sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Votem no Expedito. Olhem como ele constrói o Pará justo.
Vejam só que bacanagem.
Vejam que campanha política e eleitoralmente correta.
Trata-se da campanha de Manoel Expedito de Sousa Ferreira, o Expedito Ferreira, pedagogo, candidato a deputado estadual pelo PPS.
Notem o slogan de sua campanha: "Construindo um Pará mais justo".
Pois é.
Esse carro aí, da campanha de Expedito, não deixa os deficientes visuais passarem.
O candidato sabe disso?
Sabe que seu carro de campanha atravessa a faixa para os deficientes visuais nas calçadas de Belém?
Queremos, ardentemente, acreditar que não.
Se não sabe, fique sabendo. E tome as providências - urgentes - para que construamos, de fato, um Pará mais justo.
Deixando o caminho livre para os deficientes visuais, é claro.
Anjos, arcanjos, diabos e governança
Por NÉLIO PALHETA, jornalista
No Congresso Nacional não existem anjos. E se algum por lá transita, está mais para personagem do Inferno de Dante, do que para o Evangelho de Lucas (1,26-38) – o da Anunciação do Anjo Gabriel.
No Congresso Nacional não existem anjos. E se algum por lá transita, está mais para personagem do Inferno de Dante, do que para o Evangelho de Lucas (1,26-38) – o da Anunciação do Anjo Gabriel.
Entrando lá, ninguém escapa!
É com eles, os do bem e os do mal, que
o presidente da República tem que governar. O que não significa que tenhamos
que nos conformar com a realidade política.
Qualquer candidato que prometa coisas e
loisas (catedrais ou túmulos) sobre goverança estará nos enganando, tão desacreditado
está o sistema político. Ao se falar de Reforma Política, não se pode esquecer
que o sistema - além de anjos, arcanjos e diabos, que só aparentemente vivem
mais nos subterrâneos do Poder - é povoado por leões que engolem anjos e
querubins; orçamentos e verbas, comissões e propinas de toda ordem. Dá no
mesmo.
Isso, como publicou Veja, pode ser
ilustrado com a máxima do jurista norte americano James Madison (um dos
fundadores do Partido Republicano, junto com Thomas Jeferson): “Se os homens fossem anjos, não seria
necessário governo algum. Se os homens fossem governados por anjos, o governo
não precisaria de controles externos nem internos” (fragmento do Federalist
Papers - conjunto e argumentos discutidos na Filadélfia em 1787, durante a elaboração
da Constituição Americana; são os 85 artigos que ratificaram a Constituição
Americana, e que originaram o livro "O Federalista").
Um país governado à luz desses artigos
é o melhor dos mundos – não exatamente por serem os Estados Unidos da América
do Norte o berço desses pensamentos fantásiticos sobre governo, governança e
equilíbrio de Poderes neste pedaço do mundo ocidental, mas por que a governança
deve refletir o equilíbrio entre os poderes, o respeito mútuo dos limites de
cada instituição. O problema é que, no Congresso Nacional daqui, de lá e de
alhures existem mais diabos do que arcanjos, cada um querendo dominar o Céu ou
o Inferno, dependendo da índole de cada um.
A sociedade, nesse embate, acaba talvez
mais refém do Inferno do que do Céu políticos. E os anjos (até mesmo os do Céu)
são capazes de agir até onde jamais se poderia imaginar, no Brasil: as
profundezas dos poços de petróleo. E no inferno acabamos todos!
Pororoca - a Amazônia no Mar
Confiram aí, principalmente vocês que estão ou que irão ao Rio.
Até 23 de novembro, estará no Museu de Arte do Rio, sob a curadoria de Paulo Herkenhoff, a Exposição Pororoca - a Amazônia no Mar, com a participação de quase cem artistas cujas obras apresentam vínculos com a Amazônia através de diferentes abordagens.
Na mostra, que foi aberta na última terça-feira, poderão ser vistas muitas obras-primas, entre elas “Rosa no Arraial”, de Luiz Braga (que está na imagem-mestra chamando para a exposição - acima); “Hagakure” de Miguel Chikaoka ; a série dos ribeirinhos da década de 1980, de Elza Lima; os retratos das vendedoras de ervas do do Ver-o-Peso, de Walda Marques e a Transamazônica, da jornalista Paula Sampaio.
É programa para se conferir.
Ex-prefeito começa a cumprir pena na Colônia Heleno Fragoso
O ex-prefeito Domingos Diniz, de Limoeiro do Ajuru, na região nordeste paraense, foi recolhido à Colônia Penal Heleno Fragoso, em Santa Isabel do Pará, na última segunda-feira (08), para iniciar o cumprimento da pena privativa de liberdade de cinco anos de reclusão, em regime semiaberto. O mandado de prisão expedido pela 3ª Vara da Justiça Federal, em Belém.
A prisão ocorreu após o Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília (DF), haver negado provimento ao recurso de apelação que o ex-prefeito impetrou contra sentença condenatória que o juiz federal Rubens Rollo D’Oliveira assinou em abril de 2010 (veja aqui a íntegra).
O processo chegou ao TRF em dezembro de 2011 e retornou neste ano, para a execução da pena. Um outro réu, Natalino Gonçalves Pinheiro, que era tesoureiro da Prefeitura Municipal, também foi condenado e teve a pena privativa de liberdade substituída por penas restritivas de direito.
A ação penal ajuizada pelo Ministério Público narra que a União, por intermédio da Caixa Econômica Federal, celebrou em dezembro de 1998 um contrato para repassar à Prefeitura de Limoeiro do Ajuru recursos que deveriam ser aplicados na implementação do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).
O valor repassado em única parcela pela CEF foi de R$ 109.173,60 à prefeitura, que se obrigaria a despender, em contrapartida, R$ 12.130,40. A liberação dos recursos, porém, estava condicionada a apresentação, pelo município, de vários documentos, mas a prefeitura deixou transcorrer o prazo de 90 dias e não apresentou a documentação. Mesmo assim, os valores foram desbloqueados, depositados na conta da prefeitura e finalmente sacados e desviados em proveito dos interesses pessoais dos réus.
Na sentença, o juiz federal ressalta que o ex-prefeito sequer se deu ao trabalho de fazer defesa escrita perante a CEF, para demonstrar boa-fé, na aplicação dos recursos. “Essas irregularidades, no meu convencimento e valoração, não ficam restritas à instância de responsabilidade meramente administrativa. Elas alcançam, na verdade, a esfera de ilicitude penal”, diz o magistrado, ao reforçar sua convicção de que Domingos Diniz “apropriou-se de recursos do Pronaf”.
“Ambição” - “As consequências do crime alcançam não só o patrimônio financeiro do Pronaf, mas também os transtornos causados à Caixa, que, extraordinariamente, teve que fazer tomada de contas deslocando pessoal para esse fim, bem como os problemas de ordem administrativa que o novo prefeito de Limoeiro do Ajuru teve de enfrentar para regularizar o convênio perante a CEF. O motivo do crime reside na ambição irrefreável de enriquecimento com o dinheiro público”, diz a sentença.
Quanto ao tesoureiro Natalino Pinheiro, Rubens Rollo D’Oliveira afirma que ele não desconhecia o fato de que administração municipal estava impedida de sacar os recursos enquanto estivesse pendente, por parte da prefeitura, a apresentação de documentação idônea perante a Caixa. “O réu assinou cheques em branco e preencheu um deles no valor de R$ 60 mil, e assim possibilitou fossem sacados indevidamente recursos do Pronaf”, acrescentou o magistrado.
Marina, sabão biodegradável
Por LEOPOLDO VIEIRA
A candidatura de Marina Silva tentou responder às críticas de que não tem um projeto político para o país. Lançou um programa de governo, anunciado como fruto de um amplo debate com a sociedade civil.
