertade, igualdade e fraternidade.
Lembrou da importância da França no concerto das nações, ressaltando que o mundo inteiro está de olho nas opções do país para superar as dificuldades sobretudo na área econômica.
Garantiu que empenhará o melhor de seus propósitos e de seus esforços para não decepcionar os franceses e não frustrar-lhes as esperanças.
Vejam algumas imagens tomadas pelo blog na Praça da Bastilha, quando já eram por volta de 20h30, 21h aqui, cerca 15h30, 16h aí no Brasil.
Agora mesmo, quando já transcorrem os primeiros minutos da madrugada de segunda-feira, Hollande, vindo de Tulle, está chegando à Bastilha para comemorar como a multidão.
Parcial aponta Hollande presidente da França
São 20h05 aqui em Paris.
As emissoras de televisão acabam de divulgar uma parcial.
Hollande tem 51,9% dos votos contra 48,1% para Sarkozy.
Os socialistas, reunidos na Praça da Bastilha, já estão comemorando.
As emissoras de televisão acabam de divulgar uma parcial.
Hollande tem 51,9% dos votos contra 48,1% para Sarkozy.
Os socialistas, reunidos na Praça da Bastilha, já estão comemorando.
Domingo de eleição sem muita cara de dia de eleição
Domingo de eleição em Paris não parece domingo de eleição em Belém, no Pará e no Brasil.
Não parece nem de longe.
São 7 da noite aqui, 2 da tarde aí em Belém.
Estamos a uma hora do anúncio do resultado das eleições presidenciais na França.
E ninguém percebe, na capital francesa, que é dia de eleição. E um dos pleitos de maior comparecimento de votantes nos últimos tempos, o que não deixa de ser surpreendente, num país onde votar não é obrigatório.
Apenas alguns detalhes é que indicam ser este domingo um dia de eleição presidencial.
Vejam nas imagens acima, feitas há cerca de duas horas pelo, digamos, correspondente internacional do Espaço Aberto (rsss).
Observem na movimentação em frente ao Palácio do Eliseu, a sede do governo frances, na rua Saint-Honoré. Além da troca de guarda, a rua está cheia de puliças. Muitos puliças.
Nas imediações do palácios, coleguinhas - muitíssimos - também já se concentram desde o início da manhã. Provavelmente, estão à espera de algum pronunciamentos de Sarkozy, perca ou ganhe.
Mas onde se nota mais uma cenário de eleição é na Champs-Élysées, que está toda cheia de bandeiras -da França, por evidente - de um lado e de outro.
Fora isso, nem parece que o domingo, por aqui, é dia decisivo de eleição presidencial.
Não parece nem de longe.
São 7 da noite aqui, 2 da tarde aí em Belém.
Estamos a uma hora do anúncio do resultado das eleições presidenciais na França.
E ninguém percebe, na capital francesa, que é dia de eleição. E um dos pleitos de maior comparecimento de votantes nos últimos tempos, o que não deixa de ser surpreendente, num país onde votar não é obrigatório.
Apenas alguns detalhes é que indicam ser este domingo um dia de eleição presidencial.
Vejam nas imagens acima, feitas há cerca de duas horas pelo, digamos, correspondente internacional do Espaço Aberto (rsss).
Observem na movimentação em frente ao Palácio do Eliseu, a sede do governo frances, na rua Saint-Honoré. Além da troca de guarda, a rua está cheia de puliças. Muitos puliças.
Nas imediações do palácios, coleguinhas - muitíssimos - também já se concentram desde o início da manhã. Provavelmente, estão à espera de algum pronunciamentos de Sarkozy, perca ou ganhe.
Mas onde se nota mais uma cenário de eleição é na Champs-Élysées, que está toda cheia de bandeiras -da França, por evidente - de um lado e de outro.
Fora isso, nem parece que o domingo, por aqui, é dia decisivo de eleição presidencial.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Eleição? Mas que eleição? Cadê a sujeira?
Franceses são mesmo, digamos assim, meio contidos.
Há outras qualificações menos nobres, mas esqueçam.
Aqui pela terra do marido de Carla Bruni, que está encostando no adversário depois do debate da última quarta-feira, as ruas não transpiram eleições.
A gente sente falta daquele carro-som.
Sente falta dos militantes com bottons berrando pelas ruas.
Sente falta, oram vejam, de ruas emporcalhadas, cheias de pixações e de propagandas em postes e paredes.
E olhem que, no fundo do fundão, o nível de interesse pela disputa eleitoral de domingo é grande, muito grande. E tanto é assim que o nível de comparecimento às urnas, no primeiro turno, foi de 80%, algo surpreendente num país como a França, onde o voto não é obrigatório.
Mesmo assim, repita-se, as ruas não expressem esse nível de interesse, em decorrência da, digamos assim, introspecção ou da frieza dos franceses.
Olhem aí as fotos acima.
Foram feitas na última terça-feira pelo poster, quando flanava aí pelas ruas.
A primeira foto, lá do alto, foi feita bem pertinho da Ópera. Mostra um panfleto do comunista Jean-Luc Mélenchon pregado, perdido, esquecido, quase escondido num desses obstáculos que protegem pedestres nas calçadas.
A segunda foto, de cima para baixo, foi feita na Rue de la Banque, próximo ao Palais Royal, um dos monumentos mais visitados - porque mais resplandecentes - da cidade. Mostra não propaganda eleitoral de candidatos a presidente, mas de um concorrente às eleições parlamentares, que ocorrerão em junho, depois das eleições presidenciais.
A terceira, feita na região do Porte de Saint-Denis, no 10th arrondissement, exibe também propaganda de Mélenchon, que não está mais na disputa.
E a foto acima foi feita bem pertinho do Canal de Saint-Martin, com um detalhe que não pode passar despercebido: para evitar que a parede fique suja, a estrutura de ferro foi feita apenas para propagandas - inclusive, é claro, a eleitoral. Mas só há dois cartazes lá, um de Hollande, outro de Sarkozy.
Hehehe.
Mas que falta fazem paredes e postes emporcalhados.
Quem falta faz um carro-som.
Que falta trios elétricos.
Que falta faz uma barulheira.
Que falta faz o emporcalhamento de uma cidade em época eleitoral.
Sem brincadeira.
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Cenas provincianas numa cidade esplendorosa
![]() |
| Au Lapin Agile, em Montmartre: aqui vivia um burro que virou pintor. A foto é do blog. |
Olhem só.
Quem vier a Paris até o final de julho não pode deixar de ir ao Museu Carnavalet.
O museu, independentemente de suas exposições permanentes e temporárias, vale por si mesmo.
De uma olhadinha no vídeo acima, feito ontem pelo blog.
