domingo, 7 de junho de 2009

Coutistas animados. Jatenistas idem. E segue o caldeirão.

Coutistas (toma-te!) e jatenistas externam reações diversas e confrontantes, é claro, depois das bicadas e bicudas distribuídas nem tão a esmo assim pelo ex-governador Almir Gabriel, o padrinho da candidatura do senador Mário Couto ao governo do Estado em 2010.
Do lado de Jatene, a única surpresa foi a veiculação pública das críticas que Almir fez ao ex-governador, ex-aliado, ex-pupilo e agora o destinatário de sua intensa, declarada e indisfarçável repulsa.
Os jatenistas já ouviram, em privado, as mesmas críticas – e outras mais – feitas publicamente por Almir, que, aliás, passou ultimamente a não se referir mais a Jatene por Jatene, e sim por “aquele rapaz”.
Mas a avaliação entre os jatenistas é de que as críticas de Almir devem fortalecer a posição de Jatene no próprio partido. Acreditam que a acidez das críticas de Almir levará as bases tucanas a concluir que o ex-governador partiu para um vale-tudo verbal que mal disfarça a sua tentativa de impor a candidatura de Mário Couto.
E os coutistas?
Estão assanhadíssimos com a repercussão da entrevista.
Acham que o fato de Almir abrir o bico serviu para disseminar a imagem de Jatene como um político que não tem penetração no interior do Estado, que não teria a simpatia de prefeitos e que o próprio senador Mário Couto tem qualidades que o credenciam a disputar a sucessão de Ana Júlia pelo PSDB.
É o que os dois lados avaliam.
Aliás, qual é mesmo o PSDB do B, hein?
É o do doutor Jatene ou do doutor Mário Couto?
Qual é?

2 comentários:

  1. Anônimo7/6/09 14:29

    Prezado Paulo, grande mestre dos blogs:
    Assunto: Entrevista do "Ratinho" ao Diário do Pará.
    Ainda não li a entrevista. Vou ler agora.
    É que ontem tomei várias e muitas.
    Mas, de soslaio, olhei uma frase ao ligar meu computador:
    O Mário Couto é uma "inserção popular extraordinária".
    "insertion popular" é uma alegoria tupiniquim legorne, uma chalaça picante.
    Esse Almir é uma "figuraça".
    E esta expressão é a facécia do ano (até agora).
    Um amplexo dominical.
    O Informante Invisível

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  2. Hahahahaaha...
    Só pelo "amplexo", já valeu o comentário.
    E informe mais, ainda que invisivelmente. (rsss)
    Grande abraço.

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