Ave, Ave ó Senhora da Berlinda
Ave Maria este é meu grito de fé
Ave, Ave, Deus te fez a flor mais linda Ave, Ave Maria, Senhora de Nazaré.
A foto, de Fernando Sette Câmara, é do Círio 2011.
Mostrando postagens com marcador Círio 2011. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Círio 2011. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 18 de outubro de 2011
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Ciriano
CÁSSIO ANDRADE
A cada ano os círios se renovam na cidade. Interpretar a oração múltipla presente na multidão, mais que
a hermenêutica da vida, implica inscrever-se no território heterodoxo da escatologia mariana. Maria concebida no ritual simbólico da ópera sagrada. Cirianos sentidos simbólicos, polissêmicos, distantes dos carnavais devotos e próximos ao universo teológico da fé.
No ritual sem festa, o profano cede lugar ao sagrado. Não há mediações na manifestação da fé. Somente se crê e se realiza na promessa e nos lugares onde deístas, agnósticos e ateus se confraternizam pela energia esparrada da teogonia. As diversas dimensões temporais se erguem na multiplicidade sob a unidade do tempo salvífico.
Assim caminha sob o fenômeno das multidões a imagem encarnada, morfema antropológico expresso no signo da imagética. E nos cantos simples dos arrastos místicos, na corda umbilical metaforizada na dor, a evocação do desejo além-humano da revelação não dogmatizada da palavra. A revelação comunitária da divindade presente no sacrifício, sagrado ofício de cumprir a promessa.
E assim se renova a memória. Cirianos tempos de atualizações redivivas das lembranças, das profissões de fé. Mariana escatologia da revelação divina, no rosto feminino da teologia.
E assim o verbo se encarna na manifestação coletiva da parusia. Na esperança renovada do filho que virá anunciado por novos tempos cirianos. Em séculos e séculos.
---------------------------------------------
CÁSSIO ANDRADE é professor
A cada ano os círios se renovam na cidade. Interpretar a oração múltipla presente na multidão, mais que
a hermenêutica da vida, implica inscrever-se no território heterodoxo da escatologia mariana. Maria concebida no ritual simbólico da ópera sagrada. Cirianos sentidos simbólicos, polissêmicos, distantes dos carnavais devotos e próximos ao universo teológico da fé.
No ritual sem festa, o profano cede lugar ao sagrado. Não há mediações na manifestação da fé. Somente se crê e se realiza na promessa e nos lugares onde deístas, agnósticos e ateus se confraternizam pela energia esparrada da teogonia. As diversas dimensões temporais se erguem na multiplicidade sob a unidade do tempo salvífico.
Assim caminha sob o fenômeno das multidões a imagem encarnada, morfema antropológico expresso no signo da imagética. E nos cantos simples dos arrastos místicos, na corda umbilical metaforizada na dor, a evocação do desejo além-humano da revelação não dogmatizada da palavra. A revelação comunitária da divindade presente no sacrifício, sagrado ofício de cumprir a promessa.
E assim se renova a memória. Cirianos tempos de atualizações redivivas das lembranças, das profissões de fé. Mariana escatologia da revelação divina, no rosto feminino da teologia.
E assim o verbo se encarna na manifestação coletiva da parusia. Na esperança renovada do filho que virá anunciado por novos tempos cirianos. Em séculos e séculos.
---------------------------------------------
CÁSSIO ANDRADE é professor
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Um olhar pela lente
Porque eu tenho esperança e muita fé
Porque eu quero ter amor bem mais ainda
Porque te amo, Senhora de Nazaré
Quero puxar a corda da berlinda
A foto, do Círio 2011, é de Igor Mota/O LIBERAL.
Porque eu quero ter amor bem mais ainda
Porque te amo, Senhora de Nazaré
Quero puxar a corda da berlinda
A foto, do Círio 2011, é de Igor Mota/O LIBERAL.
domingo, 9 de outubro de 2011
Nos caminhos de Nazaré
Entronizada na berlinda, a imagem peregrina de Nossa Senhora de Nazaré deixa a Sé, após a missa que começou às 5h e terminou pouco depois das 6h, neste domingo.
Fotos do blog. Cliquem para ampliá-las.
Fotos do blog. Cliquem para ampliá-las.
"Ó Virgem Santa, teu povo canta, Senhora de Nazaré"
Dom Alberto abençoa a multidão com a imagem peregrina de Nossa Senhora de Nazaré, durante a missa celebrada nesta manhã, em frente à Sé.
Fotos do blog. Cliquem para ampliá-las.
Fotos do blog. Cliquem para ampliá-las.
sábado, 8 de outubro de 2011
Nossa Senhora de Nazaré das Águas
Das Águas.
Dos Rios.
Do Guajará.
De Santa Maria de Belém do Grão-Pará.
(Fotos do blog. Cliquem nelas para que possam visualizá-las melhor.)
Dos Rios.
Do Guajará.
De Santa Maria de Belém do Grão-Pará.
(Fotos do blog. Cliquem nelas para que possam visualizá-las melhor.)
"Ave Maria este é meu grito de fé"
Ave, ave ó Senhora da Berlinda
Ave Maria este é meu grito de fé
Ave, ave, Deus te fez a flor mais linda
Ave, ave Maria, Senhora de Nazaré
Os ribeirinhos homenageiam Nossa Senhora de Nazaré.
(As fotos são do blog. Cliquem nelas para que possam visualizá-las melhor.)
Ave Maria este é meu grito de fé
Ave, ave, Deus te fez a flor mais linda
Ave, ave Maria, Senhora de Nazaré
Os ribeirinhos homenageiam Nossa Senhora de Nazaré.
(As fotos são do blog. Cliquem nelas para que possam visualizá-las melhor.)
Assinar:
Postagens (Atom)