Quem for ao museu, que fica na Rue de Sévigné, no Marais, o bairro que reúne a comunidade judaica na capital francesa, pode desfrutar não apenas de seus jardins como das obras de arte que contam a história da cidade até a Revolução Francesa.
Mas a novidade do momento é uma exposição do fotógrafo Eugène Atget, que viveu de 1857-1927.
É fantástica.
Ele captou momentos de uma cidade que, no início da Século XX, já tinha um esplendor crescente, mas ainda exibia cenas provincianas.
Atget captou, por exemplo, os vendedores ambulantes de abajures, de brinquedos e tapetes.
Mostrou crianças reunidas num momento de lazer no Jardim de Luxemburgo, o mais aconhegante de Paris.
Captou um grupo de pessoas - umas 20 - reunidas na Bastilha, olhos postos nas alturas, feições tensas, acompanhando um eclipse do Sol.
Mostrou os cabarés franceses, inclusive um dos mais famosos deles, o Au Lapin Agile.
Aliás, sobre esse cabaré, plantado numa ruazinha em Montmartre, conta-se história das mais curiosas, mas verdadeira.
O caberá deve seu nome atual a um cartaz pintado pelo humorista André Gill.
Seu desenho de um coelho escapando da panela (Le Lapin à Gill) virou coelho ágil (Lapin Agile).
Na virada do Século XX, o Au Lapin Agile era muito frequentado por intelectuais e artistas;
Foi lá que, em 1911, o romancista Roland Dorgelès, crítico feroz da arte moderna praticada por Picasso e outros pintores, fez uma brincadeira com vários freqüentadores do cabaré, entre os quais Guillaume Appolinaire - poeta, crítico de arte e admirador do cubismo.
Dorgelès amarrou um pincel no rabo do burro do dono do café, e os rabiscos resultantes foram expostos no Salon des Indépendents, com o título “Pôr do Sol no Adriático’”...
Assim como Montmartre é indispensável, o Carnavalet também é.
terça-feira, 1 de maio de 2012
Strauss-Khan é uma espécie de Cachoeira francês
Aqui na França, às véspera da eleição em segundo turno que vai definir de Sarkozy fica na presidência ou dá no pé, difícil não constatar que políticos são todos iguais.
Na França, no Brasil, no Pará ou em Pasárgada, acreditem, eles dançam conforme certos ritmos. Sobretudo quando o ritmo é ditado por interesses eleitorais.
Vejam o caso desse predador sexual, digamos assim, o ex-chefão do FMI, Dominique Strauss-Khan.
O dito cujo é acusado de ter molestado sexualmente uma camareira em Nova York, no ano passado.
Àquela altura, era candidatíssimo a presidente da França.
Tão logo as acusações contra ele foram arquivadas pela Justiça americana, sob a alegação de que ambos, Strauss-Khan e a camareira, fizeram saliência (como diria Ancelmo Gois) motivados por livres e espontâneos desejos sexuais, o ex-chefão do FMI conseguiu disseminar, em boa parte da opinião pública francesa, a ideia de que tudo, até suas saliências, foram armadas pelo marido de Carla Bruni.
E agora?
Agora, a uma semana das eleições na França, Strauss-Khan é tido aqui em Paris e, por extensão, em boa parte da França como uma espécie de Cachoeira: ninguém quer ser visto perto dele e ninguém, por mais remotamente que seja, pretende ter seu nome associado ao dele.
No último sábado, sábado, Strauss-Kahn foi a um bar aqui em Paris.
Sua presença era, digamos, das mais inocentes, banais, generosas.
Queria apenas cantar o "Parabéns pra você" ao deputado socialista Julien Dray, que aniversariava.
Dirigentes do Partido Socialista, entre eles a ex-candidata à presidência Segolene Royal, não sabiam que Strauss-Khan fora convidado.
E tão logo depararam com sua presença, rasgaram do boteco.
Putz!
Quem quiser conhecer um político, que vá ao Brasil.
Ou venha à França.
Na França, no Brasil, no Pará ou em Pasárgada, acreditem, eles dançam conforme certos ritmos. Sobretudo quando o ritmo é ditado por interesses eleitorais.
Vejam o caso desse predador sexual, digamos assim, o ex-chefão do FMI, Dominique Strauss-Khan.
O dito cujo é acusado de ter molestado sexualmente uma camareira em Nova York, no ano passado.
Àquela altura, era candidatíssimo a presidente da França.
Tão logo as acusações contra ele foram arquivadas pela Justiça americana, sob a alegação de que ambos, Strauss-Khan e a camareira, fizeram saliência (como diria Ancelmo Gois) motivados por livres e espontâneos desejos sexuais, o ex-chefão do FMI conseguiu disseminar, em boa parte da opinião pública francesa, a ideia de que tudo, até suas saliências, foram armadas pelo marido de Carla Bruni.
E agora?
Agora, a uma semana das eleições na França, Strauss-Khan é tido aqui em Paris e, por extensão, em boa parte da França como uma espécie de Cachoeira: ninguém quer ser visto perto dele e ninguém, por mais remotamente que seja, pretende ter seu nome associado ao dele.
No último sábado, sábado, Strauss-Kahn foi a um bar aqui em Paris.
Sua presença era, digamos, das mais inocentes, banais, generosas.
Queria apenas cantar o "Parabéns pra você" ao deputado socialista Julien Dray, que aniversariava.
Dirigentes do Partido Socialista, entre eles a ex-candidata à presidência Segolene Royal, não sabiam que Strauss-Khan fora convidado.
E tão logo depararam com sua presença, rasgaram do boteco.
Putz!
Quem quiser conhecer um político, que vá ao Brasil.
Ou venha à França.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Pausa
Caros leitores.
A partir de hoje, e pelas próximas semanas, o Espaço Aberto faz uma pausa para as férias aqui do pessoal da redação.
Eventualmente, o poster poderá fazer alguma postagem, mas sem qualquer compromisso com regularidade, até porque o repórter se encontra fora de Belém.
Mas além dessa informação, convém uma constatação.
Não é uma confissão.
É uma constatação mesmo.
Seguinte: torcedores remistas devem ter muito, mas muito, muitíssimo orgulho em ser remistas.
Fora de toda a brincadeira.
A vitória de ontem do Remo por 2 a 0 sobre a ótima equipe do Águia do Marabá, faturando o segundo turno do Campeonato Paraense e habilitando-se a disputar o título do Parazão contra o Cametá não foi apenas uma vitória.
Foi uma demonstração de superação.
O Leão conquistou o título com inequívoca justiça.
E a torcida remista, hein?
Senhoras, não tem igual.
Senhores, é incomparável.
Vejam só. O Remo, com todas as dificuldades amplamente conhecidas, com todo o empenho para ascender a uma divisão do futebol, esse Remo atraiu ontem, ao Mangueirão, 40.139 torcedores, dos quais pouco mais de 36 mil pagante.
