Eleitor ignora Zeca Pirão, que tenta cumprimentá-lo à entrada da quadra do Serra Freire. Esse foi o troco...
... para o mesmo Zeca Pirão que, em 2014, fez as declarações acima.
É isso mesmo que vocês leram no título desta postagem, meus caros.
Os remistas que no último sábado (23) elegeram André Cavalcante para presidir o Remo nos próximos nove meses, deixaram Zeca Pirão, literalmente, de mãos abanando.
Este repórter do Espaço Aberto esteve no ginásio Serra Freire, anotou, viu e flagrou momentos impagáveis de eleitores que deixaram Zeca Pirão, o candidato da Chapa 40, de mãos estendidas no ar.
Foi o caso desse flagrante que aparece acima. O candidato estende as mãos para cumprimentar um eleitor. Mas o cara não dá a mínima. Não mesmo. Passou a jato em direção à urna. E nem sequer se deu o trabalho de olhar para quem tentava cumprimentá-lo.
Isso se repetiu com vários outros eleitores que acintosamente, ostensivamente ignoraram as mãos estendidas de Pirão. Pelo menos com mais uns três ou quatro foi assim, conforme o repórter pôde observar durante uns 10 minutos.
A foto é emblemática.
Eleitores, com o gesto de ignorar o candidato, parecem dizer-lhe "faz de conta que morri", a mesmíssima frase que Zeca Pirão pronunciou para toda a nação remista ouvir, logo depois de ser derrotado por Pedro Minowa.
Os outros candidatos também fizeram corpo a corpo na entrada da área de votação, como vocês podem ver, abaixo, nas fotos do blog.
André Cavalcante aborda eleitor à entrada da área de votação, no ginásio Serra Freire
Mas que vitalidade a do Remo, hein, meus caros?
Independentemente de preferências clubísticas, reconheçamos, admitamos e proclamemos: o Remo, nas eleições do último sábado, deu mais uma prova de sua vitalidade.
Um clube que há dois ou três meses estava no limbo da Série D.
Um clube que enfrenta uma situação financeira caótica, desastrosa.
Um clube que, não bastasse a afetação de seu patrimônio em decorrência de sua bagunça financeira, ainda conta com a preciosa colaboração de remistas apaixonadíssimos, que ajudam a comprometer, para não dizer destruir, os bens que ainda restam e precisam, por isso, ser preservados.
Mesmo assim, quatro chapas concorreram às eleições. E mais de 2 mil associados compareceram para votar. Do lado de fora, talvez cerca de mil remistas participaram ativamente, apoiado seus candidatos.
Olhe as fotos que ilustram esta postagem, todas feitas pelo Espaço Aberto, no final da manhã do último sábado, dentro do ginásio Serra Freire e nas imediações da sede do Remo, na avenida Nazaré.
As imagens falam por si mesmas.
A movimentação era igual à de eleições para mandatos parlamentares e do Executivo, a cada dois anos.
Toda essa vitalidade precisa ser canalizada pelo bem do clube. André Cavalcante, eleito presidente com 777 votos, no último sábado. já terá dado um passo importantíssimo se compreender isso. Espera-se que compreenda em plenitude.
Era isso que o Espaço Aberto gostaria de ouvir do próprio André, mas ele não seu retorno.
De qualquer forma, sua missão será muito complicada. Será desafiadora em todos os sentidos.
Ele e Fábio Bentes precisam manter a transparência que norteia o programa Sócio Torcedor.
Precisam integrar-se a todas as correntes que integram o Remo e integrá-las para que possam unir o clube.
O Remo não é de fulano, beltrano ou sicrano. É dos remistas - sejam eles grandes beneméritos, cardeais, milionários ou gente simples e anônima (a enorme, esmagadora maioria) que espera receber o salário, ao final de cada mês, para reservar o valor do ingresso que lhe permitirá acompanhar o clube nos estádios.
Em comentário na postagem sobre a eleição de André Cavalcante, que o blog fez em sua página no Facebook, o grande benemérito e ex-presidente do Remo Ronaldo Passarinho escreveu, singela e emblematicamente o seguinte:
Paulo, sempre preguei, no amado Clube do Remo, união após o pleito. Entendo que o Remo não é partido político, que após assumir o poder tenta a destruição de seus adversários. Desde muito cedo, tenho uma máxima comigo: pouco importa quem é o presidente; o Remo está acima de tudo. Quero ter alegrias permanentes. Meu DNA é 100% azul marinho. Meu pai me fez sócio em 1952. Meus tios, Saint-Clair, no time profissional, e Jarbas, no time juvenil, foram campeões com a gloriosa camisa do CR. O hino diz: " se um dia formos unidos para a luta..."! Vamos atender à convocação feita pelo presidente André".
