sexta-feira, 12 de setembro de 2014

"Marineiros" se espantam com a rejeição a Marina

Marina Silva: hora de cotejar teses, de explicar contradições, de levar caneladas. É a campanha!
Marineiros que fazem campanha em Belém ainda estão confiantes na vitória de Marina Silva (PSB) em segundo turno, nas eleições de outubro. Mas alguns não esperavam que o índice de rejeição da candidata ambientalista fosse subir tão aceleradamente como vem subindo.
Do final de agosto até agora, o índice de rejeição de Marina saltou de 11% para 18%. Isso sim é uma onda. Uma verdadeira onda de resistência à candidata do PSB.
Mas por que o espanto?
É a campanha, meus caros. É a campanha.
Até se tornar uma espécie de Neymar das eleições, Marina se aconchegava - confortável e impolutamente - na condição de terceira via. Uma respeitável terceira via.
Daí a sua figura hierática, daquelas que, entrando numa sala, o ambiente inteiro silenciava, reverente e respeitoso, à simples visão de Marina Silva.
Agora, não.
De terceira via, Marina virou a primeira. E como Neymar, passou a ser caçada.
Leva caneladas.
Tem a vida escarafunchada.
Está sendo contestada.
Tem que explicar contradições.
Vê-se obrigada a pôr à prova suas teses.
Descobre-se na obrigação de cotejar suas propostas - algumas sonháticas - com a realidade.
É alvo da malícia - para dizer o mínimo - dos adversários.
E então? O que vocês queriam?
Que o índice de rejeição de Marina caísse?
É a campanha, ora!

4 comentários:

Anônimo disse...

Em se tratando de desconstrução de imagem os cumpanherus são craques e imbatíveis.
Escrúpulos? Às favas!
Vale é o poder pelo poder.

Lamentável.

Anônimo disse...

Marina perdeu esta eleição quando deixou de ser Marina. Primeiro renegou os princípios que sempre defendeu de luta contra a homofobia, retirando o compromisso com a criminalização desta conduta do seu programa de governo apenas 24 hs depois de ser anunciado , para conseguir apoio de evangélicos conservadores. Depois veio a história da autonomia do Banco Central, que até então nunca havia sido parte do ideário da candidata, mas surgiu para claramente acalmar o mercado financeiro, ainda ressabiado com a tentativa, mesmo que efêmera, no governo Dilma de baixar o juros. Ou seja, todo mundo sabe e respeita a história de Marina, mas ninguém mais sabe o que ela de fato fará pior, tanta inconsistência permite prever um governo inseguro, fraco, refém dos interesses economicamente mais fortes, da burocracia e do fisiologismo. Não é uma boa perspectiva. Marina não está pronta para governar o Brasil.

Augusto Renato disse...

Quando alguém se mete na Política como Candidato a vida dele passa a ser também a de todos!

Sua Vida passa a ser um Livro Aberto e com tudo que se tem direito...Páginas Sujas,limpas,amassadas,rasgadas em Branco, riscadas, e até Amareladas como é o caso dela kkkkkkk

Anônimo disse...

PT desesperado: segundo turno perderá para Marina por 10% de votos. Por isso a Dilma quer bater toda hora na DIlma. nenguém bate em cachorro morto. Fora PT, falta pouco.