Quarenta mil torcedores, amigos.
Mangueirão lotado.
Lotadíssimo de remistas.
Não é pouca coisa.
A torcida do Remo é o maior patrimônio desse clube.
A torcida remista é comovente.
A torcida remista é e será sempre vencedora, até mesmo quando o time não é.
E quando o Leão é vencedor, então aí mesmo é que torcida remista desponta.
Para fazer a diferença.
Uma grande diferença.
A partir de hoje, e pelas próximas semanas, o Espaço Aberto faz uma pausa para as férias aqui do pessoal da redação.
Eventualmente, o poster poderá fazer alguma postagem, mas sem qualquer compromisso com regularidade, até porque o repórter se encontra fora de Belém.
Mas além dessa informação, convém uma constatação.
Não é uma confissão.
É uma constatação mesmo.
Seguinte: torcedores remistas devem ter muito, mas muito, muitíssimo orgulho em ser remistas.
Fora de toda a brincadeira.
A vitória de ontem do Remo por 2 a 0 sobre a ótima equipe do Águia do Marabá, faturando o segundo turno do Campeonato Paraense e habilitando-se a disputar o título do Parazão contra o Cametá não foi apenas uma vitória.
Foi uma demonstração de superação.
O Leão conquistou o título com inequívoca justiça.
E a torcida remista, hein?
Senhoras, não tem igual.
Senhores, é incomparável.
Vejam só. O Remo, com todas as dificuldades amplamente conhecidas, com todo o empenho para ascender a uma divisão do futebol, esse Remo atraiu ontem, ao Mangueirão, 40.139 torcedores, dos quais pouco mais de 36 mil pagante.
Quarenta mil torcedores, amigos.
Mangueirão lotado.
Lotadíssimo de remistas.
Não é pouca coisa.
A torcida do Remo é o maior patrimônio desse clube.
A torcida remista é comovente.
A torcida remista é e será sempre vencedora, até mesmo quando o time não é.
E quando o Leão é vencedor, então aí mesmo é que torcida remista desponta.
Para fazer a diferença.
Uma grande diferença.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Para a defesa de Demóstenes, provas são ineptas
Do Consultor Jurídico
Na defesa prévia encaminhada ao presidente do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado Federal, os advogados do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) dão uma amostra de que sua estratégia irá se basear em questionamentos sobre a credibilidade das denúncias que pesam contra o político. No texto da defesa prévia dirigida ao senador Antonio Carlos Valadares, que preside o Conselho de Ética, a defesa observa que, das cinco hipóteses apontadas pela “representação para verificação da quebra de decoro parlamentar” subscrita pelo presidente do PSOL, deputado federal Ivan Valente (SP), pelo menos quatro delas “estão inequivocamente pautadas em matérias jornalísticas veiculadas pela imprensa posteriormente à deflagração da Operação Monte Carlo”.
No texto a que a revista Consultor Jurídico teve acesso, os advogados também observam que as denúncias que pesam contra seu cliente decorrem de um esquema “coordenado, sistemático e estratégico” de divulgação de conteúdos obtidos por meio da coleta e registro de escutas e gravações. O objetivo, segundo a defesa, é exercer uma “pressão violenta e criminosa” a fim de se interferir na política do país e influenciar o Judiciário a partir do ataque à reputação de pessoas públicas.
O texto, assinado pelos advogados Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, Roberta Cristina Ribeiro de Castro Queiroz, Pedro Ivo Velloso Cordeiro, Marcelo Turbay Freiria e Liliane de Carvalho Gabriel, argumenta ainda que os vazamentos de conteúdos sigilosos não correspondem ao mero exercício da liberdade de imprensa e tampouco se deram de forma aleatória. “São vazamentos ordenados, dirigidos a múltiplos objetivos”, dizem.
“A enxurrada de escutas telefônicas - ilegalmente empreendidas por anos a fio — veio a produzir um material valiosíssimo, não em benefício de uma apuração penal e/ou administrativa isenta e justa daqueles que se afigurem como eventuais responsáveis, mas sim em benefício de obscurantismos, de interesses e manobras pessoais, que se revelam a cada dia quando mais uma ou outra reportagem escandalosa ocupa os olhos, a atenção e mexe com os sentimentos de milhões de brasileiros”, diz o texto.
Os advogados também apelam para que o direito à ampla defesa do senador não seja reduzido a uma mera formalidade, para pedir que seja lhe concedida a chance de tomar conhecimento do alcance das denúncias apresentadas, dispondo assim de um “arcabouço comprobatório mínimo que demonstre que os fatos narrados têm algum respaldo probatório”.
A defesa argumenta, ainda, que o frenesi midiático em torno do caso conduz a uma atordoante cadeia de desinformação, privando o senador do “direito de ser bem acusado”.
“É indispensável que os fatos imputados sejam claros, precisos, devidamente narrados e individualizados de modo a permitir que o cidadão exerça o direito de defesa que a Constituição lhe garante”, diz o texto da defesa prévia.
Clique mais aqui.
Na defesa prévia encaminhada ao presidente do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado Federal, os advogados do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) dão uma amostra de que sua estratégia irá se basear em questionamentos sobre a credibilidade das denúncias que pesam contra o político. No texto da defesa prévia dirigida ao senador Antonio Carlos Valadares, que preside o Conselho de Ética, a defesa observa que, das cinco hipóteses apontadas pela “representação para verificação da quebra de decoro parlamentar” subscrita pelo presidente do PSOL, deputado federal Ivan Valente (SP), pelo menos quatro delas “estão inequivocamente pautadas em matérias jornalísticas veiculadas pela imprensa posteriormente à deflagração da Operação Monte Carlo”.
No texto a que a revista Consultor Jurídico teve acesso, os advogados também observam que as denúncias que pesam contra seu cliente decorrem de um esquema “coordenado, sistemático e estratégico” de divulgação de conteúdos obtidos por meio da coleta e registro de escutas e gravações. O objetivo, segundo a defesa, é exercer uma “pressão violenta e criminosa” a fim de se interferir na política do país e influenciar o Judiciário a partir do ataque à reputação de pessoas públicas.
O texto, assinado pelos advogados Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, Roberta Cristina Ribeiro de Castro Queiroz, Pedro Ivo Velloso Cordeiro, Marcelo Turbay Freiria e Liliane de Carvalho Gabriel, argumenta ainda que os vazamentos de conteúdos sigilosos não correspondem ao mero exercício da liberdade de imprensa e tampouco se deram de forma aleatória. “São vazamentos ordenados, dirigidos a múltiplos objetivos”, dizem.
