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terça-feira, 30 de setembro de 2008

No Cosanostra, madrugada à base de regurgitação

Está certo que, de vez em quando, o Cosanostra está em evidência.
Desponta no Espaço Aberto, quase sempre, na condição de palco de madrugadas inesquecíveis.
Sabe-se que as madrugadas no Cosanostra são inesquecíveis (confira aqui, aqui e aqui) porque elas transbordam dos limites do Cosanostra para o limites da casanostra, ou seja, da residência dos moradores do entorno do Cosanostra.
Mas é claro que nem tudo que é inesquecível transborda do Cosanostra. E nem poderia Muita coisa fica confinada lá por dentro mesmo. Mesmo assim, aqui fora a gente sabe de tudo. Ou quase tudo.
Como agora, por exemplo.
Até agora, a força-tarefa da limpeza do Cosanostra ainda se entretém para desinfetar o bar de evento inesquecível. Um evento inesquecível ocorrido em madrugada, claro, inesquecível.
Em resumo: na quarta-feira passada, um jornalista regurgitou no balcão do Cosanostra.
Regurgitou? Sim, regurgitou.
E por que não se diz vomitou?
Porque a maioria dos jornalistas vomita. Outros – poucos – de maior catiguria, apenas regurgitam. E o fazem em jorro, incontidamente, involuntariamente. É vômito, de qualquer forma. Mas a isso se chama regurgitação.
Bloouuuu! Quando dão por si mesmos, já regurgitaram.
Pois foi assim, na quarta-feira passada. A regurgitação ocorreu próximo ao balcão, onde, segundo informam ao blog, dez entre dez freqüentadores do Cosanostra se reúnem para beber.
Por que o jornalista regurgitou?
Porque tem regurgitação fácil. Tem uma certa incontinência em relação a isso. Ele já protagonizou, por exemplo, regurgitações em plena dança. Dançando, o cara já regurgirtou. E não parou de dançar. E não parou de dançar bem – porque é bom de dança. É uma verdadeira lagartixa quando dança.
De outras vez, no Furlani’s, ali na Primeiro de Dezembro, regurgitou num ângulo de 360 graus. Começou num certo ponto, foi se virando aos poucos e o regurgitado era lançado à distância.
- Impressionante. Eu nunca tinha visto isso – conta quem viu.
E mesmo quem não viu haverá de concordar que é mesmo impressionante.
Hoje, vocês sabem – aliás, se não sabiam, saibam agora - é dia do Cosanostra bombar. Os espetéculos sempre ocorrem com maior freqüência nas noites de terça para quarta.
Mas o cara não vai lá, não.
Está meio constrangido.
Vai regurgitar em outros bares.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Próximo ao Cosanostra, as madrugadas são inesquecíveis