A convocação a que Ronaldo se refere, você pode ler aqui.
Assim é que deve ser.
Com a eleição de André Cavalcante e com o segundo lugar conquistado por Miléo Jr., os remistas deram uma demonstração eloquente e evidente de que o Remo não deve ser tratado como um trampolim político para quem quer que seja.
Remistas - verdadeiros, genuínos, sinceros, que têm o DNA 100% azul marinho, como ilustra Ronaldo - devem colocar o Remo sempre, sempre e sempre em primeiro lugar, e não subordiná-lo a outros interesses, que até podem, reconheçamos, ser legítimos, mas não podem e nem devem ter preponderância sobre a honrosa missão de dirigir o clube.
André Cavalcante, Fábio Bentes e os demais que compuserem a diretoria remista têm todas as condições de fazer - bem, muito bem - pelo bem do Remo.
Mãos à obra, pois.
André Cavalcante acaba de vencer as eleições para o Remo.
O resultado foi anunciado há pouco.
Ele foi eleito com 777 votos.
Miléo Jr. obteve 667 votos, Zeca Pirão 528 e Alcebíades Maroja, 108.
André assume na próxima segunda-feira, para cumprir um mandato de nove meses.
Está aqui, meus caros, mais uma prova da patranha de Zeca Pirão, ao divulgar em sua propaganda de campanha que deixou o Baenão pronto para 15 mil torcedores, para isso usando imagem do jogo Remo 4 x 0 Independente, de 1º de maio de 2014.
Nessa partida, como já mostrou o Espaço Aberto, o Baenão estava lotado. Só não havia torcedores, é claro, na parte onde ficavam as cadeiras, justamente o setor que Zeca Pirão botou abaixo.
Pois olhem a página do caderno de Esporte de O LIBERAL do dia 2 de maio de 2014.
Reparem na ficha técnica: 5.436 pagantes no estádio, até um pouquinho menos do que os 5.960 apontados pelo site Rolando a Bola.
É isso: Pirão, na condição de candidato, diz o que quiser.
E os sócios do Remo também devem ter discernimento para acreditarem no que é fato, e não no que é invencionice.
Ou para não acreditarem em caneladas na verdade, a que muitos chamam também de mentira.
Sabem Zeca Pirão, o aspirante à presidência do Remo, na eleição marcada para este sábado?
Sabem Zeca Pirão, esse monumento ao remismo?
Conhecem Zeca Pirão, que tempera o seu frenesi de presidir o Remo com interesses políticos que desaguam em outras eleições, as parlamentares, marcadas para outubro deste ano?
Pois é.
Esse Zeca Pirão, com seu discurso sedutor de que vai resgatar o estádio Baenão cerca de 30 ou 40 dias depois de tomar posse para um eventual segundo mandato, é o mesmo que dribla a verdade e dá pontapés nos fatos.
Esse é o Zeca Pirão que faz isso com a mesma naturalidade com que expele perdigotos em meio às promessas que destila.
Reparem no vídeo lá no alto.
Prestem atenção no que aparece exatamente aos 34 segundos de exibição de imagens: "A verdade sobre o Baenão", lê-se em letras garrafais.
Logo em seguida, aparecem as imagens do jogo Remo x Independente, no Evandro Almeida, no dia 1º de maio de 2014, aquela memorável partida em que o Leão cravou 4 a 0 no time de Tucuruí.
A legenda é a seguinte: "Pirão deixou o Baenão apto para 15 mil torcedores".
Meus caros, o Baenão, naquele dia, estava lotado. Confiram nas ótimas e clara imagens dos melhores lances na TV Edson Matoso na web, aí embaixo.
A única parte do estádio em que não havia torcedores era a do lado da travessa das Mercês, justamente a ala que Pirão demoliu.
"Pirão deixou o Baenão apto para 15 mil torcedores" - repita-se o que diz a propaganda do candidato.
Pois olhem a imagem acima, extraídas de notícia que você pode ler aqui, no site Rolando a Bola.
Reparem na ficha técnica da partida: o público, nesse dia, foi de 5.960 torcedores no Baenão.