“A enxurrada de escutas telefônicas - ilegalmente empreendidas por anos a fio — veio a produzir um material valiosíssimo, não em benefício de uma apuração penal e/ou administrativa isenta e justa daqueles que se afigurem como eventuais responsáveis, mas sim em benefício de obscurantismos, de interesses e manobras pessoais, que se revelam a cada dia quando mais uma ou outra reportagem escandalosa ocupa os olhos, a atenção e mexe com os sentimentos de milhões de brasileiros”, diz o texto.
Os advogados também apelam para que o direito à ampla defesa do senador não seja reduzido a uma mera formalidade, para pedir que seja lhe concedida a chance de tomar conhecimento do alcance das denúncias apresentadas, dispondo assim de um “arcabouço comprobatório mínimo que demonstre que os fatos narrados têm algum respaldo probatório”.
A defesa argumenta, ainda, que o frenesi midiático em torno do caso conduz a uma atordoante cadeia de desinformação, privando o senador do “direito de ser bem acusado”.
“É indispensável que os fatos imputados sejam claros, precisos, devidamente narrados e individualizados de modo a permitir que o cidadão exerça o direito de defesa que a Constituição lhe garante”, diz o texto da defesa prévia.
Clique mais aqui.
País vive insegurança jurídica no campo, diz Lira Maia
Código Florestal não será a solução para tudo, mas deverá trazer mais segurança jurídica, acha o deputado federal Lira Maia (DEM-PA).
"Querem transformar o produtor brasileiro de herói da Pátria em bandido da pátria, criticou o parlamentar.
Confira no vídeo.A marcha da devastação na área de Belo Monte
Vejam só essa parada - que impressiona, vale dizer.
As fotos acima são de Marizilda Cruppe, do Greenpeace.
Mostram trechos de floresta amazônica que já foram suprimidos para a construção da hidrelétirica de Belo Monte, além da movimentação de máquinas e caminhões na região.
Segundo o Greenpeace, a área já sofre com impactos da obra como o adensamento demográfico em Altamira. Levantamento feito pela ONG aponta que o empreendimento pode desalojar até 40 mil pessoas devido ao alagamento de uma área equivalente a 516 km².
Couto contesta pesquisa favorável a Dilma
![]() |
| Mário Couto, senador do PSDB-PA: "É hora de nos unirmos e de fazermos uma faxina de verdade neste País" |
A conclamação partiu do senador Mário Couto (PSDB-PA), em pronunciamento na tarde desta quinta-feira, 26, quando ele voltou a responsabilizar o Partido dos Trabalhadores pelo crescimento da corrupção no País ao mesmo tempo em que criticou a impunidade daqueles que insistem em assaltar os cofres públicos. A CPI do Cachoeira se mostra agora a oportunidade de o Congresso Nacional colocar um freio na corrupção.
"Neste momento em que passa a pátria, a nação, deveríamos todos estar unidos independentemente de cor partidária. É hora de nos unirmos e de fazermos uma faxina de verdade neste País. Que faxina a Dilma faz se seis ministros foram tirados das suas pastas e mais dezenas e dezenas de servidores públicos e nada aconteceu? Nenhum exemplo foi dado à nação. Absolutamente nada aconteceu. Já esquecemos até o nome dos ministros que saíram do Governo por corrupção", indignou-se Mário Couto.
Para o senador paraense, o Brasil "perdeu o leme, perdeu o rumo", para viver numa "ditadura política" desde que o PT assumiu o poder. "A pátria não pode crescer com uma corrupção tão galopante. Todos os setores, toda a pátria está corrompida. Todos os meses, há muitos anos, as televisões publicam a corrupção deste País. Parece que o brasileiro já tem isso como normalidade. O que era, antigamente, um pecado capital, uma anormalidade brutal, uma sem-vergonhice brutal hoje é uma coisa muito simples", atentou Couto.
Praticamente desde que assumiu uma cadeira no Senado, o tucano manifesta preocupação com as irregularidades praticadas no Brasil. Lembrou que tentou criar três CPIs na Casa, mas não conseguiu avançar devido ao rolo compressor do Governo. "Eu aqui chamei atenção durante anos, desde que entrei aqui, para a roubalheira do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte). Foram trilhões de corrupção. Por eu ser um senador de oposição, ninguém me deu bola. Tentei abrir três CPIs. Derrubaram todas as três, engavetaram, riram da minha cara. Mas não é da minha cara que riem; é da cara do povo brasileiro, que eu represento aqui, do povo do meu querido Estado do Pará, que eu represento aqui", disse Mário Couto.
O senador tucano ainda chamou atenção para o fato de que, ao contrário do que parece, a maioria da população brasileira não se mostra satisfeita com o governo petista. Isso pode ser constatado na pesquisa do Ibope desta semana, na qual a presidente Dilma Rousseff aparece com 77% de aprovação. Ocorre que esse alto índice de aprovação não reflete totalmente a realidade, conforme observou Mário Couto, com base em artigo do jornal O Estado de S. Paulo. Isso porque, para os brasileiros, o governo vai bem somente em três áreas: no combate ao desemprego, à pobreza e no controle do meio ambiente.
Em outras áreas essenciais o governo petista vai muito mal, na avaliação dos entrevistados. Segundo a pesquisa do Ibope, 65% da população reprovam o sistema de impostos; 63%, os serviços de saúde; 61% condenam a segurança pública; 50%, o combate à inflação; e 55% dos brasileiros reprovam os juros. "Institutos de pesquisas, senhores brasileiros, guiam as pesquisas neste País, fazem o que querem das pesquisas", criticou o senador, para questionar: "Por que a Dilma aparece bem nas pesquisas? Porque o instituto faz o que quer. Como a presidente Dilma pode ter popularidade tão elevada se a população desaprova a gestão do governo na maioria dos setores essenciais?".
Para Mário Couto, os políticos precisam parar de "se ajoelhar aos pés do governo" em troca de cargos públicos e outros favores, e levar o Brasil a sério. "É a hora, senadores, de colocar em pratos limpos este País. Vamos mandar para a cadeia os corruptos, os ladrões que assaltam a nossa pátria. Nós temos ordem neste Brasil hoje? Não. A pátria está corrompida. Nós temos progresso nesse país hoje? Não. Nós não temos educação, nós não temos segurança, nós não temos saúde. O país está parado brasileiros e brasileiras".
Fonte: Assesoria de Imprensa
Sessão especial discute pensão aos "soldados da borracha"
Sessão especial da Assembleia Legislativa do Pará resgatou, nesta quinta-feira (26), a memória e a dignidade de brasileiros que atuaram como "soldados da borracha". Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), milhares de brasileiros de todas as regiões do país foram convocados pelo presidente Getúlio Vargas a se estabelecerem na Amazônia para trabalhar nos seringais, produzindo a borracha necessária à indústria bélica, por meio do Acordo de Washington, assinado entre o Brasil e os Estados Unidos. Mas, após a guerra, esses homens foram abandonados.