Dissecado, revelou-se tão fraudulento quanto a tentativa de ser a própria encarnação de uma "nova política", pois logo foi desmoralizado como uma cópia das propostas de Aécio Neves e como um plágio mal feito de antigos programas do ex-presidente Lula. Em ambos os casos, demonstrando ou um brutal desconhecimento sobre o que aconteceu no Brasil recente, ou uma bizarra má fé de enganar a população, a começar pela mentira sobre como foi elaborado. A farsa mostrou bem a “profundidade” da assertiva “quero governar com os melhores do PT e do PSDB”.
Malfadada a medida para promover uma Marina de conteúdo, ensaia-se, agora, via grande mídia, o “mensalão 2.0”. Sim, a remontagem da farsa de 2005, para inflar uma candidatura que só tem o discurso etéreo sobre “nova política”.
Não é de se estranhar, então, que, sem provas ou qualquer ato oficial, tenha acusado, nesta segunda-feira, a presidenta Dilma de ter responsabilidade política sobre uma “quadrilha na Petrobrás” e anunciado que, caso eleita, instituirá comitês de busca por técnicos para comandar a estatal, como se currículos fossem imunes à ação corruptora, ainda mais currículos advindos de executivos da Chevron e cia, repletos de “neutralidade” de interesses.
A presidenta Dilma, porém, foi veemente em ir para a disputa. Não aceita versões de revista sem documentos oficiais, apresentados oficialmente por órgãos oficiais competentes e aceitação formal da delação premiada pela instância judiciária adequada. Dilma quer mais soluções estruturantes para a corrupção.
A primeira, a Reforma Política. Na semana do Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva para a Reforma Política, Marina Silva não deu um piu, nem publicou uma foto, nem um meme, nem um chamado em seu discurso de 07 de Setembro, convocando a população a ir votar num processo organizado pela sociedade civil, que ela diz que irá valorizar em seu governo, numa “democracia intensiva”. Para esta, Dilma e seu comitê não só convocou à participação, como divulgou a campanha e sua importância. E Dilma foi quem enviou ao Congresso Nacional, em 2013, projeto-de-lei que convocava um plebiscito oficial.
A segunda, a radicalização da participação social, do controle dos cidadãos e seus movimentos sociais sobre o poder público. Para esta, Dilma instituiu em maio de 2014 a Política Nacional de Participação Social, que integrava os conselhos e conferências nacionais existentes há décadas num Sistema Nacional de Participação Social. O partido de Marina, o PSB, por quem ela já vendeu sua Rede, por sua vez, compôs a tropa de choque no Congresso Nacional para sustar os efeitos do decreto. Embate que segue em aberto.
Agora, enquanto isso, no varejo, Marina ainda segue sem explicar suas seis viagens no jatinho sem dono e, no caso do suposto envolvimento de Eduardo Campos com os contratos da Petrobrás, não se acusa a si mesma de ter responsabilidade política... Pede calma. E assim, exposta ao debate democrático, Marina vai derretendo.
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LEOPOLDO VIEIRA secretário do Núcleo Petista Celso Daniel de Administração Pública e Assessor Especial do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, na Secretaria de Investimentos Estratégicos
O que ele disse
"Você faz discurso muito bravo, andando
para lá e para cá. Se você quiser ganhar o voto dessas meninas e meninos,
sorria mais no palanque. Peça o voto de forma carinhosa."
Luiz
Inácio Lula da Silva (em foto de arquivo), ex-presidente da República, durante
comício na última quarta-feira à noite, em Belém, ensinando a quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Paulo Rocha "bomba". Gerson Peres "sustenta" Jefferson.
Mesmo que seu registro tenha sido indeferido pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), o candidato do PT ao Senado, Paulo Rocha, que continua em campanha porque ainda aguarda julgamento de recurso ao TSE, continua com seu caixa de campanha bombando.
Ele arrecadou até agora R$ 958.450,01, valor que supera o arrecadado por sete concorrentes que receberam contribuições. Eliezer Barros (PRTB) e João Renato Rolim (PCB) nada arrecadaram. Nada menos de 92,6% da campanha do petista estão sendo bancados por quatro empresas, duas delas do Grupo Vale.
A grande e curiosa surpresa fica por conta de Jefferson Lima. Muito embora ele venha sendo apontado, em todos os levantamentos, como um dos três candidatos em condições de chegar ao Senado, ao lado de Mário Couto (PSDB) e do próprio Paulo Rocha, Lima, que é radialista, arrecadou até agora apenas e tão somente R$ 15.985,00. E desse total, R$ 15 mil foram doados por Gerson Peres, presidente regional do PP e candidato a deputado federal. Os R$ 985 foram despendidos pela empresa PT Marques Comunicação Visual ME. Ou seja: do fundo partidário do PP não escorreu nada, absolutamente nada para ajudar Jefferson Lima.
O tucano Mário Couto foi o segundo que mais arrecadou - R$ 379.393,13. Em seguida, aparecem Helenilson Pontes (PSD), R$ 259.270,00; Simão Bendayan (PV), R$ 150.000,00; Duciomar Costa (PTB), R$ 41 mil; Pedro Holanda Maia (PSOL), R$ 25.958,26; Marcela Tolentino (SD), R$ 10 mil, e Angela Azevedo (PSTU), R$ 6.874,95.
Confiram abaixo, as discriminações das doações dos quatro candidatos que mais arrecadaram.
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PAULO ROCHA
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MÁRIO COUTO
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HELENILSON PONTES
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SIMÃO BENDAYAN
Ele arrecadou até agora R$ 958.450,01, valor que supera o arrecadado por sete concorrentes que receberam contribuições. Eliezer Barros (PRTB) e João Renato Rolim (PCB) nada arrecadaram. Nada menos de 92,6% da campanha do petista estão sendo bancados por quatro empresas, duas delas do Grupo Vale.
A grande e curiosa surpresa fica por conta de Jefferson Lima. Muito embora ele venha sendo apontado, em todos os levantamentos, como um dos três candidatos em condições de chegar ao Senado, ao lado de Mário Couto (PSDB) e do próprio Paulo Rocha, Lima, que é radialista, arrecadou até agora apenas e tão somente R$ 15.985,00. E desse total, R$ 15 mil foram doados por Gerson Peres, presidente regional do PP e candidato a deputado federal. Os R$ 985 foram despendidos pela empresa PT Marques Comunicação Visual ME. Ou seja: do fundo partidário do PP não escorreu nada, absolutamente nada para ajudar Jefferson Lima.
O tucano Mário Couto foi o segundo que mais arrecadou - R$ 379.393,13. Em seguida, aparecem Helenilson Pontes (PSD), R$ 259.270,00; Simão Bendayan (PV), R$ 150.000,00; Duciomar Costa (PTB), R$ 41 mil; Pedro Holanda Maia (PSOL), R$ 25.958,26; Marcela Tolentino (SD), R$ 10 mil, e Angela Azevedo (PSTU), R$ 6.874,95.
Confiram abaixo, as discriminações das doações dos quatro candidatos que mais arrecadaram.