Nas viradas de terças para quartas-feiras, as madrugadas são inesquecíveis, verdadeiramente inesquecíveis no Cosanostra, que fica na Benjamin, próximo à Braz de Aguiar.
As madrugadas são inesquecíveis não apenas para o bar-café, que bomba a não mais poder nesses dias e deve faturar os tubos. Também são inesquecíveis para os vizinhos, que a força das circunstâncias vez por outra chama às janelas dos edifícios próximos, para que vejam com os próprios olhos as curiosidades que se passam lá por baixo.
No início desta madrugada, há pouco, por volta de 0h30, desenrolou-se ali uma dessas cenas inesquecíveis.
Três freqüentados do Cosanostra - um deles de quatro 2 metros de altura e largura proporcional – saíram de lá em meio a uma discussão. Na calçada, a discussão engrossou. Eram dois contra um. Ao que tudo indica, a briga era por causa de mulher.
Como discussão à porta de bar não costuma ficar no nível das que ocorrem nos cursos do Instituto Rio Branco, os três contendores foram do verbo aos socos em questão de segundos. E sempre dois contra um, não se esqueça.
O quebra-pau, que começou à porta do Cosanostra, ganhou pernas e caminhou uns 20 metros adiante, até a esquina da Braz de Aguiar com a Benjamin, onde há um banco para o descanso dos motoristas de táxi que fazem ponto ali.
O brigão que estava em desvantagem contra os outros dois – um deles o cara de quase 2 metros e largura proporcional – desequilibrou-se com uma das pancadas e foi ao chão. Caído, levava chutes da cabeça aos pés. Aliás, apanhava mesmo mais na cabeça do que nos pés. Você se lembra das cenas do engenheiro da Eletrobrás apanhando em Altamira? Pois é. Era pior, bem pior.
Até que o brigão em franca desvantagem, e ainda caído, começou a gritar:
- Chama a polícia, p... Chama a polícia, p....
E não é que apareceu a polícia? Por mais incrível que possa parecer, a polícia apareceu. À zero hora e trinta minutos de uma quarta-feira, numa noita que até então era calma, ventilada e convidativa para o sono e para o sono, eis que apareceu a polícia na Avenida Braz de Aguiar.
- Pára com isso, p... Eu sou a polícia. Eu sou a polícia – dizia um cidadão que saiu, também ele, do Cosanostra com a arma em punho e se dirigindo aos dois brigões que batiam no que estava no chão.
Para não deixar dúvida de sua autoridade, o autoidentificado policial disparou dois tiros para o alto. Só assim é que os espancadores viram que a advertência policial poderia virar uma sanção embalada, caso continuassem a espancar o que estava caído.
- Pega o teu carro e vai embora pra tua casa, pega o teu carro e vai emobra – berrava o autoidenficado policial com o revólver abanando a cara do brigão de quase 2 metros. Você se lembra da Tuíra com um facão encostado na cara do então presidente da Eletronorte José Antônio Muniz Lopes, em 1989? Pois agora era bem mais arriscado: tratava-se de um revólver a um dedo da cara de um espancador à solta na Braz de Aguiar.
E foi assim que o brigão espancado conseguiu levantar-se do chão e rasgar do local, não sem antes desfiar os palavrões compatíveis com a situação e com as circunstâncias, é claro. E tudo voltou à maior normalidade. Pelo que se pôde ver, o autoidentificado policial inclusive voltou para o Cosanostra. Armado, mas aliviado por ter cumprido seu dever de puxar a arma, disparar dois tiros para o alto e apartar os brigões.
É assim. As madrugadas de terças para quartas-feiras no Cosanostra são inesquecíveis. Absolutamente inesquecíveis. Tanto para quem está no Cosanostra e para os vizinhos.
Aliás, os vizinhos do Cosanostra estão ansiosos para que a prefeitura comece logo as obras que, segundo se diz, vão tornar a Braz de Aguiar uma rua 24 horas.
Aí é que deve ficar mais animado. Aí é que as emoções vão aflorar. Com tiros, berros, pancadas, palavrões e barulho, como você sabe, é sempre mais emocionante.
Deploravelmente, arriscadamente emocionante.

sábado, 20 de setembro de 2008

“Eu te conheço. Eu te mato”. Era no Cosanostra.

No Cosanostra, onde as madrugadas são inesquecíveis, como vocês sabem, a madrugada deste sábado encerrou-se de forma, evidentemente, inesquecível.
Por volta das 5h da matina, várias moradores dos prédios próximos foram acordados com os berros que vinham lá debaixo. Que vinham da porta do Cosanostra.
E de onde poderia ser mais? De onde poderiam vir os berros numa madrugada de sábado, às 5h da manhã, senão da porta do Cosanostra?
Eram três ou quatro casais que saíam de lá. Evidentemente que todos estavam mais do que sóbrios. É claro que estavam. Não se tem a menor dúvida quanto a isso.
Pois é.
Como estavam sóbrios e serenos, dois rapazes começaram a discutir. E só não foram aos socos porque os seguranças intervieram a tempo. Mas sobraram bate-boca, berros, palavrão, empurra-empurra e ameaças – de morte, inclusive.
“Eu te conheço. Eu sei quem tu és. Eu te mato”, dizia um dos impertinentes ao outro, que era agarrado pelos seguranças para não reagir.
Um espetáculo. Inesquecível, realmente.
Como inesquevíveis são as madrugadas do Cosanostra.
Preservemos o Cosanostra. Sem as suas madrugadas, não tem graça nenhuma.
Realmente, não tem.

domingo, 24 de maio de 2009

“Sou eu que te sustento, que pago as tuas dívidas...”