A sessão foi proposta pelo deputado estadual Edmilson Rodrigues (PSol) e reuniu representantes de órgãos públicos que poderão garantir o acesso desses heróis nacionais à pensão vitalícia do governo federal.
Edmilson destacou que cerca de 60 mil soldados da borracha, dentre esses, quase a metade desapareceu na selva amazônica ou morreu em razão das péssimas condições de transporte, alojamento e surtos epidêmicos. “O pior é que após o fim da guerra, os Soldados da Borracha foram abandonados pelo Estado brasileiro. Somente após a Constituição de 1988 é que uma pensão passou a ser direito desses trabalhadores, mas as dificuldades para consegui-la são enormes”, destaca.
O defensor público do Pará, Carlos Eduardo Barros, criou o Projeto Soldado da Borracha, que visa resgatar a história desses heróis anônimos e possibilitar o acesso deles à pensão vitalícia concedida pelo governo brasileiro. O defensor é um dos convidados da sessão especial, assim como os Ministérios Públicos Estadual e Federal, entidades de defesa dos direitos humanos, Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) e outros órgãos.
Fonte: Assessoria de Imprensa
A sessão foi proposta pelo deputado estadual Edmilson Rodrigues (PSol) e reuniu representantes de órgãos públicos que poderão garantir o acesso desses heróis nacionais à pensão vitalícia do governo federal.
Edmilson destacou que cerca de 60 mil soldados da borracha, dentre esses, quase a metade desapareceu na selva amazônica ou morreu em razão das péssimas condições de transporte, alojamento e surtos epidêmicos. “O pior é que após o fim da guerra, os Soldados da Borracha foram abandonados pelo Estado brasileiro. Somente após a Constituição de 1988 é que uma pensão passou a ser direito desses trabalhadores, mas as dificuldades para consegui-la são enormes”, destaca.
O defensor público do Pará, Carlos Eduardo Barros, criou o Projeto Soldado da Borracha, que visa resgatar a história desses heróis anônimos e possibilitar o acesso deles à pensão vitalícia concedida pelo governo brasileiro. O defensor é um dos convidados da sessão especial, assim como os Ministérios Públicos Estadual e Federal, entidades de defesa dos direitos humanos, Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) e outros órgãos.
Fonte: Assessoria de Imprensa
"Eu me descobri um perdedor"
Do jornalista Paulo Silber, sobre a postagem Dois Brasis, ao vivo e a cores, artigo da jornalista Ana Diniz:
Também assisti ao programa e me senti desconfortável.
Neste domingo, em que cedi aos apelos da paixão paraense, incorporado à torcida virtual que empunhou a bandeira de Bragança (afinal, sou de Marapanim, assim, assim com os bragantinos), justamente neste dia, em que me permiti uma tolerância improvável ao Domingão do Falastrão, eu me descobri um pobre perdedor.
Não pelo resultado da competição. O espetáculo de Prudentópolis foi melhor, mais colorido, sobretudo mais criativo. O elemento que acolchoa a disputa, sejamos justos, teve mais encanto lá embaixo do que aqui em cima. Falo da música. Roberto Carlos versus Calypso... é covardia!
O curioso é que nem um nem outro representa o traço cultural mais eloquente dos dois lugares. Mas, no meio dessa permissividade, se é para ser tolerante, Prudentópolis fez jus ao próprio nome e teve sensatez na escolha.
O mais desagradável, porém, foi a constatação de que o tempo passa, o tempo voa, mas a desinformação continua prevalecendo numa boa. Como disse Aldir Blanc, naquela música que Elis tornou imortal, o Brazil não conhece o Brasil. Pior: como no poema de John Donne, só a alguns, a que tal graça se consente, é dado ler o Brasil e compreendê-lo. A maioria não está interessada. Em programas como este, a TV Globo não é a melhor exegeta das entrelinhas do País, mas é caprichosa na hora de confundir mandioca com milho.
Na aldeia global, parecemos sujos, maltrapilhos, feios, desastrados, desorganizados. Em contraste com os sulistas desenhados em lápis de cera, nos resta a condição de exóticos. Como se a Globo nos desse o direito de ficar maculados. Com parágrafo único: podemos abusar desse direito!
É claro que o Paraná tem seus próprios contrastes e incertezas, limitações e pobrezas. Ou não faria parte do Brasil.
Ainda bem que a Ana escreveu sobre o assunto. É muito bom lê-la. Agora, sim, eu acredito que não sofri à toa.
Também assisti ao programa e me senti desconfortável.
Neste domingo, em que cedi aos apelos da paixão paraense, incorporado à torcida virtual que empunhou a bandeira de Bragança (afinal, sou de Marapanim, assim, assim com os bragantinos), justamente neste dia, em que me permiti uma tolerância improvável ao Domingão do Falastrão, eu me descobri um pobre perdedor.
Não pelo resultado da competição. O espetáculo de Prudentópolis foi melhor, mais colorido, sobretudo mais criativo. O elemento que acolchoa a disputa, sejamos justos, teve mais encanto lá embaixo do que aqui em cima. Falo da música. Roberto Carlos versus Calypso... é covardia!
O curioso é que nem um nem outro representa o traço cultural mais eloquente dos dois lugares. Mas, no meio dessa permissividade, se é para ser tolerante, Prudentópolis fez jus ao próprio nome e teve sensatez na escolha.
O mais desagradável, porém, foi a constatação de que o tempo passa, o tempo voa, mas a desinformação continua prevalecendo numa boa. Como disse Aldir Blanc, naquela música que Elis tornou imortal, o Brazil não conhece o Brasil. Pior: como no poema de John Donne, só a alguns, a que tal graça se consente, é dado ler o Brasil e compreendê-lo. A maioria não está interessada. Em programas como este, a TV Globo não é a melhor exegeta das entrelinhas do País, mas é caprichosa na hora de confundir mandioca com milho.
Na aldeia global, parecemos sujos, maltrapilhos, feios, desastrados, desorganizados. Em contraste com os sulistas desenhados em lápis de cera, nos resta a condição de exóticos. Como se a Globo nos desse o direito de ficar maculados. Com parágrafo único: podemos abusar desse direito!
É claro que o Paraná tem seus próprios contrastes e incertezas, limitações e pobrezas. Ou não faria parte do Brasil.
Ainda bem que a Ana escreveu sobre o assunto. É muito bom lê-la. Agora, sim, eu acredito que não sofri à toa.
Onde estão os problemas
RUI RAIOL
Às vezes, olho pessoas caminhando nas ruas e reflito quantos problemas elas devem carregar. Vejo o desenho de seus corpos frágeis, cortando o espaço, e fico admirado de que é justamente naquela porção de matéria que moram tantas preocupações. Por um ensaio, imagino que se o transeunte deixa de existir, desaparecendo aquele receptáculo, some também um mundo de situações que muito podem incomodá-lo.