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PAULO ROCHA
Doador | Doador Originário | Valor R$ |
Direção Estadual/Distrital | BIOPALMA DA AMAZONIA S.A. REFLORESTAMENTO INDUSTRIA E COMERCIO | R$ 108.000,00 |
Direção Estadual/Distrital | VALE MANGANES S. A. | R$ 270.000,00 |
Direção Estadual/Distrital | SALOBO METAIS S A | R$ 300.000,00 |
Direção Estadual/Distrital | VALE MINA DO AZUL S. A. | R$ 20.000,00 |
Direção Nacional | CONSTRUTORA ANDRADE GUTIERREZ S/A | R$ 190.000,00 |
ELIAS FARIAS LEAL | R$ 150,00 | |
OLIVAR ROSA DO NASCIMENTO | R$ 50,00 | |
OLIVAR ROSA DO NASCIMENTO | R$ 50,00 | |
S A PAULISTA DE CONSTRUÇÕES E COMERCIO | R$ 20.000,01 | |
SANTA IZABEL ALIMENTOS LTDA | R$ 50.000,00 | |
VALNICIA NAZARE DANTAS | R$ 200,00 |
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MÁRIO COUTO
Doador | Valor R$ |
ANA LUCIA CALDAS DA CONCEIÇÃO | R$ 4.000,00 |
ANA MARIA TENREIRO ARANHA MOREIRA | R$ 10.000,00 |
ANDREY JOSE DA SILVA DA SILVA | R$ 4.000,00 |
CILENE LISBOA COUTO MARQUES | R$ 750,00 |
CILENE LISBOA COUTO MARQUES | R$ 150,00 |
CILENE LISBOA COUTO MARQUES | R$ 1.000,00 |
CILENE LISBOA COUTO MARQUES | R$ 750,00 |
CILENE LISBOA COUTO MARQUES | R$ 1.000,00 |
CILENE LISBOA COUTO MARQUES | R$ 816,62 |
CILENE LISBOA COUTO MARQUES | R$ 233,31 |
CILENE LISBOA COUTO MARQUES | R$ 1.066,56 |
CILENE LISBOA COUTO MARQUES | R$ 226,64 |
CILENE LISBOA COUTO MARQUES | R$ 900,00 |
CILENE LISBOA COUTO MARQUES | R$ 500,00 |
CILENE LISBOA COUTO MARQUES | R$ 150,00 |
CILENE LISBOA COUTO MARQUES | R$ 1.600,00 |
CILENE LISBOA COUTO MARQUES | R$ 5.100,00 |
CILENE LISBOA COUTO MARQUES | R$ 3.600,00 |
CILENE LISBOA COUTO MARQUES | R$ 1.750,00 |
CILENE LISBOA COUTO MARQUES | R$ 350,00 |
CILENE LISBOA COUTO MARQUES | R$ 2.750,00 |
CLAUDILENE BARBOSA DE SOUZA | R$ 7.000,00 |
COMPANHIA DE BEBIDAS BRASIL KIRIN | R$ 30.000,00 |
Comitê Financeiro Único | R$ 20.000,00 |
Comitê Financeiro Único | R$ 110.000,00 |
EDERSON ALEXANDRE CABRAL DA SILVA | R$ 24.000,00 |
FABIOLA DE ASSIS FATICA | R$ 6.000,00 |
HANNY MARCIA AMORAS DOS SANTOS | R$ 12.000,00 |
MARIO COUTO FILHO | R$ 29.000,00 |
MARIO COUTO FILHO | R$ 4.000,00 |
MARIO COUTO FILHO | R$ 10.000,00 |
MARIO COUTO FILHO | R$ 23.700,00 |
MARIO COUTO FILHO | R$ 19.000,00 |
NATIELLE CRISTINA MAIA EVANGELISTA | R$ 4.000,00 |
PAULO ROBERTO DE PAULA PENA | R$ 12.000,00 |
RUI DER LAAN SILVA DE MENEZES | R$ 8.000,00 |
SAMIA FRANCA GABRIEL | R$ 8.000,00 |
SONIA MARIA FERREIRA DA SILVA | R$ 8.000,00 |
VIVIAN CRISTIANE DAS NEVES SILVA DA SILVA | R$ 4.000,00 |
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HELENILSON PONTES
Doador | Valor R$ |
Comitê Financeiro Único | R$ 54.250,00 |
Comitê Financeiro Único | R$ 100.000,00 |
Comitê Financeiro Único | R$ 80.000,00 |
Direção Estadual/Distrital | R$ 5.500,00 |
Direção Estadual/Distrital | R$ 2.400,00 |
Direção Estadual/Distrital | R$ 620,00 |
Direção Estadual/Distrital | R$ 7.500,00 |
Direção Estadual/Distrital | R$ 2.000,00 |
Direção Estadual/Distrital | R$ 4.000,00 |
Direção Estadual/Distrital | R$ 3.000,00 |
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SIMÃO BENDAYAN
Doador | Valor R$ |
Direção Nacional | R$ 150.000,00 |
A infâmia contra Elias
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Elias: ele que não caia nessa besteira de perdoar os autores desse crime |
Que crime cometeram contra o jogador Elias!
E esse site aqui - muito engraçado, muito criativo, muito irreverente, muito debochado, muito bem-humorado?
Deve ser processado. Claro que deve.
Porque saibam todos, inclusive os humoristas: no Estado Democrático de Direito, todo mundo, absolutamente todos, sem exceção, têm o mais legítimo direito de dizer o que bem entenderem. Mas devem ser responsáveis pelo que disserem, entendeu?
Não existe nenhum direito absoluto. Não existe mesmo.
Que o diga Rafinha Bastos, esse humorista antipático que fez aquela piada infame.
Assim neste caso do Elias.
Não cometa ele o equívoco, a infantilidade de perdoar os autores dessas difamações.
Perdão é uma pitomba.
Elias precisa responsabilizar judicialmente os autores dessa molecagem.
Ou melhor: desse crime.
Um teste de credibilidade
Por Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa
Em períodos eleitorais como o que atravessamos, pode-se observar com mais clareza a pobreza do solo em que a imprensa hegemônica faz suas colheitas de notícias. Na entressafra de pesquisas de intenção de voto, predomina o jornalismo declaratório, que tenta transformar em informação relevante qualquer coisa que brote desse deserto de ideias.
O mais novo fruto dessa seara de suposições é uma lista de políticos que teriam sido beneficiados por operações do doleiro Alberto Yousseff. Os artigos, editoriais e comentários publicados nas edições de terça-feira (9/9) sobre o assunto estão repletos de expressões condicionais, do tipo “maracutaias podem ter custado tanto”, “políticos teriam se beneficiado”, “seriam 62 os envolvidos” e “não se informou o que teriam praticado”.
Em tudo predomina o cuidado de não fazer afirmações, principalmente porque a fonte primária, a revista Veja, tem um alentado histórico de farsas, denúncias forjadas e suposições nunca confirmadas, tudo misturado a acusações que se revelaram verdadeiras e fundamentadas.
Por mais que o jornalismo predominante na mídia tradicional do Brasil se mostre há muitos anos contaminado por determinado viés ideológico, que impõe uma visão homogênea sobre os principais acontecimentos, ainda se pode observar certa cautela no intenso noticiário sobre o depoimento que o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa teria negociado com a Justiça, em troca de amenizar a pena de prisão a que está sujeito.
Mas há um abismo entre o que os jornais manifestam como opinião de seus editores e a convicção que expressam em seu noticiário. O editorial do Estado de S.Paulo pondera, com cautela, que “é ainda muito pouco – e incerto – o que acaba de vir a público do esquema de corrupção na Petrobras”.
A Folha de S. Paulo, também em editorial, observa que o denunciante “tem todo interesse em tentar encurtar sua prisão, o que pode fazer não apenas narrando fatos reais, mas também confundindo a Justiça – hipótese em que os verdadeiros criminosos entenderiam o recado e tratariam de ajudá-lo”.
Há, portanto, certa dose de reserva no núcleo de opiniões dos dois diários paulistas de circulação nacional quanto à credibilidade da fonte.
O abraço dos desesperados
Já o Globo não tem dúvida: tudo que vazou da suposta negociação entre o principal acusado das falcatruas na Petrobras e as autoridades é tido pelo jornal carioca como fato, e essa posição oficial se reflete no modo como o assunto vem sendo tratado em todos os veículos do grupo, com especial dedicação no Jornal Nacional de sua rede de televisão.
No entanto, mesmo no núcleo de campanha do PSDB à Presidência da República, considera-se que é muito baixo o potencial desse noticiário para provocar mudanças na distribuição das intenções de voto. Analistas próximos ao senador Aécio Neves, citados pela imprensa, acham que a denúncia mais recente na safra de escândalos que nascem na Petrobras é muito genérica e imprecisa, e envolve tantos nomes que acaba se diluindo na conta geral da corrupção.