Os cerca de 9 mil torcedores a mais nessa partida, apenas Pirão é que viu.
Essa, meus caros, é apenas uma, dentre tantas caneladas na verdade - que vulgarmente chamamos de mentira - que Pirão desfecha em suas alocuções, na tentativa de seduzir os sócios remistas que votarão no pleito deste sábado.
Mas não se enganem.
Isso não passa de conversa fiada.
Como também não tem a menor importância o candidato dizer, como tem dito à exaustão, que sua meta é levar o Remo à Série B.
Ei, Pirão, a meta dos remistas aqui do Espaço Aberto é levar o Remo a disputar o Mundial de Clubes, meu caro.
E agora?
As nossas aspirações são maiores que as suas.
Mas são apenas aspirações, ora bolas.
Espiem.
As declarações que aparecem na foto acima foram pinçadas daqui.
Agora, Zeca Pirão ressurge, cheio de perdigotos, cheio de promessas, cuspindo otimismo, expelindo planos e até mesmo inventando números.
Seu súbito interesse pela presidência do Remo atende pela expressão eleições 2016.
Não as do Remo, é claro, mas as eleições de outubro, em que ele tentará retornar à Câmara Municipal de Belém.
O Remo, como se vê, é apenas um trampolim para as ambições de Zeca Pirão, esse monumento vivo ao remismo.
Tintim!
Olhem, meu caros.
Assistam ao vídeo acima, o terceiro produzido e divulgado pelo Siga Remo, nas entrevistas que fez com os quatro candidatos à presidência do Remo.
O entrevistado é Zeca Pirão.
Se quiserem, assistam logo do oitavo minuto até o final.
Essa é a parte mais eletrizante da entrevista.
Pirão cospe promessas para todo lado.
Em cada perdigoto, uma promessa.
As promessas se voltam para o Baenão, o grande troféu que Pirão pode exibir.
Um troféu que consistiu na demolição de uma das laterais do estádio, para a construção de cadeiras e camarotes que nunca foram construídos.
Melhor do que esse vídeo acima é aquele lá do alto, que vem circulando por aí, pelos zaps da vida e chegou ontem à noite ao Espaço Aberto.
É o vídeo de campanha de Pirão.
O que vocês poderão assistir é inacreditável.
Verdadeiramente inacreditável.
"A verdade sobre o Baenão", estampa o vídeo logo no início.
Mas não há verdade nenhuma. Ou nem uma.
Vemos ali só promessas - em sequência, em série, aos borbotões.
Nas imagens, Helder Cabral, seu vice, aparece andando de lá pra cá e daqui pra lá. Mas não dá uma palavra.
Do início ao fim da propaganda, continua mudo e quedo, quedo e mudo.
Talvez seja porque o próprio Cabral, com a posse de Pedro Minowa, foi nomeado diretor do estádio. Ao assumir, chamou a Imprensa para mostrar os" destroços" do Baenão, um legado de quem? De Zeca Pirão.
Hoje, Pirão, Minowa e Cabral estão no mesmo angu, no mesmo ensopado. Ou no mesmo pirão. Os três.
No vídeo, Pirão diz ainda que deixou o Baenão liberado para 15 mil pessoas.
Menos verdade, excelência.
Menos verdade.
O vidro que Pirão instalou para mudar o alambrado não obedecia às normas da Fifa.
E o gramado, alardeado como outra de suas obras, outra de suas realizações, não durou seis meses.
Sabem qual o risco dessa patacoada toda, meus caros?
O risco é de que os sócios do Remo caiam nesse conto do vigário.
Um conto do vigário com roupagem de marketing de campanha que não consegue nem esconder o óbvio: Pirão é duplamente candidato - a presidente do Remo e a um mandato eletivo de vereador nas eleições de outubro.
Por isso as suas promessas.
Por isso os perdigotos que expele.
Remistas, acautelem-se.
E ainda está de pé, plenamente de pé, o que já disse o blog: votem em qualquer um dos candidatos. Menos em Zeca Pirão.
Olhem só.
O vídeo mostra a entrevista de André Cavalcante, o segundo dos quatro candidatos à presidência do Remo ouvido pelo Siga Remo, que teve a oportuna e felicíssima iniciativa de divulgar a proposta dos aspirantes a complementar o mandato de nove meses.
Chama atenção a resposta de Cavalcante à pergunta sobre o que fazer com o Baenão, destruído por Zeca Pirão, aquele que, pelos bons e inigualáveis préstimos ao Remo, merece ter uma estátua sua erigida em frente à sede do clube.