Onde estão os problemas do mundo? Desde a preocupação com o alimento diário até grandes questões mundiais? Por incrível que pareça, quase todos os problemas do mundo estão dentro da gente. Eles estão em nossa mente, em nosso mundo imaginário e emotivo.
Faça agora um inventário de seus problemas e descubra quanto de realidade eles contêm. Pouco. Muito pouco. Para começo de conversa, grande parte dos problemas está fora de cronologia, situam-se no passado ou no futuro. Se provêm de tempo decorrido, eles surgem como frustração, remorso ou arrependimento. Emocionais. Desprovidos de realidade fática, algo que temos hospedado para nos atormentar. Se problemas têm por base o futuro, então eles são expectativa, ansiedade, medo. Novamente, mentais. Desprovidos de realidade, porque ainda não atingimos o tempo à nossa frente. Deveríamos abandonar esse mau presságio. Dentro de uma abordagem bastante ampla, o mundo não tem problemas. Temos nós.
Pense comigo: uma pessoa vive amargurada porque não consegue pagar uma dívida com um banco. Este, sem dar a mínima para a saúde do devedor, liga todo dia. Perturba. Processa. Executa. A pobre pessoa não encontra paz. Não dorme direito. Não suportando a pressão, suicida-se. Sabe o que vai mudar no cenário do dia? Nada. Dia seguinte, o banco abrirá normalmente. As máquinas de cobrança vão ligar de novo. Sabendo do óbito, o banco acionará sua seguradora, que o indenizará, restabelecendo-lhe o capital. Ora, se quando morremos, um problema pode desaparecer, por que não podemos ser perdoados em vida? Hipocrisia. Desonestidade. Iniquidade. Dívida impagável. Tudo isto tem o banco, que age dessa forma. E o devedor vivo? Não, ele não tem nenhum problema, pois sabe que sua vida não está nesse nível de negócio.
Empreguei este exemplo extremo para demonstrar que muitos problemas que nos atormentam não estão com essa bola toda. Não são o monstro que aparentam ser. E também para falar de um problema mais real. Grande maioria, porém, não lida com esse tipo de situação. Muitos problemas só existem em nossa cabeça. Preocupação. Isto mesmo: pré-ocupação. Estamos atarefados mentalmente com o tempo que ainda não chegou, sem pelo menos sabermos se o alcançaremos. Ansiedade. Medo. Insegurança. Em nome de quê? Por que motivo? Pela vida, diriam alguns. Mas a vida é algo tão indiferente a esse mundo cognitivo sombrio! Resume-se a um punhado de ar, um gole d’água, uns raios de luz e um pedaço de pão. É isso que faz a nossa máquina girar. E como preocupação cansa, pelo menos poupemos energia.
Desaparecendo o homem, desaparecem os problemas. Individuais e coletivos. Imagine que a própria Terra estaria a salvo se a humanidade fosse dar uma voltinha no espaço, pois mesmo problemas desse tipo têm solução. Florestas. Rios. Mares. Fauna. Tudo estaria salvo. Os problemas não estão no mundo. Estão em nossas mentes. Em nossas ações. Não é possível, portanto, que nossa presença aqui seja algo tão negativo. Não é. Vamos lá. Anime-se! Valemos mais enquanto estamos vivos. Pensemos somente em soluções, jamais em problemas. E, se não as encontrarmos, confiemos em Deus e durmamos.
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RUI RAIOL é escritor
www.ruiraiol.com.br
O que ele disse
"Minha sogra está dez... Dez quilômetros de distância daqui."
"Malandro é cavalo-marinho, que finge que é peixe pra não puxar a carroça"
"Parei de beber e parei de fumar. Eu só não consigo parar de mentir"
Dicró, o irreverente sambista, famoso pelos temas satíricos, que morreu aos 66 anos de idade, na última quarta-feira.
"Malandro é cavalo-marinho, que finge que é peixe pra não puxar a carroça"
"Parei de beber e parei de fumar. Eu só não consigo parar de mentir"
Dicró, o irreverente sambista, famoso pelos temas satíricos, que morreu aos 66 anos de idade, na última quarta-feira.
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Pausa
Mais uma vez, compromissos profissionais do poster impedem a atualização do blog.
O Espaço Aberto agradece a compreensão de seus leitores.
O Espaço Aberto agradece a compreensão de seus leitores.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Ayres Britto compõe staff com ex-chefes de associações
Do Consultor Jurídico
O novo presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, ministro Ayres Britto, pretende abrir as duas instituições ao diálogo com os juízes. A elaboração de projeto de uma nova Lei Orgânica da Magistratura e os salários dos juízes serão alguns dos temas que deverão ser discutidos em breve.
Tentando se aproximar das associações de juízes, Ayres Britto convocou três ex-presidentes dessas instituições para atuar como juízes auxiliares da Presidência: Mozart Valadares, da Associação dos Magistrados do Brasil (AMB), Fernando Mattos, da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), e Luciano Athayde, da Associação Nacional de Magistrados do Trabalho (Anamatra). O juiz Francisco Alves Júnior, ex-presidente da Associação dos Magistrados de Sergipe (Amase), foi escolhido para a secretaria-geral do Conselho Nacional de Justiça.
Logo após a cerimônia de posse da presidência do STF, na última quinta-feira (19/4), Britto reuniu os três presidentes das associações para uma conversa. “Esse é o perfil dele, e será muito bom para a magistratura brasileira, assim como será bom para o povo brasileiro”, afirmou o presidente da AMB, Nelson Calandra.
Para o presidente da Ajufe, Gabriel Wedy, Ayres Britto “vai defender uma administração do Poder Judiciário democrática e aberta à sociedade”. Isso, acredita, “será muito importante, porque permitirá aproximar o Judiciário da população”.
O juiz do trabalho Renato Henry Sant’Anna, presidente da Anamatra, lembrou o prestígio que o presidente sempre conferiu ao movimento associativo e afirmou que a expectativa é de mais diálogo com a magistratura e com os demais poderes. “A magistratura do Trabalho está esperançosa de que terá no ministro Ayres, por sua trajetória marcante dedicada aos ideais sociais e humanistas, um líder sempre em busca da efetivação dos direitos, da valorização da magistratura e do fortalecimento do Poder Judiciário brasileiro”, destacou.
O novo presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, ministro Ayres Britto, pretende abrir as duas instituições ao diálogo com os juízes. A elaboração de projeto de uma nova Lei Orgânica da Magistratura e os salários dos juízes serão alguns dos temas que deverão ser discutidos em breve.