Quem se beneficiaria desse noticiário ruidoso produzido em cima de uma ação desesperada do ex-diretor que se vê cada vez mais próximo de ser condenado?
Os jornais observam que o candidato do PSDB é o único que pode tirar alguma vantagem do escândalo, visando principalmente os eleitores da classe de renda média, “urbanos e escolarizados” que apoiam a ex-ministra Marina Silva, como anota um colunista do Globo. Mas também Aécio Neves é um homem em circunstância de desespero, cujo patrimônio de votos se esvaiu com a ascensão da candidata do PSB.
É muito mais provável que a suposta denúncia do ex-diretor da Petrobras tenha um efeito irrelevante nas escolhas do eleitorado. Mesmo que os autores do vazamento tenham o cuidado de alimentar a imprensa a conta-gotas, para manter o assunto no noticiário, o primeiro impacto é o que conta: depois disso, ensinam as teorias da comunicação, tudo passa a ser redundância.
Certamente o tema será explorado no próximo debate entre os candidatos, marcado para o dia 2 de outubro na Rede Globo. Mas, antes disso, uma nova pesquisa terá indicado se a imprensa ainda possui alguma influência sobre as urnas.
O que ela disse
“Não adianta falar que eu fiz bolsa banqueiro. Eu não tenho banqueiro me apoiando. Eu não tenho banqueiro me sustentando."
Dilma Rousseff (PT), presidente e candidata à reeleição (Foto: Vanessa Carvalho/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo), fazendo referência a uma das coordenadoras da campanha de Marina, Maria Alice Setúbal, conhecida como Neca, herdeira do banco Itaú.
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Associações vão ao STF contra cortes no orçamento do Judiciário
Do site Migalhas
A Anamatra, a AMB e a Ajufe impetraram MS coletivo no STF, com pedido de liminar, contra ato da presidente Dilma Rousseff pelos cortes efetuados na proposta orçamentária do Poder Judiciário.
O MS impugna o ato comissivo da presidente que, ao encaminhar o projeto da lei orçamentária de 2015 (PLN 3/14) ao Congresso, excluiu parte da proposta apresentada pelo STF, pertinente à revisão geral anual dos subsídios dos ministros do STF, bem como dos projetos referentes ao restabelecimento do adicional por tempo de serviço e à gratificação por acúmulo para juízes Federais e do Trabalho.
As entidades pedem também, cautelarmente, a suspensão da eficácia do projeto, bem como de seu trâmite perante o Congresso até que "a presidente da República apresente outro projeto, tal como determina a CF, sem decotar qualquer parte da proposta orçamentária do Poder Judiciário".
O presidente da Anamatra, Paulo Luiz Schmidt, explica que o objetivo das associações é demonstrar que a proposta orçamentária encaminhada pelo Poder Judiciário ao Poder Executivo que foi excluída do projeto da lei orçamentária de 2015, não é uma parte que pudesse ser objeto de livre deliberação ou de apreciação discricionária por parte do Poder Executivo. Para o magistrado, tal conduta do Poder Executivo afeta não apenas o processo legislativo, mas também a própria CF (inciso X do art. 37), que prevê na revisão anual dos subsídios dos ministros do STF.
Para as entidades, Dilma tem promovido seguidamente cortes indevidos nas propostas orçamentárias encaminhadas pelo Poder Judiciário por meio do presidente do STF. Também ressaltam que os reajustes aprovados nos projetos de lei, desde 2005 quando o regime de subsídio em parcela única foi implantado, não acompanharam a evolução da inflação. "A remuneração dos magistrados acumula uma perda inflacionária superior a 30%", pondera Schmidt.
Outro MS
Na última sexta-feira, o procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, também impetrou MS no STF para questionar os cortes feitos pela presidente Dilma nas propostas orçamentárias encaminhadas pelo Judiciário e MPU. Segundo a PGR, houve lesão à competência constitucional do Legislativo de definir o orçamento e violação à independência e à autonomia administrativa e financeira do MP e do Judiciário.
- Processo relacionado: MS 33.190
Vice-presidente do TRT- 8ª Região é afastado das funções
O Conselho Superior da Justiça do Trabalho decidiu por unanimidade afastar cautelarmente o desembargador Luis José de Jesus Ribeiro do exercício das funções administrativas do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região, com jurisdição sobre os Estados do Pará e Amapá. O magistrado ficará afastado do exercício da vice-presidência e da presidência por 90 dias, mas permanecerá exercendo suas funções judicantes.
A decisão consta de acórdão referente ao Processo nº CSJT-A-6953-67.2014.5.90.0000, decorrente de auditoria instaurado no TRT-8ª Região, de 14 a 18 de outubro do ano passado, em que foram apuradas várias irregularidades, entre elas a concessão de reajustes salariais para magistrados decorrentes da URV (Unidade Real de Valor) por período diverso daquele examinado e validado pelo CSJT e pelo Tribunal de Contas da União (TCU), provocando impacto de mais de R$ 26,9 milhões na folha de pagamento do Tribunal.
O acórdão (veja imagens de alguns trechos acima, pinçado pelo Espaço Aberto), aprovado no dia 29 de agosto passado, pode ser acessado na íntegra aqui e está disponível para consulta pública na página do próprio Tribunal Superior do Trabalho. Na mesma decisão, o Conselho decidiu encaminhar, para conhecimento e eventual adoção das medidas cabíveis, cópia do acórdão e do respectivo relatório final de auditoria ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), "em face do envolvimento da maioria dos membros da Corte auditada na aprovação das irregularidades apuradas, o que afasta a competência do TRT local para a apuração de eventual desvio de conduta funcional), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Ministério Público Federal e à Secretaria da Receita Federal do Brasil".
"O que se evidencia claramente é a postura de um grupo de magistrados do TRT da 8ª Região, liderado por juiz pivô das outras irregularidades maiores apuradas pela auditoria do CSJT de se fundarem no que poderíamos chamar de princípio in dubio pro nobis, ao aprovarem normativo interno que contraria o entendimento do CSJT e as determinações do TCU, mandando pagar ou não pagar conforme lhes seja mais favorável. Não há que se olvidar ainda que, em hipóteses semelhantes a essa, não é raro que posteriormente, invoque-se o princípio da boa-fé para não devolver os valores percebidos indevidamente e em flagrante descompasso com a legislação aplicável à espécie", diz em seu relatório o ministro-conselheiro Ives Gandra Martins Filho.
De acordo com o ministro, o recálculo das diferenças decorrentes da conversão da URV aos magistrados do TRT-8ª Região, sem observância do termo final de concessão firmado pelo CSJT no Processo CSJT-PP-742-83.2012.5.90.0000, bem como daquele posteriormente fixado pelo TCU, "beira a má-fé, porquanto não é possível, tampouco aceitável, erro tão grosseiro praticado pela Administração, o que, se comprovado, pode ensejar até mesmo a responsabilização civil e criminal, a ser apurada pelo órgão competente, em regular processo administrativo e/ou judicial."
Impacto na folha
O desembargador Luis José de Jesus Ribeiro, prossegue o acórdão, formulou o pedido que culminou em decisão ilegal de não retenção do Imposto de Renda sobre o terço de férias a magistrados e servidores. "Ademais, e o mais grave é que, ocasionalmente ocupando a Presidência do Tribunal Regional, o Magistrado pautou e conduziu processo que culminou no recálculo da URV, laureando-se em decisão judicial singular e restrita a um juiz aposentado, de modo a estender indevidamente o período de apuração de diferenças salariais decorrentes da URV por período superior ao definido pelo TCU, cuja limitação temporal é de notório conhecimento dos magistrados, em especial do referido desembargador, até por ser um dos beneficiários da vantagem. Tal medida, conforme já relatado, produziu impacto no valor exorbitante de R$ 26.905.353,93", acrescenta o acórdão.