Cavalcante fala em "estudo de viabilidade" sobre a destinação a ser dada ao estádio. E diz que não se pode prever se o Baenão será recuperado daqui a 20, 30 ou 50 dias.
Ponto para o comedimento de Cavalcante, que não se aventurou em fazer promessas que não poderá cumprir.
Mas o Remo precisa, sim, que o Baenão seja urgentemente volte ao que os dotores juristas chamam de status quo ante. Traduza-se: é preciso, pelo menos, que volte a ficar igual ao que estava antes de ser destruído, devastado parcialmente por Zeca Pirão.
O Baenão é a casa do Remo.
É a casa de uma instituição centenária.
Depois de sua torcida, o Remo tem no Baenão o seu maior patrimônio.
É intolerável que não se definam meios para recuperá-lo urgentemente.
Olhem, meus caros.
Falemos claro.
Se possível, falemos em português - o de Portugal e o do Brasil.
Falemos assim: dos quatro candidatos a presidente do Remo, nas eleições marcadas para o próximo sábado, os remistas precisam de muito cuidado, muita cautela, muito discernimento, muita responsabilidade e de muito remismo para não votarem - repita-se, não votarem - em Zeca Pirão.
Falemos mais claro ainda - de outra forma: votem em Alcebíades Maroja, em Miléo Jr., em André Cavalcante, mas não, nunca, jamais, em tempo algum, votem em Zeca Pirão.
Por quê?
Porque Zeca Pirão, muito embora não tenha aspirações políticas na vida dele; porque Pirão, muito embora não esteja aspirando a ser candidato a nenhum cargo eletivo; porque Pirão, muito embora seja o remista mais amoroso, mais desvelado, apaixonado e dedicado; porque Pirão, embora tudo isso, precisa deixar que outros façam pelo Remo o muito, o demais, o pordemais que ele, o Zeca, já fez pelo Remo.
Pirão, vocês sabem, não é um qualquer.
Ele marcou sua passagem pelo Remo.
Jamais os remistas se esquecerão dele.
Pirão marcou sua passagem pelo Remo por ter mimoseado gangues organizadas com balõezinhos. Quem o disse? Ele mesmo, em conversa amena, educada, civilizada, com este repórter.
Pirão marcou sua passagem pelo Remo porque demoliu parte do Baenão e não a reconstruiu (quem haverá de se esquecer disso, hein, gente?)
Pirão será lembrado por ter, na condição de presidente do Remo e à época exercente do mandato de vereador, ameaçado de retaliações o repórter-fotográfico Marcelo Seabra.
Pirão é uma exemplo vivo de remista que, sem brincadeira, merece ter, em vida, uma estátua edificada em frente à sede do Remo.
Por essas e outras é que o Espaço Aberto, com redação unanimemente apaixonada pelo Remo (mas nem de perto apaixonada como Pirão, é claro), considera uma incomparável injustiça o fato de pelo menos dois mil dos três mil remistas que compareceram ao Baenão, para a apresentação do elenco, terem o feito o seguinte corinho quando mencionaram o nome do personagem: Ei, Pirão, sai do Baenão / Ei, Pirão, sai do Baenão!
Que injustiça, meus caros!
Pirão, perdoe esses remistas que não têm descortino para avaliar os imensos serviços que você já prestou ao Remo.
Pirão, você, por tudo que já fez pelo Remo, é imbatível, meu caro.
Valeria a pena você que outros, com ideias mais novas, mais arejadas, possam almejar a honra de ser presidente do Remo.
Os remistas precisam conhecer os outros candidatos.
Um deles é Miléo Jr., da Chapa 20 - Avança Leão.
Ele deu uma excelente entrevista para o Siga Remo (vejam o vídeo), que teve a excelente iniciativa de entrevistar os quatro candidatos à presidência do Remo.
Ouçamos, nas próximas entrevistas, o que têm a dizer e a propor Alcebíades Maroja e André Cavalcante.
E Zeca Pirão?
Concedamo-lhe (no português castiço, é assim mesmo) o direito à palavra.
Em troca, Pirão deveria conceder aos remistas a glória de não o ter, novamente, presidente do Remo.
Não será essa uma troca justa?
Tintim!
Domingos Sávio, Miléo Jr., Ronaldo Passarinho e Ângelo Carrascosa, em foto remetida pelo WhatsApp ao blog
Tempo de eleições, tempo de especulações.
