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sexta-feira, 24 de setembro de 2021

Segundo romance de Ronald Junqueiro está sendo lançado hoje pela Paka-Tatu

Saudades de Ronald Junqueiro.

Muitas saudades.

Quando ele nos deixou, em fevereiro de 2019, aqui fiz uma postagem a que dei o título de A discrição, a amabilidade, o jornalista: Ronald Junqueiro.

Neste 24 de setembro, seria impossível não nos lembrarmos desse jornalista, poeta e escritor.

Seria impossível não lembrá-lo por uma dupla razão: porque hoje é o aniversário de nascimento de Ronald e porque um evento literário está programado para marcar a data.

Está sendo lançado pela editora Paka-Tatu #SeTokyo, o segundo romance de Ronald, que estava pronto para impressão quando ele morreu. O lançamento ocorrerá por meio de publicações em mídia impressa e em plataformas sociais, como também pelo website https://ronaldjunqueiro.com.br/, criado para abrigar a sua história e as suas criações intelectuais e artísticas, a partir também de hoje.

O livro é a continuidade de um projeto a que Ronald deu início ainda no final dos anos 1990, voltado à expressão de experiências estéticas no universo das novas tecnologias e que foi deflagrado, em 2013, com o lançamento de “Berlinda – asas para o fim do mundo”, lançado em 2013.

Nas palavras do próprio autor, #SeTokyo “é uma trama vivida por personagens que transitam entre Tokyo, Belém do Pará e Tomé-Açu, uma cidade do estado para onde vieram, no início do século passado, levas de famílias japonesas, antes e depois da Segunda Guerra. Não é história, é ficção".

O personagem é um brasileiro que sofre um acidente no estacionamento do aquário de Shinagawa e é internado em um hospital eminentemente japonês, em Tokyo, onde será submetido a uma cirurgia devido à fratura que sofreu no fêmur direito.

Estou fora de Belém.

Mas sei que minha amiga Suely Nascimento, que foi companheira de Ronald e é uma das responsáveis pela concepção e administração do sítio virtual dedicado ao jornalista, mandou-me um exemplar de #SeTokyo. Farei um ótimo proveito, fique certa.

No mais, todos estão convidados para o lançamento do livro.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

A discrição, a amabilidade, o jornalista: Ronald Junqueiro


Há algum tempo, informado por amigos comuns, eu acompanhava contristado o estado de saúde delicado, para não dizer delicadíssimo, de Ronald Junqueira (na imagem pinçada de O LIBERAL.com).
Mais recentemente, contristei-me mais ainda ao saber que outras complicações de saúde forçaram-no a submeter-se a uma cirurgia de alto risco e cujas consequências, infelizmente, acabaram por retirá-lo do nosso convívio.
Mas saber do falecimento de Ronald, ocorrido no último sábado, foi um grande golpe.
Quando ingressei em O LIBERAL, em março de 1983, Ronaldo já estava lá.
Era uma das crias do Leal, assim chamados na Redação jornalistas vários - ou muitos, dentro os quais me incluo - que foram formados, na labuta diária do jornalismo, por Cláudio Sá Leal, que era o redator-chefe e, como já devo ter dito por aqui, a meu juízo foi um dos jornalistas mais brilhantes que o Pará já produziu. E só não recebeu láureas que confirmariam seu brilhantismo porque era discreto aos extremos, avesso a holofotes.
Ronald também.
Discretíssimo, amabilíssimo, de uma delicadeza cativante e de um senso ético que o levava a ter um tratamento dos mais rigorosos em apuração de notícias e na edição de matérias, Ronald ajudou a transmitir aos mais novos, como eu, que estrava entrando, boas e imorredouras lições.
Travamos, durante o largo tempo em que trabalhamos, um relacionamento que superou o do coleguismo e se transformou-se em forte amizade.
Deixamos de ter contatos mais frequentes nos últimos anos - o WhatsApp, felizmente, não deixou que cessassem completamente. Mas a amizade, o respeito e o carinho mútuos perduraram.
Por todas as lembranças boas do Ronald, não fui a seu velório.
Quero ficar com imagens vivas dele em minhas lembranças.
Talvez isso venha a preencher o enorme vazio que sua perda representa.
Para seus familiares, seus amigos e para o jornalismo paraense.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Romance de Ronald Junqueiro ganha trilha musical


O jornalista Ronald Junqueiro, autor do romance "Berlinda - Asas para o fim do mundo", apresenta seu processo criativo às 18h desta terça-feira, dia 7, no auditório do Centro Cultural Sesc Boulevard.
Ronald, jornalista dos melhores e um dos mestres em jornalismo aqui do pessoal do blog, mostrará fotografias que enriqueceram seu fazer literário e lança o CD com a trilha musical do livro.
Na ocasião, haverá show do grupo Berlinda Band, que apresentará as músicas: Bela Cortesã (Albery Albuquerque/Ronald junqueiro), Coração pelo mundo (Firmo Cardoso/Ronald Junqueiro), Estado de Espírito (Vital Lima/ Ronald Junqueiro), La nave va (Firmo Cardoso/Ronald Junqueiro), Mistérios (Vital Lima/ Ronald Junqueiro), Morena das ilhas (Firmo Cardoso/Ronald Junqueiro), Sacada surreal (Firmo Cardoso/Ronald Junqueiro), Derruba o muro, mistura tudo e que Deus nos acuda! (Pedrinho Cavallero/Ronald Junqueiro), Seduza-me (Firmo Cardoso/Ronald Junqueiro), Tema de Zarah (Firmo Cardoso/Ronald Junqueiro).
O Centro Cultural Sesc Boulevard ficar no Boulevard Castilhos França nº 522/523, no bairro Campina. Informações: (91) 3224-5305 e 3224-5654 e no Diário da Berlinha.
A entrada é gratuita.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Mudanças no “Público”

Mudanças na direção de Redação do Público, jornal do Grupo Livre, com sede em Marabá, que está circulando há poucos dias em Belém.
O jornalista Irisvaldo (Iran) Souza deixou o barco, após divergências – sérias – com a direção da empresa responsável pela edição do jornal.
Quem assumiu suas funções foi o experiente jornalista Ronald Junqueiro – um dos melhores alunos da seleta escola de Cláudio de Sá Leal - que, aliás, já integrava a equipe do Público antes mesmo de Iran entregar o lugar.