Diz ainda o ministro-relator que o desembargador "é identificado como um dos magistrados para os quais o Tribunal vem procedendo a abatimento duplo na base de cálculo do imposto de renda em relação ao mesmo dependente, de modo a produzir abatimento pela condição de pagamento mensal de pensão alimentícia e também a dedução por dependente. Deste modo, exsurgem indícios significativos da postura de um grupo de magistrados do TRT da 8ª Região, liderado pelo desembargador Luis José de Jesus Ribeiro, de buscar constantemente a obtenção de vantagens indevidas e contra as quais há expressivo ou pacífico entendimento em sentido contrário. De todas, é preciso reforçar a decisão que produziu impacto milionário a título de diferenças de URV, sem o mínimo constrangimento em afrontar decisão do TCU e deste CSJT, que já haviam definido o limite temporal do direito."
Marina, "a noiva que a gente não esperava"
Espiem as duas notas abaixo.
Foram publicadas na coluna de Mônica Bergamo, da Folha.
Expressam, traduzem, revelam na medida exata as idas e vindas, as surpresas, as imprevisões desta campanha eleitoral para presidente da República diante do fator Marina.
Leiam.
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Foram publicadas na coluna de Mônica Bergamo, da Folha.
Expressam, traduzem, revelam na medida exata as idas e vindas, as surpresas, as imprevisões desta campanha eleitoral para presidente da República diante do fator Marina.
Leiam.
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ALGO A DECLARAR OU...
De um dos maiores empresários do país que está entre os maiores contribuintes de campanhas eleitorais, falando à coluna, sob a condição de anonimato, sobre a possibilidade de Marina Silva vencer as eleições: "Com a exceção de alguns bancos, o empresariado está meio perdido, repensando".
De um dos maiores empresários do país que está entre os maiores contribuintes de campanhas eleitorais, falando à coluna, sob a condição de anonimato, sobre a possibilidade de Marina Silva vencer as eleições: "Com a exceção de alguns bancos, o empresariado está meio perdido, repensando".
...CALE-SE PARA SEMPRE
O problema, segue o empresário, é que a situação fugiu do script: "Primeiro todo mundo aderiu ao volta, Lula' para tirar a Dilma Rousseff. Não deu certo. Depois ficou estudando o Aécio Neves e o Eduardo Campos. Veio a tragédia. Não dá para salvar o Aécio. Então agora estamos entrando na igreja e no altar está uma noiva que a gente não esperava, a Marina".
O problema, segue o empresário, é que a situação fugiu do script: "Primeiro todo mundo aderiu ao volta, Lula' para tirar a Dilma Rousseff. Não deu certo. Depois ficou estudando o Aécio Neves e o Eduardo Campos. Veio a tragédia. Não dá para salvar o Aécio. Então agora estamos entrando na igreja e no altar está uma noiva que a gente não esperava, a Marina".
Balbúrdia medieval na Belém do século XXI
Espiem só.
As fotos foram mandadas para o Espaço Aberto pelo leitor Denis Sampaio.
"A balbúrdia só cresce na passarela e calçada em frente ao Detran da Augusto Montenegro. Parece imagem naquelas imagens de feiras da Idade Média".
Sim.
Olhem as fotos e vejam se o leitor não tem razão.
As fotos foram mandadas para o Espaço Aberto pelo leitor Denis Sampaio.
"A balbúrdia só cresce na passarela e calçada em frente ao Detran da Augusto Montenegro. Parece imagem naquelas imagens de feiras da Idade Média".
Sim.
Olhem as fotos e vejam se o leitor não tem razão.
PRE alerta a Celpa para uso eleitoral de programa
A Procuradoria Regional Eleitoral enviou recomendação às Centrais Elétricas do Pará (Celpa) para que observe o possível uso ilegal, na forma de propaganda eleitoral, das ações do Mutirão da Economia, o programa de eficiência energética que a empresa é obrigada por lei a promover e que prevê a troca de geladeiras em péssimo estado de conservação por novas e de lâmpadas incandescentes por fluorescentes. Pela legislação do setor, as permissionárias e concessionárias do serviço público de distribuição de energia elétrica são obrigadas a aplicar percentuais mínimos de suas receitas para a entrega de bens com maior eficiência de consumo para unidades consumidoras que paguem a tarifa social.
A PRE informou a Celpa que há indícios de que candidatos estariam tentando utilizar a distribuição do Mutirão da Economia para obter vantagens eleitorais. Pela legislação eleitoral, é vedado o uso promocional em campanhas eleitorais de programas de distribuição gratuita de bens e serviços de caráter social custeados ou subvencionados pelo poder público.
O programa da Celpa alcança não só a região metropolitana de Belém, maior colégio eleitoral do estado, como os municípios de Abaetetuba, Altamira, Bragança, Barcarena, Benevides, Cametá, Castanhal, Capanema, Marabá, Moju, Paragominas, Parauapebas, Santarém e Tucuruí. Diante do risco de candidatos se utilizarem do programa para propaganda ilegal, o Procurador Regional Eleitoral, Alan Mansur Silva, enviou recomendação à presidência da Celpa para que informe imediatamente se houver qualquer movimentação de militantes de coligações eleitorais nos locais de entrega.
O procurador também solicitou à Celpa que envie em 48 horas informações sobre o cronograma e locais de entrega de bens no Mutirão da Economia durante o período da campanha eleitoral, para fiscalização mais rigorosa pelo MP Eleitoral.
Fonte: Assessoria de Imprensa do MPF
A PRE informou a Celpa que há indícios de que candidatos estariam tentando utilizar a distribuição do Mutirão da Economia para obter vantagens eleitorais. Pela legislação eleitoral, é vedado o uso promocional em campanhas eleitorais de programas de distribuição gratuita de bens e serviços de caráter social custeados ou subvencionados pelo poder público.
O programa da Celpa alcança não só a região metropolitana de Belém, maior colégio eleitoral do estado, como os municípios de Abaetetuba, Altamira, Bragança, Barcarena, Benevides, Cametá, Castanhal, Capanema, Marabá, Moju, Paragominas, Parauapebas, Santarém e Tucuruí. Diante do risco de candidatos se utilizarem do programa para propaganda ilegal, o Procurador Regional Eleitoral, Alan Mansur Silva, enviou recomendação à presidência da Celpa para que informe imediatamente se houver qualquer movimentação de militantes de coligações eleitorais nos locais de entrega.
O procurador também solicitou à Celpa que envie em 48 horas informações sobre o cronograma e locais de entrega de bens no Mutirão da Economia durante o período da campanha eleitoral, para fiscalização mais rigorosa pelo MP Eleitoral.
Fonte: Assessoria de Imprensa do MPF
As distorções das mídias
Por ANA DINIZ, jornalista, em seu blog Na rede
Entre o eleitor e o candidato existe uma tela onipresente. E, se o meio é também uma mensagem, é preciso saber qual a mensagem dessa tela.
Ela é plural: grande, no cinema; média, na televisão; pequena, nos computadores e assemelhados; micro, nos comunicadores portáteis.
Ela não conduz à realidade, mas ao reality-show: isso que ela mostra, não nos atinge. Geralmente, nos distrai por um momento – e vamos para o próximo. É um meio superficial, gôndola de supermercado, sai um produto, entra outro. Aqui e ali se recolhe uma informação útil. E, como o nosso cérebro não é infinito, memorizamos essa informação e apagamos o resto.
No cinema, a tela é unidirecional. Ela passa um recado, mas só aquele, e vai direto para a impressão emocional. Filmes com temas políticos são sempre de propaganda (como “A rainha” e “O discurso do rei”, feitos para compensar o efeito Lady Di sobre a família real inglesa) e apelam diretamente para o subliminar. Graças a Deus, são difíceis de fazer e quase sempre chatos de ver.
