quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Como "remoralizar" a política e as instituições no Brasil?


De leitor do Espaço Aberto, sobre a postagem Uma negociata de conveniências em curso na Câmara:

Nosso País está desmoralizado em todas as instituições. Até mesmo membros do Egrégio STF, o nosso Supremo, última instância judicial, está se enlameando por conta de seus membros.
Não causa estranheza. Afinal, onde ha fumaça, ha fogo. Só que tem coisas que só acreditamos vendo! E é exatamente o que veremos quando a PF liberar o diálogo entre o encarcerado Delcídio e um ministro do STF.
Toffoli, tentando se safar, justificou que recebeu Delcídio como presidente do TSE para tratar sobre a cassação de vereadores de alguma cidade do Mato Grosso do Sul.
Ora, meus caros, o que um senador conversaria com o presidente do TSE a respeito do processo contra vereadores?
Eu sinceramente me questiono sobre qual caminho trilhar para remoralizar a política e as instituições nesse país.

2 comentários:

Marcos Machado disse...

O ponto levantado pelo nobre colega, em seu comentário é sério, pois o caminho para remoralização é longo e tortuoso e deve ser sustentado por duas colunas, a Educação e a Família.
Não uma educação apenas voltada para o vestibular, mas uma educação voltada para criar um ser social, um ser humano vivendo em sociedade, com temas multidisciplinares e que tornem a brasileiro um ser pensando, e não um mero reprodutor, junto com conhecimentos básicos da moral e ética.
Família não no sentido tradicional, pelo contrário... Família, aquela que dá apoio, mas principalmente para o caso em questão, aquela que primeiro educa, a que primeiro ensina o que é certo e o que é errado e quais exemplos morais devem ser seguidos.
Tal caminho deve começar internamente, em cada um de nós, lapidando o diamante que existe internamente, para tirar as asperezas e impurezas, para que após possamos lapidar a sociedade.

Anônimo disse...

Como diria Quevedo, isso non ecziste. O povo brasileiro é amoral. E os políticos saem do povo e são votados por ele. Esquece.