Tentando se aproximar das associações de juízes, Ayres Britto convocou três ex-presidentes dessas instituições para atuar como juízes auxiliares da Presidência: Mozart Valadares, da Associação dos Magistrados do Brasil (AMB), Fernando Mattos, da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), e Luciano Athayde, da Associação Nacional de Magistrados do Trabalho (Anamatra). O juiz Francisco Alves Júnior, ex-presidente da Associação dos Magistrados de Sergipe (Amase), foi escolhido para a secretaria-geral do Conselho Nacional de Justiça.
Logo após a cerimônia de posse da presidência do STF, na última quinta-feira (19/4), Britto reuniu os três presidentes das associações para uma conversa. “Esse é o perfil dele, e será muito bom para a magistratura brasileira, assim como será bom para o povo brasileiro”, afirmou o presidente da AMB, Nelson Calandra.
Para o presidente da Ajufe, Gabriel Wedy, Ayres Britto “vai defender uma administração do Poder Judiciário democrática e aberta à sociedade”. Isso, acredita, “será muito importante, porque permitirá aproximar o Judiciário da população”.
O juiz do trabalho Renato Henry Sant’Anna, presidente da Anamatra, lembrou o prestígio que o presidente sempre conferiu ao movimento associativo e afirmou que a expectativa é de mais diálogo com a magistratura e com os demais poderes. “A magistratura do Trabalho está esperançosa de que terá no ministro Ayres, por sua trajetória marcante dedicada aos ideais sociais e humanistas, um líder sempre em busca da efetivação dos direitos, da valorização da magistratura e do fortalecimento do Poder Judiciário brasileiro”, destacou.
Querem emoção? Ouçam o Galvão?
Olhem só.
Vocês querem emoção? Acompanhem a narração do Galvão.
Isso é uma rima, claro. Mas não é a solução.
Se você acompanhar a narração do Galvão, esse monumento incontrastável à simpatia na televisão brasileira, você terá de optar por um dos times que estão jogando.
Do contrário, se você esperar uma emoção imparcial, digamos assim, vai se arrepender.
Cliquem aqui.
Observem vocês mesmos.
Galvão, ontem, se superou. E ele sempre se supera.
Narrando Barcelona x Chelsea, quase morre torcendo pelo Barça.
Gritou os gols do Barça emocionadamente.
Emocionadissimamente.
"Olha o gol, olha o gol, olha o gol, goooooollllllllll do Barcelona", rosnou Galvão nos dois gols do time da Catalunha.
Mas ele mesmo, Galvão, quase cala no gol - um lindo gol, um golaço, uma pintura de gol - do Ramires para o Chelsea. Do brasileiro Ramires, vale dizer.
Um escândalo.
Mesmo assim, um escândalo emocionante.
O mais bacana, no entanto, foram as tiradas de Galvão, esse emérito secador.
"Agora é o seguinte, amigo. Segura que vem chocolate aí", proclamou Galvão, ao fechar com chave de ouro a narração do segundo gol do Barcelona.
Final: 2 a 2.
Barcelona eliminado.
Chelsea na final da Liga dos Campeões.
Hehehe.
Galvão aborrece a gente.
Mas às vezes diverte.
Vocês querem emoção? Acompanhem a narração do Galvão.
Isso é uma rima, claro. Mas não é a solução.
Se você acompanhar a narração do Galvão, esse monumento incontrastável à simpatia na televisão brasileira, você terá de optar por um dos times que estão jogando.
Do contrário, se você esperar uma emoção imparcial, digamos assim, vai se arrepender.
Cliquem aqui.
Observem vocês mesmos.
Galvão, ontem, se superou. E ele sempre se supera.
Narrando Barcelona x Chelsea, quase morre torcendo pelo Barça.
Gritou os gols do Barça emocionadamente.
Emocionadissimamente.
"Olha o gol, olha o gol, olha o gol, goooooollllllllll do Barcelona", rosnou Galvão nos dois gols do time da Catalunha.
Mas ele mesmo, Galvão, quase cala no gol - um lindo gol, um golaço, uma pintura de gol - do Ramires para o Chelsea. Do brasileiro Ramires, vale dizer.
Um escândalo.
Mesmo assim, um escândalo emocionante.
O mais bacana, no entanto, foram as tiradas de Galvão, esse emérito secador.
"Agora é o seguinte, amigo. Segura que vem chocolate aí", proclamou Galvão, ao fechar com chave de ouro a narração do segundo gol do Barcelona.
Final: 2 a 2.
Barcelona eliminado.
Chelsea na final da Liga dos Campeões.
Hehehe.
Galvão aborrece a gente.
Mas às vezes diverte.
Avelina prepara o retorno à presidência da OAB-PA
A procuradora do Estado Avelina Imbiriba Hesketh é pré-candidata declarada à presidência da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Pará. Nos últimos dias, ela e outros advogados, entre os quais vários integrantes do Grupo Independente, que apoiou Sérgio Couto no último pleito, têm costurado apoios e concretizado o esboço de um projeto para resgatar a imagem da entidade.
“Minha candidatura a presidente da OAB terá como foco a ordem na Ordem, o resgate da auto-estima, o resgate da OAB como a legítima representante dos interesses dos advogados”, disse Avelina, em conversa com o Espaço Aberto.
Presidente da Ordem no período de 1998 a 2000, ele concorda que a imagem da OAB foi tisnada fortemente de meados do ano passado até agora, desde que as suspeitas de irregularidades na venda de um terreno da Ordem no município de Altamira resultaram numa intervenção de seis meses, decretada pelo Conselho Federal na Seccional paraense, bem como na abertura de um processo ético-disciplinar contra o presidente Jarbas Vasconcelos, que retornou ao cargo na última segunda-feira.
Mesmo assim, Avelina garantiu ao blog que, se depender da chapa que ela vai encabeçar e do grupo que está disposto a apoiar sua candidatura, a campanha para o pleito da OAB no Pará, marcada para o mês de novembro, será travada em alto nível.
Por enquanto, ainda não está definido o candidato a vice. Segundo Avelina, as conversas estão se processando em estágio preliminar com vários segmentos da classe dos advogados, para se definir quais os nomes e quais as forças que ainda poderão ser agregadas em apoio à chapa que será formalizada.
Terço deve reunir milhares no Amazônia Hall
Num e-mail remetido ao blog, Pedro, que é advogado e tem raízes em Santarém, no oeste do Pará, informou que o Terço está programado para o próximo sábado, a partir das 11h, no Amazônia Hall (telefone 3248-3255), a casa de eventos situada na Avenida Augusto Montenegro nº 981, às proximidades da Churrascaria Pavan.
No mesmo dia, no Shopping Boulevard, na loja da Livraria Saraiva, a partir das 14h30, Pedro fará uma tarde de autógrafos de seu livro, Senhora das Águas.