Na televisão, a tela onipresente é também fracionária: ela se divide em segundos. Assim, há que falar em segundos. Se o tema é complexo, terá que ser simplificado. O resultado é uma vala comum de chavões, porque não há como explicar em segundos nenhuma política pública. A distorção do meio é cruel, reduz a insulto o que deveria ser crítica. Enéas se apresentou ao país em 30 segundos com um bordão de teatro que lhe rendeu votos mas nenhuma densidade política. É politicamente inexpressivo.
Nos computadores e nas telas dos portáteis ligados à internet, onde a leitura é obrigatória, há mais espaço para conteúdos e também menos pressa: você sempre pode guardar para ler depois. Mas aqui é o brilho da tela que cria outro tipo de distorção. Um quadro de Van Gogh na tela do computador emociona muito mais do que o quadro real: este não tem brilho nem transparência. A mistura desordenada com os anúncios (que saltam em cima do que você está lendo) nivela por baixo qualquer assunto, o transforma num produto a ser consumido. Além disso, o texto deve ser também sintético: ler com luz na cara cansa. O leitor desiste logo.
Finalmente, a telinha do portátil que recebe e transmite mensagens e clipes. Aí só dá para algumas palavras, para a discussão curta e grosseira. Ou seja, xingamentos, que também são parte de toda campanha eleitoral que se preze. Mas que só permitem um juízo de valor: avaliar a capacidade do candidato na pronta resposta e o grau de civilidade que tem.
O meio que transmite a mensagem cria distorções enormes, pois: o eleitor tem somente uma imagem do candidato; não tem a possibilidade de contribuir com seu esforço para a vitória de A ou B; não consegue saber a diferença entre uns e outros, exceto quando a proposta é radical. O resultado é o que estamos vendo: uma campanha vazia, produto direto da sua concentração nas mídias audiovisuais.
As mídias audiovisurais deveriam ser apenas uma parte da campanha; mas, com as restrições draconianas impostas por um falso moralismo – afinal de contas, ninguém vota contra seus próprios interesses imediatos e posso contar muitos causos que comprovam isso – o debate político virou, mesmo, um show ensaiado. Conseguiram acabar com a festa das ruas. O candidato emergente – aquele que fazia uma coleta entre amigos para pagar meia dúzia de camisas ou imprimir seus santinhos, financiar o som da festa do santo, contratar a van para levar seus eleitores à urna – dançou. Tem que barganhar com os caciques um tempinho para se apresentar na tevê – e esperar que seu carisma, se o tiver, faça o resto.
Que pena!
Entre o eleitor e o candidato existe uma tela onipresente. E, se o meio é também uma mensagem, é preciso saber qual a mensagem dessa tela.
Ela é plural: grande, no cinema; média, na televisão; pequena, nos computadores e assemelhados; micro, nos comunicadores portáteis.
Ela não conduz à realidade, mas ao reality-show: isso que ela mostra, não nos atinge. Geralmente, nos distrai por um momento – e vamos para o próximo. É um meio superficial, gôndola de supermercado, sai um produto, entra outro. Aqui e ali se recolhe uma informação útil. E, como o nosso cérebro não é infinito, memorizamos essa informação e apagamos o resto.
No cinema, a tela é unidirecional. Ela passa um recado, mas só aquele, e vai direto para a impressão emocional. Filmes com temas políticos são sempre de propaganda (como “A rainha” e “O discurso do rei”, feitos para compensar o efeito Lady Di sobre a família real inglesa) e apelam diretamente para o subliminar. Graças a Deus, são difíceis de fazer e quase sempre chatos de ver.
Na televisão, a tela onipresente é também fracionária: ela se divide em segundos. Assim, há que falar em segundos. Se o tema é complexo, terá que ser simplificado. O resultado é uma vala comum de chavões, porque não há como explicar em segundos nenhuma política pública. A distorção do meio é cruel, reduz a insulto o que deveria ser crítica. Enéas se apresentou ao país em 30 segundos com um bordão de teatro que lhe rendeu votos mas nenhuma densidade política. É politicamente inexpressivo.
Nos computadores e nas telas dos portáteis ligados à internet, onde a leitura é obrigatória, há mais espaço para conteúdos e também menos pressa: você sempre pode guardar para ler depois. Mas aqui é o brilho da tela que cria outro tipo de distorção. Um quadro de Van Gogh na tela do computador emociona muito mais do que o quadro real: este não tem brilho nem transparência. A mistura desordenada com os anúncios (que saltam em cima do que você está lendo) nivela por baixo qualquer assunto, o transforma num produto a ser consumido. Além disso, o texto deve ser também sintético: ler com luz na cara cansa. O leitor desiste logo.
Finalmente, a telinha do portátil que recebe e transmite mensagens e clipes. Aí só dá para algumas palavras, para a discussão curta e grosseira. Ou seja, xingamentos, que também são parte de toda campanha eleitoral que se preze. Mas que só permitem um juízo de valor: avaliar a capacidade do candidato na pronta resposta e o grau de civilidade que tem.
O meio que transmite a mensagem cria distorções enormes, pois: o eleitor tem somente uma imagem do candidato; não tem a possibilidade de contribuir com seu esforço para a vitória de A ou B; não consegue saber a diferença entre uns e outros, exceto quando a proposta é radical. O resultado é o que estamos vendo: uma campanha vazia, produto direto da sua concentração nas mídias audiovisuais.
As mídias audiovisurais deveriam ser apenas uma parte da campanha; mas, com as restrições draconianas impostas por um falso moralismo – afinal de contas, ninguém vota contra seus próprios interesses imediatos e posso contar muitos causos que comprovam isso – o debate político virou, mesmo, um show ensaiado. Conseguiram acabar com a festa das ruas. O candidato emergente – aquele que fazia uma coleta entre amigos para pagar meia dúzia de camisas ou imprimir seus santinhos, financiar o som da festa do santo, contratar a van para levar seus eleitores à urna – dançou. Tem que barganhar com os caciques um tempinho para se apresentar na tevê – e esperar que seu carisma, se o tiver, faça o resto.
Que pena!
O que ela disse
"Quem manteve toda essa quadrilha que está acabando com a Petrobras é o atual governo, que, conivente, deixou que todo esse desmande acontecesse em uma das empresas mais importantes do nosso país [...] A presidente [Dilma Rousseff] tem responsabilidade política. Eu não seria leviana de dizer que ela tem responsabilidade direta. Eu prefiro que as investigações aconteçam. Eu não vou querer ganhar uma eleição a qualquer custo e a qualquer preço."
Marina Silva (na foto de Leo Cabral/ MSILVA Online), candidata do PSB a presidente da República, cobrando a apuração sobre o propinoduto na Petrobras.
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Justiça inocenta Jovem Pan de indenizar Milton Neves
A Rádio Panamericana, mais conhecida como Jovem Pan, foi absolvida de condenação ao pagamento de indenização no valor de R$ 3,5 milhões por assédio moral ao comentarista esportivo Milton Neves. Para a 8.ª Turma do TST (Tribunal Superior do Trabalho), o fato de a emissora ter alterado a grade da programação e substituído o apresentador por outro não configurou abuso de poder diretivo.
Na reclamação trabalhista, o comentarista alegou que a empresa o desmoralizou perante colegas de trabalho, anunciantes e ouvintes ao alterar o nome do Programa "Terceiro Tempo", apresentado exclusivamente por ele por mais de 20 anos, para "Fim de Jogo", sem consultá-lo previamente. Ainda segundo Neves, ele não teve a oportunidade de justificar a mudança para seus ouvintes, o que teria afastado anunciantes tradicionais. A rádio também o teria substituído por outro profissional, colocando-o em "uma situação humilhante e ociosa", tendo que aguardar "pífias escalas" a ele atribuídas.