E o Cosanostra, aquele, vocês sabem, onde as madrugadas são inesquecíveis?
Andava meio sumido por aqui.
Não por falta de assunto, todavia.
Porque o Cosanostra, a cada dia – ou cada noite -, é uma fonte inesgotável de eventos imperdíveis.
Inclusive os que se passam em frente ao Cosanostra.
Na última terça, por volta das 2h30 da matina, vários dos que moram no entorno desta coisa que é o Cosanostra foram despertados no meio da madrugada ouvindo um, digamos, embate verbal entre um casal que saía de lá não tão relaxado como se imagina.
- C..., sou eu que pago as tuas dívidas, que te sustento, que pago os teus vícios – ela berrava.
- Entra no táxi, entra no táxi... – ele respondia, meio aturdido.
Cenas da vida.
Compartilhadas com todos os que se demoram no entorno do Cosanostra.
Aquele, vocês sabem, onde as madrugadas são inesquecíveis.

sábado, 25 de julho de 2009

Cosanostra: berros e palavrões em noite inesquecível

No Em Poucas Linhas, de O LIBERAL:

* Frequentadores do Cosanostra Café, na Benjamin Constant, passam do limite. Na madrugada de quinta-feira, por volta das 3 horas, um homem embriagado soltava berros e palavrões enquanto era contido por amigos.
* O desafeto deixou o local como se nada tivesse acontecido. Mas a baderna continuou por mais 30 minutos, quando o bêbado começou a chorar como criança mal-educada.
* Assim, fica difícil descansar após um dia de trabalho.

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Do Espaço Aberto:

Isso é até pouco, muito pouco em relações a outras noites calientes nas imediações do Cosanostra.
No Cosanostra onde, vocês sabem, as noites são inesquecíveis.
Se você quer saber um pouco, clique aqui, aqui e aqui.
No Cosanostra, é assim: o entorno que se lixe.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

No Cosanostra, impropérios e desafios na madrugada

Sabem o Cosanostra, aquele em que as madrugadas são inesquecíveis?
Pois a madrugada de sexta para sábado foi igualmente inesquecível no Cosanostra.
Por volta das 5 de matina, um homem sem camisa saiu de lá e estava querendo distribuir pancada em todo mundo.
Sobretudo num motorista de táxi, um baixinho, coitado, que se encolheu todo e ficou menor ainda do que já é, explicando ao marrento que estava apenas querendo colaborar para que se evitasse confusão.
Pois o sujeito, achando-se o tal, andava de um lado para o outro, na área em frente ao Cosanostra, proferindo impropérios e desafiando até as mangueiras.
Até que um outro motorista de táxi entrou na parada.
Saiu do táxi dele, postou-se em frente ao selvagem, abriu os braços e desafiou:
- Bate. Pode bater.
O selvagem, acreditem, ficou a um metro do taxista e não passou dali.
Calou-se.
Silenciou.
Emudeceu.
Deu meia volta.
E foi embora.
E não foram poucos os que, assistindo à cena, torceram para que ele voltasse e ensaiasse bater no motorista que o desafio.
Só para ver o motora dar o troco no selvagem.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

No Cosanostra, outra madrugada inesquecível

Como aqui já disse – ou melhor, já se testemunhou -, as madrugadas às proximidades do Cosanostra são sempre inesquecíveis. Sempre.
Por volta de 1h30 de hoje, novo fuzuê.
Felizmente, desta vez não houve pontapés e nem tiros.
Mas houve berros, palavrões, dedo em riste, ameaças, uma loura fazendo top-top-top em desafiador diante de quem aparecesse na frente dela, seguranças correndo meio tontos e todo aquele espetáculo que, vocês sabem, somente são protagonizados por freqüentadores descontraidíssimos que entram e saem do Cosanostra durante as madrugadas.
E dane-se o mundo. Dane-se quem sonha acordado em sossegar. Dane-se quem ainda sonha em ter madrugadas serenas.
Porque as madrugadas perto do Cosanostra, vale repetir, são inesquecíveis.
Verdadeiramente inesquecíveis.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Quem é?