Prefeitura diz que doou apenas parte de equipamentos
Da Assessoria de Comunicação Social da Prefeitura de Belém, sobre a Prefeitura faz leilão de máquinas doadas pelo Estado:
A Prefeitura Municipal de Belém (PMB) informa que as máquinas destinadas à dragagem de canais atingidos pelas obras de macrodrenagem do Governo do Estado, foram doadas e incorporadas aos equipamentos da PMB em 2005.
A PMB exerce a política de leiloar equipamentos que encontram-se em estado inservível, ou seja, sem condições de uso na execução de tarefas pertinentes às atividades da gestão municipal. Nestes casos, e de forma legal, a PMB opta pelo leilão desses equipamentos.
A PMB informa ainda que somente parte dos equipamentos deteriorados foi leiloada. O restante do maquinário continua em funcionamento atuando na limpeza e desobstrução dos canais da cidade. Os equipamentos leiloados foram imediatamente substituídos por outros e como tal,destinados à execução das obras e serviços de responsabilidade da administração municipal.
A Prefeitura Municipal de Belém (PMB) informa que as máquinas destinadas à dragagem de canais atingidos pelas obras de macrodrenagem do Governo do Estado, foram doadas e incorporadas aos equipamentos da PMB em 2005.
A PMB exerce a política de leiloar equipamentos que encontram-se em estado inservível, ou seja, sem condições de uso na execução de tarefas pertinentes às atividades da gestão municipal. Nestes casos, e de forma legal, a PMB opta pelo leilão desses equipamentos.
A PMB informa ainda que somente parte dos equipamentos deteriorados foi leiloada. O restante do maquinário continua em funcionamento atuando na limpeza e desobstrução dos canais da cidade. Os equipamentos leiloados foram imediatamente substituídos por outros e como tal,destinados à execução das obras e serviços de responsabilidade da administração municipal.
Flexa é o vice-presidente da Subcomissão da Aviação Civil
O senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) foi eleito na manhã desta terça-feira (24), por unanimidade, vice-presidente da Subcomissão do Senado sobre a Aviação Civil no Brasil. A Subcomissão foi criada para debater temas como a ampliação do acesso da população a viagens aéreas, as concessões de aeroportos e a necessidade de ampliar a fiscalização e mecanismos de defesa dos conumidores/usuários da aviação no País.
“Nossa intenção é aprofundar os debates e apresentar propostas que venham melhorar a aviação no País, principalmente em relação à segurança e de defesa do consumidor”, afirmou Flexa Ribeiro.
O colegiado, criado em fevereiro deste ano, pretende ouvir os diversos segmentos da aviação e depois apresentar contribuições para uma política pública para o setor. O senador Vicentinho Alves (PR-TO) é o presidente da subcomissão, que é ligada à Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI).
Ao apresentar a proposta de trabalho, Vicentinho Alves ressaltou a necessidade de regulamentação adequada para a aviação brasileira. “A aviação tem um papel importantíssimo num país continental como o nosso, transporta pessoas e riquezas, fazendo ainda o papel de integração do país”, frisou Vicentinho Alves.
A subcomissão atuará por 12 meses e realizará audiências públicas para discutir, entre outros assuntos, a atuação dos órgãos responsáveis pela gestão e fiscalização do setor; a situação da aviação comercial, com ênfase nos serviços regionais; a formação de pessoal e as condições de trabalho dos pilotos; a manutenção de aeronaves; as concessões de aeroportos e o atendimento às reivindicações dos consumidores.
Também compõem a Subcomissão os senadores Walter Pinheiro (PT-BA), Vital do Rêgo (PMDB-PB), Eduardo Braga (PMDB-AM), José Pimentel (PT-CE), Delcidio Amaral (PT-MS), Ivo Cassol (PP-RO), Valdir Raupp (PMDB-RO) e Lúcia Vânia (PSDB-GO). Ao final dos trabalhos, será apresentada à presidente Dilma Rousseff um projeto para regulamentar a aviação como um todo no País.
Von propõe utilidade pública para entidade
Projeto de lei apresentado na Assembleia Legislativa pelo deputado estadual Alexandre Von (PSDB-PA) propõe o reconhecimento como entidade de utilidade pública para o Estado do Pará ao Fórum dos Pesquisadores das Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa de Santarém (Fopiess), entidade civil de direito privado fundada em 26 de fevereiro de 2009, com sede e foro em Santarém. Em sua justificativa, o parlamentar santareno destacou a importância do reconhecimento proposto para que o Fórum possa desfrutar dos benefícios e tratamento diferenciado que a legislação pertinente dispensa a entidades de direito privado sem fins lucrativos, cujo trabalho esteja voltado para os anseios da coletividade e dos mais legítimos interesses do Estado do Pará.
Dentre outros, constituem fins institucionais do Fórum dos Pesquisadores das Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa de Santarém
* Coordenar a organização de pesquisadores que a ela se vincularem, incentivando a busca de novos conhecimentos de natureza técnica ou científica na Região Amazônica;
* Divulgar, analisar e discutir, internamente ou por meio de eventos, os resultados de trabalhos de natureza técnica ou científica produzidos;
* Cooperar, auxiliar e instrumentar a atuação dos poderes públicos, preferencialmente no âmbito local e regional (contexto amazônico), visando otimizar a relação do binômio teoria-prática, a fim de que os resultados e produtos do esforço intelectual da pesquisa possam trazer benefícios à comunidade de forma segura e mais rápida.
Esta matéria legislativa atende à solicitação apresentada pelo Fórum, através de sua presidente professora Irene Escher e de seu vice-presidente professor Miguel Borghezan, por ocasião da realização do X Encontro de Estudos e Debates sobre Águas Doces do Baixo Amazonas, promovido pelo Fopiess nos dias 19 e 20 do mês corrente, e que contou com a presença do deputado estadual Alexandre Von.
Dentre outros, constituem fins institucionais do Fórum dos Pesquisadores das Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa de Santarém
* Coordenar a organização de pesquisadores que a ela se vincularem, incentivando a busca de novos conhecimentos de natureza técnica ou científica na Região Amazônica;
* Divulgar, analisar e discutir, internamente ou por meio de eventos, os resultados de trabalhos de natureza técnica ou científica produzidos;
* Cooperar, auxiliar e instrumentar a atuação dos poderes públicos, preferencialmente no âmbito local e regional (contexto amazônico), visando otimizar a relação do binômio teoria-prática, a fim de que os resultados e produtos do esforço intelectual da pesquisa possam trazer benefícios à comunidade de forma segura e mais rápida.
Esta matéria legislativa atende à solicitação apresentada pelo Fórum, através de sua presidente professora Irene Escher e de seu vice-presidente professor Miguel Borghezan, por ocasião da realização do X Encontro de Estudos e Debates sobre Águas Doces do Baixo Amazonas, promovido pelo Fopiess nos dias 19 e 20 do mês corrente, e que contou com a presença do deputado estadual Alexandre Von.
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