Defesa
A Jovem Pan, em defesa, negou o assédio moral ou qualquer dano aos direitos da personalidade do apresentador. Segundo a emissora, as desavenças entre as partes decorreram de interesses comerciais que não foram atendidos na exploração do merchandising, fonte principal dos rendimentos do comentarista.
O juízo de origem negou o pedido do apresentador, mas, em recurso ao TRT-2 (Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, em São Paulo), a rádio foi condenada a pagar indenização de R$ 3,5 milhões. No entendimento do TRT, a empresa adotou o "método geladeira", que consiste em afastar o profissional de suas funções, provocando assim, "perda irreparável e prejuízo latente na imagem do comentarista".
TST
A Pan recorreu da decisão ao TST, pedindo a exclusão da condenação ou a redução do valor arbitrado. Alegou que as alterações no nome do programa ou na escala de trabalho não configuram abuso de direito, mas simples exercício do poder diretivo do empregador. Argumentou ainda que as condutas adotadas não acarretaram dano moral ao comentarista, apenas perdas nas suas receitas publicitárias.
Relator do processo na 8.ª Turma, o desembargador convocado João Pedro Silvestrin entendeu que a alteração na grade de programação, inclusive na duração ou nome das atrações, faz parte do poder diretivo da empresa, que visa se modernizar constantemente na busca por anunciantes e ouvintes.
Ainda segundo Silvestrin, a conduta da rádio não gerou desvalorização profissional, uma vez que o próprio comentarista descreveu, ao longo do processo, que recebeu incontáveis manifestações de apreço por parte de ouvintes ao longo de todo o período em que afirmava estar "na geladeira", tendo, ainda, obtido proposta para trabalhar em empresa concorrente. "Ainda que se trate de profissional experiente e conhecido, não há de se considerar vexatória a redução de tempo no ar," disse o relator.
Assim, por unanimidade, a Turma restabeleceu a sentença inicial que indeferiu o pedido de indenização.
Processo: RR-50500-70.2007.5.02.0058
UFPA é a 29ª melhor universidade do Brasil, pelo RUF
No Ranking Universitário Folha, divulgado nesta segunda, a Universidade Federal do Pará está em 29º entre as 192 instituições de ensino superior consideradas no levantamento.
A melhor do país é a USP.
Vejam aí como se posicionam as universidades do Pará no ranking.
Cinco empresas bancam 93,7% da campanha de Helder
A menos de um mês para as eleições de 5 de outubro, o candidato do PMDB ao governo do Estado, Helder Barbalho, arrecadou R$ 2.912.731,12, mais do que o dobro da receita de R$ 1.392.704,20 obtida até agora pelo candidato tucano à reeleição, Simão Jatene.
Até agora, nenhuma empresa contribuiu para a campanha de Simão Jatene. Helder Barbalho, ao contrário, teve sua campanha praticamente bancada até aqui por apenas cinco empresas, três delas do Grupo Vale - Vale Mina do Azul, Vale Energia, Salobo Metais, Andrade Gutierrez e BRF S.A. -, que desembolsaram R$ 2.731.500,00, o equivalente a 93,7% das receitas obtidas pelo candidato peemedebista.
O candidato do PV, Zé Carlos, só arrecadou R$ 297 mil e Marco Carrerra (PSOL), R$ 15.069,76. Marco Antônio Ramos (PCB) e Elton Braga (PRTB) não conseguiram receita nenhuma.
O volume de recursos movimentado pelos candidatos está disponível na 2ª parcial divulgada pela Justiça Eleitoral neste final de semana.Muito embora concentrem praticamente a totalidade de recursos carreados para campanhas a governador no Pará, Jatene e Helder ainda estão longe, muito longe de arrecadar o valor que estimaram para gastar durante toda a campanha.
O candidato tucano estimou gastos de R$ 18 milhões, mas até agora só obteve 7,7% do previsto. Helder, que espera gastar R$ 20 milhões, só recebeu 14,5% do estimado.
Confiram, abaixo, a discriminação das doações aos candidatos, com base em números oficiais, fornecidos pela Justiça Eleitoral.
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HELDER BARBALHO
Doador | Doador Originário | Valor R$ |
ADRIANO DA SILVA MONTEIRO | R$ 1.850,00 | |
AFONSO ARINOS DE ALMEIDA LINS FILHO | R$ 750,00 | |
AFONSO ARINOS DE ALMEIDA LINS FILHO | R$ 1.500,00 | |
AGROPECUÁRIA RIO BRANCO LTDA | R$ 3.957,38 | |
AGROPECUÁRIA RIO BRANCO LTDA | R$ 4.314,06 | |
AGROPECUÁRIA RIO BRANCO LTDA | R$ 3.441,20 | |
AGROPECUÁRIA RIO BRANCO LTDA | R$ 2.529,85 | |
ALBERTO FERNANDES MELO | R$ 1.200,00 | |
ALESSANDRA FRANCO GONÇALVES | R$ 800,00 | |
ALEX PINHEIRO CENTENO | R$ 750,00 | |
ALEX PINHEIRO CENTENO | R$ 1.500,00 | |
ALLAN CHRISTIAN REIS DA SILVA | R$ 800,00 | |
ANDRÉ RAMY PEREIRA BASSALO | R$ 750,00 | |
ANDRÉ RAMY PEREIRA BASSALO | R$ 1.500,00 | |
ANTONIELE DO SOCORRO LISBOA DOS REIS | R$ 1.850,00 | |
ANTONIO EDUARDO DOS SANTOS RODRIGUES | R$ 750,00 | |
ANTONIO GUIMARÃES FERREIRA | R$ 600,00 | |
ANTONIO MARCOS SILVA DA SILVA | R$ 800,00 | |
ARTHUR SISO PINHEIRO | R$ 1.500,00 | |
ARTHUR SISO PINHEIRO | R$ 750,00 | |
AUGUSTO CESAR COELHO COSTA | R$ 1.850,00 | |
BERNARDO ALBUQUERQUE DE ALMEIDA | R$ 1.500,00 | |
BERNARDO ALBUQUERQUE DE ALMEIDA | R$ 750,00 | |
BRUNA RAFAELLA DE SOUZA REZENDE | R$ 800,00 | |
CARLOS JOSÉ SOARES RAPOSO | R$ 5.000,00 | |
CASSIANA MARIA DA SILVA CORDEIRO | R$ 800,00 | |
CLEBER ARAÚJO DA FONSECA | R$ 1.850,00 | |
CRISTIANO MARCIANO DA SILVA | R$ 1.200,00 | |
DIEGO JORGE LUCAS SILVA | R$ 1.200,00 | |
DIEGO PATRICK SANTOS DO PRADO | R$ 800,00 | |
DJALMA FERNANDO SMITH DOS SANTOS | R$ 1.850,00 | |