Tanto em comentários nas caixinhas e até por telefone já quiseram saber do poster quem é, afinal, o jornalista regurgitador.
É gente curiosa – vocês pensam que apenas jornalista é curioso? – que achou a história relata aqui um pouco, digamos, diferente.
O blog não faria uma descortesia com o colega, aliás, com amigo dos mais amigos de todos, revelando-lhe o nome para expô-lo à execração, aliás, à regurgitação pública.
Mas um bom local para se revelar o nome é no próprio Cosanostra.
É quase certo que graçons e o pessoal da limpeza do Cosanostra jamais se esquecerão do que aconteceu por lá.
Porque tudo no Cosanostra é inesquecível, vocês sabem.
Para quem está dentro e para quem está fora.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Festa de criança é páreo duro em relação ao Cosanostra

Justiça se faça, o Cosanostra não é o único responsável por certas coisas inesquecíveis (aqui e aqui) que acontecem às suas proximidades.
Uma publicitária indignada manda pelo e-mail do blog o testemunho da sua exasperação com o que testemunhou ontem (26) à noite, quando tentava – em vão, ressalte-se – pegar no sono.
Desde as 21h, rolava uma festa infantil no térreo do prédio que fica em frente ao seu, na esquina da Avenida Braz de Aguiar com a Travessa Benjamin Constant. Os decibéis estavam tão elevados que ela escutava perfeitamente a barulheira em seu apartamento, no oitavo andar. Tinha caixa de som, uma animadora, músicas, torcidas, gritinhos e tudo o mais. “Mas o pior era a música”, conta a leitora.
Até que ela resolver discar. Passou a mão no telefone, discou para o Disk Silêncio e travou o seguinte diálogo:
- Disk Silêncio, boa noite!
- Boa noite, gostaria de fazer uma denúncia.
- Diga, senhora.
- Moro aqui na Braz de Aguiar esquina com a Benjamin e na frente do meu prédio está tendo uma festa infantil. Eu ouço tudo do meu apartamento do oitavo andar. A música está muito, muito alta. E o som que produzido pelo microfone também está muito alto, moço.
- Ah é, minha senhora?! A senhora quer parar uma festa de criança? - disse o atendente, sem esconder um tom indignado, de reprimenda.
A reclamante não desistiu.
- Moço, o barulho está muito alto.
- Tenha paciência, né!
“Feito isso, desligou o telefone na minha cara”, complementa a publicitária.
O detalhe: o Disk Silêncio funciona numa delegacia. “Acho que meu coração é feito de aço por não agüentar todas as músicas do Backyardigans, Xuxa, Cláudia Leite e afins, em um volume insuportável no meu apartamento todo fechado e com ar-condicionado ligado no oitavo andar”, diz a publicitária.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

CTBel surpreende os transgressores de madrugada

Toma-te!
A CTBel – sim, ela mesma – e a Secon passaram no início da madrugada desta quinta-feira pela Braz de Aguiar, na área que vai da Rui Barbosa até a Benjamin.
Multaram trocentos carros.
Inclusive – e sobretudo – é claro os que se encontravam sobre as calçadas.
Os carros, em sua maioria, são de freqüentadores do bar Capital e do Cosanostra.
O Cosanostra, vocês sabem, produz sempre noites inesquecíveis.
E o Capital também atrai um tipo de público – tudo gente da nossa melhor sociedade, da maior catiguria – que, vez por outra, mostra a sua verdadeira natureza.
Aliás, se a CTBel não dormisse e fizesse sempre o que fez na madrugada de hoje, seus cofres, que já estão abarrotados de dinheiro provindo da indústria de multas, ficariam mais abarrotados ainda.
Seria necessária uma outra CTBel para gerir tanto dinheiro.
Porque a bagunça, nesta área da Braz de Aguiar, durante as madrugadas, é uma coisa impressionante.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Pedrinho Cavalléro de volta ao Sesc Boulevard