Tempo de eleições, tempo de definições.
Cardeais remistas, alguns deles, estão cheios de dedos, cheios de erres e efes para se manifestar - ou para não se manifestar - em favor ou desfavor de algum ou alguns dos quatro candidatos à presidência do Remo (Alcebíades Maroja, Miléo Jr., André Cavalcante e Zeca Pirão), nas eleições marcadas para o próximo sábado, dia 23.
Mas há grandes beneméritos remistas que expõe claramente, cristalinamente, transparentemente sua opção. E não apenas apontam o nome do candidato de sua preferência como justificam sua recusa em apoiar outros nomes em disputa.
Ronaldo Passarinho é um grande benemérito remista.
Sem nome está intimamente associado a grandes glórias do Remo, sobretudo nos anos 1970.
Por isso é que o blog fez questão de consultar Ronaldo Passarinho sobre sua avaliação acerca das eleições no Remo e, especificamente, sobre as possibilidades de Zeca Pirão chegar novamente à presidência do clube.
Leiam abaixo o que disse Ronaldo Passarinho, que brinda - e honra - o Espaço Aberto com sua leitura diária:
A minha opção é pela Chapa 20. O Pirão alardeia valores altos. Minha pergunta: só é remista se for eleito? Por que não ajuda desde logo, pois a situação que o Remo vive, deve-se à sua trágica administração?
Recuperar o Baenão é obrigação. A destruição foi feita por ele, vendendo camarotes e cadeiras.
Não entregou nada é isto é crime de estelionato. O seu vice, no início de 2014, convocou a Imprensa e mostrou os destroços do "estádio".
Deixou de pagar compromisso mensal com a Justiça do Trabalho durante 10 meses, originando um débito de R$ 1,2 milhão. Importante: o acordo não cumprido foi assinado por ele em janeiro de 2014. O Minowa [que renunciou à presidência do Remo] também não pagou. Uma curiosidade; hoje estão juntos, após declarações bombásticas do Pirão - "se perguntarem por mim, digam que morri"; do Minowa - "não quero mais saber do Remo".
"Forças iguais se atraem", contrariando as leis de Física.
Quanto a recuperar o Baenão em prazo curto, como não sou engenheiro, rasgo o meu diploma de advogado (rsrs).
Por fim, meu amigo Paulo, quem é ateu e não acredita na ressurreição de Lázaro, temos agora os dois indigitados a confirmar o milagre bíblico.
P.S: O patrimônio do Remo só foi salvo graças à credibilidade do Carrascosa, do Domingos Sávio e do Milton Campos junto à JT.
O Miléo Jr. traz consigo uma excelente equipe de remistas autênticos e capazes.
Combinemos aqui entre nós.
Se tivesse o mínimo, se tivesse um pingo que fosse de juízo, Zeca Pirão não passaria mais na porta do Remo.
Mas ele, vocês sabem, é um cara audacioso, destemido, intimorato.
Ele já tentou intimidar jornalista e foi um dos queridinhos de uma organizada remista, brindada com balõezinhos durante sua gestão.
Mas Pirão, intimorato que nem ele, não só passa na porta do Remo como ainda encabeça uma das quatro chapas concorrentes às eleições remistas, marcadas para o dia 23 deste mês.
No último sábado, pela manhã, três mil torcedores remistas compareceram ao Baenão para recepcionar o elenco que vai disputar a temporada de 2016.
A Fenômeno Azul foi o espetáculo à parte. Confiram no vídeo com imagens feitas pelo Espaço Aberto.
O espetáculo da Fenômeno Azul foi mais fenomenal quando se mencionou o pleito do dia 23 e citaram-se os nomes dos quatro candidatos a presidente - Alcebíades Maroja (Chapa 1), Miléo Júnio, (Chapa 2), André Cavalcante (Chapa 3) e Zeca Pirão (Chapa 4).
Pronto.
"Ei, Pirão, sai do Baenão / Ei, Pirão, sai do Baenão", ouviu-se um coro entoado por dois terços dos presentes naquela arquibancada que demanda a avenida Romulo Maiorana (ex-25 de Setembro).
E os demais candidatos?
Se não receberam aplausos gerais, pelo menos não foram ostensivamente rejeitados, como foi o caso de Pirão.
Um dos candidatos mais ativos era André Cavalcante, que tem como vice Fábio Bentes. Até um carro som o candidato levou ao Baenão para animar a sua festa.