Direção Estadual/Distrital | SALOBO METAIS S/A | R$ 1.000.000,00 |
Direção Estadual/Distrital | VALE MINA DO AZUL S.A | R$ 31.500,00 |
Direção Estadual/Distrital | VALE ENERGIA S.A | R$ 70.000,00 |
Direção Estadual/Distrital | VALE ENERGIA S.A | R$ 200.000,00 |
Direção Estadual/Distrital | VALE ENERGIA S.A | R$ 430.000,00 |
Direção Nacional | CONSTRUTORA ANDRADE GUTIERREZ S.A | R$ 500.000,00 |
Direção Nacional | BRF S.A | R$ 500.000,00 |
EDNALDO PEREIRA DE CARVALHO | R$ 800,00 | |
EDWALDO LOBO MONTEIRO | R$ 1.500,00 | |
ELIETH DE FÁTIMA DA SILVA BRAGA | R$ 10.000,00 | |
ELIZETE CORREA DA SILVA | R$ 1.200,00 | |
EVERALDO FERNANDES DA CONCEIÇÃO SILVA | R$ 1.850,00 | |
FELIPE RIBEIRO PIRES | R$ 1.200,00 | |
FERNANDO DE CASTRO RIBEIRO | R$ 10.000,00 | |
FÁBIO QUADROS DE FARIAS JUNIOR | R$ 800,00 | |
HELDER ZAHLUTH BARBALHO | R$ 2.500,00 | |
IDA MARCYLENE SOARES GAZEL DE LYRA | R$ 800,00 | |
IDA MARCYLENE SOARES GAZEL DE LYRA | R$ 750,00 | |
INGRID MARRUAZ COELHO JUNES | R$ 1.850,00 | |
JAIRO SILVA LIMA | R$ 1.850,00 | |
JANDERSON BORCEM FERREIRA | R$ 1.200,00 | |
JORGE ALBERTO DE ALMEIDA | R$ 1.850,00 | |
JOSÉ ANTONIO LIMA DE SOUZA | R$ 800,00 | |
JOSÉ DE CARVALHO CHAVES FILHO | R$ 800,00 | |
JOSÉ MARIA DOS SANTOS BARBALHO | R$ 1.200,00 | |
JOSÉ NEWTON GANZALEZDA COSTA | R$ 1.200,00 | |
JOSÉ RICARDO CALDAS FERRAZ | R$ 800,00 | |
JOÃO CARLOS NASCIMENTO BANDEIRA JUNIOR | R$ 1.850,00 | |
JOÃO GONÇALVES PINHEIRO | R$ 800,00 | |
JOÃO NAZARENO PEREIRA DE CARVALHO | R$ 1.200,00 | |
JOÃO RAFAEL GOMES DIAS | R$ 1.850,00 | |
KATIANE BATISTA CASTRO | R$ 1.200,00 | |
KEISEANE BATISTA CASTRO | R$ 1.200,00 | |
LEOLAR MÓVEIS E ELETRODOMÉSTICOS LTDA | R$ 4.688,63 | |
LEONARDO MAIA NASCIMENTO | R$ 1.500,00 | |
LEONARDO MAIA NASCIMENTO | R$ 750,00 | |
LUIS GONZAGA DE ASSIS | R$ 600,00 | |
LUIZ GUILHERME FERREIRA DASILVA | R$ 1.200,00 | |
MARCELA DE JESUS COIMBRA BATISTA | R$ 800,00 | |
MARCIO DE JESUS ROCHA RANGEL | R$ 750,00 | |
MARIA DAS GRAÇAS SERRÃO DE SOUZA | R$ 1.200,00 | |
MARIA IVANETE DE QUADROS | R$ 1.200,00 | |
MAURICIO DO SOCORRO ARAÚJO DE FRANCA | R$ 750,00 | |
MAURÍCIO FARIAS DA SILVA | R$ 1.200,00 | |
MÁRIO LIMA SARAIVA | R$ 5.000,00 | |
NAZARENO NASCIMENTO DA FONSECA | R$ 1.200,00 | |
NAZARÉ DO SOCORRO DOS SANTOS | R$ 1.200,00 | |
NELSON TOURINHO TUPINAMBÁ | R$ 750,00 | |
NELSON TOURINHO TUPINAMBÁ | R$ 1.500,00 | |
NONATO P. DA SILVA - ME | R$ 12.000,00 | |
PARSIFAL DE JESUS PONTES | R$ 5.000,00 | |
PARSIFAL DE JESUS PONTES | R$ 5.000,00 | |
PAULO ELIAS CARDOSO BOHADANA | R$ 5.000,00 | |
PAULO SÉRGIO DE MELO GOMES | R$ 10.000,00 | |
PAULO TACIEL DE JESUS MARTINS | R$ 800,00 | |
PRISCILA CORREA | R$ 800,00 | |
RAFAEL DE JESUS LIMA DO NASCIMENTO | R$ 1.850,00 | |
RAFAEL ROMÁRIO PALHETA DA COSTA SILVA | R$ 1.850,00 | |
RAMONN JOSÉ PINHO GUIMARÃES COSTA | R$ 1.200,00 | |
RITA MELO DA SILVA PANTOJA | R$ 1.200,00 | |
ROGÉRIO MIRA CAVALLERO DE QUEIROZ | R$ 1.850,00 | |
RONALDO MACIEL DE SOUZA | R$ 1.850,00 | |
RUIDGLAN DA SILVA FERREIRA | R$ 1.200,00 | |
THATIANE COELHO LIMA | R$ 1.850,00 | |
VALDINEY CORDEIRO DOS SANTOS | R$ 1.200,00 | |
VALQUIRENE FERREIRA NUNES | R$ 1.200,00 | |
VERENA FADUL DOS SANTOS | R$ 750,00 | |
VILMA CRISTOVÃO DE ABREU | R$ 1.200,00 | |
WANDER JOSÉ NEVES DINIZ | R$ 600,00 |
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SIMÃO JATENE (PSDB)
Doador | Doador Originário | Valor R$ |
CILENE LISBOA COUTO MARQUES | R$ 350,00 | |
CILENE LISBOA COUTO MARQUES | R$ 350,00 | |
CILENE LISBOA COUTO MARQUES | R$ 233,31 | |
Comitê Financeiro Único | R$ 140.000,00 | |
Comitê Financeiro Único | R$ 60.000,00 | |
Comitê Financeiro Único | R$ 400.000,00 | |
Comitê Financeiro Único | R$ 80.000,00 | |
Comitê Financeiro Único | R$ 70.000,00 | |
Comitê Financeiro Único | R$ 5.000,00 | |
Comitê Financeiro Único | R$ 80.000,00 | |
Comitê Financeiro Único | R$ 10.000,00 | |
Comitê Financeiro Único | R$ 20.000,00 | |
Comitê Financeiro Único | R$ 90.000,00 | |
Comitê Financeiro Único | R$ 80.000,00 | |
Comitê Financeiro Único | R$ 10.000,00 | |
Comitê Financeiro Único | R$ 6.245,20 | |
Comitê Financeiro Único | R$ 1.044,00 | |
Comitê Financeiro Único | R$ 8.050,14 | |
Comitê Financeiro Único | R$ 620,00 | |
Comitê Financeiro Único | R$ 15.111,55 | |
Comitê Financeiro Único | R$ 70.000,00 | |
Comitê Financeiro Único | R$ 130.000,00 | |
Comitê Financeiro Único | R$ 35.000,00 | |
Comitê Financeiro Único | R$ 40.000,00 | |
Direção Estadual/Distrital | R$ 5.500,00 | |
Direção Estadual/Distrital | R$ 7.500,00 | |
Direção Estadual/Distrital | R$ 3.000,00 | |
Direção Estadual/Distrital | R$ 3.200,00 | |
Direção Estadual/Distrital | R$ 4.500,00 | |
Direção Estadual/Distrital | R$ 7.500,00 | |
Direção Estadual/Distrital | R$ 2.000,00 | |
Direção Estadual/Distrital | R$ 620,00 | |
Direção Estadual/Distrital | R$ 4.000,00 | |
Direção Estadual/Distrital | R$ 2.400,00 | |
WALTER VIEIRA DA SILVA | IGOR VALERIO ZAGURY | R$ 240,00 |
WALTER VIEIRA DA SILVA | IGOR VALERIO ZAGURY | R$ 240,00 |
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ZÉ CARLOS (PV)
Doador | Valor R$ |
ELEICAO 2014 JOSE CARLOS LIMA DA COSTA | R$ 8.000,00 |
ADOLF FREDERICO RETTELBUSCH | R$ 1.000,00 |
CLIMECI - CLINICA MEDICO - CIRURGICA DE MARABA LTDA | R$ 30.000,00 |
Direção Nacional | R$ 100.000,00 |
Direção Nacional | R$ 150.000,00 |
L.M. SERVICE-ELETRICIDADE E SERVIÇOS LTDA ME | R$ 8.000,00 |
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