Quem não assistiu ao show do cantor e compositor Pedrinho Cavalléro no Sesc Boulevard no último dia 11 tem nova oportunidade amanhã, quarta-feira, a partir das 19h, com entrada franca. Em ocasiões como esta, ou em shows como o que fez na sexta, 25, encerrando a primeira noite da décima edição do Servfest, Pedrinho alia grandes sucessos da carreira de mais de 30 anos (como "Apara com Esse Namoro" e "Bazar Pechincha") com inéditas dos CDs que lança ainda este ano - "Onde a Alma se Torna Incolor", parceria com Joãozinho Gomes, presente no disco Pedrinho Cavalléro 50 Anos, e "Canção de Ir Embora", que compôs com Leandro Dias e que faz parte do CD Belém Cheia de Bossa Vol. 2.
Pedrinho Cavalléro é um dos pioneiros da programação de MPB nos bares da noite de Belém, tendo sido saudado pelo maestro Waldemar Henrique, que numa entrevista realizada nos anos 80 saudou-o como um dos principais novos talentos na ocasião, ao lado de Nilson Chaves. Atualmente, Pedrinho apresenta-se todas as semanas no MPB Bar (sábados, a partir da meia-noite) e no Cosanostra (domingos, sempre às 21h30).
Para o começo de 2012, Pedrinho planeja o lançamento de outro CD, dedicado às suas parcerias com o poeta Jorge Andrade. Este disco se encontra ainda em fase de gravação.

Fonte: Assessoria de Imprensa

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Pub respeita medida, mas clientes chiam

No AMAZÔNIA:

No local mais frequentado na noite de Belém por fumantes, há cerca de 23 anos, o clima ontem era de revolta contra a lei. Até o pianista que ontem fazia um show de bossa nova e jazz foi impedido de fumar. Os fregueses habituais estão dando logo de 'cara' com a placa de 'é proibido fumar' bem na entrada. A gerência não permite mais que ninguém fume, informou um cliente. 'Quem quiser vai fumar lá fora', arrematou um garçom.
O Café Cosanostra, considerado o pub mais charmoso da cidade e frequentado tanto por jovens como pelos mais boêmios, ontem ainda estava meio perdido, mas decidido. ‘’Eu não venho mais, aqui era o único lugar que poderia tomar um chope e fumar', disse o médico Marcelo Dias, 42. 'A poluição dos carros aumenta, os contêineres mandados com lixo para o Brasil foram devolvidos sem saber aonde será jogado, o que vai prejudicar toda a humanidade, a megapoluição fica, mas a do espaço restrito, por decisão individual, querem eliminar', protestou.
Os amigos Ronald Maia, 22, administrador, e Thiago Eduardo, 25, advogado, também comungam da mesma opinião. 'Vai ser um problema, mas é lei a gente vai ter que respeitar, mas é um saco ter que sair do bar para fumar, bastava uma área para fumantes', disse Ronald. Thiago, que deixou de fumar há dois anos, é totalmente contra a lei. 'Deve haver flexibilidade, locais destinados aos fumantes', disse.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

E se fosse na gafieira-bate-estaca-tremendão-sei-lá-o-quê?

Quem faz a indagação é um Anônimo, ao comentar a postagem No Cosanostra, outra madrugada inesquecível:

Se fosse no "sereno" de uma gafieira-bate-estaca-tremendão-sei-lá-o-quê, seria porque lá a freqüência é barra-pesada, só de "colunáveis" dos cadernos de polícia.
Mas no
point-high-society do centro da city, onde supõe-se que esteja a classe crème de la crème, os mais destacados sobrenomes, os mais sorridentes das colunas de domingo?!
Tem algo de podre nesse chamado tecido social da classe A, não?
E a puliça, por onde anda?
Será que, algum dia, veremos a foto desses "descontraidíssimos" arruaceiros no caderno do crime?
Há controvérsias.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Barulheira insuportável, negócios auspiciosos

Inspirado na postagem Festa de criança é páreo duro em relação ao Cosanostra, um Anônimo acha que pode emplacar um negócio que poderá deixá-lo rico. Se você quiser ser sócio dele – ou dela – por antecipação, leia abaixo:

O drama vivido pela publicitária em Nazaré é o mesmo dos moradores de qualquer bairro da Região Metropolitana de Belém (RMB). Além da absurda poluição sonora, que azucrina os ouvidos e inferniza a vida, o disk silêncio simplesmente não funciona.
Teoricamente, morar em Nazaré deveria ser a certeza de estar distante de festas de aparelhagem e de conviver com vizinhos civilizados. Na prática, a teoria é outra. O que vemos é uma banalização sem precedentes da poluição sonora entre as classes mais abastadas.
Morar em qualquer lugar da RMB é um verdadeiro inferno. Opa! Tive uma idéia. Vou montar uma loja de janelas anti-ruídos. Caramba, vou ficar rico!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Couto a Ana Júlia: “Beba no quintal de sua casa”

