sexta-feira, 7 de março de 2014

Charco, charco e charco. É o futebol paraense.


Horríveis os gramados dos estádios de Marabá e de Cametá, né.
O de Marabá, onde o Paysandu empatou com o Gavião Kyikatejê, na quarta-feira, parecia um charco.
O Parque do Bacurau, em Cametá, onde o Remo empatou em 2 a 2 com o Mapará, ontem à noite, estava um pouco menos encharcado. De qualquer forma, também era um charco.
Mas sabem de uma coisa?
Ambos, mesmo charcos, estavam melhores - ou menos piores - que o Mangueirão, naquela primeira partida pela fase decisiva do primeiro turno do Parazão (vejam na imagem).
E o certo é o seguinte, meus caros.
Nenhum desses estádios teria, a rigor, de sediar partidas de futebol, porque coloca em risco os atletas.
Aliás, nem esses boleiros de final de semana devem ter coragem de se meter num lamaçal desse gênero.
Mas essas coisas ainda acontecem no futebol paraense.
Por isso é que um futebol com torcedores tão apaixonados que, apesar dos pesares, prestigiam seus clubes, enfrenta anos de decadência.

Um comentário:

Anônimo disse...

Ô presidente Pirão, acorda mano.
Ontem garfaram um gol inventando o impedimento mais bizarro do campeonato.
Começou a caça ao Leão Azul, sumano!
Olho vivo!