O senador Mário Couto (PSDB-PA) fez ontem, da tribuna do Senado, um de seus mais contundentes discursos contra o governo Ana Júlia Carepa.
Couto pronunciou-se um pouco antes de ter início o pronunciamento do senador José Sarney.
Primeiro, sentou a pua no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), que ele considera um antro de corrupção. E avisou - mais do que isso, fez um juramento - de que não deixará o Senado sem que veja instalada a CPI por ele proposta para apurar os desmandos administrativos no órgão.
Depois, o senador tucano mencionou a morte de um garoto de 12 anos, que morreu para defender um amigo de 6, em Belém, para reafirmar o que tem dito com frequência: que o Pará, na gestão de Ana Júlia, transformou-se no Estado mais violento do Brasil.
Foi aí que Couto partiu para cima da governadora.
Da tribuna, mostrou um exemplar do jornal Diário do Pará, edição de segunda-feira passada, aberto na página 2 do primeiro caderno, na coluna do jornalista Guilherme Augusto, que o senador chamou de “Guilherme Humberto”, confundindo-se provavelmente com o jornalista Claudio Humberto.
A coluna exibida pelo senador é a que aparece na imagem acima. Clique em cima para ampliá-la.
Destaca uma charge da governadora numa mesa de bar, acompanhada da nota intitulada “Locomotiva”.
Diz a nota:

A governadora foi vista na terça passada no Bar Cosanostra, que neste dia sempre bomba e não tem hora para fechar. Na sexta, já estava num bar podre de chique às proximidades da Doca com a Boaventura. Nos outros dias, quarta e quinta, Carepa não foi vista em lugar nenhum. Alguém tem que trabalhar.

Estapeando a tribuna por diversas vezes, Couto deplorou que o Estado seja governado por uma governadora que se entrega à bebida em bares.
- Beba no quintal de sua casa, governadora, na varanda de sua casa, e não em bares. Eu não bebo, mas, quando bebia, bebia na minha casa, e não em público – disse o senador.
A senadora Fátima Cleide (PT-RO) pediu um aparte a Mário Couto e defendeu a governadora do Pará. Disse que, ao tempo em que Ana Júlia era senadora, teve oportunidade de sair com ela e frequentar festas, sem que a amiga tenha deixado de adotar, em qualquer ocasião, conduta exigível a uma senadora. A petista de Rondônia pediu, por fim, que Couto retirasse suas palavras em relação a Ana Júlia, “em respeito ao povo do Pará”.
Couto não retirou o que disse.
E justificou que não retiraria porque tem o dever, isto sim, de defender o povo do Pará.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Qual será o futuro da Braz de Aguiar?

A indagação é de um Anônimo que fez o seguinte comentário sobre a postagem No Cosanostra, outra madrugada inesquecível:

Qual será o futuro da Braz de Aguiar?
O futuro da avenida mais charmosa de Belém é incerto. Com novos shoppings surgindo na cidade, dois deles (Yamada e Boulevard) bem próximos do bairro de Nazaré, a Braz começa a perder a vocação de rua comercial elegante.
Na verdade, atualmente a maioria das boutiques finas vive às moscas. Fico pensando como ficará a situação daqui a 4 anos, prazo médio para a inauguração dos shoppings da Doca e no antigo ponto da Tágide Veículos, na Pedro Álvares Cabral.
O que vai acontecer com a Braz?
A Braz de Aguiar será invadida por bares, nos pontos onde hoje agonizam as lojas mais caras da capital paraense?
Será que vai se transformar numa loja de comércio popular, como hoje o é a Presidente Vargas, com camelôs e lojas de 1,99 disputando a freguesia "no grito"?
Será que vai reforçar o seu perfil residencial, sendo "redescoberta" pelas grandes construtoras e incorporadoras?
Ou vai acontecer tudo isso ao mesmo tempo?
Porque a verdade, doa a quem doer, é que em 10 anos o cenário da avenida Braz de Aguiar será outro, completamente diferente do atual. Só espero mesmo é que a Braz nunca perca o charme.